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O que é a autenticação Single Sign-On (SSO)? Quais os seus benefícios?

Lembrar as senhas dos logins do site pode ser algo difícil, não é? Principalmente quando você cria várias por maior segurança e, se não anota ou salva em algum local, precisa ficar redefinindo o tempo todo. Esse é um dilema que qualquer um passa na internet. Por isso que o Single Sign-On (SSO) é uma possibilidades cada vez mais utilizada pelas pessoas e empresas. 😉

Será o fim das senhas? Chamada de login único, essa tecnologia facilita o dia a dia das pessoas, que através de um único botão conseguem logar em qualquer lugar. 

Segurança, conveniência e praticidade. São muitos os fatores que beneficiam esse método SSO. Continue a leitura deste artigo e entenda melhor sobre ele e porque você deve usá-lo sempre em seu negócio para ter mais segurança. Vamos lá? 👇

O que é Single Sign-On (SSO)?

Nada mais é do que uma tecnologia que visa acabar com senhas tradicionais. Como? Através de um esquema de autenticação que permite o usuário efetuar o login com um único ID em qualquer dos sistemas autorizados para isso. ✅

Sabe quando você entra em um site novo, precisa realizar um cadastro e ao invés de preencher diversos campos com seus dados existe a opção “entrar com uma conta Google” ou “acessar com o Facebook”? Esse simples botão representa o single sign-on na prática.

Logo, esse método é uma forma de você entrar em qualquer lugar sem a necessidade de criar uma conta do zero ou perdendo tempo preenchendo suas informações repetidamente.

Por que é importante?

O melhor exemplo para demonstrar a importância seria usar uma analogia com essa situação cotidiana: imagina que toda vez que você entrasse em um bar ou restaurante fosse preciso provar seus dados pessoais e, principalmente, sua idade para em cada compra de bebidas alcoólicas?

Concorda que é frustrante essas verificações contínuas? Isso é como um sistema SSO funciona: em vez de estabelecer sua identidade repetidamente, um usuário estabelece sua identidade uma vez e pode acessar vários serviços diferentes.

Por isso ele é importante, além de garantir mais praticidade, melhora a experiência do usuário e causa uma boa impressão da empresa que exige seus dados.📋

Se para uso pessoal ele já é útil, agora imagina no ambiente corporativo? São tantos logins necessários diariamente, que guardar essa informação vai otimizar tempo e evitar a perda de informações valiosas. 

Como funciona o Single Sign-On?

pessoa tentando acessar login de segurança
Aposte em uma maior segurança da informação com o Single Sign-On (SSO). Fonte: Getty Images.

Toda vez que um usuário entra em um serviço de SSO ele deixa seus dados salvos e cria um token de autenticação single sign-on que lembra que o usuário foi verificado. 

Assim, fica armazenado como um cartão de identificação temporário emitido para o usuário que pode ser utilizado em qualquer site ou aplicativo ou software que esteja verificado com o serviço.

Vale ressaltar que o SSO não lembra, necessariamente, quem é um usuário, já que não armazena identidades de usuários, mas sim faz a verificação das credenciais dessa pessoa em relação a um serviço de gerenciamento de identidade separado.

É mais ou menos como se fosse um bibliotecário procurando um livro pelo título e encontra no sistema o autor que o escreveu. 🤓

Os logins oferecidos no SSO mais conhecidos são os do Google, Facebook e LinkedIn

Portanto, para ativá-lo na sua rotina você só precisa fazer um primeiro acesso no sistema e colocar todas as informações necessárias, clicando em ‘permitir’ no compartilhamento de informações;

Depois, já não é mais necessário fazer login manualmente, pois a mesma senha utilizada acima é o suficiente para logar. 

Ele pode ser muito encontrado em contextos comerciais, quando os aplicativos do usuário são atribuídos e gerenciados por uma equipe interna de TI.

Quais são os benefícios do SSO?

Conforme já dito, o single sign-on além de trazer praticidade, conveniência e segurança aos usuário, ele traz outras vantagens, como: 👇

Senhas mais fortes

Se você criar uma senha combinada com números, letras e símbolos é bem mais difícil de alguém descobrir. Só que criar diversas senhas nesse estilo dá trabalho e é mais complexo do que parece, principalmente para gravar. 

Com o SSO você pode criar uma e utilizar nos outros canais sem ter que ficar digitando ou criando uma do zero, já vai tudo automaticamente.

Senhas não repetidas

Quando você precisa se lembrar das diferentes senhas dos diversos logins, é normal acontecer a”fadiga de senha“, ou seja, a reutilização das senhas.

No entanto, usar a mesma senha em vários serviços é um grande risco de segurança, porque significa que todos os serviços são tão seguros quanto o serviço com a proteção de senha mais fraca. Com o SSO isso é reduzido porque só existe um único login de acesso.

Política de senha melhor aplicada

Como existe um lugar para entrada de senha, o SSO torna mais fácil as regras de defesa cibernética para as equipes de TI aplicarem facilmente as arquiteturas de segurança de senha. 

Por exemplo, algumas empresas exigem que os usuários redefinam suas senhas periodicamente. Com o SSO, as redefinições de senha são mais fáceis de implementar.

Autenticação multifator

Também conhecida como MFA, ela se refere ao uso de mais de um fator de identidade para autenticar um usuário. 

Um exemplo é você logar em um site, mas exigir outra ação para confirmar sua identidade, como um código por SMS e e-mail ou a instalação de um app de segurança.

Assim, o single sign-on possibilita ativar a MFA em um único ponto.

Reinserção de senha

Os administradores podem impor a reinserção de credenciais após um determinado período de tempo para garantir que o mesmo usuário ainda esteja ativo no dispositivo conectado. Sendo que com o SSO isso é feito em um só local.

Credenciais gerenciadas internamente

Na maioria das vezes suas senhas são armazenadas remotamente de forma não gerenciada por aplicativos e serviços que podem ou não seguir as melhores práticas de segurança. 

Com o SSO elas ficam guardadas em um ambiente onde a equipe de TI tem mais controle de acesso e recuperação, se necessário.

Recuperação de senhas mais rápida

Complementando o tópico anterior, como o TI tem acesso a esse sistema, é mais fácil de encontrar uma senha perdida e ainda economiza tempo ajudando usuários a recuperar, lembrar ou redefinir a senha.

Afinal, vale a pena aplicar o SSO no sistema da sua empresa?

Com tudo que já foi falado, qual a sua dúvida sobre a importância e a necessidade de investir nesse serviço de autenticação? 

O single sign-on é mais do que um sistema de gerenciamento de acesso aos usuários: ele é uma forma de controle de acesso, controle de permissão, registros de atividades e outras medidas para rastrear e controlar o comportamento do usuário nos sistemas internos de uma organização, sem contar na defesa contra crimes cibernéticos.🔒 

Com apenas um clique qualquer pessoa entra nos sites e aplicativos, sem a preocupação de ter esquecido a senha utilizada. 🙌

E isso é ainda mais válido para as empresas que exigem grandes senhas e acessos para executar processos. Imagina o trabalho que daria lembrar a senha de tudo a toda hora? E se perder então, seria bem pior.

👉 Portanto, promova a segurança da informação na sua empresa e proporcione tranquilidade aos seus colaboradores. Aproveite para saber mais sobre o assunto em nossa especialização sobre segurança cibernética e alavanque sua empresa.

Ensino à Distância: confira 10 benefícios do modelo EAD para a educação!

Com o avanço da tecnologia, o ensino à distância tem se popularizado no Brasil. O diploma de graduação deixou de ser um diferencial e, com isso, se tornou obrigatória. Ou seja, ter uma graduação é o mínimo que se espera de um profissional. Além disso, também é crescente a procura por profissionais que vem se especializando e buscando novos conhecimentos através de cursos de curta duração.

O cenário é altamente favorável para o ensino à distância. Porém, ainda existem muitas questões que envolvem essa modalidade de ensino: vale a pena? Irei realmente aprender? Como funciona o EaD realmente?

Essas dúvidas são legítimas e nós estamos aqui para saná-las. Continue a leitura e aprenda mais sobre o ensino à distância!

O que é o ensino à distância?

Em suma, o ensino à distância, também conhecido por EaD é uma modalidade de ensino que usa a tecnologia no processo de educação e aprendizado.

Como funciona o EaD?

O EaD tem um funcionamento simples, prático e com a tecnologia na educação como auxiliadora principal. A maioria das aulas acontece em um ambiente virtual de aprendizagem, ou seja, pelo seu computador com acesso à internet. Lá, o aluno tem a possibilidade de assistir as suas aulas, ler textos e realizar exercícios e trabalhos solicitados pelos professores.

Dependendo da instituição de ensino na qual o estudante está inserido, existem ferramentas de fóruns de discussão, chamadas de vídeo que possibilitam a troca de experiências e dúvidas com professores, além de chats sempre abertos.

Importância do ensino à distância no cenário atual

Com a pandemia do COVID-19, as pessoas precisaram aprender a criar relacionamentos através do meio virtual. Pensando nisso, o ensino à distância se mantém um aliado dos indivíduos que desejam ampliar o seu networking (rede de contatos profissionais) mesmo à distância.

Além disso, a empresa Tera produziu uma pesquisa, em 2021, que afirmava que mais de 60% dos entrevistados mudaram de carreira em 2020 e cerca de 48% pretendiam fazer esta ação em 2021.

Ou seja, muitos profissionais buscam uma transição de carreira, mas têm diversos empecilhos: falta de tempo, distância da faculdade, custo alto e assim sucessivamente.

Dessa forma, o EaD se torna um cúmplice no cumprimento do desejo do estudante, já que traz mais possibilidades de acesso à educação, facilitando cada um dos problemas citados anteriormente.

Quais as modalidades de ensino à distância?

Você sabia que o EaD vai muito além da graduação? Pois é!

Muita gente ainda acredita que só existe ensino à distância em faculdades, quando, na realidade, essa é apenas a pontinha do iceberg. O mundo do EaD é realmente gigante!

Algumas modalidades de ensino à distância são:

  1. Graduação: essa você já conhece, é a mais popular e diz respeito às formações de ensino superior e normalmente tem a mesma carga horária e duração dos cursos presenciais;
  2. Técnico: são cursos mais curtos que a graduação, visto que duram de um ano e meio a dois anos e, neste caso, os alunos procuram uma qualificação mais rápida para adentrar no mercado de trabalho;
  3. Profissionalizantes: parecem com os técnicos, a diferença é que não possuem a chancela do MEC;
  4. Livres: independentes do MEC, esse tipo de ensino à distância diz respeito a cursos de carga horária reduzida que, muitas vezes, são disponibilizados por instituições de ensino;
  5. Extensão: funcionam como um complemento à graduação;
  6. Preparatórios: preparam alunos para vestibular ou concursos públicos, por exemplo;
  7. De certificação: cursos que qualificam profissionais, de forma que podem, inclusive, definir quem receberá uma certa vaga de emprego;
  8. Corporativos: em suma, são cursos que as empresas oferecem para seus colaboradores, para que eles possam ser capacitados, uma estratégia de upskilling.

O ensino à distância é eficaz como no ensino presencial?

Nós sabemos que você está com essa questão na cabeça. Não tem problema, a dúvida é completamente legítima e a resposta para ela é sim! O ensino à distância é sim eficaz como o ensino presencial.

EaD, diferentemente do que muitos brasileiros pensam, não é pegar uma aula presencial e apresentar via plataforma. O ensino à distância é muito mais complexo, requer planejamento, professores altamente capacitados e alunos dedicados.

Quando bem aplicado, o EaD desenvolve no estudante a autonomia e responsabilidade pelo próprio conhecimento, ação que, por sua vez, transforma o indivíduo totalmente.

“Uma das coisas mais importantes da educação é a emancipação. O estudante ganha autonomia. Ele nunca vai ter isso enquanto ficar dependente da inteligência e da explicação do professor”.

Afirma Vinicius Maltempi, coordenador do Instituto de Educação e Pesquisa em Práticas Pedagógicas da Unesp (Universidade Estadual Paulista).

Assim, um ensino à distância que estimule, dessa forma, os seus estudantes e os colocando em contato com os seus professores, para dúvidas e debates, ele não só é tão eficaz quanto o ensino presencial, quanto pode impactar positivamente e para sempre a vida do aluno.

Benefícios do ensino à distância

Confira os principais benefícios do ensino à distância.

1. Horários Flexíveis

Esse é, definitivamente, um dos principais benefícios do EaD. Com o ensino à distância o estudante consegue criar a sua própria rotina, conciliando trabalho, estudos, lazer e demais atividades.

Assim, o EaD pode se encaixar na rotina de um adolescente, quanto na de um executivo, visto que, cada um deles escolherá o seu momento livre para se dedicar aos estudos.

2. Otimização do tempo

Enquanto no ensino presencial, o estudante precisa passar horas no trânsito para se deslocar até a instituição de ensino, no ensino à distância ele pode usar o tempo de deslocamento que ele teria para estudar. Ou seja, há uma grande economia de tempo, principalmente se considerarmos o trânsito das grandes cidades.

Menina estuda em formato EaD
O ensino à distância traz inúmeros benefícios aos estudantes, mas também alguns desafios.

3. Comodidade

Imagina poder viajar sem se preocupar com faltas e conciliar com a faculdade, por exemplo? Com o EaD o aluno pode acompanhar as aulas enquanto viaja, visto que para o ensino à distância o que é necessário é apenas computador e acesso à internet.

4. Reconhecimento do MEC

Para obter a certificação do MEC as instituições de ensino são avaliadas de maneira rigorosa. Ou seja, se a instituição que você quer estudar é reconhecida pelo MEC, isso quer dizer que o seu diploma de ensino à distância é equivalente ao diploma de ensino presencial!

5. Assistência para dúvidas

Normalmente, os cursos de ensino à distância contam com plataformas online que facilitam a interação entre professores e alunos. Assim, os estudantes podem tirar dúvidas e fazer considerações sobre os assuntos estudados diretamente com os professores e colegas de turma.

6. Maior aproveitamento das aulas

No ensino à distância, o aluno faz o seu horário e tem o seu ritmo. Ou seja, o estudante estudará de acordo com a sua demanda e da maneira que ele melhor absorverá o conteúdo, o que não acontece no ensino presencial, onde tudo é igual para todos.

7. Inclusão

Para portadores de deficiência, que enfrentam mais percalços para chegar a instituição de ensino presencial ou ainda para indivíduos que moram longe dos centros urbanos, o ensino à distância é uma ótima oportunidade de inclusão de manutenção do estudo dessas pessoas.

8. Autonomia

No EaD, os estudantes vivem uma participação mais ativa. Ou seja, existem ferramentas que os permitem interagir entre si, com professores e tutores. Dessa forma, é desenvolvida a autonomia e disciplina pelos estudantes, permitindo que o ensino deixe a verticalização de lado e seja mais colaborativo.

9. Melhor aprendizado

Imagine não ter que ficar pedindo aos amigos fotos dos slides que o professor passou na aula, ou as anotações deles para conseguir pegar o ritmo da turma?

É exatamente assim no ensino à distância: as aulas, materiais didáticos e anotações ficam sempre disponíveis. Logo, você pode acessar e revisar quantas vezes quiser, aprendendo e absorvendo o assunto de uma melhor maneira.

10. Mais barato

Além das mensalidades do EaD serem mais baratas do que as presenciais, os alunos ainda economizam com transporte, estacionamento, alimentação, roupas e entre outros.

Quais os desafios do ensino à distância?

Apesar dos vários benefícios do EaD, existem diversos desafios também. Listamos os 3 principais:

  1. Acessibilidade: para viver o ensino à distância, é preciso contar com aparelhos eletrônicos e acesso à internet, o que ainda não é uma realidade muito ampla no Brasil, o que acaba deixando pessoas às margens;
  2. Adaptação do cronograma: não dá para, simplesmente, pegar as aulas presenciais e colocá-las para serem ministradas online. É preciso que as instituições elaborem cronogramas próprios para o EaD, que tem particularidades na maneira de aprendizagem;
  3. Aproveitamento do formato digital: é preciso a implementação de tecnologias digitais para que o EaD realmente funcione bem. Fóruns para discussão, aulas ao vivo, soluções digitais com conteúdos e assim sucessivamente precisam fazer parte da realidade do ensino à distância, mas muitas instituições ainda não contam com essas ferramentas.

Para quem o ensino à distância é indicado?

É preciso ter compromisso para ser um estudante de EaD. Além de demandar conhecimentos que devem ser desenvolvidos, os próprios estudantes precisam gerenciar o seu estudo de maneira autônoma, ou seja, ninguém irá cobrá-los, eles que terão esse papel.

Portanto, para se dar bem no ensino à distância, o estudante precisa ser organizado e muito responsável.

Dicas para manter a rotina no ensino à distância

Um dos segredos para ser um bom aluno de EaD é ter uma rotina e segui-la. Separamos 4 dicas para manter a sua rotina no ensino à distância, são elas:

  1. Tenha uma rotina: estabeleça horas para tudo, descanso, exercícios, estudo e afins, assim você manterá o foco no que é necessário no momento;
  2. Tenha metas: por exemplo, hoje estudarei para as disciplinas do EaD por uma hora! Estabelecendo essas metas, você assume o compromisso de alcançá-la, ou seja, você estará sempre em dias;
  3. Nada de distrações: desligue celular, televisão e videogame, ok? O seu momento de estudo é o seu momento de estudo, foque 100% nas suas aulas naquele momento;
  4. Tenha um ambiente de estudos: separe um ambiente da sua casa que seja dedicado aos seus estudos e, sempre que estiver lá, não use outras tecnologias, por exemplo. Assim, o seu cérebro compreenderá que quando você está ali, você precisa estudar!

O mercado de trabalho é receptivo com quem estuda à distância?

Ainda é possível ver certa resistência de profissionais de Recursos Humanos de grandes empresas na contratação de formados por EaD em certos cargos. No entanto, o número de estudantes no ensino à distância tem sido crescente, o que revela que, em poucos anos, o mercado de trabalho será obrigado a contratar profissionais advindos dessa modalidade de ensino.

Muitas vezes o preconceito com o ensino à distância existe porque as pessoas não compreendem como o mesmo realmente funciona e como ele exige dos seus alunos.

Como escolher o curso em ensino à distância?

Com muita pesquisa. Uma boa opção para quem quer fazer ensino à distância, mas quer ter contato prático com a área na qual está estudando é o Employer U, que é uma universidade conectada à empresa que consiste em um programa de desenvolvimento profissional que forma profissionais seguindo as necessidades do mercado de trabalho.

A Faculdade Faculdade XP é uma universidade conectada a uma empresa. Assim, contamos com uma gama diversificada de graduação, MBAs, minicamps, bootcamps, cursos livres e muito mais. É uma oportunidade única estudar na Faculdade que nasceu em uma das empresas mais inovadoras no Brasil.

Quais os cursos EaD da Faculdade XP?

Nós temos diversas modalidades de cursos EaD na Faculdade XP, e em cada uma dessas modalidades, contamos com os seus cursos específicos.

Vamos desde os cursos livres, passamos pelos bootcamps, pelas graduações e vamos até os MBAs.

São conteúdos extremamente ricos, ministrados por profissionais altamente capacitados e reconhecidos pelo mercado de trabalho, além de uma metodologia inovadora que têm inspirado os nossos alunos a serem profissionais ainda mais relevantes.

Vale a pena fazer um curso EaD?

É claro que sim! E os 10 benefícios que você leu acima te provam isso. As mensalidades são mais baratas e você economizará tempo, já que não precisará se deslocar para universidade todos os dias.

Quer aprender por meio do ensino à distância, mas ainda não sabe como e onde? Nós temos a solução para você: a Multi+. Com essa assinatura você acessa os mais diversos cursos da Faculdade XP e aprende diariamente!

O seu desenvolvimento está a um clique de distância. Não perca tempo!

Entenda o perfil do consumidor 3.0 e saiba como incluí-lo em sua estratégia de vendas

Quantas vezes você preferiu comprar online ao invés de ir em uma loja física? Ou quantas vezes você preferiu pagar um pouco a mais por um serviço porque se identificava com os princípios da marca? Essas são algumas características do consumidor 3.0 — um perfil de consumidor que se preocupa com questões que vão além dos preços dos produtos ou serviços.

Para compreender melhor quem é o consumidor 3.0 e porque é importante conhecê-lo para aumentar as chances de sucesso do seu negócio, continue a leitura deste artigo!  

O que é consumidor 3.0?

O consumidor 3.0 é o consumidor digital, que está sempre bem informado e de olho nas principais tendências. Além disso, o consumidor 3.0 é um cliente ligado em pautas ambientais e sociais, que preza pela responsabilidade das empresas e pela atenção com os clientes.  

Entenda a evolução dos consumidores

Conforme o mundo evoluiu e novas tecnologias foram surgindo, como a internet e os dispositivos móveis, o perfil do consumidor foi se transformando ao longo dos anos.

A princípio, o consumidor 1.0 estava acostumado a ter uma relação direta de compra e venda com uma empresa. A sua única preocupação era que o produto ou serviço solucionasse o seu problema.

Logo depois, o perfil do consumidor se modificou e surgiu o consumidor 2.0. Em resumo, o consumidor 2.0 já tinha mais acesso à informação e pesquisava na internet os pontos positivos e negativos de um produto antes de finalizar a sua compra em uma loja física. 

Por fim, com a popularização da internet, surgiu o perfil consumidor 3.0. Como falamos, esse é um perfil altamente tecnológico e preocupado com questões além do preço. Para exemplificar o que estamos falando, uma pesquisa de 2019 da Union + Webster apontou que 87% dos brasileiros preferem comprar produtos e serviços de empresas sustentáveis.   

Quais as características do consumidor 3.0?

Agora que você já sabe quem é o consumidor 3.0, está na hora de conhecer as suas principais características. Confira abaixo as 7 características que definem um consumidor 3.0:

1. Altamente informado

A informação está cada vez mais acessível e encontrar as informações necessárias antes de finalizar uma compra nunca foi tão fácil. Por conta disso, o consumidor 3.0 é um cliente altamente informado, que tem recursos disponíveis na palma da sua mão para fazer pesquisas e comparações em tempo real. 

2. Conectado

Praticamente todo o mundo está conectado a alguma rede social. Portanto, é muito comum que o consumidor 3.0 faça pesquisas e troque ideias sobre os produtos que ele está interessado. 

3. Sensível a preços

Com a facilidade para fazer pesquisas, o consumidor 3.0 está muito mais ligado a preços e condições especiais. Por isso, uma empresa que tenta tirar vantagem superfaturando os seus produtos, pode acabar se prejudicando.  

4. Convicção na opinião de outros usuários

A opinião de quem já teve contato com a marca vem se mostrando cada vez mais decisiva na hora de finalizar uma compra. Por exemplo, é comum que antes de contratar um serviço, o usuário pesquise opiniões sobre ele em sites como o Reclame Aqui. 

5. Autopromoção

De modo a compartilhar as suas conquistas pessoais e profissionais nas redes sociais, uma das características mais fortes do consumidor 3.0 é a autopromoção. Essa autopromoção acontece através de publicações no feed, nos stories ou até mesmo nos status das redes sociais.   

6. Gratificação instantânea

Chega de esperar! O consumidor 3.0 está sempre em busca de um serviço e uma satisfação imediata. Por exemplo, quantas vezes você comprou no e-commerce e ficou ansiosa para receber logo, mesmo com o prazo de entrega? Isso é impulsionado pelo imediatismo, potencializado pela digitalização dos processos. 

7. Segurança

Apesar da grande quantidade de crimes cibernéticos notificados diariamente, o consumidor 3.0 se sente cada vez mais à vontade e confiante para fazer compras na internet. Boa parte dessa autoconfiança vem do uso desenfreado da internet e das redes sociais. 

Principais desafios do time de vendas diante do consumidor 3.0

Com as mudanças de comportamento do consumidor, novos desafios surgiram para a equipe de vendas. Por exemplo, proporcionar uma boa experiência ao cliente desde o pré até o pós-venda, ser uma empresa sustentável e engajada em pautas sociais ou conquistar o cliente pelos seus diferenciais em meio a uma enxurrada de informações que ele tem acesso a todo instante.  

Como atender o consumidor 3.0 na sua empresa e obter sucesso?

Assim como o perfil do consumidor mudou, a forma com que ele gosta de ser atendido também mudou. Se você não sabe o que é preciso para atender a expectativa do consumidor 3.0, trouxemos uma série de dicas: 

Entenda o perfil dos seus consumidores 3.0

Antes de qualquer coisa, você precisa conhecer o seu cliente para oferecer um atendimento personalizado para ele. Isso porque, cada vez mais, o consumidor busca uma experiência única de compra, onde ele se sinta valorizado e não apenas mais uma compra para a empresa. 

Mulher com perfil do consumidor 3.0 fazendo compras online
Perfil do consumidor 3.0 busca marcas que estão em sintonia com a sustentabilidade.

<Leia também: Jornada do cliente: o que é e como mapear/>

Dedique-se no relacionamento

Assim como é importante conhecer o cliente, é importante manter um bom relacionamento para que ele se sinta acolhido. Para isso, é preciso ter atenção, empatia e sensibilidade ao se comunicar com eles, mas é uma ótima estratégia para fidelização de clientes.    

Promova a inovação tecnológica na sua empresa

Investir em tecnologia é quase indispensável para garantir a longevidade do seu negócio. Entretanto, não adianta investir em qualquer tecnologia. É importante escolher de acordo com o perfil e os interesses do seu público.

Invista em User Experience

A boa experiência do usuário, desde quando ele conhece a sua marca até o pós-compra, é um fator determinante para o sucesso de uma marca. Por isso, invista em User Experience para facilitar a vida do seu consumidor e tornar toda a experiência de compra dele algo positivo. 

Tenha uma estratégia Customer Centric

Ao montar uma estratégia Customer Centric, a empresa toma a suas decisões focada no cliente e com base nas suas necessidades. Dessa forma, ela consegue proporcionar uma experiência única para cada cliente.  

Seja Omnichannel

O Omnichannel se refere a integração de múltiplos canais de comunicação para oferecer uma experiência mais completa ao consumidor, e muitos clientes prezam por esse tipo de experiência. Pensando nisso, uma empresa pode integrar os seus canais (site, redes sociais,  chat, lojas físicas, etc) para aumentar a satisfação do cliente.  

Como funciona o SAC para o consumidor 3.0

O novo consumidor tem um perfil mais exigente que os consumidores anteriores. Por isso, é importante a capacitação de profissionais para que eles ofereçam um atendimento qualificado e soluções eficazes.

Além disso, o consumidor não quer mais passar horas no telefone para conseguir ser atendido. Agora, é muito mais interessante e bem visto pelos clientes que o SAC seja feito de forma descomplicada, através de um chat online e com pessoas reais.   

Conclusão

O perfil do consumidor foi se modificando ao longo dos anos, acompanhando uma série de mudanças que ocorreram na sociedade como um todo. Hoje em dia, é praticamente impossível pensar em uma relação entre cliente e marca diferente da que vivenciamos hoje na maioria das nossas experiências de compra.

Se você curtiu o artigo e gostaria de saber mais sobre experiência do usuário e perfil do consumidor, você vai se interessar pelo MBA em Customer Experience da Faculdade XP!

Como instalar a GoLang e começar a utilizar? Aprenda o passo a passo

Não importa se você está dando os primeiros passos no universo de desenvolvimento e programação ou se já faz parte dele há algum tempo, sabe que existem diversas opções de linguagens. Neste artigo, ensinamos a como instalar a GoLang, uma dessas opções, que tem se popularizado nos últimos anos.

Quer escrever seu primeiro programa usando GoLang? Então confira o passo a passo abaixo!

O que é GoLang

Antes de ensinar como instalar a GoLang, vamos refrescar o que esse nome significa. Basicamente, ele se trata de uma linguagem de programação. Mas entre tantas opções já disponíveis, por que ela se destaca? A resposta é: por sua simplicidade.

Um dos maiores diferenciais da GoLang é o fato de ser uma linguagem compilada, isto é, cujo código-fonte é executado diretamente pelo sistema operacional ou processador.

O fato de ter sido crida pelo Google também a torna popular. Em resumo, ela é resultado das necessidades não atendidas por outras linguagens.

Como instalar Golang no Windows, passo a passo

Quem está em busca de uma opção simples de linguagem de programação, provavelmente quer saber como instalar a GoLang. Afinal, sua característica de linguagem compilada a torna bastante atraente.

Para ajudar você neste processo, reunimos cinco passos fundamentais, que estão logo abaixo. Mas, antes, lembre-se que existem algumas condições para fazer a instalação.

Pré-requisitos para a instalação

É possível instalar a GoLang tanto no sistema Windows (que é o que ensinaremos), quanto no Linux. No caso do Windows, é preciso que a máquina possua a versão 10 instalada, além de acesso administrativo e que esteja conectada à internet.

Se seu computador atende a todos esses requisitos, é só prosseguir com a instalação.

#1 – Abra e configure o PowerShell

O PowerShell é uma plataforma de script e automação da Microsoft. Basicamente, ele consiste em um shell de linha de comando, uma linguagem de script e uma estrutura de gerenciamento de configuração.

Você precisará desse programa para fazer boa parte da instalação da GoLang, já que em vez de clicar em inúmeros botões para avançar o processo, é necessário usar uma interface de linha de comando.

Para acessá-lo:

  1. Clique com o botão direito no ícone de iniciar;
  2. Após a abertura do menu, clique em Pesquisar e digite PowerShell;
  3. Após o resultado ser exibido, clique com o botão direito sobre ele e selecione Executar como administrador;
  4. Na mensagem Deseja permitir que este aplicativo faça alterações em seu computador?, clique em Sim.

Feito isso, você irá visualizar uma interface baseada em texto semelhante a da imagem:

Para trocar de pasta de sistema, digite o comando $ cd ~. Assim, você estará em um diretório home.

Feito isso, será preciso definir as permissões do usuário atual. Selecione a opção RemoteSigned, que permite o aceite de scripts confiáveis sem que seja necessário a concessão de uma ampla permissão. Basta digitar no PowerShell:

O programa irá solicitar que você forneça uma política de execução. Para usar a permissão acima:

  1. Digite $ RemoteSigned;
  2. Clique em Enter e confirme a mudança;
  3. Aperte a tecla Y para permitir que as alterações feitas possam funcionar.

Para verificar se os ajustes foram feitos, você pode solicitar as permissões atuais na máquina. Para isso, use o comando $ Get-ExecutionPolicy -List. O resultado a ser exibido deve ser semelhante ao da imagem abaixo:

#2 – Tenha um gerenciador de pacotes instalado no seu Windows

Após o ajuste de permissões, o próximo passo é baixar os arquivos necessários para a configuração do ambiente de programação da linguagem GoLang. Isso pode ser feito por meio do gerenciador de pacotes Chocolatey,

Quando falamos em automatização de processos de instalação, precisamos ter o apoio de um gerenciador de pacotes. Basicamente, isso significa uma coleção de ferramentas de software que auxiliam nos processos de instalação, upgrade e configuração.

O Chocolatey é a opção recomendada, pois está disponível em código aberto, além de ser um gerenciador de linha de comando criado justamente para o Windows.

Lembre-se que a instalação desses programas pode refletir em alterações na máquina. Por isso, a recomendação é avaliar quais são essas alterações antes de prosseguir com a instalação. Para isso, você pode usar o framework de script. NET para baixar e exibir o script do programa na janela de seu terminal.

Crie um objeto WebClient com o nome $script que compartilha as configurações de conexão da internet com o IE: $ $script = New-Object Net.WebClient.

Verifique as opções disponíveis, filtrando o objeto $script com uma | para a classe Get-Member, dessa maneira: $ $script | Get-Member. Isso fará com que todos os membros deste objeto sejam retornados, como na imagem abaixo:

Procure pelo método DownloadStrin, que é usado para exibir o script e a assinatura na janela do programa PowerShell. Para fazer essa verificação:

  1. Use o comando $ $script.DownloadString(https://chocolatey.org/install.ps1);
  2. Após a verificar o script, faça a instalação do programa usando o seguinte comando: $ iwr https://chocolatey.org/install.ps1 – UseBasicParsing | iex.

Esse comando iwr (ou Invoke-WebRequest) irá permitir que você extraia dados da web, o que passará o script para iex – ou o comando cmdlet Inoke-Expression. Ele irá executar o conteúdo do script, assim como a instalação para o Chocolatey.

Você deve permitir que o PowerShell instale o gerenciador de pacotes. Ao fim desse processo, é o momento de instalar as ferramentas adicionais. Isso será feito com o comando choco.

#3 – Baixe e instale o Golang no Windows

A linguagem GoLang é instalada em sua máquina através do Chocolatey. Agora que você já seguiu os passos anteriores da instalação desse programa, veja como prosseguir.

Use o comando $ choco install – y golang. Assim, o PowerShell irá instalar a linguagem. Ao fim do processo, você deverá obter um resultado como o da imagem:

Pronto, GoLand instalada! Feche e abra novamente o PowerShell para ver as alterações. Para verificar a versão disponível na máquina, use o comando $ go version. O resultado a ser exibido deverá ser semelhante a:

#4 – Crie um espaço de trabalho em Golang

Agora que você já tem a linguagem Go em sua máquina, o próximo passo é criar um espaço de trabalho. Em sua raiz, ele terá os diretórios src (que contém os arquivos fontes da GoLang) e bin (que possui executáveis compilados e instalados pelas ferramentas dessa linguagem).

Falando sobre o src, ele pode ter vários repositórios de controle de versão (como o Git). Assim, ao importar bibliotecas de terceiros, você verá diretórios como golang.org ou github.com. Isso significa, basicamente, que no caso de usar um repositório de códigos como o GitHub, seus projetos e arquivos serão colocados sob ele também.

Na imagem abaixo você pode ver um exemplo de espaço de trabalho

Importante: se você possui a partir da versão 1.8, o diretório padrão para seu espaço de trabalho é o diretório home de usuário. Ele terá um subdiretório go ou $HOME/go. Para navegar até ele:

  1. Use o comando $ cd $HOME;
  2. Crie uma estrutura de diretório para seu espaço de trabalho GoLang: $ mkdir go/bin, go/src

Essas informações farão com que a estrutura de diretório sinalizada abaixo entre em funcionamento:

Considerando que a instalação foi feita utilizando o gerenciador Chocolatey, essa variável de ambiente deve estar definida. Para verificar, use o comando $ $env:GOPATH.

O resultado a ser exibido deve ser:

Output
C:Users\seu-nome-de-usuario\go

Reforçando que quando a Go compila e instala ferramentas, elas são inseridas no diretório $GOPATH/bin. Para deixar as atividades mais práticas, é comum que o programador adicione o subdiretório bin do espaço de trabalho ao seu $PATH. Se desejar fazer isso, você pode usar o comando setx no PowerShell ($ setx PATH “$($env:path) ;$GOPATH\bin”).

Depois de criar a raiz do espaço de trabalho, bem como definir a variável de ambiente $GOPATH, você poderá criar seus projetos com a estrutura de diretório abaixo. No exemplo, o repositório é o GitHub.

$GOPATH/src/github.com/username/project

#5 – Inicie programações básicas

O quinto e último passo de como instalar a GoLang é iniciar programações básicas. Pode ser um simples “Hello, World”. O objetivo é garantir a configuração correta do seu espaço de trabalho além, é claro, de dar as primeiras noções sobre como funciona essa linguagem. Por isso:

  1. Em seu diretório home, abra um editor de texto de linha de comando, como o Nano, e crie um novo arquivo: $ nano hello.go;
  2. Após a abertura do arquivo de texto, você deverá digitar o programa, como na imagem abaixo:

Para sair do Nano, aperte Ctrl+X. Já para salvar o arquivo, aperte Y e depois Enter.

Com o código, você usará o pacote fmt, chamando a função PrintIn com o argumento Hello, World! Essa ação fará com que o argumento seja impresso no terminal na execução do programa.

Ao sair do Nano e retornar ao shell, você deverá executar o seguinte programa: $ go run hello.go. Ele fará com que o PowerShell devolva o resultado

Output
Hello, World!

Ao fim desse processo, você terá usado um programa básico para verificar se o espaço de trabalho criado em Go foi configurado do jeito certo.

Se quiser, você também pode acompanhar o passo a passo de como instalar GoLang através de vídeos tutoriais. Veja um deles:

Dicas uteis sobre Golang e o mercado de trabalho

Se você tem a intenção de usar a GoLang para programar os seus projetos ou se está aprendendo mais sobre essa linguagem para dar um upgrade na carreira, pode acessar fóruns para conferir dicas e trocar experiências com outros profissionais. Separamos algumas dessas dicas para você conferir:

>>> Se você quer aprender mais sobre as tecnologias usadas em soluções de arquitetura, armazenamento de dados e cibersegurança, inscreva-se no bootcamp de Arquiteto de Soluções.

Totalmente online, ele tem duração de 10 semanas e reúne os principais conteúdos relacionados e a esse universo em quatro módulos. Confira mais informações acessando a página oficial do curso.

Aprenda o que é e quais os principais tipos avaliação de desempenho

A avaliação de desempenho está presente na rotina das empresas. Ela é parte de uma estratégia adotada, principalmente, pelos times de RH, para reduzir as taxas de turnover, elevar o clima organizacional e, claro, melhorar o engajamento e produtividade individual e coletivo.

Se você faz parte da área de Recursos Humanos e quer implementar esse sistema em sua empresa ou se é gestor e quer entender melhor como as avaliações funcionam, confira este artigo. Nele, falamos mais sobre o assunto, incluindo os 9 principais tipos.

O que é avaliação de desempenho?

Assim como o nome já sugere, a avaliação de desempenho nas organizações é uma ferramenta usada pelo time de Recursos Humanos para medir a performance de um colaborador ou de uma equipe.

Ela tem como premissa a análise das habilidades técnicas e comportamentais desses profissionais ou times, baseada em expectativas alinhadas anteriormente e na cultura da empresa. O objetivo é identificar se suas performances estão acima ou abaixo do esperado.

Como a ideia das avaliações é corrigir eventuais problemas, gerando melhorias individuais e coletivas, elas devem ocorrer periodicamente.

Como a avaliação de desempenho ajuda nos processos internos das empresas?

Ainda que no dia a dia um gestor tenha visão sobre as entregas de seu time, fundamentar decisões a partir desse dado isolado não é o melhor caminho.

A avaliação de desempenho individual ou da área é uma medida adotada justamente para ampliar o entendimento, não só sobre o desempenho técnico, como também comportamental. 

Uma das vantagens de fazer essa avaliação de maneira periódica é poder identificar se houve o cumprimento dos alinhamentos feitos em um ciclo anterior. Isso, somado às análises obtidas no ciclo recente, pode ajudar uma companhia em processos como os de promoção, retrofit da área ou, ainda, desligamento.

Reforçando ainda que, ao conhecer um time em profundidade, as empresas podem traçar estratégias mais assertivas e obter resultados de maneira mais rápida.

Principais objetivos da avaliação de desempenho

É possível citar inúmeros objetivos atrelados a um sistema de avaliação de desempenho. Os mais comuns deles são pautados pelo desenvolvimento, pela melhoria e pela inovação, seja coletiva ou individual. 

Após uma rodada de avaliação, é comum que alguns dos objetivos a serem atingidos sejam orientados por metas para o ciclo seguinte. A finalidade é contribuir com o progresso do time ou do profissional a partir de um direcionamento claro sobre seus pontos a melhorar. Veja algumas das metas mais comuns:

Metas de desenvolvimento

As metas de desenvolvimento estão diretamente relacionadas ao crescimento de um colaborador, seja profissionalmente ou pessoalmente. Na rodada de avaliação, cabe ao gestor identificar seu e orientá-lo, a partir das competências-chave, para o atingimento de seus objetivos.

Metas de melhoria

Em situações onde a atuação de um colaborador está abaixo do esperado, é necessário introduzir metas de melhoria. A intenção é que elas ajudem a aumentar o desempenho desse profissional. Como o desempenho pode afetar diretamente os resultados da companhia, os indicadores devem ser acompanhados pelo RH.

Metas de inovação

Direcionada, principalmente, para o time, as metas de inovação se propõem a aumentar as entregas em nível de produtividade. Considerando que o mundo tem evoluído rapidamente e que a disputa entre as empresas tem ficado cada vez mais acirrada, contar com um time inovador e de alta performance é essencial.  

Metas smart

Por fim, a meta smart, na verdade, se trata de uma metodologia que pode ser utilizada para mensurar o cumprimento de uma ou mais metas citadas anteriormente. De acordo com as definições, as metas precisam ser:

  • Específicas: facilmente identificáveis;
  • Mensuráveis: em nível qualitativo ou quantitativo;
  • Atingíveis: estando dentro das possibilidades do colaborador ou do time;
  • Relevantes: alinhadas aos objetivos da empresa.

Além disso, esse modelo de avaliação de desempenho também determina que as metas precisam ser atingidas dentro de um determinado período.

Tipos de avaliação de desempenho

Com o intuito de atender aos diversos objetivos e necessidades das companhias e lideranças, as áreas de gestão de pessoas criaram uma série de sistemas de avaliação. Há algumas diferenças entre eles e, na hora de escolher como e onde fazer avaliação de desempenho, é preciso considerá-las. Veja abaixo quais são as principais e um pouco de como funcionam.

Red ball pen crossing off excellent on a performance evaluation satisfaction checklist on white paper 3D illustration

Matriz 9 Box

O formato da Matriz 9 Box, ou Nine Box, avalia um colaborador a partir de duas dimensões: seu desempenho e seu potencial. Ela costuma ser utilizada quando a empresa planeja mudanças no time, como uma sucessão, uma nova contratação ou a formação de um novo líder.

Autoavaliação de desempenho

Em times mais maduros, normalmente formados por profissionais em níveis de senioridade, o sistema de autoavaliação costuma ser bastante usado. Nele, os próprios profissionais se avaliam sob alguns aspectos de força e fraqueza. A ideia é que, ao lado do gestor, eles possam estabelecer caminhos para eliminar gaps e destacar oportunidades.

Avaliação da equipe

Ainda que, individualmente, um colaborador faça boas entregas ou tenha grandes habilidades técnicas, é preciso que ele também obtenha resultados coletivamente. Isso inclui comunicação e relacionamento. Por isso, o objetivo dessa avaliação é que o gestor entenda como sua equipe está performando e como, juntos, podem atingir os resultados esperados pela empresa.

Avaliação de desempenho 180º

No formato de avaliação 180º, o desempenho de um profissional é avaliado pelo seu gestor imediato. O objetivo é identificar se as entregas do dia a dia estão alinhadas com as expectativas da companhia.

Para que a avaliação possa ser feita em nível de igualdade para todos os colaboradores de um time, ela deve seguir critérios de análise padrão.

Avaliação de desempenho 360º

O formato 360º vem sendo cada vez mais aderido pelas empresas. Diferente do anterior, cuja análise é feita exclusivamente pelo gestor, aqui todos os profissionais, sejam líderes de outras áreas, pares ou outros colegas, podem avaliar e ser avaliados.

Uma vez que reúne diversas perspectivas, os materiais coletados podem gerar insights mais complexos e relevantes sobre um profissional.

Avaliação por competência

Se o objetivo é entender as competências necessárias para ocupar uma posição ou exercer uma função específica, esse sistema de avaliação é o indicado. Nele, o colaborador é qualificado em duas competências, a técnica e a comportamental.

Avaliação por objetivos

No sistema de avaliação por objetivos, o colaborador é protagonista. Isso significa que é ele quem traça os objetivos a serem alcançados e define um cronograma para a execução. Ao longo do processo, ele também deve avaliar o cumprimento das metas e o que é necessário fazer para seguir em prol do crescimento da companhia.

Escala gráfica

Esse é um dos modelos mais simples de avaliação. Nele, são estabelecidos pontos a serem classificados, sejam técnicos ou comportamentais. Esses pontos são adicionados a uma coluna e, ao lado, devem ser atribuídos valores para cada um, que pode ir de péssimo a ótimo.

Avaliação do líder

Quem disse que líder também não é avaliado? Em um cenário em que os próprios colaboradores oferecem feedback ao gestor, é possível identificar fraquezas, forças e oportunidades não só no modelo de gestão, como também no fluxo de trabalho e rotina.

Como escolher o melhor tipo de avaliação de desempenho?

Como você pôde ver, existem diversos tipos de avaliação de desempenho e cada um deles é pautado por uma necessidade. Por isso, o primeiro passo na hora de escolher o formato ideal é entender com clareza qual é o objetivo a ser alcançado.

Entre os pontos a serem considerados nesse momento estão:

  • Quem será avaliado — colaborador, time ou líder;
  • Que respostas se deseja obter;
  • Qual é o nível de maturidade da equipe;
  • Qual ação será tomada com os resultados obtidos.

Principais benefícios da avaliação de desempenho

Sem dúvidas, a clareza é o principal benefício de uma avaliação de desempenho. Afinal, quando se tem ampla visão sobre as forças de um colaborador ou de um time, bem como suas fraquezas, é possível traçar estratégias mais assertivas para acentuá-las ou melhorá-las.

Além disso, esses formatos também ajudam a liderança a fundamentar decisões e atuar de maneira mais inteligente e ordenada em prol dos seus objetivos.

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O curso reúne técnicas e ferramentas para que você conheça o ciclo de vida da gestão de processos de negócios (BPM), além de modelagens BPMN, simulações e automatizações.

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O que é xUnit? Conheça a biblioteca open-source para testes unitários

Para se encontrar um resultado, nada melhor do que sempre testar ideais e ações. E isso vale para qualquer área de negócio, principalmente no setor de tecnologia da informação, pois por trás de um software com bom desempenho há uma série de testes realizados. Daí que surge a necessidade do xUnit, você o conhece?

Uma das opções mais usadas por desenvolvedores quando realizam testes unitários, ele é um método que vem crescendo entre os profissionais que se torna essencial para os desenvolvedores que iniciam na carreira, pois além de útil seu domínio é muito exigido nas vagas de empresa.

Continue o artigo e descubra mais detalhes sobre esse termo e como é sua aplicação no dia a dia. Vamos lá? 👇

O que é xUnit?

Nada mais é do que um tempo considerado para definir, genericamente, os testes automáticos unitários realizados pelos desenvolvedores durante um projeto de software. 💻

No sentido literal da palavra, o xUnit é uma biblioteca de código aberto usada na realização de testes unitários focados na comunidade para o .NET framework. 

Seu surgimento ocorreu se baseando na segunda versão do NUnit, outro framework para realização de testes no .NET, mas criado por James Newkirk, só que de forma mais ampla e eficaz.

Assim, o xUnit.net é a tecnologia mais recente para teste de unidade C#, F#, VB.NET e outras linguagens .NET. xUnit.net funciona com ReSharper, CodeRush, TestDriven.NET e Xamarin. 

Para que serve o framework xUnit?

Como ele é focado no .NET Framework, sua principal função é auxiliar na construção e execução de testes unitários, através de trechos de códigos construídos para testar partes específicas de determinado sistema

Ou seja, você executa uma função específica mas têm dúvidas se ela realmente vale a pena ou vai trazer o resultado esperado. O x.Unit garante isso com seus testes. 😉

Além disso, ele é geralmente executado em partes separadas da aplicação e organizados de maneiras variadas de acordo com o tipo de linguagem de programação ou o tipo de software, tornando tudo o mais personalizado e escalável possível.

Por exemplo: em sistemas construídos com uso de linguagens orientadas a objetos, um teste envia uma mensagem a um método, uma classe ou mesmo um objeto e verifica se tem o retorno previsto. Assim, fica mais claro se o resultado será alcançado ou não. 🎯

Qual a importância do xUnit?

Imagina a situação de colocar um novo produto ou serviço em funcionamento na empresa. Antes de colocá-lo em produção a fim de verificar sua funcionalidade, o ideal é fazer alguns testes em partes do software para que se perceba se ele está funcionando ou não. Assim, fica mais fácil de encontrar qualquer erro e corrigi-los.

É essa a importância do xUnit, pois ele permite esse acompanhamento e identificação aos processos. 

Além disso, ele traz outras vantagens aos negócios, como:

  • Possibilitar a redução de bugs;
  • Melhorar a produtividade das equipes e da empresa, com foco na qualidade do produto. 

👉 Portanto, o xUnit é um framework que simplifica e moderniza a forma como escrevemos e criamos testes.

Testes possíveis com a arquitetura xUnit

Independente de qual tipo de teste de xUnit, todas as opções possuem uma arquitetura diferenciada. Confira cada uma delas:

Test Runner

Na tradução como “executor de teste”, é uma espécie de programa executável que faz testes relatando os resultados de cada um.

Test Case

Pertencente a algo mais elementar, ele afirma que todos os testes unitários são herdados daqui.

Test Fixtures

Significando um dispositivo de teste, ele se refere ao conjunto de pré-condições ou estados necessários para executar um teste. 

Test Suites

É um conjunto de testes que compartilham o mesmo equipamento, sendo que sua ordem não deve importar. 

Test Execution

Ele ocorre da seguinte forma:

Ou seja, a partir do que é criado são feitas opções de testes, observando o resultado de cada se foi bem-sucedido ou não para limpar tudo ao final.

Test Result Formatter

É o que produz resultados em um ou mais formatos de saída, sendo que é simples e legível por pessoas comuns e, geralmente, há um formatador de resultados de teste que produz saída XML .

Assertions

É o que verifica o comportamento (ou o estado) da unidade em teste. Normalmente, expressa uma condição lógica de programação que é verdadeira para os resultados esperados em um sistema em teste (SUT) em execução correta. 

O que é teste unitário?

É um formato de testagem que engloba a menor parte testável de um programa. Ou seja, se você programa em uma linguagem que suporte paradigma funcional, por exemplo, a menor parte testável do seu código deve ser uma função. 

Então, um teste unitário seria o teste de qualquer função.

Segue um exemplo:

A testagem do código ocorre com a execução da função e verificação de seu valor de saída.

Tipos de teste unitário

Assim, dentro do xUnit, os testes unitários podem ter algumas tipologias, são elas:

  • Testes de unidade – testar métodos e funções individuais de classes;
  • Testes de integração – verificam se diferentes módulos ou serviços usados pelo seu aplicativo funcionam bem juntos;
  • Testes funcionais – verificam a saída de uma ação;
  • Testes de ponta a ponta – explica o comportamento de um usuário com o software em um ambiente de aplicativo completo;
  • Teste de aceitação – verifica se um sistema atende aos requisitos de negócios;
  • Teste de desempenho – avaliam o desempenho de um sistema sob uma carga de trabalho específica;
  • Teste de sanidade – testes básicos que verificam a funcionalidade básica do aplicativo.

Aprenda mais sobre desenvolvimento de software!

Portanto, o xUnit é uma espécie de framework que veio para facilitar a vida dos desenvolvedores, de forma que suas execuções se tornem mais válidas e efetivas através da criação de testes unitários.

Agora que você já entendeu o conceito, a importância e as principais características de execução, que tal se aprofundar no conceito de arquitetura de software e se tornar um profissional mais preparado para o mercado? 🚀

👉 Confira nosso Bootcamp online e veja como usar o xUnit e outras funções no seu dia a dia.

Obsolescência Programada: entenda por que as coisas não são feitas para durar

Já percebeu que vários produtos pessoais e que temos em casa não são duráveis? Isso é um exemplo prático da obsolescência programada.

Afinal, o que é isso? Nada mais é do que o ato de tornar um produto obsoleto para fins não práticos.

Simplificando, algumas empresas projetam seus objetos de modo que, em algum momento de sua vida útil, será necessário substituí-lo. Algumas empresas fabricam itens com período de início e término de utilidade. Você pode ver isso não apenas em telefones, mas também em carros e eletrodomésticos.

Confira ao longo do texto o que é obsolescência programada, funcionamento, tipos, benefícios e mais. Boa leitura!

O que é obsolescência programada?

Em síntese, é quando os donos dos negócios estão tomando decisões de projeto e fabricação que limitam a vida útil de determinado produto. Isso é chamado de obsolescência programada.

Os objetos não são necessariamente feitos para quebrar, no entanto, os fabricantes estão projetando seus itens de maneira a dificultar o reparo dos itens.

Isso também pode significar que as peças de reposição não estão prontamente disponíveis, as informações de reparo são escassas e as atualizações de software exigem que compremos novos dispositivos ou itens. Essas barreiras rapidamente tornam os produtos obsoletos.

A Internet das Coisas e a Inteligência Artificial também estão ajudando a acelerar esse processo. As empresas usam essas tecnologias para rastrear os hábitos dos consumidores e identificar quando eles estão prontos para comprar novos produtos.

Conseguiu entender sobre o que é obsolescência programada? Esperamos que sim!

<Veja também: novas tecnologias e tendências para ficar de olho />

O início

A prática da obsolescência planejada ou programada foi iniciada há mais de 100 anos.

De acordo com Alan Reddig, professor de Desenho Industrial da Rochester Institute of Technology (RIT), embora o termo não tenha começado a circular até a década de 1950, a ideia em si, está em ação desde a década de 1920.

Conforme informações do especialista, os fabricantes começaram a usar a prática durante a Grande Depressão que ocorreu nos Estados Unidos na década de 1930. O termo foi elaborado pela primeira vez pelo empresário norte-americano Bernard London em 1929.

Os donos das indústrias de automóveis estavam preocupados com o fato de estarem atingindo a ‘saturação’ – o ponto em que não podiam fazer nada para melhorar os carros com a tecnologia de que dispunham.

Então, a General Motors decidiu por uma nova estratégia: eles começariam a lançar novos modelos de carros a cada ano. Mas o problema era que tudo internamente era quase o mesmo, enquanto o estilo e o acabamento do carro eram diferentes. Essa estratégia se tornou o início da obsolescência planejada.

Também naquela época, empreendimentos de produção de lâmpadas dos Estados Unidos e de alguns países europeus industrializados decidiram se organizar em um cartel denominado “Phoebus”. Em acordo, tais negócios decidiram restringir o tempo médio de duração de cada lâmpada de 2.500 para 1.000 horas, em média.

Confira aqui os impactos na União Europeia

Caso você queira se aprofundar no assunto, indicamos o documentário espanhol “Obsolescência Programada“, lançado em 2010. Você pode encontrá-lo gratuitamente no YouTube para assistir posteriormente. 🎬

(Fonte: Getty Images)

Como a obsolescência costuma funcionar?

O que era para ser algo sustentável, acabou se tornando uma estratégia de marketing empresarial. O objetivo principal é que os consumidores substituam seus produtos antigos por novos, com isso gerando mais receita para os negócios.

É importante notar que a obsolescência programada não é ilegal, mas pode ser considerada antiética.

As empresas de tecnologia, por exemplo, utilizam-na como meio de vender produtos mais novos: Apple, Samsung e Microsoft.

As principais estratégias e exemplos de obsolescência programada são:

  • Redução da qualidade do produto total ou em partes,
  • Redução da quantidade de recursos disponíveis,
  • Limitação do desempenho dos produtos e outros.
FIQUE POR DENTRO
Em 2018, as autoridades da Itália multaram a Apple e a Samsung em um total de 15 milhões de euros por lançar atualizações de software que reduziram o desempenho do smartphone, resultando em um aumento de novas compras.

Tipos de obsolescência programada

Conheça abaixo as diferenças entre cada tipo.

Obsolescência percebida ou psicológica

Também chamada de obsolescência de desejabilidade, acontece quando um produto, em perfeitas condições, passa a ser obsoleto devido ao surgimento de outro com alguma novidade ou estilo. Muitas empresas usam essa técnica com apego ao emocional para aumentar as vendas.

Obsolescência datada

Já a obsolescência datada é um conceito que se aplica a produtos programados para se tornarem obsoletos em um determinado período. Isso é comum em produtos como computadores e telefones celulares.

Obsolescência legal

É um termo mais amplo e menos sobre consumo.

A obsolescência legal é usada para descrever a perda de validade de um documento legal: lei, regulamento ou contrato como resultado de mudanças na legislação ou interpretação jurídica. Ela pode ocorrer devido às mudanças na lei ou interpretação, ou porque o documento original é interpretado de maneira diferente por novos tribunais ou autoridades.

Obsolescência tecnológica ou de função

Nesse caso, um produto mesmo que esteja funcionando ou cumprindo o que deve fazer é substituído por um novo modelo, com tecnologias mais avançadas. Em síntese, trazendo mais eficiência conforme as necessidades do usuário.

<Para ler depois: trabalhar no Metaverso é o futuro? Descubra! />

Principais produtos afetados pela obsolescência programada

Há uma série de itens que podem ser incluídos no rol:

  • Smartphones,
  • Notebooks,
  • Eletrodomésticos,
  • Sistemas operacionais,
  • Carros e motos,
  • Eletroeletrônicos,
  • E outros dispositivos.

Como a obsolescência programada afeta o mercado e o consumo?

A prática, principalmente de consumidores fãs de marcas, faz com que se gaste mais nos produtos mais recentes lançados pelas empresas. Logo, há mais consumo e mais dinheiro entrando para as corporações e indústrias.

Apesar da disponibilidade de alternativas e ações legais, o ato em si, está profundamente enraizado na cultura de consumo exagerado e na economia do descarte. 

Às vezes, a obsolescência programada em ação pode causar transtornos no nosso dia a dia e ações judiciais são movidas contra os negócios.

<Especial: saiba como a tecnologia pode te ajudar com as finanças pessoais />

Principais impactos na sociedade

A obsolescência programada tem um grande impacto na vida das pessoas, principalmente no que diz respeito ao consumismo.

Como dito anteriormente, a prática consiste na produção de produtos com data de validade, incentivando o consumo de maneira contínua e a troca de produtos de forma frequente. Isso gera um círculo vicioso, pois muitas vezes as pessoas acabam comprando produtos que não precisam e que logo ficarão obsoletos, gerando assim um gasto desnecessário de dinheiro.

Além disso, a obsolescência programada causa um aumento na produção de lixo, pois os produtos descartados acabam indo parar nos aterros e lixões, que já estão superlotados.

Por isso, é importante que as pessoas se conscientizem desse problema e que procurem adquirir produtos que sejam duráveis e que possam ser reaproveitados.

Lixo eletrônico. (Fonte: Getty Images)

Vantagens e desvantagens da obsolescência programada

Como consumidor há alguns benefícios com isso, sendo:

  • Produtos mais recentes e atualizados;
  • Itens com mais funcionalidades;
  • Limitação de pessoas que possuem o mesmo produto.

Mas, sobre as não vantagens, há:

  • Gastos frequentes com consertos ou compra de um mesmo item;
  • Em caso de danificações, você pode ficar por um tempo sem carro ou celular, por exemplo;
  • Aumento na geração de lixo que consequentemente afeta a crise climática em todo o mundo.

Impacto ambiental

Os níveis de toxicidade do lixo eletrônico podem ser prejudiciais quando o lixo eletrônico é descartado e manuseado de forma inadequada, como é comum ver nas ruas.

Por exemplo, chumbo e mercúrio podem prejudicar a saúde humana através da exposição e consumo de alimentos e adulterar a terra e os recursos hídricos. Você sabia disso? 😥

Além disso, 72% do potencial de aquecimento global dos smartphones decorre da produção, transporte e descarte. Como resultado, o lixo eletrônico agrava a situação ambiental global, uma vez que os novos materiais de produtos são provenientes da extração em vez da recuperação.


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Banco Central do Brasil: para que serve o Bacen e qual a importância para a economia?

Qualquer movimentação financeira que você planeja realizar aqui no país necessita de algumas regras básicas que são reguladas pelo Banco Central do Brasil – também conhecido como Bacen, BC ou BCB. 🏦

Você sabe que é a constante movimentação do mercado financeiro que faz a economia de um país se manter estável e até crescer, certo?

Por isso que o Banco Central do Brasil é um órgão de tamanha importância à sociedade e ao cotidiano das pessoas, pois suas funções determinam a forma como vivemos financeiramente, já que cuida desde a emissão das moedas do país até o estabelecimento das políticas monetárias que são aplicadas. 💰

Portanto, continue a leitura e descubra mais detalhes sobre ele e seus impactos no sistema financeiro. Confira! 👇

O que é o Banco Central do Brasil (Bacen)?

O Bacen é uma autarquia federal autônoma, ou seja, tem autonomia perante a outros órgãos do poder público sem qualquer subordinação de outra instituição, embora opere com a supervisão do governo federal e esteja ligado ao Ministério da Economia.

Criado em 1964, é responsável por garantir a estabilidade econômica do país, criando e fiscalizando as regulamentações que as instituições do mercado financeiro devem seguir. 

Sejam as tarifas cobradas pelos bancos ou a quantidade de dinheiro em circulação no país – que influencia diretamente a inflação -, é a instituição que controla todas as operações monetárias e cambiais no país.

Logo, seu foco é garantir a estabilidade do poder de compra da moeda nacional no território brasileiro. 📈

Além disso, é o que rege qualquer empresa do mercado financeiro, pois elas não podem atuar sem as fiscalizações e autorizações do BC para operar. Por isso que muitos caracterizam o Banco Central do Brasil como o “banco dos bancos”.

Por exemplo, os bancos têm liberdade para ofertar produtos, mas devem cumprir regras rígidas de como operar no mercado, de modo que a população fique “protegida” de abusos por parte das instituições financeiras.

Para que serve o Banco Central do Brasil?

Com tanta importância no sistema financeiro, é comum dúvidas surgirem sobre as principais funções do Bacen. Confira abaixo as principais: 👇

Controlar a inflação

O principal instrumento do BC é decidir sobre a taxa básica de juros da economia: a SELIC.

É por meio dela que a autoridade monetária é capaz de afetar a quantidade de moeda em circulação no país

Por exemplo, quando há a expectativa do mercado (retirado pelo Boletim FOCUS do próprio BC) de uma alta da inflação em um determinado período, a SELIC pode ser elevada para que haja retirada de “dinheiro” na economia. Consequentemente, isso reduziria a demanda por bens e serviços pelas empresas e famílias.

Depósitos de operações internacionais

O Banco Central do Brasil também se responsabiliza pela reserva nacional de moedas estrangeiras no país, já que existem diversas reservas internacionais do mundo, como o dólar.

Basicamente, isso funciona como uma espécie de “seguro” em momentos de especulação cambial e sinaliza o poder que o país mantém perante adversidades no mercado internacional.

Supervisionar o sistema financeiro

Da mesma forma que busca garantir que todas as instituições estejam de acordo com as normas e regras estipuladas pelo próprio BC, o mesmo garante no sistema financeiro:

  • A estabilidade;
  • A capacidade;
  • O desenvolvimento;
  • O equilíbrio do sistema financeiro.

Atuar no mercado de câmbio

Apesar do câmbio brasileiro estar flutuando, desde 1999, e o BC não determinar as taxas entre a nossa moeda – o real – contra moedas de outros países, ele pode atuar a qualquer momento. 

Ou seja, ele pode utilizar suas reservas internacionais para comprar e/ou vender dólares no mercado à vista ou a prazo para combater alguma especulação ou choque sobre a nossa moeda.

Dessa forma, isso ocorre para conter as oscilações que possam ter efeitos sobre o IPCA (inflação).

Emitir a moeda nacional

É a única instituição autorizada a emitir a moeda nacional, ou seja, as notas e moedas do real – o dinheiro que usamos no dia a dia.

Assim, para se ter ideia, a fabricação do dinheiro em si é feita na Casa da Moeda do Brasil, mas é o Bacen quem emite e determina o quanto de moeda será produzido.

Serviços que o Bacen oferece

banco central do brasil
Notas de 50 reais emitidas pelo Banco Central do Brasil. Fonte: Getty Images.

Como é uma importante fonte de informação, além de atuar com as regulamentações do sistema financeiro, o Banco Central do Brasil possui alguns serviços específicos e os mais buscados pelos cidadãos e empresas. Então, são eles:

Taxas de câmbio

Onde você encontra detalhes sobre:

  • Conversão de moeda;
  • Cotações e boletins;
  • Dólar Americano;
  • Paridades em relação ao euro;
  • Tabela com as informações de moedas dos diferentes países, bem como sua cotação diária.

Taxas de juros

Aqui o objetivo é permitir a pesquisa sobre as práticas do mercado de crédito, seja para pessoas físicas ou jurídicas, como:

PF

  • Aquisição de bens e veículos;
  • Cartão de crédito;
  • Cheque especial;
  • Crédito pessoal;
  • Crédito pessoal consignado;
  • Desconto de cheques;
  • Financiamento imobiliário;
  • Leasing de veículos.

PJ

Taxas pré e pós-fixadas, como:

  • Antecipação de recebíveis;
  • Capital de giro;
  • Cheque especial;
  • Desconto de cheques e de duplicatas.

Tarifas bancárias

Nesse quesito o Bacen orienta quais são os serviços que obrigatoriamente devem ser oferecidos pelos bancos, considerando os seguintes critérios:

  • Serviços gratuitos e pacotes padronizados de serviços;
  • Valores mínimos, máximos e médios por tarifa bancária;
  • Instituições e respectivas tarifas bancárias;
  • Relação das tarifas em ordem decrescente de valores;
  • Dados sobre tarifas bancárias.

Calculadora do Cidadão

Outro serviço prático para o dia a dia de qualquer pessoa é a Calculadora do Cidadão, onde os usuário usa a calculadora da Poupança ou simulador de Poupança, além de outros cálculos, como:

  • Resultado de aplicação com depósitos regulares;
  • Valor futuro de capital;
  • Correção de valores;
  • Simulação de financiamento com prestações fixas;
  • Cartão de crédito.

<Leia também sobre o “O que é o Cade? Como funciona este órgão!”>

Áreas e órgãos ligados ao Banco Central

O Banco Central do Brasil é dividido em algumas unidades centrais, regionais e especiais espalhadas pelo país. Sendo que todas elas estão sob a responsabilidade do presidente do Bacen e diretores da instituição.

Aliás, a indicação ao nome que vai presidir essa entidade é feita pelo presidente da república e votada no Senado.

Para administrar as unidades do Bacen, a instituição conta com o apoio da SECRE (Secretaria Executiva da Diretoria), que é formada pela:

  • Secretaria para Assuntos Administrativos;
  • Secretaria para Assuntos da Diretoria e do Conselho Monetário Nacional;
  • Secretaria para Assuntos Parlamentares;
  • Secretaria de Relações Institucionais.

Dessa forma, todas juntas possuem a função de apoiar o BC no bom funcionamento do sistema financeiro, fiscalizando as unidades e facilitando a troca de informação entre elas.

Qual a relação do Banco Central do Brasil com a economia e moedas estrangeiras?

oscilações no bacen
Relação entre o Bacen e as moedas estrangeiras. Fonte: Getty Images.

O Banco Central é uma importante ponte entre a economia brasileira e a economia de outros países, pois é ele quem desempenha papel na regulação dos rumos da economia nacional, assim como garante o equilíbrio nas relações econômicas no país. 

Por isso suas decisões e alinhamentos também são pensados segundo demandas de outros Bancos Centrais – sim, outras nações também têm instituições do tipo -, conforme a estratégia de relações internacionais do país. 🤝

A importância do Bacen para a economia

A importância do Bacen para a economia e para que o sistema financeiro funcione é grande, até porque existem funções que, oficialmente, são exclusivas, como:

  • Emissão de moeda nacional;
  • Operar compra e venda de títulos públicos como instrumento de política monetária;
  • Coordenar políticas monetárias, orçamentárias, fiscal, de crédito e da dívida pública (seja ela interna ou externa);
  • Autorizar e fiscalizar todas as instituições financeiras que atuem no Brasil;
  • Controlar o fluxo de capital estrangeiro;
  • E mais!

< Leia também: Saiba como fazer pequenos investimentos na Bolsa de Valores. >

Afinal, como meus investimentos estão ligados ao Banco Central?

A resposta é simples. Se a corretora ou o banco em que você está não cumprir com as normas e regras, o Banco Central do Brasil pode punir a instituição – e isso, de algum modo, pode afetar seus investimentos.

A propósito, vale lembrar que existem investimentos diretamente ligados à inflação, como o Tesouro Direto.

Se o Bacen controla a inflação, ele altera diretamente a rentabilidade do dinheiro que está investido em alguns dos títulos públicos do Tesouro Direto – obviamente, aqueles com a rentabilidade atrelada à inflação.

Portanto, sempre fique esperto nas movimentações e no que está acontecendo no BC, pois assim seus investimentos podem gerar os melhores lucros e atuar com eficiência. 🚀

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Upskilling e Reskilling: o que significam e quais suas principais diferenças

Você já ouviu falar em upskilling e reskilling?

Esses conceitos estão se popularizando e se tornando cada dia mais importantes para o mercado de trabalho, visto que o futuro das empresas está diretamente ligado à transformação digital e ao desenvolvimento de colaboradores.

Se você é empreendedor, precisa compreender que, no momento que vivemos, a qualificação constante dos seus funcionários é um fator altamente decisivo para o sucesso do seu negócio e, consequentemente, o seu.

Se você é colaborador de alguma empresa, já percebeu como a mecanização dos processos tem trazido à tona uma necessidade de que os profissionais sejam elevadamente capacitados.

Com isso, muitos RHs têm buscado trazer medidas educativas para o trabalho, de maneira que otimize as habilidades dos funcionários, e isso se dá com o upskilling e reskilling.

Quer conhecer mais sobre esses termos e como eles irão impactar o futuro? Então, siga a leitura!

Upskilling e Reskilling: entenda os conceitos

Vamos começar entendendo o que cada um desses conceitos significa.

Upskilling e o aprimoramento dos conhecimentos

Da faculdade para a pós-graduação, MBA, mestrado, doutorado, PHD e afins: na nossa carreira, estamos constantemente estudando para conseguirmos subir mais degraus.

Sejam degraus para nos tornarmos profissionais sênior, especialistas ou, até mesmo, conseguir um cargo de liderança.

O upskilling, em suma, acontece quando um profissional busca o aprimoramento dos seus conhecimentos em uma área na qual ele já está inserido. Como consequência, o seu domínio no nicho cresce.

Com esse “up” que já vem no começo da palavra upskilling, o profissional otimiza o tempo gastos em tarefas, realiza entregas com maior qualidade e desenvolve uma visão mais analítica. Assim, seu trabalho ganha mais visibilidade e ele pode, consequentemente, ter um crescimento de carreira estruturado ou uma promoção.

Reskilling: novos conhecimentos

A palavra que gere o reskilling é a mudança: acontece quando um profissional começa a aprender novas habilidades, seja para se recolocar no mercado, fazer transição de carreira ou quando a empresa percebe que é possível desenvolver os talentos internos.

A McKinsey & Company realizou uma pesquisa que afirmou que, além de 87% das empresas não possuírem o talento que precisarão no futuro, 9 em cada 10 gerentes sofrem com a escassez de competências nas suas profissões, ou seja, o reskilling promete crescer ainda mais.

Qual a diferença entre Upskilling e Reskilling?

Você já conseguiu perceber que tanto o upskilling quando o reskilling promovem um mindset de crescimento, um para desenvolver na sua atual área de atuação e o outro para investir em uma nova profissão, mas eles têm algumas diferenças. Apesar de serem centrados no desenvolvimento, é um desenvolvimento diferente.

No upskilling, o profissional se aprimora buscando ser altamente capacitado para ser mais atrativo e competitivo na sua área de atuação. Esse conceito também é bom para a empresa que possui esse tipo de profissional, porque ela terá um colaborador mais qualificado e especializado realizando o seu trabalho.

Já no reskilling o profissional está buscando aprender novas habilidades e, com isso, aumentar as suas chances de empregabilidade. Funciona como um “empurrãozinho” para se tornar apto a realizar um trabalho diferente do que o profissional tem atualmente.

Profissionais aplicam conceitos Upskilling e Reskilling
Investir em Upskilling e Reskilling pode trazer muitas vantagens para a sua empresa e para os seus colaboradores.

Qual a importância do Upskilling e Reskilling?

O mercado necessita, urgentemente, de profissionais altamente qualificados.

O World Economic Forum produziu uma pesquisa, em 2021, afirmando que, se as empresas investirem em upskilling, o resultado será a possibilidade de um aumento no PIB global de cerca de US$ 6,5 trilhões até 2030. É muito dinheiro, não é mesmo?

Por quê eles são importantes? Simples: eles auxiliam profissionais no desenvolvimento de habilidades fundamentais, como:

  • Gestão do tempo;
  • Motivação no trabalho;
  • Alta produtividade;
  • Gestão eficiente de tarefas.

Qual o papel do RH nas estratégias Upskilling e Reskilling?

As empresas estão preocupadas com o futuro do mercado de trabalho e o RH é a área estratégica, dentro das empresas, que irá analisar e sanar todas as incertezas que existem no momento.

Por isso, é importante que os RHs estejam por dentro das novidades do mercado, ter a tecnologia como aliada e aplicar o upskilling constantemente na sua própria vida profissional.

Além disso, ter uma área de Recursos Humanos mais ágil, estruturada, analítica e atualizada, possibilita a análise da empresa em curto, médio e longo prazo e, assim, desenvolver um planejamento estratégico.

Upskilling e Reskilling: qual implementar na sua empresa?

Entenda, primeiro, a sua grade de colaboradores. Ou seja, quais deles são muito bons no que fazem e quais deles são bons, mas seriam ainda melhores em outros cargos e áreas.

Após analisar isso, invista em upskilling para os profissionais que “casam” com as suas áreas, e em reskilling para os profissionais que podem ser melhores em outros cargos. Lembrando que é preciso ter atenção ao reskilling: muitos colaboradores podem usar a mudança de carreira e profissão como oportunidade para mudar de emprego também.

Como implementar estratégias Upskilling e Reskilling na sua empresa?

Gestores e profissionais de recursos humanos precisam aplicar os conceitos de upskilling e reskilling nas empresas. Algumas dicas para começar a aplicá-los são:

Mapeamento das competências da equipe

Entenda quais serão as competências que a empresa precisará para alcançar os seus objetivos no futuro. Assim, é possível visualizar o que já existe dentro da casa e tudo aquilo que é preciso desenvolver e/ou criar.

Treinamentos personalizados

Programas de treinamento e desenvolvimento personalizados são essenciais para que os colaboradores possam ter uma performance cada vez melhor nas suas áreas e para que novas competências sejam desenvolvidas.

Avaliação contínua

Manter uma avaliação contínua na empresa é uma ação positiva para descobrir quais habilidades que a sua equipe de colaboradores precisa desenvolver, já que faz um diagnóstico da performance do time, visando uma melhora na qualidade dos resultados.

Quais os benefícios do Upskilling e Reskilling?

Em suma, são vários. No entanto, os principais são:

  • Melhor adaptação às novas tecnologias;
  • Encorajamento à produtividade;
  • Desenvolvimento de soft skills;
  • Redução de turnover;
  • Oportunidades de crescimento profissional;
  • Atração de novos talentos.

Conclusão

Capacitar os seus colaboradores é a chave e nós sabemos como facilitar a sua vida!

Com a Faculdade XP, você pode, inclusive ter uma só assinatura para desenvolver todo o seu time. Foque no aprendizado contínuo: acesse as facilidades para empresas da Faculdade XP e invista nos seus colaboradores!

Lawtech e Legaltech: como essas startups estão revolucionando o mercado jurídico

As transformações digitais provocadas pelos avanços da tecnologia impulsionaram mudanças em diversos setores. Em muitos deles, soluções em produtos e serviços ajudaram a corrigir pequenos gaps que, antes, impactavam na rotina das empresas. Na área de direito, por exemplo, os serviços de lawtech e legaltech são vistos como soluções para facilitar a vida dos profissionais. 

Para ajudar a entender um pouco mais sobre o assunto, separamos neste artigo as principais informações a respeito. Aqui você entenderá o conceito desses serviços, qual a diferença entre um e outro, para que eles servem, como beneficiam os advogados, qual o cenário atual no Brasil e no mundo, além de conhecer as 5 empresas que estão se destacando neste mercado. Se é isso que procura, então aproveite o texto e boa leitura!

O que é Lawtech e Legaltech?

Mas, afinal, o que são lawtechs e legaltechs? Esse tipo de empresa nada mais é do que um facilitador para os especialistas que atuam no setor. O objetivo delas é ajudar os profissionais a evitarem possíveis falhas, corrigindo deficiências em processos que possam ocorrer no dia a dia de trabalho. 

A maior parte dessas empresas é considerada startup e oferece soluções para detectar e prevenir problemas. Tudo isso com a ajuda da tecnologia. A principal missão dessas companhias é atuar como facilitadora de rotinas jurídicas, aumentando, assim, a eficiência desses serviços tanto para os advogados, como para os clientes. 

Dá para dizer que Lawtech e Legaltech são a mesma coisa?

Embora tenham nomes parecidos, no Brasil os termos se referem aos mesmos serviços. Porém, em outros países, como nos Estados Unidos, cada um deles possui um foco diferente.

Enquanto as legaltechs têm foco em propor soluções tecnológicas para advogados profissionais, as lawtechs têm um olhar voltado para o público final, ou seja, para quem precisa contratar esse tipo de serviço. 

Apesar disso, é preciso ressaltar que, na prática, tanto uma quanto a outra trazem benefícios importantes para as duas pontas, seja para os escritórios de advocacia ou para os clientes que entram em contato com eles. 

Para que servem as Lawtechs?

O meio jurídico é um dos segmentos mais complexos que existem. Como ele trabalha com um universo robusto de leis e informações, muitas vezes é humanamente impossível processar todo material necessário de forma conjunta. É a partir desse pensamento que surge o trabalho das lawtechs. 

Com soluções completas que trabalham desde big data até inteligência artificial, essas empresas são especialistas na oferta de serviços que facilitam o cruzamento de informações. É a partir disso que as tecnologias são criadas, seguindo a demanda de cada escritório que contrata essas empresas. Vale ressaltar, contudo, que as soluções não substituem o trabalho realizado por humanos. 

Principais categorias de Lawtechs e Legaltechs

Essas empresas podem ser divididas em algumas categorias específicas. Com isso, os escritórios de advocacia podem escolher uma lawtech com base na especialidade de cada uma. A seguir listamos quais são as principais, bem como os serviços oferecidos. Confira:

  • Analytcs e jurimetria

Se você quer entender um caso com maior profundidade, essa é a categoria pode ajudar. Por meio de análise e ciência de dados, essa especialidade consegue trazer uma visão mais completa para o advogado, cruzando informações de forma mais precisa. A jurimetria nada mais é do que a implantação de estatística dentro do universo do Direito. 

  • Automação e gestão de documentos 

Todo advogado sabe que, ao lidar com processos, por mais simples que sejam, é necessário reunir uma série de documentos. Nessa especialidade, as lawtechs podem oferecer serviços que ajudam na gestão dos arquivos. É possível, por exemplo, produzir um aplicativo ou um programa que facilite o processamento desses documentos. Tudo isso de forma automatizada, facilitando a rotina profissional. 

  • Compliance 

Toda empresa precisa de normas e regras firmes que ajudem a controlar o conflito de interesses. Por isso, há lawtechs especializadas em atuar neste tipo de trabalho. Elas ajudam as companhias a criarem ferramentas de suporte dentro deste segmento, o que ajuda a reduzir significativamente os riscos jurídicos. 

  • Conteúdo jurídico

Embora não tenham tanta profundidade tecnológica, essas lawtechs ainda assim podem ajudar bastante na gestão de conhecimento. Nessa especialidade, as empresas focam no serviço de conteúdo para os funcionários ou, até mesmo, público geral. O objetivo é colaborar para a produção de múltiplos formatos de comunicação que aprimorem o entendimento jurídico das pessoas.  

Como esse tipo de startup é benéfica para advogados?

Como dissemos anteriormente, um dos principais trabalhos de uma legaltech ou lawtech é deixar o trabalho operacional e estratégico mais ágil dentro dos escritórios. Especialmente aqueles que tomam mais tempo na rotina desses profissionais. Afinal, ao economizar tempo em trabalhos que podem ser automatizados aumenta a produtividade e, consequentemente, os resultados esperados. 

Além disso, quando olhamos para lawtechs no Brasil, elas possuem um papel fundamental para o público final. Elas acabam se tornando aliadas de pessoas com pouco conhecimento jurídico, especialmente para aquelas que não possuem formação na área. E tudo isso por meio de serviços automatizados. 

Setor jurídico 4.0: o que é, como funciona e como se relaciona com as Lawtechs?

Um termo muito comum usado no meio jurídico atualmente, especialmente entre advogados da última geração, é o “setor jurídico 4.0”. Mas você sabe o que é isso? A nomenclatura serve para se referir a essas empresas que estamos abordando aqui no texto, ou seja, startups relacionadas a lawtechs e legaltechs. 

O número 4.0 é utilizado para se referir à era tecnológica moderna, considerada a 4ª era da Revolução Industrial. Ele é comumente relacionado a diversas companhias que trazem alguns dos serviços que abordamos no texto, como automação de dados, big data, inteligência artificial, entre outros.

Qual é o cenário das Lawtechs e Legaltechs no Brasil e no mundo?

Apesar de ser considerado um tipo de serviço novo, o mercado de lawtech no Brasil já possui diversas empresas. Um dos fatores que comprova essa tendência é o crescente aumento de empresas nas associações relacionadas ao setor. 

Para se ter uma ideia, a Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L) tinha somente 20 empresas quando foi fundada, em 2017. Em 2022, mais de 600 companhias já estavam associadas, desde lawtechs estabelecidas até autônomos. Segundo a AB2L, somente entre 2017 e 2019 o número cresceu 300%.

Conheça as Lawtechs que estão dominando o mercado

Para ilustrar um pouco mais do crescimento que este mercado tem apresentado, vamos mostrar a seguir algumas empresas que tem se destacado no setor. Confira:

LegaLabs

Visando um trabalho cada vez mais inovador por meio de inteligência artificial, a plataforma oferece pesquisa de jurisprudência de uma forma rápida e eficiente. 

EvoJus

Seu principal foco é desenvolver software de pesquisa e produção jurídica. O trabalho é essencialmente baseado por meio de inteligência artificial. 

LegAut

Diferente das anteriores, essa startup oferece ferramenta de análise e revisão de documentos, tornando o backoffice mais ágil. Também usa inteligência artificial. 

SAJ ADV

Voltado para escritórios de advocacia, a empresa conta com um software que promete ajudar na gestão integrada de todos as demandas do dia a dia. 

BipBop

Uma ferramenta de captura de sistemas e sites que, por meio de machine learning, desenvolve soluções práticas para a geração de conteúdo. 

Agora que você já sabe um pouco mais sobre lawtech e legaltech, que tal investir em conhecimento de qualidade? Aqui na Faculdade XP você encontra cursos profissionalizantes que vão elevar a sua carreira. Na pós-graduação de Inovação e Transformação Digital você irá aprender conceitos e práticas sobre novas tecnologias e as mudanças culturais, de negócio, de processos e de soluções que habilitam. Saiba mais!