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O que é uma healthtech? Saiba tudo sobre essa revolução na saúde

Que a tecnologia tem provocado profundas transformações em produtos e serviços do dia a dia não é segredo para ninguém. Mas você sabia que isso também se estende à área da saúde? As chamadas healthtechs são as condutoras desse processo, que prometem revolucionar o setor.

Pode ser difícil imaginar a tecnologia como responsável pela melhora de um mercado predominantemente humano, mas aqui neste artigo nós contamos como isso acontece. Para saber mais sobre conceito, principais tecnologias usadas e mercado de trabalho, é só continuar lendo!

O que significa a palavra healthtech?

A palavra healthtech é resultado da junção entre duas expressões em inglês: health (saúde) e tech (tecnologia). Esse é o termo adotado para classificar as empresas (startups) que desenvolvem soluções inovadoras para o setor da saúde.

Embora no Brasil esse conceito tenha ganhado força nos últimos anos, em países como Estados Unidos ele já entrega resultados desde a década de 1980. É o caso de aparelhos e sistemas para diagnóstico e tratamento de doenças.

Aqui no Brasil, o segmento registrou um aumento considerável nos últimos anos, em especial durante a pandemia causada pelo Covid-19. De acordo com o Distrito Healthtech Report 2020, houve uma alta de 118% no número de startups criadas durante o período. Entre as soluções, destaque para gestão e prontuários eletrônicos, que representou uma fatia de 25% sobre o volume total.

O que é uma empresa healthtech?

Como dissemos logo acima, uma healthtech nada mais é que uma startup focada na área da saúde. Isso significa que em seu core está o desenvolvimento de produtos e serviços dedicados a melhorar esse universo.

Uma startup heathtech pode pensar em soluções tanto para atender às necessidades dos pacientes, quanto dos médicos ou de empresas do setor. Além disso, elas atuam em uma das três frentes dessa área: prevenção, diagnóstico ou tratamento. Independentemente de qual seja, a tecnologia está presente.

Para que serve uma healthtech?

Basicamente, a existência de uma healthtech está associada ao uso de tecnologia na medicina. O objetivo dessas empresas é o de melhorar o sistema de saúde nas seguintes etapas:

  • Medicina preventiva: a fim de evitar o aparecimento ou desenvolvimento de doenças;
  • Medicina preditiva: para identificar, a partir de histórico médico, a possibilidade de uma pessoa desenvolver uma determinada doença;
  • Medicina proativa: para estabelecer uma relação próxima entre médico e paciente e evitar o aparecimento ou agravamento de doenças;
  • Medicina personalizada: para oferecer tratamentos pautados pelas particularidades de cada pessoa.

Em resumo, a healthtech serve para desenvolver ou aprimorar produtos ou serviços relacionados a uma ou mais dessas etapas. Elas fazem isso com o apoio de tecnologia e, como resultado, entregam soluções de valor para o mercado.

Qual a importância de uma healthtech?

O sistema de saúde, em especial o brasileiro, sofre com um alto volume de pacientes. Isso, somado a um sistema ultrapassado, com recursos ineficazes, causa grandes prejuízos ao setor.

A importância das healthtechs é justamente a de pensar e implementar inovações tecnológicas na área. O processo envolve identificar um problema/necessidade e desenvolver um produto/serviço que seja capaz de melhorá-lo.

Uma das principais vantagens desse negócio é poder desenvolver soluções para as etapas de medicina preventiva e proativa, o que evita o agravamento de doenças e a sobrecarga do sistema de saúde.

Em resumo, as healthtechs no Brasil e no mundo são importantes para resolver problemas que antes pareciam não ter solução, gerando melhoras para um dos setores mais importantes da sociedade.

Principais tecnologias abordadas por uma healthtech?

Para que as startups de saúde possam oferecer soluções inovadoras para o setor, é preciso contar com algumas das principais tecnologias da atualidade. Entre elas, podemos destacar:

Suportadas por essas tecnologias, as healthtechs são capazes de desenvolver produtos e serviços que atendam às necessidades do mercado. Uma das soluções mais recentes é a da telemedicina, que viabiliza o contato virtual entre o médico e seu paciente.

Isso sem falar nos avanços cirúrgicos apoiado por máquinas, na rápida identificação de doenças a partir da IA e no uso de realidades virtual e aumentada para o suporte a alunos de medicina.

Mercado de trabalho de healthtech no mundo

Se o interesse pelas healthtechs já vinha se demonstrando grande nos últimos anos, o período durante e pós-Covid-19 fez com que ele ficasse ainda maior. Essa rápida expansão mundial em tão pouco tempo provocou aumento não só no volume de investimentos nas startups, como também no mercado de trabalho. Afinal, é preciso da ajuda de profissionais para escalar os negócios.

Entre as áreas mais aquecidas e visadas pelas companhias estão as de Produtos, para pensar e validar o projeto; Tecnologia, para desenvolver as soluções; Marketing, para divulgar o produto/serviço; Vendas, para vendê-lo para o mercado.

Mercado de healthtech no Brasil

Entre os anos de 2021 e 2022, as startups brasileiras de heathtech receberam mais de R$ 1.79 bilhão em investimentos. Esse volume provocou um aumento de 21% no número de funcionários, gerando 3,8 mil empregos.

Diante deste cenário, fica evidente que a área da saúde tem potencial para agitar o mercado de trabalho e oferecer boas oportunidades e desafios aos profissionais. São diversas as áreas de atuação e as habilidades técnicas esperadas, que variam conforme o tipo de produto/serviço a ser oferecido.

Que profissionais podem atuar em healthtechs?

Como dissemos, o nicho de saúde tem crescido a cada ano. Considerando que, junto a isso, há uma grande variedade de soluções a serem oferecidas para o mercado, há também oportunidades para profissionais de diversas áreas e níveis de conhecimento, desde vendedores a médicos.  

As healthtechs são fundamentadas por soluções inovadoras de tecnologia, por isso, é preciso considerar que essa área tem grande destaque. Quando falamos sobre quais profissionais desse setor podem trabalhar em uma healthtech, podemos citar:

  • Analistas de banco de dados — para reunir e organizar os dados de forma lógica e funcional.
  • Arquiteto de informações — para estruturar a interface de sites e aplicativos.
  • Desenvolvedores — para desenvolver softwares, programas, aplicativos ou sites de acordo com a estratégia e necessidades do negócio.
  • Engenheiro de software — para projetar o desenvolvimento dos sistemas, programas e aplicativos.
  • Programadores — para criar e desenvolver soluções através das principais linguagens de programação.

Fique de olho: principais healthtechs para ficar de olho em 2023

Agora que você sabe o que é healthtech e sabe da sua importância e potencial, que tal ficar de olho nos principais nomes do Brasil e do mundo? Eles podem ser boas oportunidades tanto para quem quer investir, quanto para quem quer atuar como profissional.

Samumed

Avaliada em US$ 12 bilhões, esse unicórnio americano desenvolve soluções voltadas para a regeneração de tecidos humanos e o controle das doenças que o destroem.

United Imaging

Essa startup chinesa é famosa por desenvolver uma espécie de scanner, chamado de uEXPLORER, capaz de identificar tumores e micrometástases no corpo humano em apenas 15 segundos.

Memed

No Brasil, a paulistana Memed consulta uma base com mais de 60 mil medicamentos para prescrever aos pacientes de maneira inteligente e pautada pelo custo/benefício.

Doutor Consulta

Com diversas unidades pelo país, essa startup viabiliza o agendamento de consultas e exames de maneira online. Além disso, seu foco é no formato popular, com preços acessíveis.

Doc24

Essa plataforma de telemedicina promete usar inteligência artificial nas etapas de diagnóstico e tratamento. Entre os serviços, o uso do celular para captação de frequência cardíaca e respiratória.

NeuralMed

Ainda na onda de IA, a NeuralMed agiliza atendimentos com utilizando dessa tecnologia. Como resultado, contribui também com diagnósticos mais assertivos em clínicas e hospitais.

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Arquiteto da Informação: o que faz, salário e como se tornar um

Qualquer empresa do mercado tem sempre um objetivo específico para atingir seus resultados: o foco no usuário. Se uma gestão planeja ser reconhecida, melhorar o seu negócio e gerar receita, ela precisa sempre investir em recursos que valorizem o seu público-alvo. Por isso, o arquiteto da informação tem chamado a atenção de quem busca uma carreira na área da tecnologia.

Talvez você não saiba, ou talvez tenha uma ideia, mas são eles que contribuem para você efetuar uma compra naquele site da marca que gosta, ou que atrai você a ler uma notícia interessante na internet. 📱

Como eles são os responsáveis por desenvolver uma estrutura digital, tornando a informação mais compreensível e interativa para o usuário, é uma profissão que está sendo cada vez mais requisitada no mercado de trabalho. 🌎

Mas qual é a verdadeira função dessas pessoas? Ela é primordial mesmo para uma empresa atuar no ambiente digital? Quais são as principais características? 

Continue a leitura e encontre neste artigo as respostas para essas e outras perguntas que vão lhe ajudar a decidir investir uma carreira nessa área. Confira! 👇

O que faz um Arquiteto da Informação?

Imagina uma espécie de construtor de uma casa. Para que ela se torne atrativa e interesse alguma família a comprar ou alugar, ela precisa estar bem estruturada e distribuída.

O arquiteto da informação trabalha mais ou menos como esse construtor, só que voltado para o ambiente digital. Ou seja, ele é o responsável por organizar as informações de uma página ou site.

É ele quem zela pela experiência do usuário durante todo o contato com uma plataforma digital e faz a navegabilidade mais positiva. 

Assim, ele pode trabalhar com:

  • A criação de um fluxograma textual;
  • O planejamento do mapa de uma página;
  • Participa diretamente de qualquer protótipo navegável;
  • Faz o rascunho da disposição de todos os elementos textuais e visuais;
  • Auxilia no processo criativo das telas da página com os designers UX.

Áreas de atuação

Dessa forma, como são essenciais para o consumo de conteúdos estratégicos no ambiente digital, os mais diversos setores no mercado estão buscando esses profissionais.

Hoje em dia é possível visualizar os arquitetos de informação em empresas digitais, de tecnologias, de informática e computação, agências de marketing e publicidade e até em consultorias.

O que deve ser considerado é que ele se encaixa em qualquer mercado, pois é o arquiteto da informação que vai contribuir para possível atração de clientes e geração de receita para uma empresa. 

Lembre-se que para alguém comprar algum produto e serviço, a pessoa precisa pesquisar e encontrar a solução, e um dos meios que contribuem para essas tomadas de decisões é a interface em que ela está navegando. 

Se um site não possui boa usabilidade, pode causar confusão ao usuário e a desistência da sua ação de compra, por exemplo. 🎁

Perfil profissional

Como é uma área que vem aumentando a demanda do mercado, é necessário se atentar ao perfil profissional que mais combina com a função.

Nesse sentido, o ponto mais relevante é gostar e dominar a ciência da informação e suas técnicas complementares, como os conceitos de UX (user experience) e SEO (Search Engine Optimization).

Além disso, é interessante ser minucioso, crítico e ter meticulosidade para trabalhar com números. 🖩

Quais são as habilidades exigidas de um Arquiteto da Informação?

Da mesma forma como qualquer outra profissão, independente se ela é mais competitiva no mercado ou não, possuir algumas habilidades específicas vão fazer você se destacar para as melhores oportunidades.

Um dos pontos principais é que um bom arquiteto de informação é metódico, isto é, ele consegue olhar uma montanha de informação e enxergar padrões possíveis para torná-la organizada e acessível pelos usuários.

Além disso, você pode investir em: 👇

Hard Skills

Em relação ao conhecimento técnico é importante que você entenda sobre:

  • Desenvolvimento de sistemas;
  • HTML e outras funções de tecnologia da informação;
  • Ciência de dados;
  • Big Data;
  • UX design;
  • Gostar de números;
  • E muito mais da área de desenvolvimento web e tecnologia.

Soft Skills

Já no que se refere às competências socioemocionais e mais subjetivas, algumas características que podem estimular a adaptação e sucesso na carreira são:

  • Boa comunicação;
  • Senso crítico e análitico;
  • Ter bastante curiosidade;
  • Ser criativo;
  • Saber interpretar dados;
  • Acompanhar tendências tecnológicas e de comportamento do usuário;
  • Proatividade;
  • Organização.

Como é o mercado de trabalho para Arquiteto da Informação?

tecnologia da informação com o arquiteto da informação
Arquiteto da Informação. Fonte: Getty Images.

Conforme já dito, é uma área que está em alta e entre as tendências para os próximos anos

Lembre-se que a tecnologia se torna cada vez mais presente no nosso cotidiano e, com isso, as empresas precisam se adaptar a esse novo comportamento do consumidor que faz 90% das suas ações completamente online. 😉

E para elas funcionarem e gerarem resultados, precisam de um boa interface. Assim, como a valorização dos usuários se tornam cada vez mais essenciais em processos do planejamento estratégico, são muitas as oportunidades disponíveis em todas as regiões do país e até mesmo fora.

Salário

O salário vai depender do seu tempo de experiência na área, o que não é uma novidade, além da bagagem teórica que você possui e da empresa que o contrata.

No entanto, um arquiteto de informação se inicia ganhando em torno de R$ 4.463,00 de salário e pode vir a ganhar até R$ 10.430,00, segundo o site Vagas.com.

Assim, a média salarial no Brasil é de R$ 7.096,00. 💸

Vale ressaltar que esses valores também podem variar de acordo com os cargos júnior, pleno e sênior, bem como a região em que você atua.

Futuro da profissão

A respeito dos próximos anos, as expectativas pela área só aumentam. Como o mercado vem se tornando mais enraizado com as tecnologias, as empresas precisam acompanhar e propor mudanças significativas constantemente.

Lidar com as estruturas digitais e interfaces devem estar dentro dessas estratégias, até mesmo para que sua empresa se destaque frente às concorrentes. Aqueles com diferenciais sempre têm mais sucesso.

Afinal, como se tornar um Arquiteto da Informação?

Agora que você já sabe o essencial sobre essa profissão e que é uma carreira que vale a pena investir, e que está com tendência em alta para o futuro, só depende de você fazê-la funcionar.

Para começar a investir, você deve estudar ao máximo sobre a área, se aprofundar sobre as atuações, os conceitos teóricos e práticos necessários para já iniciar no mercado com um bom embasamento e experiência.

Por isso, é essencial escolher um curso ou especialização que prepare você para o que as empresas estão exigindo. 🎯

Existem algumas empresas que oferecem cursos básicos gratuitos e bootcamps, como a Mergo, a Impacta, a Udemy e o Sena.

Mas para um estudo e aperfeiçoamento da área e conquista daquele emprego dos sonhos, você precisa conhecer a graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Faculdade XP. Ela vai te ensinar desde o início até estar pronto e seguro para atuar no mercado. 🚀

👉 Fale conosco e saiba mais como se tornar um arquiteto da informação de sucesso.

O que é Year over Year e como realizar cálculo nas empresas?

O mercado financeiro é repleto de expressões e nomenclaturas utilizadas para medir os resultados e tendências dos ativos na Bolsa de Valores. Para fazer bons negócios, é primordial que o investidor conheça a maioria deles. E um dos mais importantes é o Year over Year. Mas você sabe o que ele significa?

Para ajudar você a entender um pouco mais sobre o assunto, separamos neste artigo as principais informações a respeito. Aqui você entenderá o conceito básico dessa métrica, como ela é utilizada, se vale a pena aplicá-la em suas análises, como calculá-la, além da importância deste indicador nas empresas. Boa leitura!

O que é Year over Year (YoY)?

A expressão Year over Year (YoY) é um termo em inglês que, na tradução para o português, significa Ano contra Ano. Essa é uma métrica utilizada habitualmente pelos investidores para comparar os resultados de um ativo em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse indicador é importante, pois ele consegue identificar se a empresa está piorando ou melhorando o seu desempenho. Ou, até mesmo, se ela encontra-se estagnada.

Como o Year over Year é utilizado?

O YoY é utilizado, conforme falamos, para fazer análises comparativas entre um período e outro. Com ele é possível trazer mais profundidade nas avaliações de performance, de forma que o investidor consiga desenvolver melhor as suas estratégias de investimento

Na prática, funciona da seguinte maneira: imagine que a empresa X tenha apresentado um lucro de R$ 10 milhões no final do ano de 2021. No mesmo período de 2022, a mesma empresa teve um lucro de R$ 12 milhões. Ao analisar o YoY, o desempenho da companhia foi positivo, já que conseguiu R$ 2 milhões a mais de receita. Um resultado 20% superior.

Vale a pena utilizar YoY?

A resposta para essa dúvida é: sim, vale muito a pena olhar para esse índice. E um dos principais motivos é que ele consegue mostrar o cenário real de um determinado ativo. Isso ocorre porque é possível diminuir eventuais impactos sazonais, fazendo com que os dados apresentados sejam mais lineares.

Trazendo isso para a prática, imagine que uma empresa de chocolates tenha seu melhor desempenho no período da Páscoa. Porém, no restante do ano, sofre com as vendas e não possui uma boa rentabilidade. Se olhar isoladamente o resultado sazonal, o investidor pode ter a falsa impressão de que a empresa é um bom ativo. Porém, ao observar o ano, verá que pode ser um papel sem tração. 

Por isso, levar o YoY em consideração nas suas análises é fundamental para entender o cenário de uma empresa. Assim, todos os seus investimentos na Bolsa de Valores podem ser realizados de forma mais segura.

Como calcular YoY?

Embora seja um índice muito importante para analisar um ativo, nem sempre é possível encontrar a comparação de todos os resultados. Por isso, caso você queira descobrir algum dado em específico, é importante saber como fazer o cálculo do YoY. Assim, você não vai  depender de ninguém para fazer suas análises. Veja a seguir a fórmula:

YoY = (Valor do Ano Atual – Valor do Ano Anterior) / (Valor do Ano Anterior) x 100

Agora, vamos ao seguinte exemplo para calcular o lucro de uma empresa. Supomos que a empresa Alpha tenha encerrado o ano de 2020 com um lucro de R$ 700.000. Já até dezembro de 2021, essa mesma linha encerrou em R$ 800.000. Portanto, para calcular o YoY, você deve aplicar esses dados da seguinte forma:

YoY = (800.000 – 700.000) / (700.000) x 100

YoY = 100.000 / 700.000 x 100

YoY =  0,1428 x 100

YoY = 14,28%

Com o resultado, podemos dizer que a empresa Alpha apresentou um lucro 14,28% melhor em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Qual a relação de MoM, QoQ e YoY?

Assim como o YoY, há outros índices que são utilizados pelos investidores para analisar períodos específicos. E se você ainda não os conhece, provavelmente irá encontrá-los em alguns momentos da sua vida de investidor. Estamos falando de MoM e QoQ. Mas o que eles realmente significam e qual a relação que os dois possuem com o YoY? Acompanhe na explicação a seguir. 

Month Over Month (MoM)

Na tradução para o português, Month Over Month significa Mês Contra Mês. Esse índice, assim como o próprio nome diz, serve para comparar os resultados do mês atual contra os mesmos 30 dias do mês anterior. É um ótimo dado para fazer análises de curto prazo, o que também ajuda na percepção de erros que precisam ser corrigidos naa companhia. Além disso, financeiramente o índice é capaz de mostrar o poder de capitalização da empresa.

Quarter Over Quarter (QoQ)

Em português, a tradução de Quarter Over Quarter é Quarto Contra Quarto. Ou seja, o período utilizado na medição é referente ao trimestre, já que o ano é dividido em 4/4. É neste período que as empresas também fazem a divulgação de seus balanços. Este indicador financeiro consegue trazer uma perspectiva mais ampla sobre os resultados obtidos pelas companhias, especialmente por mostrar a performance de médio prazo. 

Como você pode ter visto, MoM, QoQ e YoY têm relação direta com a análise de um período específico de um determinado ativo. Eles se diferenciam apenas no tempo observado. Enquanto o primeiro analisa mais a curto prazo (mês), o segundo é ótimo para uma visão de médio prazo (trimestre) e, o terceiro, para um período mais longo (ano). 

Qual a importância de calcular YoY nas empresas?

Um dos principais motivos para as empresas calcularem o YoY é para entender a sua performance no período analisado. Com esse indicador em mãos, é possível fazer análises que mostrem tanto as fortalezas como as oportunidades daquele período. Além disso, as empresas podem fazer correções de estratégias de forma a otimizar o resultado esperado. É um dado que pode oferecer muitos insights para as corporações. 

Por que esse cálculo é tão utilizado?

Conforme dissemos, o YoY é importante por uma série de aspectos. Mas um dos principais é porque, com ele, tanto o investidor como as empresas podem amenizar aspectos das sazonalidades, que eventualmente distorcem a realidade. Esse tipo de fator, dependendo de como é observado, acaba tendo relação direta na maior parte dos negócios. 

Há várias métricas que podem ter performance melhor ou pior em diferentes épocas do ano. No Natal, por exemplo, empresas de varejo têm um ótimo resultado financeiro com as vendas, mas ao longo do ano podem ter desafios causados, por exemplo, por impactos na macroeconomia. Justamente por isso, índices como o YoY são essenciais para entender o desempenho de maneira mais equilibrada. 

Agora que você já sabe um pouco mais sobre YoY, que tal investir em mais conhecimento? Aproveite o Multi+ para dar um up na sua carreira e na sua vida financeira. Essa plataforma digital possui dezenas de cursos, bootcamps e muito mais, tudo por um valor único. E o melhor: ao final de cada curso, você recebe certificados de conclusão para atestar seus conhecimentos. Curtiu? Então clique aqui e saiba mais!

DALL-E 2: a Inteligência Artificial que cria arte a partir da interpretação de textos

Recentemente, imagens de pessoas compartilhando a suas versões ilustradas dominaram as redes sociais. A maior parte dessas ilustrações foram feitas por aplicativos e ferramentas de Inteligência Artificial (IA), como o Dall-E 2 e o Lensa. 

Muitas pessoas utilizam essas ferramentas de IA para além da diversão e de descobrir como você seria em uma versão animada. Essas ferramentas estão sendo utilizadas pelas pessoas para criar conteúdos e até mesmo com uma fonte de renda. 

Neste artigo, vamos falar especificamente da plataforma Dall-E 2, que foi recentemente liberada para todos os usuários que se inscreverem no site. Saiba como usar a plataforma e confira alguns exemplos de artes criadas pela ferramenta. 

O que é DALL-E 2?

Dall-E 2 é um sistema online de Inteligência Artificial que cria um conjunto de imagens ou ilustrações com base na descrição textual fornecida pelos usuários da plataforma. Por exemplo, se você digitar “urso utilizando o computador em um estilo fotorrealista” o programa vai gerar, no mínimo, 4 imagens diferentes do que você descreveu. 

Em síntese, a função do Dall-E 2 é bem simples: serve para criar artes e imagens inéditas do que é solicitado pelo usuário.  

Como usar o DALL-E 2?

Anteriormente, existia uma fila de espera para utilizar o Dall-E. Entretanto, desde setembro de 2022, a plataforma foi liberada para todos e não precisa mais de tempo de espera. Se você tem interesse em testar a plataforma, criar uma conta no site é bem simples.

Confira o passo a passo:

  1. Crie uma conta: acesse o site do Dall-E 2, clique em “sign up” no canto superior direito da tela, informe o seu e-mail e o código de verificação que vão aparecer na tela e clique em “continue”;
  2. Verifique a sua conta: acesse o sua caixa de entrada, abra o e-mail do Dall-E 2 e em seguida clique em “Verify email adress” ativar a sua conta;
  3. Cadastre o seu celular: adicione um número de celular e aguarde o código SMS para validar a criação da conta;

Viu como é simples? Logo depois, você será direcionado para a página do Dall-E 2 e estará liberado para criar as suas imagens. 

Primeiros passos para utilizar o DALL-E 2 e criar imagens com Inteligência Artificial 

Agora que você já criou a sua conta, vamos te ensinar a criar as suas imagens com a plataforma. Primeiramente, você vai utilizar a barra de pesquisa para descrever com detalhes a imagem que você deseja criar e depois apertar o botão “generate”:

Barra de pesquisa do Dall-E 2
Barra de pesquisa do Dall-E 2.

Em seguida, vão aparecer as quatro imagens geradas pela plataforma:

Exemplos de imagens geradas no Dall-E 2
Exemplos de imagens geradas no Dall-E 2.

Você pode fazer o download das imagens clicando em “upload” no canto direito superior da tela. Caso queira editar uma imagem, basta clicar na sua imagem preferida e selecionar “edit”: 

Exemplo de como funciona o download  no Dall-E 2
Exemplo de como funciona o download.

Uma barra de ferramentas com algumas funcionalidades aparecerá no centro da tela, na parte inferior:

Exemplo de como funciona a edição da imagem no Dall-E 2
Exemplo de como funciona a edição da imagem.

Caso queira fazer variações de uma mesma imagem, é só voltar para a tela com a sua imagem preferida, clicar em “variations”:

Exemplo de como criar variações da imagem no Dall-E 2
Exemplo de como criar variações da imagem no Dall-E 2

Quatro novas imagens serão desenvolvidas pela IA:

Imagens geradas na plataforma de criar imagens com Inteligência Artificial.
Imagens geradas na plataforma de criar imagens com Inteligência Artificial.

Por fim, para baixar as imagens é só apertar o botão no ícone acima da imagem:  

Salvar as imagens geradas na plataforma é muito simples.
Salvar as imagens geradas na plataforma é muito simples.

Como funciona o DALL-E 2 na prática?

Que o Dall-E 2 é uma tecnologia baseada na Inteligência Artificial, você já sabe. Agora, queremos te mostrar quais vertentes da IA são utilizadas para produzir as imagens:  

Coleta de dados

Os dados de treinamento do DALL-E 2 passaram por um longo processo de filtragem. Dessa forma, a plataforma tem algumas restrições no tipo de conteúdo que pode gerar. Por exemplo, não são geradas imagens realistas de figuras públicas, nem imagens com nudez ou com conteúdo violento. 

Aprendizado de máquinas 

O Machine Learning é uma tecnologia que faz com que máquinas sejam capazes de executar uma atividade sem intervenção humana. No caso do DALL-E 2 o aprendizado de máquina serve para que a plataforma consiga armazenar os dados e consiga ter informações prévias das solicitações dos usuários. 

Reconhecimento de texto

O Processamento de Linguagem Natural (PNL) é uma vertente da IA que faz com que as máquinas entendam o que está sendo dito pelos humanos. Assim, a plataforma utiliza o PLN para reconhecer as descrições textuais e poder criar as imagens.  

O DALL-E 2 é gratuito?

O Dall-E 2 é uma ferramenta paga que funciona através da compra de créditos.

Ao criar uma conta, o usuário ganha 50 créditos da plataforma. Para cada crédito, a plataforma gera 4 imagens. Em caso de edição das imagens criadas, também é gasto 1 crédito.        

A cada mês, o usuário ganha mais 15 créditos que podem ser utilizados para criar as novas imagens ou editar as já criadas anteriormente.

Mas, se os créditos disponibilizados gratuitamente pelo sistema não forem suficientes, o usuário pode comprar 115 créditos por US$15.   

Exemplos de imagens criadas no DALL-E 2 com o uso de IA

Para que você consiga ter dimensão das inúmeras imagens que podem ser criadas pelo Dall-E 2, selecionamos 5 exemplos de imagens criadas pela plataforma:

Exemplo 1 – Astronauta descansando na piscina

Fonte: Dall-E 2/Divulgação

Exemplo 2 – Ursos comprando alimentos

Fonte: Dall-E 2/Divulgação

Exemplo 3 – Tigela de sopa como um dos planetas do universo

Fonte: Dall-E 2/Divulgação

Exemplo 4 – Edição realista de uma imagem já existente

Fonte: Dall-E 2/Divulgação

Exemplo 5 –  Variações da pintura “Moça com brinco de pérola”, do artista Johannes Vermeer

Fonte: Dall-E 2/Divulgação

O futuro da arte com o uso da Inteligência Artificial

Criado a partir do feedback de artistas, o Dall-E 2 é uma plataforma que divide opiniões no mundo artístico. Por ser uma ferramenta prática e mais barata do que encomendar uma arte a um artista, ela é vista como uma ameaça

Entretanto, a plataforma tem limitações e algumas demandas, até o momento, apenas artistas podem atender. Por exemplo, fazer uma ilustração totalmente personalizada com base na imagem de alguém. 

De fato, em decorrência da transformação digital, o uso da IA na arte é uma tendência. Sendo assim, resta aos artistas procurarem formas de se adaptarem a essa nova realidade e se apropriarem das ferramentas de IA para utilizá-las ao seu favor. 

Conclusão

O Dall-E 2 e outros sistemas de Inteligência Artificial utilizados para criar imagens, como o Midjourney e Stable Diffusion, são utilizados para que as pessoas expressem a sua criatividade.

Essas ferramentas estão se tornando cada vez mais populares e daqui para frente teremos acesso a muitos sistemas de IA. Portanto, se você deseja aproveitar essa popularidade para investir na sua carreira profissional, você precisa conhecer a Pós-Graduação em Machine Learning e se especializar n.

O que é Startup? Vale a pena empreender em uma?

Quando olhamos para o mercado de trabalho atual é fácil encontrar as conhecidas startups e suas soluções inovadoras e tecnológicas.

Na maior parte do tempo, são empresas com foco em uma ideia diferenciada e disruptiva, que se propõe a inovar o mercado, criando uma atividade escalável e que tenta substituir comportamentos tradicionais.

Na prática, o conceito já se tornou tendência há algum tempo ao redor do mundo, inclusive no Brasil com a transformação digital. No entanto, sua definição ainda gera bastante confusão para muitas pessoas, já que existem diferentes interpretações sobre o que é e como funciona uma startup. 

Nesse sentido, é válido reunir essas diferentes perspectivas e observar, principalmente, os grandes exemplos de startups de sucesso.⭐

Afinal, startup não é simplesmente mais uma empresa que está iniciando suas atividades?

Bem, não é tão fácil assim. 

Entenda mais detalhes sobre o que é startup, considerada um tipo de empreendedorismo digital, saiba como é possível investir nesse modelo de negócio, conheça alguns exemplos de startups unicórnio e suas principais amostras do sucesso nessas iniciativas. Vamos lá? 👇

Afinal, o que é uma Startup?

Pode-se definir que é uma empresa que possui um um modelo de negócios inovador, repetível e escalável. 📈

Ou seja, é um modelo de companhia em estágio inicial ou emergente focado em resultados rápidos e eficazes, pois, na maioria das vezes, esses negócios têm como objetivo o crescimento agressivo. 

Assim, sua ideia central dentro do empreendedorismo se refere à mudança da forma como os consumidores e clientes lidam com certos aspectos da sua vida. Sendo possível focar em novas formas de entretenimento, alimentação, moda, transporte e muitas outras.

Por isso que costumam ser bastante inovadoras, já que normalmente usam a tecnologia para o próprio funcionamento e são compostas por um grupo de pessoas com perfil e mindset empreendedor. 💡

Tipos de startup

aceleração das startups
O que é uma startup? Conheça os principais tipos. Fonte: Getty Images.

Dentro desse modelo de negócio existem alguns tipos e características específicas para as empresas, os principais são: 👇

Scalable startups

São as empresas que encontraram um modelo replicável de negócio, ou seja, que tem grande potencial de crescimento e que precisam apenas de investimento para que a expansão ocorra.

Normalmente são empresas que já funcionam, mas necessitam de um capital de risco para elevar o nível do negócio.

Large company startups

São empresas maiores e com experiência de mercado, mas que estão sempre procurando alguma forma inovar em seu modelo de negócio, adaptando-se aos novos contextos de um mercado em constante transformação. 

Por isso, muitas das vezes optam pela reinvenção do negócio.

Small business startups

São as empresas iniciantes, com uma escala pequena de negócios, que não necessariamente almejam uma expansão muito ambiciosa. 

Buyable startups

São as empresas fundadas a partir do projeto de execução de uma grande ideia, que precisam apenas do empurrão de alguns investidores para conseguirem instrumentalizar seu modelo de negócio e crescer.

Lifestyle startups

São aquelas movidas por um sonho específico, isto é, uma grande ideia que faz a busca por seu sucesso um estilo de vida para os envolvidos no projeto. 

Dessa forma, seus funcionários são caracterizados por acreditarem no valor do negócio e não apenas em vista de conseguir dinheiro.

Social startups

Essas empresas são aquelas que planejam fazer alguma diferença no mundo. Elas querem gerar resultados positivos para as comunidades em que atuam, para as pessoas com quem trabalham e para as regiões onde estão instaladas. 

Por isso, muitas das vezes são organizações sem fins lucrativos ou se visam ao lucro a partir de uma perspectiva social. 

Como funciona uma startup na prática?

Conforme já dito, ela necessita de inovação tecnológica para atuar e se diferenciar de uma empresa de modelo tradicional. 

Há quem acredite que as startups são somente empresas de internet, ou seja, que só estão presentes no digital. Mas na verdade elas podem ser mais frequentes no ambiente online por ser mais barato e facilmente propagável do que enfrentar a burocracia e os custos de um negócio físico, só que não é uma característica primordial de definição do modelo.

Existem muitas startups com operações físicas, como a Uber e o iFood.

pessoas tendo brainstorming em stratup

O que realmente as diferencia é o modelo de funcionamento. Confira quais são esses pilares: 

Modelo de negócios inovador

O pilar mais importante para uma startup de sucesso é o potencial de inovação que ela propõe ao mercado. 

Através dele que se oferece uma abordagem mais criativa, pensada fora da caixa, que busca uma forma não-convencional ou ainda inexplorada para solucionar um problema.

É caracterizado por produtos ou serviços que criam revoluções na vida dos clientes, de forma que eles mudem seu comportamento com base na interação com essas marcas. 

Assim, o pilar foca mais no valor e, consequentemente, na rentabilidade. 💰

Repetível e escalável

Esse pilar mostra que a proposta inicial, praticada em estágio emergente, pode ser replicada amplamente em larga escala sem perder a qualidade do produto final e sem os custos operacionais comprometerem a rentabilidade.

Assim, um modelo de negócio repetível e escalável que se adapta bem ao mercado tem grandes chances de ser uma startup de sucesso. 🤩

Sem esses dois fatores tão importantes para uma startup, o negócio tem grandes chances de se tornar insustentável.

Flexível

Para uma startup ser inovadora e disruptiva ela precisa ser adaptável com facilidade, exigindo uma visão estratégica e flexível por parte dos empreendedores que atuam nesse formato. 

Ou seja, ter uma proposta inicial dinâmica e funcional a todo o momento. 

Assim que o público conhece uma startup, ele pode ter dificuldades em adotar sua proposta ou apresentar novos desafios que precisam de solução. Dessa forma, até alcançar o sucesso, esse tipo de empreendedorismo deve ficar atento às flutuações e expectativas do mercado.

O que significa Lean Startup?

É uma metodologia de criação e gestão dentro do conceito startups que tem como foco o aprendizado rápido. 🏃

Usa de um método que ensina como criar produtos desejados por clientes, gerando ciclos de aprendizado mais ágeis, bem como mudanças no direcionamento das estratégias da empresa aconteçam visando um crescimento acelerado.

O Growth Hacking é uma das metodologias também valorizadas. 

ciclo lean startup
Ciclo da Lean Startup. [Fonte: Merithu]

O que é uma startup unicórnio?

Um ponto que sempre surge com o debate sobre o que são startups é o conceito de startup unicórnio. Esse termo surgiu em 2013 para descrever empresas avaliadas em valores acima de 1 bilhão de dólares, mesmo sem terem capital aberto na bolsa.

Foram chamadas de unicórnio para simbolizar quão raras e difíceis de conseguir. Para muitos empreendedores, pode ser apenas fantasia. Alguns exemplos delas seriam: Gympass, Buser, QuintoAndar, etc.

Como investir em uma startup?

Algumas dicas podem ajudar a realizar esse investimento, como:

  • Conhecer bem o ramo que pretende investir;
  • Saber sobre a ou as empresas mais alinhadas com os valores que busca;
  • Escolha um bom intermediário;
  • Diversifique o investimento;
  • Reserve parte do seu patrimônio.

Exemplos de startups de sucesso

Diversas empresas que hoje são enormes referências nos respectivos nichos de mercado, surgiram como startups.

Algumas você já conheça, como:

PayPal

Fundado no fim do século XX, o PayPal foi pioneiro no envio e recebimento de pagamentos online.

Isso porque essa startup transformou o modo como as transações financeiras eram realizadas e, hoje, é possível comprar criptomoedas nela.

Airbnb

Quando você viaja ou pensa em viajar, você se hospeda em hotéis convencionais ou procura lugares para alugar no Airbnb?

Essa startup é um ótimo exemplo que utiliza o modelo de negócios de marketplace de aluguel.

Sua ideia de negócio surgiu de uma questão simples que era o aluguel de casas. Atualmente, o Airbnb é um caso de sucesso, possibilitando que viajantes aluguem espaços pelo mundo inteiro.

Google

O site de busca mais utilizado da internet também é uma startup de sucesso e isso pode ser novidade para muita gente.

Aliás, quando surgiu, já existiam vários sites de busca no mercado e o Google não era tão apontado como um dos favoritos ou mais utilizados.

Porém, depois de um bom planejamento e estruturação, o Google soube otimizar as operações que já eram realizadas por outras empresas e se tornou líder com folga no próprio nicho. 

Nubank

O banco digital roxinho é uma grande referência de opção de guardar seu dinheiro, bem como investir e usar na modalidade de cartão de crédito.

Fundada em 6 de maio de 2013, ganhou notoriedade com seu primeiro produto, que era o cartão de crédito roxo sem anuidade, controlado por um aplicativo fácil de usar no smartphone.

iFood

Pensou em comida e lanches rápidos e diferentes no dia a dia, pensou no iFood. Lançada em Maio de 2011, hoje ela se torna a startup mais valiosa do Brasil e segunda da América Latina.

Seu modelo de negócio consiste em ser um app de entregas para os mais variados estabelecimentos só conquista pessoas ao longo dos anos, principalmente quando houve a pandemia da covid-19.

QuintoAndar

É a maior imobiliária digital do Brasil, conquistando novos compradores e inquilinos diariamente. 

Lançada em 2013, ela veio para simplificar a vida de quem busca um novo lar, facilitando as burocracias, principalmente de quem quer alugar por não precisar de um fiador.

Principais diferenças entre startups e empresas convencionais

Confira as principais diferenças entre os dois tipos de organizações existentes atualmente.

Diferença 1: Startups possuem mais possibilidades de crescimento

As startups, geralmente, são projetadas para crescer rapidamente. Ou seja, são empreendimentos que possuem algo que podem vender para um público e mercado muito grande.

Apesar de não ser um dos requisitos para ser classificado dessa forma, as empresas online podem chegar mais facilmente a um grande mercado do que as que são offline.

Diferença 2: Financiamento de startups é diferente

As startups buscam investimento financeiro de forma diferente da maioria das pequenas empresas, já que tendem a depender do capital que vem de investidores anjos ou companhias de capital de risco. 

As companhias convencionais geralmente contam com empréstimos e doações.

Na prática desse modelo, os empreendedores que fundam ou ajudam a fundar a startup tem influência dos investidores nas tomadas de decisões – até em forma de conselhos.

Diferença 3: Startups tem estratégia de negócio melhor definida

Para conseguir financiamento, os fundadores de uma startup precisam:

  • Ter definido o que planejam fazer com a companhia;
  • Como os investidores serão recompensados nesse tempo e depois, quando o empreendedor decidir vender ou fundir com outra companhia;
  • Em um negócio tradicional, é diferente, já que não é preciso ter uma estratégia “de saída” logo no começo.

O dono é totalmente responsável pelo futuro da empresa, dependendo apenas dele administrá-la, decidir vender, fundir ou lançar no mercado de ações, por exemplo.

Diferença 4: O cenário das startups é mais incerto

Como procura ser disruptiva, dificilmente uma startup vai ter um manual de como ser bem-sucedida, certo?

Dessa forma, não há como afirmar se a ideia ou projeto de empresa vai de fato deslanchar e o caminho a ser trilhado pelo empreendedor costuma ser bem incerto.

É justamente por isso que tanto se fala em investimento para startups e a estratégia de negócios é diferente de como acontece em empresas tradicionais.

Como trabalhar com startups?

Entender as necessidades do mercado e usar a criatividade para propor soluções inovadoras são os principais pontos.

👉 Logo, para trabalhar nesse mercado, seja como investidor, empreendedor ou facilitador, é necessário compreender esse desafio e aprender a administrar suas incertezas.

Afinal, como empreender em uma startup?

É essencial buscar diferentes fontes de informação, ficar antenado a tecnologias, conhecer suas limitações e se manter atento a oportunidades para superar cada uma dessas barreiras no tempo certo.

Quer acelerar sua carreira e dominar o conceito de Transformação Digital? 

👉 Então, confira nosso MBA em Inovação e Transformação Digital, um curso interativo e feito sob medida para você se tornar uma referência nessa área, atuando nos setores de tecnologia, user experience e gestão de projetos. 🚀

Os 20 melhores aplicativos de produtividade para você gerir seu tempo

Ter aplicativos de produtividade, seja na organização das nossas vidas pessoais ou profissionais é uma ótima maneira de manter tudo no seu devido lugar e cumprir com prazos.

Você tem diversos aplicativos no seu celular que, provavelmente, só servem para te estimular a passar horas e horas neles, sem uma função específica, não é? Que tal trocar o espaço — e o tempo — que eles tomam por aplicativos que irão, definitivamente, impactar positivamente a sua rotina?

Pensando nisso, nós separamos os 20 melhores e mais relevantes aplicativos de produtividade que irão facilitar o seu dia a dia, tanto em casa, quanto no trabalho.

Siga a leitura e descubra!

O que são os aplicativos de produtividade?

Aplicativos de produtividade são, em suma, plataformas que te ajudam a ser mais produtivo.

Eles são responsáveis por te auxiliar a se organizar, estabelecer objetivos, te ajudar a cumprir prazos e até mesmo te impedir de ficar horas e horas acessando as redes sociais!

Como os aplicativos de produtividade podem ajudar na sua rotina?

Nossa vida é extremamente corrida por aqui na Redação XP, e nós podemos apostar que a sua, aí do outro lado da tela, também é. Além disso, no Brasil, um indivíduo passa cerca de 5,4 horas por dia em frente ao celular, segundo dados de 2021.

Quando a perspectiva considerada é a do computador, nós passamos quase 5 horas diárias navegando. Assim, o relatório afirma que o Brasil ocupa a segunda posição global dentre os países que usam computadores.

Isso, aliado a vida cheia de compromissos, prazos e responsabilidades, brasileiros, mais do que nunca, precisam de auxílio para manter a vida em ordem, e é aí que os aplicativos de produtividade entram: eles ajudam na organização e eficiência dos indivíduos.

Top 20 aplicativos de produtividade

Você pode até preferir o uso do papel e caneta, mas nós podemos te garantir que a tecnologia pode ser uma aliada imbatível quando o assunto é gerenciamento de tarefas e equipes.

Além disso, a maioria dos aplicativos de produtividade são absurdamente intuitivos, o que te auxiliará muito na hora de usá-los e no seu processo de adaptação.

Vamos conhecer os 20 aplicativos que separamos? Siga a leitura!

Aplicativos de produtividade pessoal 

Iniciando com aplicativos direcionados para a produtividade pessoal, encontramos:

Google Agenda

Ele também pode ser conhecido como Google Calendar e é uma ferramenta ótima para visualização de compromissos importantes do Gmail, como shows, reservas, hotéis, voos e reuniões.

Cada compromisso, evento ou até mesmo tarefa pode ser personalizado com cores diferentes e você pode adicionar lembretes com horários e dias específicos.

Ele é gratuito, compatível com as outras agendas do seu celular e está disponível em Android e iOS.

12min

Ideal para o ócio produtivo, o 12min é um aplicativo que lê, analisa e sintetiza vídeos de não-ficção em um áudio ou texto de 12 minutos.

Em suma, a ideia principal é manter pessoas que são muito ocupadas aprendendo constantemente durante apenas 12 minutos e ajudar na escolha do próximo livro que as mesmas lerão. Além disso, são mais de 2.500 obras em português, espanhol e inglês.

Para os não-assinantes, é possível ouvir uma resenha por dia gratuitamente. Para os assinantes, o acesso é ilimitado. Os planos são: individual anual, de R$ 299,99 e o plano para empresas que funciona a partir de 10 usuários e o aplicativo está disponível em Android e iOS.

RescueTime

O RescueTime analisa quais são os aplicativos e sites que mais consomem o seu tempo. A partir daí, você conseguirá compreender quais são as atividades que demandam mais do seu tempo, assim, você poderá se organizar melhor e melhorar a sua gestão do tempo.

O aplicativo funciona em macOS e Windows.

Notion

Você provavelmente já ouviu falar nesta belezinha!

O Notion é um aplicativo que visa melhorar a organização de tarefas e atividades, podendo ser usado tanto profissionalmente, como pessoalmente. Além disso, para você que gosta, é possível fazer a customização da interface, criar intervalos, etc. Enfim, deixar tudo 100% a sua cara e funcional.

O aplicativo está disponível em Android e iOS, além de também funcionar na versão web para os sistemas Windows e macOS.

Ademais, o Notion tem dois tipos de planos:

  • Personal Pro: US$5 mensais;
  • Team: US$ 10 por mês.

Pocket

O Pocket é um aplicativo de produtividade essencial para aquelas pessoas que querem ler e assistir todos os vídeos e artigos que acabam encontrando durante o horário de trabalho e estudo!

Ele, em suma, tem função parecida como um aplicativo de favoritos: nele você consegue salvar todo tipo de conteúdo online que você deseja e acessar tudo depois, assim, você se distrai menos e consegue ser mais produtivo.

Disponível em Android e iOS, o Pocket também pode ser utilizado na maioria dos navegadores.

Google Drive

O Google Drive, que você provavelmente já conhece, precisa ser citado nesta lista. Ele é ótimo no que toca a facilitação do acesso, upload e download de arquivos em qualquer lugar, seguindo o conceito de cloud computing.

Com ele, você consegue guardar as suas memórias (como fotos, vídeos, desenhos e afins) na nuvem, com 15 GB de armazenamento gratuito utilizando uma conta Google.

Caso você precise de mais armazenamento, você pode assinar um dos planos do Google One:

  • Básico: R$ 6,99 mensal, com 100 GB;
  • Padrão: R$ 9,99 por mês, com 200 GB;
  • Premium: R$ 34,99 mensais, com 2 TB.

O aplicativo está disponível para Android e iOS.

If This Than That

Conhecido também por IFTTT, ou “se isso, então aquilo” em português, o If This Than That é um aplicativo de produtividade que faz com que outros aplicativos trabalhem de maneira autônoma.

Como assim? Simples: você condiciona o aplicativo a fazer uma ação, caso outra seja tomada.

Exemplo: se te marcarem numa foto no Instagram, ela será, automaticamente, salva no Google Drive. Incrível, não é?

A versão gratuita do aplicativo permite até 5 Applets, que são esses condicionamentos feitos. No entanto, existem duas versões pagas:

  • PRO: R$ 24 mensais e 20 Applets;
  • PRO +: R$ 48 mensais e Applets ilimitados.

O aplicativo está disponível para Android e iOS.

Leia também: <Síndrome do Impostor: o que é quais os sintomas/>

Any.do

O Any.do é um dos aplicativos de produtividade mais amados para aqueles indivíduos que gostam de organizar todos os detalhes da vida pessoal.

Ele, em suma, te permite criar várias listas de todos os tipos, além de agendar compromissos e colocar lembretes e notificações nos mesmos, assim, você não perde nada de vista!

Ademais, pode ser utilizado através de uma extensão do Chrome ou pelo celular, através do iOS ou Android.

Freedom

Responsável pela diminuição das distrações que você pode ter durante o horário de trabalho e/ou estudo, o Freedom te ajuda a manter controle sobre o seu tempo e focar 100% no que é importante para que você se mantenha produtivo.

O aplicativo está disponível em inglês para iOS e Android e tem uma usabilidade ótima.

<Leia também: Desenvolver aplicativo Android: passo a passo/>

Noisili

Esse é um daqueles aplicativos de produtividade essenciais para as pessoas que ficam mais concentradas enquanto ouvem alguns sons.

O Noisili te disponibiliza vários tipos de áudio para ouvir quando precisa se concentrar. As opções vão desde o som das ondas do mar até o barulho de uma fogueira queimando.

Aplicativos de produtividade no trabalho

Agora, iremos focar em aplicativos de produtividade que irão te auxiliar no trabalho. Preparado? Vamos lá!

Abby Fine Reader

Focado em digitação, o Abby Fine Reader é um programa de digitação que auxilia, diretamente, pequenas empresas que não querem investir alto em softwares especializados, mas precisam digitalizar documentos.

Você pode testar o aplicativo antes de realizar a compra e ele conta com planos pagos para uso profissional que chegam até US$ 165.

Bitrix24

É direcionado para unificação da sua empresa, funcionando como uma intranet social.

O Bitrix24 aprimora a troca de informações e comunicações internas além de ter, disponível, as mais diversas ferramentas para auxiliar os colaboradores no que diz respeito a produtividade e organização.

Forest

Muito popular nas redes sociais, o Forest é um daqueles aplicativos de produtividade focados em pessoas que desejam evitar distrações.

O mais legal desse aplicativo é que o incentivo a cumprir a sua meta de tempo fora do celular é, por sua vez, uma árvore! Caso você consiga bater a meta, ela crescerá; caso não, ela morrerá.

Quem quer deixar uma árvore morrer, né?

Toggl Track

Em suma, o Toggl Track é um rastreador de tempo!

Ele, por sua vez, tem inúmeros benefícios: gratuito para uso individual, tem interface simples e intuitiva e ainda consegue sincronizar dados entre smartphone e desktop!

Com o Toggl você pode, inclusive, usar um cronômetro pomodoro para facilitar a sua vida, além de poder adicionar lembretes a cada tarefa.

Evernote

Quando o assunto é tomar notas de forma tecnológica e fora do papel, o Evernote é, definitivamente, o queridinho mais desejado.

A fama do Evernote vem pelos seus enormes benefícios: sincronização entre os dispositivos do usuário, criação de listas de tarefas e organização dos mais diferentes tipos de informação.

O aplicativo tem as seguintes versões:

  • Gratuita: 60 MB de uploads mensais e duas dispositivos sincronizados;
  • Personal: R$ 25,90 por mês e 10 GB de uploads mensais;
  • Professional: R$ 32,90 e 20 GB de uploads mensais.

Todoist

O Todoist é uma plataforma de organização de tarefas tanto pessoais, quanto de trabalho extremamente completa.

Com ele você pode organizar prazos e lembretes, além de destacar níveis de prioridade para cada uma das demandas e ter integração com mais de 60 aplicativos como Alexa, IFTTT, Slack, Amazon e Dropbox.

Slack

O Slack é um workspace que junta colaboração e comunicação, te permite gerar relatórios e iniciar chamadas de voz, além de ter integração com aplicativos como Salesforce, Dropbox, Asana e Twitter, por exemplo.

Existe uma opção gratuita, mas as gratuitas são:

  • Pro: R$ 4 por usuário mensal;
  • Business+: R$ 7,50 por usuário mensal;
  • Enterprise Grid: suporta até 500 mil funcionários.

Asana

O Asana é uma ótima ferramenta quando o assunto é organização e monitoramento de fluxos de trabalho tanto individuais quanto em equipes.

Na plataforma, cada tarefa ou projeto recebe níveis de prioridade e fica sob responsabilidade de um integrante específico ou de uma equipe como um todo.

Os planos do Asana são:

  • Basic: gratuito para equipes de até 15 pessoas;
  • Premium: R$ 70, por usuário mensalmente, com mais funções;
  • Business: R$ 160, também por usuário mensal, e é para empresas que necessitam do gerenciamento de múltiplas equipes.

<Leia também: Síndrome de Burnout: o que é e como tratar/>

Trello

Esse cara você com certeza conhece.

O Trello pode ser usado em desktop, sincronizado com dispositivos portáteis ou apenas no segundo citado.

Além disso, com ele, é possível criar fluxos de trabalho, o que facilita a visualização da equipe, que tem uma ótima perspectiva de todos os projetos.

O Trello é gratuito, mas existem as seguintes opções pagas:

  • Standart: US$ 5 por usuário mensal;
  • Premium: US$ 10 por usuário mensal;
  • Enterprise: US$ 17,50 por usuário mensal – mínimo de 25 usuários.

Calendly

O Calendly é um aplicativo de produtividade feito para pessoas que precisam de uma melhor maneira para agendar as suas reuniões.

Com essa plataforma, você envia o seu link do Calendly e a pessoa, em suma, escolhe o melhor horário para escolher dentro dos disponíveis na sua agenda. Assim que a pessoa faz isso, como ele é integrado com a sua agenda ou com o Google Agenda, você logo tem, no seu celular, a reunião marcada e com lembretes, logo, você não esquece.

Os planos do Calendly são:

  • Básico: gratuito e tem conexão com uma agenda;
  • Essentials: R$ 10 por mês e permite duas agendas;
  • Professional: R$ 15 por mês e permite seis;
  • Equipes: R$ 20 mensais e facilita a atribuição de diversas reuniões a diferentes membros da mesma equipe.

<Leia também: Melhore o seu desempenho profissional em 11 passos/>

Quais os benefícios de melhorar a sua produtividade?

Alguns nos chamam mais atenção. São eles:

  • Melhora no desempenho: quando você evita distrações demoradas e foca mais no que realmente precisa entregar, é provável que os seus resultados cresçam;
  • Prazos respeitados: muitas vezes, a não entrega das demandas na data determinada pode ser relacionada a desorganização do tempo, que leva a diminuição da produtividade de um indivíduo;
  • Aumento de confiança: com desempenho melhor e entrega das demandas no prazo, é possível que o profissional ganhe a sensação de grande realização, o que impacta diretamente não só no indivíduo, mas na equipe inteira;
  • Redução do estresse: imagine uma pilha de trabalhos a serem feitas quando, de repente, chegam mais e-mails com mais demandas. É muito claro que o profissional vai se estressar e se desmotivar. Com gestão do tempo e produtividade, essas pilhas não estariam presentes ali, logo, o indivíduo não passaria pela situação de estresse.

Dicas para melhorar a sua produtividade pessoal e profissional

Em suma, seguem 4 dicas que te ajudarão muito!

  1. Pare com essa ideia de ser multitarefas: manter ações como esta no seu dia a dia não é produtivo. Foque totalmente nas suas tarefas e trabalhe nelas de maneira individual, do mais importante ao menos importante, assim você será mais eficiente em cada uma das demandas;
  2. Descubra em qual horário você produz mais: após entender em qual momento a sua produtividade aparece, tente distribuir as suas atividades de acordo com ele;
  3. Descanse a mente: trabalhar direto e sem pausas não vão te fazer mais eficiente e produtivo, na realidade, o que pode acontecer é exatamente o contrário. Você precisa fazer pausas durante o dia para descansar a mente e aliviar a pressão!
  4. Elimine a desordem: ser organizado é essencial para ser produtivo. Por isso, organize o seu espaço de estudos e trabalho! Uma mesa muito bagunçada, por exemplo, pode ser prejudicial a sua capacidade de pensar e se organizar mentalmente, o que afeta diretamente na sua concentração no trabalho.

Chegou a hora de mudar o seu futuro!

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Como consultar o CPF na Receita Federal? + dicas para regularizar

Está na dúvida sobre a regularidade do seu cadastro de pessoa física? Saiba como consultar o CPF na Receita Federal do Brasil.

No site da Receita Federal, você consegue verificar se o seu Cadastro de Pessoa Física está suspenso, cancelado ou nulo e fazer as devidas correções.

Estar com o CPF em algumas das situações acima pode causar vários problemas, como: impedimento de abertura de contas e movimentações, não ser contratado por empresas privadas e até não poder ingressar em algum órgão da administração pública municipal, estadual ou federal.

Fizemos um guia completo para te auxiliar. Boa leitura!

O que significa CPF?

O CPF (Cadastro de Pessoa Física) é o documento de identificação de todas as pessoas físicas do Brasil, emitido pelo Governo Federal por meio da Secretaria da Receita Federal do Brasil.

Instituído em um banco de dados, ele é um documento único e intransferível, atualizado ao longo da vida de cada pessoa, e de bebês até idosos, todos precisam ter.

Você sabia ainda que brasileiros ou estrangeiros, residentes no Brasil ou exterior, também podem ter essa inscrição? Pois é, é permitido!

Para que serve o CPF?

O CPF é usado para a realização de transações financeiras, como abrir contas bancárias, adquirir produtos ou serviços que exijam pagamento em dinheiro, comprar imóveis, entre outras. É também necessário para obter a carteira de trabalho, emitir certidões de nascimento, casamento e óbito, e para fins tributários.

Por que é importante manter o CPF regular?

Estar com o CPF regularizado é de extrema importância, isso porque esse documento representa a identificação fiscal de qualquer cidadão brasileiro.

Além disso, com a regularização, você fica protegido contra fraudes e crimes financeiros, pois as informações de identificação são verificadas pelas instituições financeiras e outras organizações.

Portanto, manter o CPF sempre regularizado é fundamental para garantir os direitos individuais, bem como para proteger sua identidade e segurança financeira.

Quais as consequências de estar com o CPF irregular?

Estar com o cadastro em dia é uma obrigação para quem quer realizar concursos públicos, participar de programas do governo, realizar financiamentos ou fazer compras por meio do crédito em lojas físicas, ou online.

Algumas empresas não contratam profissionais que estão com a situação irregular.

Há também restrições para abrir e movimentar qualquer conta bancária (digital, poupança ou corrente), emitir passaporte, receber benefícios previdenciários, retirar prêmios de loterias e outros.

Logo, se não tiver regularizado, ficará limitado de realizar muitas coisas na sua vida financeira. 😓

<Leia também: entenda os benefícios da educação financeira />

Quando um CPF é considerado irregular?

Há vários motivos para um CPF ser considerado não regular. Veja na tabela abaixo as diferenças de cada situação!

CPF PENDENTE DE REGULARIZAÇÃONesse caso, pode ter não entregue a declaração de imposto de renda nos últimos anos ou tenha caído na malha fina da RFB.
CPF SUSPENSOO cadastro pode estar com alguma informação incorreta ou ainda incompleto. Válido lembrar que os dados são cruzados com as informações do Poder Judiciário Eleitoral. E se você não votou e não regularizou a situação, também pode se enquadrar nessa situação.
CPF CANCELADORegistro de alguma multiplicidade (gerar CPF repetido, por exemplo) no ato de inscrição, ter perdido o documento, ter sido roubado ou ainda devido à decisão administrativa e judicial.
CPF NULOQuando consta alguma fraude na inscrição, causando assim a anulação da inscrição da pessoa física.
CPF COM TITULAR FALECIDONesse caso é registrado o falecimento do portador da inscrição.

Como consultar o CPF na Receita Federal? Conheça o passo a passo

A situação do cadastro pode ser consultada pelo próprio contribuinte no site da Receita Federal. No endereço eletrônico também é possível consultar informações cadastrais, confirmar a autenticidade do documento e ainda emitir comprovante da situação do cadastro.

Verifique o passo a passo:

1 – Acesse o site da Receita Federal (https://www.gov.br/receitafederal/pt-br)

Passo 1.

2 – Procure por “Meu CPF”

Passo 2

3 – Na parte de Serviços em destaque, clique em “Consultar CPF (pessoa física)”

Passo 3

4 – Agora, selecione o botão verde “Iniciar”

Passo 4

5 – Na nova página, abrirá dois campos. Insira o número de inscrição e a data de nascimento. Posteriormente, clique no Captcha.

Passo 5.

Como regularizar um CPF irregular?

Se você quer praticidade, o procedimento também pode ser feito pela internet, seja pelo computador ou pelo aplicativo da Receita Federal.

Mas, atenção. Isso só dá para fazer se seu CPF estiver suspenso, nos demais casos você deve ir presencialmente em alguma unidade da RFB.

Onde fazer o procedimento e quanto custa?

ONDE FAZERCUSTO
Pela internet, se o CPF estiver suspensoGrátis
Agências do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, dos Correios ou dos Cartórios de Registro CivilR$ 7,00
Representações diplomáticas brasileiras no exteriorGrátis

Observação: o pedido de regularização de CPF de pessoas falecidas e de residentes no exterior — quando estiverem no Brasil — deve ser feito diretamente em uma Unidade de Atendimento da Receita Federal

Documentos necessários para regularização

Pessoa maior de 16 anos

  • Documento de identificação do contribuinte, que comprove naturalidade, filiação e data de nascimento;
  • Número de inscrição no CPF;
  • Para brasileiros com idade dos 18 aos 69 anos: título de eleitor, protocolo de inscrição ou qualquer outro documento que comprove o alistamento eleitoral ou certidão da Justiça Eleitoral atestando a inexistência da obrigatoriedade do alistamento eleitoral.

Pessoa menor de 16 anos, tutelado, curatelado ou outra pessoa sujeita à guarda judicial

  • Documento de identificação do menor, tutelado, curatelado ou de outra pessoa física sujeita à guarda judicial, que comprove naturalidade, filiação e data de nascimento;
  • Documento de identificação de um dos pais, tutor, curador ou responsável pela guarda em virtude de decisão judicial;
  • Documento que comprove a tutela, curatela ou responsabilidade pela guarda, conforme o caso, de incapaz ou interdito;
  • Número de inscrição no CPF.

Regularização pelo procurador do(a) interessado(a)

  • Documentos dos itens “a” ou “b” acima, conforme o caso do documento de identificação do procurador;
  • Documento do procurador que comprove sua inscrição no CPF;
  • Instrumento público de procuração, ou instrumento particular com firma reconhecida;
  • O instrumento público de procuração lavrado no exterior ou o instrumento particular com firma reconhecida no exterior devem ter sua validade reconhecida por repartição consular brasileira.

Pedido de regularização feito em representação diplomática brasileira

Além dos documentos anteriores, conforme o caso, também é preciso preencher e apresentar o formulário “Ficha Cadastral de Pessoa Física“.

Fonte: Pexels.

Dica: dá para regularizar o CPF pela internet [guia completo]

Veja como!

  1. Acesse o site oficial da Receita Federal. Posteriormente, clique na opção “Meu CPF”, que consta na página inicial;
  2. Logo após, você encontrará os serviços em destaque e selecione “atualizar o CPF” de Pessoa Física;
  3. Será aberta uma nova página, daí clique em “etapas para realização desse serviço”;
  4. Confira as informações pessoais disponíveis e desça até achar “Canais de Prestação > Regularizar CPF que esteja suspenso”;
  5. Essa etapa é muito importante. Será aberto uma página com diversos campos e você deve preencher conforme consta na certidão de nascimento ou de casamento. Confira todos os dados e clique em enviar.

É muito importante que você anote o protocolo e guarde ele. Por fim, basta esperar o prazo para obter a resposta.

Caso for fazer a ação pelo aplicativo, procure na loja de aplicativos por “CPF Digital” e siga as instruções indicadas.

Observação: CPF pendente de regularização 🦁

Se você deixou de entregar alguma declaração de imposto de renda nos últimos anos como contribuinte, pode ter sido inserido nessa classificação. Para ajustar, basta entregar as declarações faltantes no programa de declaração de imposto de renda da RFB.

CPF irregular é a mesma coisa que nome sujo? Entenda

Não. Esses são termos completamente diferentes.

Nome sujo é alguém que está com dívidas e o nome fica negativado nas listagens de órgãos de proteção ao crédito. Já o CPF irregular são outras situações relacionadas ao cadastro ou regularidade com o fisco, e não sobre o endividamento.

Mas, a irregularidade pode afetar sua vida financeira!

Por exemplo, se o CPF for considerado irregular, as informações contidas nele não podem ser usadas para calcular o score Serasa. Isso pode resultar em um score mais baixo do que o esperado e, consequentemente, afetar a capacidade de obter crédito.


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Consultor de TI: o que faz esse profissional e como se tornar um

É fato que o mundo está cada vez mais digital. Por isso, ainda que uma empresa não ofereça produtos ou serviços a seus clientes diretamente pela internet, ter uma estrutura de tecnologia adequada nos bastidores é praticamente uma obrigação. Neste contexto, a posição de consultor de TI tem sido cada vez mais necessária.

O objetivo de quem contrata esse profissional – ou ainda uma consultoria – é garantir que o negócio esteja adequado às melhores práticas do mercado, mantendo-se atual, econômico e competitivo.

No artigo abaixo, falamos mais sobre quem é esse consultor, as habilidades necessárias para a função e ainda damos dicas para iniciantes que querem construir um portfólio. Confira!

Consultor de TI: quem é e o que faz esse profissional?

Consultor é o nome dado a quem faz o papel de aconselhamento. O objetivo desse profissional, independentemente do tipo de consultoria prestada, é dar condições a um terceiro para que este tome uma decisão ou execute alguma ação.

No contexto de tecnologia, o consultor de TI é responsável por apoiar seus clientes, em geral empresas, na construção ou melhora de suas infraestruturas. Isso pode significar um site, um software, um sistema de ERP ou a própria rede.

Normalmente, o consultor é especializado em uma área específica. Isso lhe dá condições para identificar falhas e oportunidades com maior assertividade e, a partir disso, propor metodologias ou ações adequadas para resolver problemas ou escalar pontos fortes.

< Leia também: Procura por profissionais de tecnologia cresce 671% durante a pandemia />

Principais soft skills de um consultor de TI

Hoje em dia, quando as empresas buscam por um bom e completo profissional, elas não olham apenas para suas habilidades técnicas. É claro que o nível de conhecimento o torna bom e apto para uma atividade. Porém, são as sutilezas, ou seja, as soft skills, que o tornam completo.

Falando sobre as soft skills de um consultor de TI, uma das mais necessárias é a comunicação. Afinal, é preciso de articulação para expressar as ideias e objetivos do projeto. Um consultor independente de TI, que não tem uma estrutura empresarial por trás, precisa ainda mais dessa característica, já que é ele mesmo quem também negocia contratos e condições.

Resiliência tem sido uma palavra comum entre os adjetivos corporativos. E pensando que o universo da tecnologia muda rapidamente, ela é bastante necessária. Isso porque, é preciso conseguir se adaptar a essas mudanças e ter maturidade para aprender com as experiências acumuladas.

Considerando que, muitas vezes, as demandas da consultoria envolvem a colaboração de outros times – como, por exemplo, na implementação de soluções que conectem o TI ao negócio – saber trabalhar em equipe e ter bom relacionamento interpessoal também é primordial.

Principais hard skills que um consultor de TI precisa ter?

Evidentemente, além das habilidades sutis, para ser um consultor estratégico em TI também é preciso ser bom tecnicamente. Isso significa ter um bom nível de conhecimento na área de tecnologia e um nível ainda mais aprofundado na área de atuação.

Caso o profissional escolha aconselhar o cliente sobre a implementação de uma rede, por exemplo, é preciso ter domínio sobre temas como arquiteturas de rede e componentes relacionados, como roteadores, firewalls e servidores.

Em um contexto geral, algumas das hard skills mais buscadas pelo mercado em um consultor de TI de acordo com os projetos são:

  • Linguagens de programação;
  • Computação em nuvem;
  • Arquitetura de rede;
  • Sistemas e equipamentos;
  • Segurança da informação.

Como conquistar as hard skills necessárias para se tornar um consultor de TI

Se você tem interesse em trabalhar em uma consultoria de TI ou ainda atuar como consultor independente de TI, é preciso aprender e desenvolver as habilidades técnicas associadas a esse mercado.

Diferentemente das soft skills, que estão relacionadas a comportamentos, as hard skills precisam ser aprendidas em cursos, faculdades e workshops. Neste contexto, a graduação de Sistemas de Informação é uma das mais buscadas pelos futuros consultores.

Nela, os alunos aprendem a criar, desenvolver e gerenciar sistemas. Para isso, os módulos incluem temas como lógica de programação, gerenciamento de sistemas, linguagens e metodologias.

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Como funciona uma consultoria de TI?

Basicamente, a consultoria de TI cumpre as mesmas funções de um consultor independente. A diferença é que ela possui uma estrutura corporativa mais robusta, com setores e profissionais dedicados a cada função.

Nós explicamos: na hora da negociação, o cliente encontrará uma área responsável por essa etapa, capaz de definir as melhores condições e elaborar contratos personalizados. Já o serviço pode ser executado por mais de um profissional, a depender da necessidade do negócio.

Se o objetivo for implementar um sistema de nuvem e um software, por exemplo, a consultoria será oferecida por profissionais diferentes, cada um dedicado à sua área de especialização.

Em resumo, ao contratar uma consultoria de TI, o cliente espera receber orientações sobre como implementar ou melhorar uma infraestrutura. O processo inclui análises, planejamento e acompanhamento das atividades.

Quem costuma precisar de um consultor de TI?

É um engano pensar que apenas empresas de grande porte ou que trabalham com produtos digitais possuem estrutura de tecnologia. Na prática, a maior parte dos negócios da atualidade, independentemente do tamanho, usa rede de computadores, softwares de gestão e/ou sistemas em nuvem. Isso significa que, em algum momento, elas precisarão criar ou atuar em seus sistemas de tecnologia e, consequentemente, recrutar um profissional.

Neste caso, não existe uma regra sobre qual é o cliente de um consultor de TI. Na verdade, o que define é a necessidade que cada um tem dentro do seu negócio e objetivos.

Considerando os benefícios obtidos a partir desse trabalho, é esperado que um número cada vez maior de empresas busque por esse profissional.

Consultor de TI só pode atuar em empresa de consultoria?

Se você busca por uma resposta direta, essa resposta é não. Na verdade, o mais comum é que esse profissional esteja realmente dentro das consultorias. Afinal, quando as empresas buscam pelo serviço, esse costuma ser o caminho padrão.

Entretanto, o consultor de TI pode estar diretamente dentro de uma empresa-cliente. Isso acontece quando a companhia possui um grande porte ou conta com demandas recorrentes, nas quais é esperado que um profissional atue com rapidez.

Além disso, o formato de consultor de TI freelancer tem sido cada vez mais oferecido. Nele, um profissional especializado em uma área da tecnologia oferece e presta seus serviços diretamente para as empresas, fazendo desde análise até o acompanhamento dos projetos.

Como um consultor de TI iniciante pode construir seu portfólio?

Um portfólio deve ser capaz de resumir as entregas de um profissional e até mesmo destacar os resultados obtidos a partir delas. No caso do portfólio de um consultor de TI iniciante, em que não existem muitos projetos executados, é preciso que o profissional destaque sua formação, especialização e principais conhecimentos técnicos. Assim, o cliente pode identificar se ele atende, ou não, às necessidades do negócio.

Caso o profissional já tenha prestado consultoria, é importante dar detalhes de como foi esse processo. Quais eram as dores da companhia, a qual conclusão o profissional chegou a partir da análise e qual ação foi tomada para resolvê-la.

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Com o valor de apenas uma mensalidade, o aluno tem acesso a diversos conteúdos, elaborados e oferecidos por profissionais reconhecidos do mercado. Quer saber mais como isso funciona? Clique aqui.

Ciência de Dados: conheça 5 áreas de atuação para seguir carreira!

Quando falamos das profissões em tecnologia, as áreas de atuação da ciência de dados ganham destaque. ⭐

Atualmente, vivemos em uma sociedade em que o Digital se tornou a principal forma de atuação no mercado. Dentro dessa linha, o uso de dados é um importante fator para as empresas alcançarem seus resultados, pois as tomadas de decisões, geração de receita e até a gestão de pessoas são realizadas a partir de uma análise de dados

Por isso, as áreas de atuação da Ciência de Dados têm sido bastante procuradas por pessoas. 🫂

De acordo com relatório do Fórum Econômico Mundial sobre profissões do futuro, a ciência de dados é uma das áreas que lideram o ranking, tendo um grande número de oportunidades e salários. Isso tudo como fruto do avanço da tecnologia que permitiu a criação de programas e sistemas movidos à informação e que melhorem os processos das empresas em geral.

Neste artigo você vai entender um pouco mais sobre essa carreira e as 5 principais áreas de atuação para escolher a que mais combina com você. Continue a leitura e descubra! 👇

O que é Ciência de Dados?

Como seu próprio nome diz, a Ciência de Dados é uma área multidisciplinar que organiza e analisa os dados da empresa. Em outras palavras, é uma função que busca capturar, processar, transformar, analisar e interpretar os dados em busca de um resultado específico e melhora contínua de um processo. 

O dia a dia dessa profissão, como lida com um grande número de informações, exige bastante dedicação, atenção e complexidade. Olhar e trabalhar com um dado não basta deduzir, precisa entender todo o contexto em que ele foi inserido e como interpretá-lo de forma que contribua para uma solução e melhoria de uma ação. 👏

Assim, em sua rotina, o profissional de dados pode encontrar padrões que identifiquem um determinado comportamento ou uma possível tendência para o mercado, além de trabalhar junto com o departamento de TI e até mesmo mexer com programação.

Ou seja, a Ciência de Dados é uma área abrangente, com cargos que se encaixam em diferentes perfis profissionais e demandam conhecimentos específicos. Além de serem necessários em qualquer empresa que pretende prosperar no mercado atual, principalmente aqueles que investem em tecnologia e inovação, como é o caso das startups.

Por isso, é uma das carreiras que mais crescem no Brasil. 📈

Curso de Graduação em Ciência de Dados

Se você tem interesse pela área deve entender melhor como é o curso de Ciência de Dados e como ele lhe prepara para uma carreira. 

Já é claro que com a ciência de dados as informações utilizadas pelas empresas são aperfeiçoadas, estimulam a competitividade e trazem inovação aos processos, certo?

Para uma estabilidade e crescimento profissional, é necessário investir em uma graduação de qualidade e com bastante teoria e prática para o mercado.

Por isso, a maioria dos cursos abordam temas matemáticos e também de interpretação, pois é uma área marcada pelo entendimento de dados. 🎲

Grade curricular de Ciência de Dados

As disciplinas estudadas no curso de Ciências de Dados normalmente incluem:

  • Algoritmos e Programação de Computadores;
  • Aprendizado de Máquinas;
  • Aprendizado Profundo;
  • Banco de Dados;
  • Cálculo;
  • Computação Escalável;
  • Desenvolvimento Web;
  • Engenharia de Software;
  • Estatística e Probabilidade;
  • Estruturas de Dados;
  • Ética, Cidadania e Sociedade;
  • E muito mais.

Sendo que sempre voltados em mostrar na teoria e prática os fundamentos e aprofundar o conhecimento, como é o caso aqui na Faculdade XP. Nossos módulos são voltados para bootcamps e aulas teóricas e práticas. 😉

Além disso, é uma área que permite que qualquer pessoa aprenda, desde que goste de lidar com tecnologia, dados e estatísticas.

5 áreas de atuação em Ciência de Dados

deep learning
Ciência de Dados. Fonte: Getty Images.

Ao se formar em Ciência de Dados e construir uma carreira na área, não é apenas a opção de cientista de dados que é possibilidade de atuação. Existem outras áreas de atuação a se investir. 

👉 Conheça as 5 principais e mais procuradas pelos interessados na área.

Cientista de Dados

Essa é a função mais conhecida e que entra no perfil mais matemático e analítico de profissionais. São as pessoas que pensam nas perguntas que desejam que os dados respondem, passam demandas para os engenheiros de dados e possuem uma visão mais estratégica. 

O cientista também tem conhecimentos sobre linguagens de programação, como SQL e Python, além de modelagem para criar estruturas que dão coerências a um conjunto de dados.

Em relação ao mercado, é a que encontra maiores oportunidades, e tem uma média de piso salarial de R$ 6.641,74, de acordo com o site Salários.com.

Analista de Dados (BI)

O Analista de Business Intelligence, ou apenas de dados, são os profissionais mais ligados a produtos e negócios, pois lidam com relatórios e a visualização dos dados para encontrar os melhores resultados em suas divulgações e execuções.

A maior característica dessa função é que ela se torna mais abrangente por permitir a atuação em áreas mais administrativas. Isso também permite uma grande diversidade de oportunidades, já que toda empresa necessita de um colaborador que mexa com essas informações.

Assim, o profissional não só analisa, como também interpreta os dados de acordo com os objetivos da empresa, sendo o principal atuante na tomada de decisão dos negócios.

Sua média salarial no Brasil é de R$ 4.277,00 segundo o Glassdoor.

Arquiteto e Engenheiro de Dados

Aqui a responsabilidade é criar sistemas para processar os dados da empresa. Assim, possui uma rotina mais intensa de programação.

Seu trabalho é sempre estimular e entender as necessidades da empresa e desenvolver a arquitetura completa de gerenciamento de dados.

Sua média salarial é de R$ 9.803,00, segundo o Glassdoor.

Engenheiro de Software

São os profissionais responsáveis por criar e atualizar e softwares usados pelo usuário final. Ou seja, tem importante papel na interface com o cliente, além de poder atuar na administração de bancos de dados, manutenção dos sistemas e gestão de projetos. 

A média salarial no país é em torno de R$ 9.066,00, segundo o site Salário.com.

Engenheiro de Machine Learning

Menos conhecido, essa área engloba os perfis que enxergam padrões nos dados e criam modelos mais inteligentes e automatizados para seu uso.

É aqui que funciona o aprendizado entre máquina e ser humano, o deep learning, exigindo mais tempo e experiência para sua plena atuação.

Sua média salarial é de R$8.800,00, segundo o site Salário.com.

Por que a Ciência de Dados é considerada uma profissão do futuro?

Os profissionais que adquirem uma formação em Ciência de Dados encontram um mercado de trabalho aquecido no Brasil, com oportunidades em vários setores e salários acima da média. Isso ocorre devido ao crescimento do uso da tecnologia para cada vez mais tarefas de empresas e até mesmo as cotidianas.

Hoje é difícil encontrar alguém ou alguma marca que não abuse da tecnologia para uma ação. E para essa execução são necessários dados para funcionar. 

Assim, a Ciência de Dados é considerada uma profissão do futuro porque auxilia as empresas a terem uma visão clara do que seus clientes pensam sobre suas marcas e concorrentes, atingindo seu máximo de resultados e expectativas, sem falar no destaque frente à concorrência. 🤩

Somente em 2021 no Brasil, houve um crescimento de 485% na busca por profissionais que trabalham com dados. A tendência é que o número desses profissionais e de oportunidades só aumentem nos próximos anos.

👉 Sabendo disso, só depende de você ter sucesso na carreira em Ciência de Dados. Agora que você sabe as principais áreas de atuação, conheça nosso curso e veja como se preparar desde já para o mercado. 🚀

MQL e SQL: entenda a qualificação de leads e sua importância

Na maioria das empresas, um dos principais objetivos da equipe de marketing é gerar leads. Afinal, quanto maior o número de leads, maior a chance de venda da empresa. Mas, não basta conquistar os leads e não saber qualificá-los para a compra, certo? Por isso, MQL e SQL existem. 

Em resumo, MQL e SQL são duas estratégias do Marketing Digital para identificar em qual estágio do funil de vendas estão os leads da sua base de dados.

Neste artigo, vamos explicar o que são MQL e SQL, qual a diferença entre cada estratégia e a importância de ambas. Boa leitura!   

MQL e SQL: entenda os conceitos

MQL é a sigla para Marketing Qualified Leads, que em tradução livre para o português significa Lead Qualificado para o Marketing. Basicamente, o MQL é aquela pessoa que sabe que tem um problema e está procurando uma solução. Em outras palavras, um MQL é um “lead quente”. 

SQL é a sigla para Sales Qualified Leads, que em tradução livre para o português significa Lead Qualificado para Vendas. Em síntese, o SQL é o lead que já foi trabalhado pelo marketing e está muito próximo de finalizar a compra porque entendeu que a solução oferecida pela sua empresa é a ideal para ele.   

Diferença entre MQL e SQL

Agora que você sabe o que significa MQL e SQL, já dá para perceber algumas diferenças entre os dois conceitos, não é mesmo? 

Apesar de ainda estar nos estágios iniciais do funil de vendas, o MQL é um lead que já conhece a sua marca e já interagiu com alguns conteúdos, como blogspot, e-book, etc. Ou seja, é uma pessoa que já identificou o seu problema e está procurando uma solução, mas ainda não tem certeza da melhor solução. Por isso, o marketing precisa continuar nutrindo e qualificando o MQL para que ele se torne um SQL em potencial. 

O SQL é o lead que está nos estágios finais do funil de vendas e já sabe qual é a melhor solução para o seu problema. Entretanto, agora ele precisa escolher a empresa com a melhor solução, que seja confiável e apresente um bom custo-benefício para ele. Por isso, nessa etapa é importante entrar em contato com o lead e explicar porque sua solução é a melhor decisão de compra para ele.    

Funil de vendas no MQL e SQL

O funil de vendas é uma estratégia do marketing utilizada para acompanhar a jornada do consumidor digital visando atrair o seu público-alvo para, posteriormente, guiá-lo na tomada de decisão de compra. 

De forma bem simples, o funil de vendas é dividido em topo, meio e fundo, conforme a imagem:

Funil de vendas é importante para qualificar os leads em MQL e SQL.
Acompanhar o percurso dos leads no funil de vendas é imprescindível para qualificar os leads em MQL e SQL.

Para que um cliente percorra todas as etapas do funil, algumas ações são desenvolvidas pela equipe de marketing e de vendas. Abaixo, falamos sobre as principais ações: 

Etapas e ações envolvidas no MQL 

Um lead qualificado para o marketing está no topo do funil. Isso significa que o primeiro contato dele com a sua empresa é através de conteúdos disponíveis na internet. Portanto, para atrair leads é importante criar conteúdo rei, ou seja, conteúdos atrativos e relevantes.  

O relatório “State of Inbound Marketing Trends” da Hubspot mostra que os principais canais de marketing são: 44% redes sociais, 36% websites e blog e 32% marketing de conteúdo.

Entre os conteúdos que as empresas costumam disponibilizar estão:

  • E-books;
  • Materiais personalizáveis, como planilhas e cronogramas;
  • Newsletters;
  • Relatórios e pesquisas de mercado;
  • Webinars e workshops gratuitos.

Dessa forma, as pessoas podem conhecer a empresa e ter uma prévia do que ela pode oferecer. 

Etapas e ações envolvidas no SQL 

Um SQL é um lead qualificado para venda, que está entre o meio e o fundo do funil. Ou seja, ele já passou da primeira fase de ser nutrido com informações sobre a empresa e as suas soluções, e está mais perto da fase de finalizar a compra e se tornar cliente. 

Nesses casos, as principais ações são:

  • Agendar uma conversa com o lead;
  • Compartilhar provas sociais e feedbacks dos clientes sobre a empresa;
  • Apresentar o produto ou serviço com mais detalhes e esclarecer dúvidas. 

<Leia também: Cold Calling: o que é e como difere do telemarketing/>

Como transformar um MQL em SQL?

Normalmente, a transição entre um lead qualificado para o marketing e um lead qualificado para venda acontece aos poucos e leva um tempo. A cada interação entre a empresa e o lead, ele vai se aproximando de se tornar um SQL.

Entretanto, identificar esse momento de mudança entre MQL para SQL não é tão simples. Por isso, é importante definir os KPIs e ficar atento a algumas ações do lead, como quantos conteúdos de valor ele baixou ou se interessou, quantas vezes ele visitou uma página de alto valor da sua empresa, etc. 

Qual a importância do MQL e SQL na qualificação dos leads?

Qualificar leads é um processo que traz diversos benefícios para o setor de vendas. Por exemplo, otimização do tempo e dos recursos para converter uma venda, e aumento na taxa de conversão de clientes. Por isso, é tão importante classificar os leads em MQL e SQL.

Como classificar leads em MQL e SQL

Para qualificar os leads da maneira correta, você precisa saber classificá-los e identificar os MQLs e SQLs. Para te ajudar, trouxemos um passo a passo de como fazer essa classificação corretamente:

Defina a sua persona

Em primeiro lugar, você precisa conhecer o seu público-alvo e definir uma persona para ele. Saber quem você quer alcançar é fundamental para criar os conteúdos certos e montar uma estratégia de marketing de sucesso. Além disso, ter uma persona ajuda a entender com mais facilidade o comportamento do lead durante a jornada do cliente.   

Integre o time de marketing e vendas

Chamado de “vendamarketing”, a integração da equipe de marketing e da equipe de vendas visa otimizar e tornar o processo de aquisição e retenção de clientes mais eficiente. Por isso, é importante firmar SLAs — Service Level Agreements (Acordos de Serviço em tradução para o português) para alinhar quando um lead já pode ser contactado e documentar as responsabilidades de cada área. 

Defina os KPI’s de classificação

Os KPIs são Indicadores-chave de Performance utilizados para mensurar quais estratégias estão dando bons resultados para o negócio. No caso da classificação de leads, os KPIs são importantes para otimizar o trabalho do time de vendas e fazer vendas mais assertivas. 

Para isso, você pode utilizar diversos KPIs, como:

  • Custo por Lead (CPL);
  • Percentual de clientes ativos;
  • Taxa de conversão de visitantes para Leads.

Utilize ferramentas de automação

Uma ferramenta de automação, como o CRM (Customer Relationship Management), é importante para acompanhar o progresso dos leads no funil de vendas. Dessa forma, é possível ter insights sobre o comportamento deles na jornada de compra, saber como nutri-los da maneira correta, de acordo com os seus interesses, e criar segmentações para cada estágio do lead.      

Acompanhe a jornada do cliente

Assim como é importante conhecer o seu público-alvo, é importante acompanhar a sua jornada de compra até ele decidir fechar um negócio. Isso porque os consumidores estão mais céticos na hora de finalizar uma compra e conhecer o seu consumidor é necessário para prever algumas situações e montar ações de marketing específicas. 

Analise os resultados

Colha o máximo de informações possíveis para analisar quais ações estão dando certo, quais precisam ser melhoradas ou podem ser deixadas de lado. Para isso, tome como base os KPIs definidos e faça uma análise dos dados fornecidos pelas ferramentas de automação e pelos times de marketing e de vendas. 

Reajuste o processo

Logo após analisar os resultados e identificar os pontos de melhoria, é hora de refinar o seu processo de conversão de leads e melhorar as estratégias que estão sendo aplicadas. Esse processo de refinar os processos é muito importante porque sempre há algo para melhorar e deixar o conteúdo produzido mais a cara da sua persona. 

Exemplo prático de classificação MQL e SQL

Para você entender como a classificação de leads acontece na prática, vamos a um exemplo.

Imagine que você trabalha vendendo imóveis. Um MQL é uma pessoa propícia a baixar um e-book sobre “as diferenças entre aluguel e compra de um imóvel”, enquanto um SQL é mais provável baixar um conteúdo sobre “os 5 passos para financiar uma casa”.

Essa diferença de interesses acontece porque um MQL ainda está em dúvidas sobre o que ele precisa, enquanto um SQL já tem certeza da sua necessidade e está apenas pesquisando para tomar a sua decisão. 

Conclusão

Ao longo deste artigo falamos sobre a classificação de leads em MQL e SQL e como eles são importantes para a estratégia de uma empresa. Quando classificados e bem nutridos, os leads se tornam excelentes oportunidades de vendas.  

Se você gostaria de aprender mais sobre qualificação de leads, funil de vendas e outros assuntos relacionados ao Marketing Digital, te indicamos o Bootcamp de Analista de Marketing Digital da Faculdade XP