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Veja como organizar metas e objetivos! 7 passos para realizá-los!

Tirar suas metas do papel parece impossível? Entra ano e sai ano e parece que sua vida está estagnada? Essa é uma sensação muito comum, mas a boa notícia é que é possível aprender como organizar metas e objetivos e começar, de fato, a realizá-los.

Com dicas práticas, todo mundo pode realizar sonhos e viver o agora, sem se esquecer do futuro. Entretanto, para isso, é preciso:

  • disciplina;
  • organização;
  • autoconhecimento;
  • aprender como fazer o seu dinheiro trabalhar para você. 

E é sobre isso que vamos tratar ao longo deste artigo. Confira um passo a passo simples de como planejar metas e objetivos para que eles se tornem uma realidade, independentemente de qual seja o seu salário.

Ficou curioso? Então, pegue lápis e papel e continue lendo!

Como organizar metas e objetivos? Passo a passo

A seguir, listamos um passo a passo simples de como organizar metas pessoais e tirá-los do papel:

  1. Liste suas metas e seus sonhos
  2. Organize as metas em diferentes prazos 
  3. Descubra quanto custa realizar cada meta
  4. Priorize as metas mais importantes para você
  5. Descreva as suas metas de forma mensurável
  6. Divida suas metas em submetas
  7. Defina estratégias de investimento

Entenda melhor sobre cada uma das dicas!

1. Liste suas metas e seus sonhos

Quais são as suas metas e seus objetivos? Responder a essa pergunta é a primeira etapa para quem deseja aprender como definir metas pessoais e/ou profissionais.

Afinal, sem saber o que você quer, é impossível traçar um plano de ação. Os objetivos e as metas funcionam como um mapa, indicando o ponto de chegada. Sem eles, você pode ir para qualquer lugar, o que nem sempre é bom.

Então, o primeiro passo de como organizar metas e objetivos é listar os seus desejos. Inclua todos os seus sonhos e vontades, desde os menores até os maiores. Por exemplo, desde sair para jantar com os amigos no final de semana até se aposentar com tranquilidade.

Cada pessoa tem seu próprio leque de sonhos e, por isso, é preciso olhar para dentro e entender quais são os seus. Aqui o autoconhecimento vai ajudar você.

Neste primeiro momento, não restrinja sua lista. Coloque tudo o que você realmente quer fazer, sem filtro.

2. Organize as metas em diferentes prazos 

Suas metas têm diferentes prazos. Comprar uma casa à vista pode demorar mais tempo do que fazer uma viagem com a família para a praia.

É você – e o seu orçamento – que definem quais os prazos para que cada meta seja alcançada.

De maneira geral, uma sugestão é separá-las em metas de:

  • curtíssimo prazo: para realização em até 3 meses; 
  • curto prazo: devem ser realizadas em até 1 ano; 
  • médio prazo: para até 5 anos; 
  • longo prazo: podendo ser definidas para acima de 10 anos.

3. Descubra quanto custa cada meta

Sem dúvida, para aprender como organizar as metas do ano, é importante saber quanto custa o seu objetivo. Se você deseja comprar uma casa, anote o valor da casa que você deseja ter. Se é uma viagem, tenha em mãos o custo dessa viagem.

Junto com o prazo, o preço ajuda a entender quais são os próximos passos, avaliando de forma mais assertiva quando você, efetivamente, conseguirá realizar o seu desejo.

4. Priorize suas metas

Tendo em mãos a lista de metas, os prazos e os valores, é hora de organizar cada desejo por ordem de prioridade. O que é mais importante para você?

Pode ser que você identifique que nem todos os desejos que você listou podem ser realizados dentro do prazo que você gostaria.

Também é possível que você precise retirar alguns objetivos da lista, pelo menos por agora.

Não desanime! Todo o trabalho que você teve até aqui ajuda a entender quais são as suas prioridades.

E mesmo que você não consiga, em um primeiro momento, colocar em prática todas as metas, você já está em busca de algumas delas. Sem organização, é possível que todas fiquem para trás.

5. Descreva as suas metas de forma mensurável

Quando falamos sobre objetivos estratégicos para empresas, usamos um conceito chamado objetivos SMART. Também é possível aplicá-lo ao processo de aprender como criar metas pessoais.

A ideia é que você crie metas que sejam:

  • Specific (Específicas);
  • Measurable (Mensuráveis);
  • Achievable (Alcançável);
  • Realistic (Realistas);
  • Time based (Temporais). 

Ou seja, se você tem o desejo de comprar um carro, é necessário criar uma meta que defina:

  • quanto custa;
  • para quando você quer;
  • como é esse desejo;
  • porque ele é importante.

Fazer isso não é cumprir um passo burocrático, ao contrário, é uma forma de transformar um simples desejo em um objetivo real.

Como diz Nathalia Arcuri, criadora do Me Poupe e especialista em finanças e investimentos, em diversos vídeos no seu canal do Youtube, “verbo não é meta”. 

Por isso, “comprar um carro” só se torna uma meta real quando há um valor e um prazo associados.

Logo, se você quer incluir a compra do seu carro como meta, é possível descrever esse objetivo da seguinte forma: “eu preciso de R$30 mil, até 2024, para comprar meu carro, porque eu sempre sonhei em ter um carro 0km”.

6. Divida suas metas em submetas

Juntar R$30 mil em dois anos pode ser uma meta desafiadora e desestimulante, afinal, ela é de médio prazo e ainda há tantas demandas para o presente, não é mesmo? Por isso, uma das maneiras de tornar essa meta mais plausível e alcançável é dividi-la.

Para ter R$30 mil em dois anos você precisará juntar R$1.250 por mês ou R$7.500 por semestre, isso em um investimento como poupança, que não é o ideal para uma meta como esta.

Ao entender o quanto você precisa por mês, pode se organizar para “juntar” esse capital mensalmente. Entretanto, é possível fazer esse cálculo semestralmente.

Dessa forma, há como criar oportunidades para fazer uma renda extra que permita esse investimento. Por exemplo: organizar um evento que renda, em seis meses, R$7.500.

Faça isso para todas as metas que são mais importantes para você e observe o seu orçamento. Em alguns casos, será necessário adiar algumas metas. Já em outros, eliminar alguns objetivos e por aí vai.

Perceba que, com essa divisão, desenvolve-se uma visão mais estratégica do que você deseja realizar. Esse é um passo indispensável para quem deseja aprender como organizar suas metas e seus objetivos.

< Aprenda a fazer o seu dinheiro render mais: 4 motivos para sair da poupança hoje + dicas de investimentos />

7. Defina estratégias de investimento

É hora de organizar as estratégias que contribuem para poupar o capital necessário e fazer os investimentos que deseja.

Talvez seja necessário poupar seu dinheiro, reduzindo gastos que não estão associados aos seus objetivos.

Um outro caminho é buscar por opções que ajudem a ganhar mais dinheiro, como um segundo emprego ou uma especialização.

Contudo, além desses dois caminhos, ainda é possível fazer seu dinheiro render mais ao escolher melhores opções de investimentos.

Como escolher o melhor investimento de acordo com as metas pessoais?

Outro ponto relevante na sua busca de como organizar metas para o ano, é entender como deixar o dinheiro rendendo. Aproveitar boas oportunidades de investimento acelera a conquista dos seus sonhos.

Mas, para que isso seja eficiente e realmente traga os resultados desejados, é necessário entender como escolher o melhor investimento de acordo com seus objetivos e suas estratégias.

Por exemplo, se você guarda seu dinheiro na poupança, uma mudança simples é passar a investir em um CDB que pague mais do que 100% do CDI ou comprar títulos do Tesouro Direto.

Tanto o CDB quanto o Tesouro Direto são investimentos seguros, de renda fixa, que, geralmente, rendem mais do que a poupança.  

Renda fixa é uma modalidade de investimento focada na compra e na venda de títulos públicos e privados, nos quais os valores do rendimento que o investidor irá receber são definidos no ato da aplicação, a partir da definição dos indexadores usados.

O CDI e a taxa Selic são exemplos de indexadores que definem o montante pago ao investidor em muitas aplicações, entre elas a poupança.

Como funcionam os indexadores financeiros?

Se a Selic estiver acima de 8,5% ao ano, o rendimento da poupança será de 0,5% ao mês mais a variação da Taxa Referencial (TR). Se a Selic estiver igual ou abaixo de 8,5% ao ano, o rendimento da poupança será equivalente a 70% da Selic mais a variação da TR.

Já o CDI ou Certificado de Depósito Interbancário é a taxa usada pelos bancos para transações de empréstimo entre eles. Essa taxa é muito aproximada à Selic e varia conforme ela oscila.

Logo, é possível dizer que um CDB que paga 100% do CDI está pagando quase 100% da Selic, o que é bem melhor do que os 70% da poupança, mesmo com o desconto do Imposto de Renda.

Veja um exemplo abaixo, de uma aplicação de R$5 mil feita na poupança, no CDB ou no Tesouro Direto. Perceba a diferença de rendimento que você terá ao aplicar o mesmo valor em cada uma dessas opções.

Fonte: Simulador Renda Fixa XP

Saber onde investir ajuda você a faturar mais, fazendo seu dinheiro render e permitindo que as metas e os objetivos sejam alcançados mais rapidamente. 

O Tesouro Direto, por exemplo, é um investimento no qual você compra títulos do Governo e ganha por isso. É como se estivesse emprestando dinheiro para o governo. 

Existem vários tipos de Tesouro Direto e cada um pode ser mais interessante para um tipo de meta que você tenha.

< Leia mais no artigo: Quais são os tipos de Tesouro Direto ideais para suas metas? />

Aprenda a investir bem o seu dinheiro!

E se quiser começar a investir e ter maiores rendimentos, seguem duas dicas. A primeira é assistir ao vídeo abaixo, que preparamos para ajudar você a sair da poupança e ganhar mais com suas aplicações.

A segunda dica é para quem quer organizar metas e objetivos para o ano novo (de curto, médio e longo prazo): estudar e ampliar seus conhecimentos de finanças e investimentos.

Como? Com toda a facilidade de vários cursos online da plataforma XPE Multi +. Ela reúne aulas e conteúdos interativos e muitas opções de educação financeira e de investimentos. basta assiná-la mensalmente e ter acesso a cursos, como:

Agora que você já aprendeu como organizar metas e objetivos, não perca tempo e saiba como investir adequadamente para acelerar a realização dos seus sonhos!

Facilitador de TI: conheça a profissão do futuro!

A profissão de Facilitador de TI é uma das mais promissoras para o futuro. Entre 2018 e 2028 é esperado que essa profissão cresça pelo menos 10% e produza mais de 80 mil oportunidades de emprego apenas nos Estados Unidos! 

E, como as tendências começam lá e depois caminham para o Brasil, temos certeza que teremos um aumento aqui também. 

Por isso, aqueles que se capacitarem primeiro e viverem mais e mais experiências na área, no momento do “boom” da profissão, estes serão os especialistas mais reconhecidos e melhor remunerados. 

Quer conhecer mais sobre a função? Vem conosco! 

O que é um facilitador de TI?

Um Facilitador de TI, nada mais é que um profissional que está sempre à frente do seu tempo. 

Ele estuda e analisa diversas tecnologias e os seus recursos, além de estar sempre de olhos bem abertos para as principais tendências digitais para que, assim, ele possa ter todas as informações que precisa para criar plataformas modernas, responsivas e dinâmicas para os usuários. 

O Facilitador de TI está presente no grande e relevante ramo da Tecnologia da Informação e, com seu trabalho, ajuda na autonomia de usuários de sua tecnologia no ambiente empresarial.

O que faz um facilitador de TI?

Se você tem uma empresa e precisa de plataformas de fácil acesso e gestão, mas não sabe nada de tecnologia, um Facilitador de TI é a solução. 

Como já citado, ele faz a junção das tendências digitais com a tecnologia e encontra maneiras de desenvolver plataformas mais dinâmicas e que deem mais autonomia para os usuários, além do que, essas plataformas são feitas de forma individual para cada ambiente específico.

Principais responsabilidades do facilitador de TI?

Os Facilitadores de TI contam com diversas responsabilidades e elas divergem muito de profissional para profissional, já que depende do tamanho da empresa na qual atua e em qual nível da carreira está. 

Contudo, três das mais importantes responsabilidades são: 

  • Definir estratégias: importante para que as atividades planejadas funcionem em alta performance;
  • Atendimento: o Facilitador de TI precisa estar atento ao chamado de usuários com problemas ou dúvidas a serem resolvidas acerca das plataformas que estão sendo utilizadas;
  • Visitas técnicas: o profissional precisa garantir a implementação de sistemas, as suas configurações e, o treinamento e desenvolvimento de equipes para o uso desses sistemas.

É importante ressaltar que, para que essas responsabilidades sejam atingidas, o profissional precisa ter algumas habilidades como alta capacidade técnica em processos, forte capacidade empática e forte capacidade em resolução de conflitos. 

Pessoas trabalhando na área de Tecnologia da Informação
Facilitador de TI é uma profissão que ainda vai crescer muito no Brasil.

Nós iremos conversar mais sobre essas habilidades no decorrer do artigo. Vamos continuar? 

Mercado de trabalho para o Facilitador de TI?

O futuro do mercado de trabalho para o Facilitador de TI é empolgante: não é atoa que a profissão é considerada uma das mais promissoras para o futuro.

Entre 2018 e 2028, a carreira deve crescer 10% e produzir 83.100 oportunidades de emprego em todos os Estados Unidos, segundo a Zippia.

E, como muitas das tendências empregatícias vêm da terra do Tio Sam, é de se esperar que esse aumento também ocorra no Brasil, de maneira gradativa.

Empregabilidade

Com a forte tendência de contratação dos Facilitadores de TI, junto a um mercado aquecido, é bem provável que você não encontre tantas dificuldades ao procurar trabalho. 

Diversas empresas dos mais diferentes nichos precisam desse profissional. Não importa se é nas indústrias, laboratórios ou até mesmo no agronegócio.

Ou seja: capacitação é o segredo!

Começar com Data Science com foco em Análise de Dados pode ser um ótimo começo.

Salário

Nós sabemos que você quer saber qual o valor exato que um Facilitador de TI ganha mensalmente.

Mas precisamos considerar alguns pontos importantes: 

  • Formação Acadêmica: ou seja, profissionais com mestrado ou doutorado tendem a receber mais;
  • Experiência: quanto mais, maior será o salário;
  • Tamanho da empresa: multinacionais, por exemplo, contam com salários mais altos;
  • Resultados: quanto mais você tiver, mais alto o seu salário pode chegar.

Em suma, segundo o Glassdoor, o salário médio de um facilitador de TI no Brasil é de R$ 3,2 mil por mês. Não esqueça de considerar os aspectos acima, ok? 

Por que o facilitador de TI está entre as profissões do futuro?

Para saber quais serão as profissões do futuro, o Center for Future Work analisou o nosso cenário atual, além de entender mais sobre o comportamento do mercado e produziu um estudo com 21 carreiras que estarão em ascensão nos próximos anos. 

Uma delas é o Facilitador de TI. 

Como a Tecnologia da Informação se tornou essencial para as empresas, muitas das profissões que se relacionam com ela trilham o mesmo caminho: quanto maior o avanço da era digital, maior a necessidade do Facilitador de TI.

Já que esse profissional domina a produção, implementação e gestão de sistemas de informação indispensáveis para as empresas, ele será fundamental com o passar do tempo, sendo assim, uma profissão do futuro extremamente poderosa.

Requisitos para se tornar um facilitador de TI

Ter formação técnica em TI ou nível superior no curso de Ciências da Computação é mandatório para uma carreira de Facilitador de TI. 

Ademais, é preciso conhecer linguagens de programação, cloud computing e segurança da informação, por exemplo. 

Principais habilidades

Além de dominar o inglês e entender bem de números, cálculos e estatísticas, o Facilitador de TI precisa ter algumas habilidades comportamentais e soft skills. São elas:

  • Liderança;
  • Criatividade;
  • Boa comunicação;
  • Bom relacionamento interpessoal;
  • Flexibilidade;
  • Organização;
  • Comprometimento;
  • Foco.

Como se tornar um facilitador de TI?

Para se tornar esse profissional, você precisa começar a estudar. 

Segundo a Zippia, cerca de 63% dos Facilitadores de TI americanos possuem diploma de bacharelado e 18% têm mestrado.

Por isso, invista no seu estudo! 

Alguns cursos que você pode fazer para se especializar junto a faculdade, por exemplo, são: 

Depois siga esses passos:

  1. Estude ainda mais;
  2. Garanta que você tem as habilidades certas para facilitar a tecnologia;
  3. Faça um estágio/treinamento relevante;
  4. Já falamos estude?
  5. Aprenda quais tarefas um facilitador tecnológico cumpre;
  6. Prepare o seu currículo;
  7. Chegou a hora de se candidatar a uma vaga como Facilitador de TI!

Como nós já citamos, estudar é essencial para um Facilitador de TI. Que tal começar estudando pelo nosso MBA em Inovação e Transformação Digital? Ele irá te preparar para usar tecnologias emergentes, entendendo as mudanças culturais, de negócios e quais soluções elas nos trazem. Acesse e saiba mais!

Etapas do processamento de dados: quantas e quais são?

Há alguns anos, era comum que as análises dos dados fossem realizadas horas ou até mesmo dias após a geração das informações. Contudo, atualmente, a necessidade de entregar análises, insights e predições em tempo real é cada vez maior. 

Por isso, é essencial conhecer quantas e quais são as etapas do processamento de dados para que essas atividades sejam executadas de maneira ordenada, o que irá resultar em um arranjo de informações úteis de acordo com o objetivo.

Basicamente, este processamento de dados é o principal objetivo dentro da área de TI das empresas. Afinal, vivemos em uma sociedade que está cada vez mais conectada, gerando inúmeros dados a todo momento. 

Por isso, para o profissional da área, é fundamental conhecer quais são as principais etapas do processamento de dados. Quer saber mais sobre como funciona este ciclo? Então, continue a leitura!

Qual a importância do ciclo de processamento?

O processamento de dados funciona como um filtro, o que garante que apenas as informações realmente úteis e relevantes para a empresa sejam separadas das demais.

Isso porque, atualmente é possível encontrar diferentes fontes de geração de dados, como por exemplo:

  • dispositivos de Internet das Coisas;
  • sistemas de gestão mais integrados;
  • aplicativos móveis;
  • redes sociais, etc. 

Para possibilitar a análise em tempo real das informações, novas técnicas e ferramentas são necessárias.

Neste novo contexto, conhecimentos que são aplicados nas aplicações batch tradicionais (que não são em tempo real) continuam válidos (como em técnicas de BI e projetos de Data Warehouse). 

Mas é necessário que os profissionais de processamento de fluxos contínuos de dados entendam de bancos de dados NoSQL, ferramentas de mensageria, streaming e aprendizado de máquina (Machine Learning).

O profissional responsável pela arquitetura de processamento de fluxo contínuo de dados precisa entender as diferentes etapas do fluxo, que também é conhecido como pipeline. ⭐

As atividades envolvidas neste ciclo de processamento normalmente são divididas em cinco etapas, como você verá a seguir.

Quantas e quais são as etapas de processamento de dados?

Para responder à principal dúvida, quantas e quais são as fases do processamento de dados, é necessário entender que tudo faz parte de um ciclo e, por isso, cada passo deve ser feito em uma ordem. 

Como esse processo é cíclico, o estágio de saída pode resultar em uma repetição da fase de coleta, resultando, assim, em outro processamento de dados, dependendo dos objetivos da organização.

  1. Coleta de dados;
  2. Preparação;
  3. Entrada;
  4. Processamento de dados;
  5. Saída.

Confira em detalhes cada uma das etapas do processamento de dados.

Etapa 1: coleta de dados 

A primeira etapa do processamento é a coleta de dados brutos. O tipo das informações coletadas têm impacto no resultado da saída, portanto, precisam ser retiradas de fontes definidas e precisas.

Então, neste momento deverão ser definidos os formatos de dados que serão utilizados para transmissão entre a fonte de dados e ferramenta de stream processing. 

💡 Para que uma arquitetura mais robusta seja provida é recomendado a utilização dos chamados barramentos de mensagens (brokers), que tem como propósito desacoplar o recebimento das mensagens do processamento. 

A escolha do broker deve considerar alguns aspectos que serão definidos pelo profissional responsável pela arquitetura, sendo eles:

  • persistência de dados; 
  • alta disponibilidade; 
  • tolerância a falhas.

Etapa 2: preparação

Essa preparação, também chamada de limpeza de dados, tem o objetivo de excluir informações repetidas e retirar o que se considera dados inúteis (de acordo com o objetivo do projeto). 

Ao final dessa limpeza, restarão apenas os dados que são realmente necessários e de qualidade, para então partir para a etapa seguinte.

< Leia também: O que faz um Dataminer e como é a sua rotina? />

Etapa 3: entrada

A etapa de entrada refere-se à captação de dados brutos, que são convertidos para um formato legível por máquinas. Após este processo, eles são alimentados na unidade de processamento.

Uma grande quantidade de poder de processamento é necessária para analisar informações complexas. Por isso, a maioria dos dados segue uma sintaxe formal e rigorosa. Isso permite que o mecanismo de entrada de dados tenha menos trabalho computacional, além de reduzir erros. 

Etapa 4: processamento

Esta fase irá variar de acordo com o objetivo do projeto estabelecido e a origem dos dados que estão sendo processados. 

Basicamente, é o momento em que os dados brutos são submetidos a métodos de processamentos usando aprendizado de máquina e inteligência artificial, para que então seja possível gerar uma saída desejável.

Etapa 5: saída

Por fim, após a etapa de processamento, os dados são transmitidos para o usuário de uma forma legível. Isso pode ser feito por:

  • documentos;
  • tabelas;
  • gráficos;
  • vídeos, etc.

Lembre-se de que após essa saída, os dados devem ser armazenados para, assim, possibilitar um novo ciclo de processamento caso necessário. 

Afinal, uma informação que hoje talvez não seja atrativa para uma análise, pode ser muito relevante em um segundo momento. 

Sendo assim é essencial não descartar dados que possam gerar valor para os negócios, pois como disse o matemático inglês Clive Humby:

Dados são o novo petróleo

profissional do processamento de dados
O profissional responsável pelo processamento de fluxo dos dados precisa entender tudo sobre as diferentes etapas

Como trabalhar com processamento de dados?

O profissional que deseja ser analista de processamento de dados deve entender que esse é um trabalho dinâmico, com a necessidade de apresentar insights inteligentes e robustos. Exatamente por isso, é necessário adquirir conhecimentos específicos.

Neste sentido, uma boa escolha são cursos especializados práticos, imersivos e hands-on, que irão proporcionar o aprendizado técnico necessário para você começar a atuar.

Para quem já possui uma formação, mas quer se especializar em Ciência de Dados, existem ainda as pós-graduações e MBAs, focados em desenvolver profissionais competentes para esse mercado. Em poucos meses, você já garante sua especialização e ingressa em uma nova profissão. 🤩

Inclusive, como o mercado de trabalho anda bastante aquecido, o número de oportunidades é cada vez mais expressivo.

Então, não perca tempo! Dê agora mesmo este passo decisivo na sua carreira. Conheça nosso Bootcamp em Ciência de Dados e se torne um profissional desejado neste mercado que cresce mais e mais a cada dia. E os benefícios não param por aí. Assinando a plataforma XPE Multi+, você terá acesso liberado a dezenas de cursos para se aprimorar e fazer a sua carreira decolar. Seja Multi+!

Estimativas de projeto: caminhos e ferramentas para previsões assertivas

Existem, no mercado, inúmeras técnicas de estimativas de projetos de software disponíveis. Para te ajudar a otimizar suas previsões, apresentamos e comparamos duas das mais utilizadas: Planing Poker e Wideband Delphi.

Uma das grandes dificuldades dos gerentes de projetos é estimar o tempo necessário para que a iniciativa se realize. Mesmo profissionais experientes encontram dificuldades para prever, com precisão, o tempo, os recursos e os custos atrelados a uma iniciativa.

Apesar da dificuldade em colocar em prática, a estimativa é um esforço necessário a qualquer projeto. Afinal, os clientes precisam conhecer os prazos e orçamentos. 

Nesse sentido, e para minimizar esta dificuldade, existem algumas técnicas que podem auxiliar a elaborar as estimativas, dentre as quais destacamos o Planning Poker e o Wideband Delphi

Ao longo deste artigo, falaremos com mais detalhes sobre cada uma delas para te ajudar a entender, de uma vez por todas, quando usar o Planning Poker e o Wideband Delphi para fazer estimativa de horas de projeto, custos, gerenciamento e recursos e duração das atividades.

O que é Planning Poker? 

Planning Poker é uma técnica do Scrum (metodologia ágil muito utilizada na gestão de projetos de software) que permite à equipe de projeto realizar estimativas rapidamente

Nesta técnica, as atividades não são utilizadas em detalhe como fonte de definição do tempo destinado a cada uma. 

Neste caso, a estimativa é elaborada a partir das user stories do projeto. Ou seja, a equipe do projeto, utilizando-se de sua experiência, registra o quanto um recurso, ou uma user story, é maior que a outra.

A métrica utilizada para estimar tarefas através do Planning Poker é a sequência de Fibonacci. Dessa forma, a pontuação de tarefas ocorre com base na escala “1, 2, 3, 5, 8, 13, 21” (na qual o próximo número é sempre a soma dos dois números anteriores) e o auxílio de um baralho.

Leia mais: entenda tudo sobre metodologias ágeis e suas funcionalidades.

O que é o método Wideband Delphi?

A técnica Wideband Delphi é uma variante do método Delphi. Ela promove uma maior interação e comunicação entre os participantes. 

Nesta técnica, a equipe de estimativa é composta pelo gerente do projeto, o moderador, especialistas e representantes da equipe de desenvolvimento, constituindo times de três a sete membros. Na técnica Wideband Delphi são realizadas as reuniões Kick-off (reunião inicial do Projeto) e estimativa.

Para te ajudar a obter uma visão comparativa, aqui vai, também, uma explicação da técnica Delphi.

O Delphi compreende uma técnica de previsão sistemática e interativa, e conta com um painel de especialistas. 

Nesta técnica, os especialistas no assunto respondem a algumas rodadas de questionários. 

Após cada rodada, um facilitador fornece um resumo anônimo das previsões dos peritos da rodada anterior com as razões para as suas decisões. 

Desta forma, os especialistas são incentivados a revisar suas respostas baseando-se nas informações dos outros membros do painel. Assim, espera-se que a gama de respostas diminua e o grupo tenda a convergir para a resposta correta. 

O processo é finalizado após o cumprimento de um critério predefinido como, por exemplo, número de voltas, realização de consenso, estabilidade de resultados. A média das fases finais determina os resultados.

Como fazer estimativas com a técnica Planning Poker?

Inicialmente, é necessário que uma lista de user stories esteja disponível para delimitar o escopo do projeto. 

A partir da lista de estimativas, o time se reúne para trabalhar. As estimativas são elaboradas utilizando story points, que representam um valor abstrato de tamanho, não compreendendo uma estimativa em horas. 

Assim, cada membro da equipe tem em mãos um baralho de cartas, cada um com um valor diferente de story point.

O processo se inicia quando alguém da equipe lê a user story em voz alta e, se possível, a apresenta em um slide na TV ou escreve no quadro branco. 

A equipe discute o critério de aceitação e eliminam-se as dúvidas. Cada membro decide individualmente quantos story points e seleciona a carta do seu baralho, sem mostrar aos demais.

Quando todos os membros estiverem com a carta escolhida em mãos, todos viram as cartas ao mesmo tempo. Caso os valores sejam diferentes, cada um apresenta uma justificativa, geralmente do valor mais alto ao valor mais baixo. Posteriormente, o grupo vota novamente até chegar a um acordo.

É importante estimar também as novas user stories que surgem ao longo do projeto. 

É interessante destacar que já existem diversas ferramentas disponíveis no mercado que possibilitam a realização desta técnica online, sem a necessidade de estar presencialmente em uma sala. 

Leia mais sobre o Planning Poker e todas as suas funcionalidades e benefícios!

Como fazer estimativas com a técnica Wideband Delphi?

As etapas principais para implantação da Técnica Wideband Delphi são iniciadas com a escolha da equipe estimativa e de um moderador. 

Em seguida, acontece a reunião inicial, na qual são discutidas as questões problemáticas e de estimativa. O moderador orienta toda a discussão, monitora o tempo e, após a reunião, elabora um documento estruturado contendo:

  • especificação do problema;
  • lista de tarefas de alto nível;
  • suposições;
  • unidades de estimação.

Os membros da equipe de estimativa seguinte geram uma WBS (Estrutura Analítica do Projeto) detalhada, estima cada tarefa na WBS e documenta todas as suposições elaboradas. 

A seguir, o moderador convoca a equipe estimativa para a reunião. 

No início da reunião, o moderador recolhe as estimativas iniciais de cada membro da equipe e traça um gráfico em quadro branco. 

Cada membro da equipe lê em voz alta a lista de tarefas detalhadamente, identificando as suposições feitas e apontando dúvidas ou sugestões. As listas de tarefas detalhadas individuais contribuem para uma lista de tarefas mais completa quando combinadas. 

A equipe então discute as dúvidas e problemas que eles têm sobre as tarefas, suposições e estimativas.

Em seguida, cada membro da equipe retoma sua lista de tarefas e realiza as alterações, se necessário. Os membros da equipe, então, combinam as variações nas estimativas de tarefas para chegar à estimativa total do projeto.

Figura 1 – Quadro de estimativas Wideband Delphi

Redução de alternativas: refinamento das estimativas

O moderador recolhe as estimativas alteradas de todos os membros da equipe e lança na planilha. Nesta nova rodada, a gama de alternativas será mais estreita em comparação com a anterior, baseando-se no consenso. 

A equipe discute as modificações de tarefas realizadas e os pressupostos e cada membro da equipe retoma sua lista de tarefas e realiza as alterações, se necessário. O moderador recolhe as estimativas atualizadas e a lança, novamente, na planilha.

O processo deve ser repetido até que se cumpra um dos seguintes critérios: 

  • os resultados convergem para uma gama estreita aceitável; 
  • todos os membros da equipe não estiverem dispostos a mudar as suas estimativas mais recentes; 
  • a duração da reunião é muito longa. 

O product manager reúne os resultados da reunião de estimação, compila as listas de tarefas individuais e as estimativas correspondentes em uma lista de tarefas mestre. 

As listas individuais de hipóteses também são combinadas, assim como a lista de tarefas final é analisada pelo gerente do projeto e equipe de estimação.

Planning Poker ou Wideband Delphi: qual técnica de estimativa de projeto usar?

Se você tem dúvidas sobre qual técnica utilizar para fazer estimativas de recursos e duração das atividades em projetos, ou que ferramenta é mais eficaz na hora de realizar estimativa de custos, gerenciamento ou de horas de projeto, aqui vai a resposta: Planning Poker e Wideband Delphi podem te ajudar. 

É importante ressaltar que, embora diferentes, as duas técnicas são bastante relevantes, apresentando opções para se minimizar os esforços para se estimar projetos. 

Entretanto, percebe-se que a técnica Wideband Delphi é utilizada de forma anônima, o que preserva a identidade dos participantes. 

Já no Planning Poker, acontece uma discussão inicial sobre uma user story e todos ali presentes a classificam, dando uma nota instantaneamente, apresentando-a a todos os participantes.

A técnica do Planning Poker fornece resultados rápidos com um bom nível de precisão, o que estimula a equipe a discutir cada user story, gerando maior entendimento do projeto como um todo. 

Dessa forma, também acelera o desenvolvimento, já que todos sabem o que estão fazendo e onde querem chegar, aumentando a chance de acertos nas estimativas.

A técnica Wideband Delphi , por sua vez, é uma técnica de estimativa baseada no consenso. A participação de pessoas experientes leva a resultados mais confiáveis, onde as suposições são discutidas e acordadas.

Vá além no gerenciamento de projetos

Entender caminhos para fazer boas estimativas de projetos é uma boa forma de sentir, na prática, o fluxo do gerenciamento de processos e iniciativas. 

Entretanto, que tal se preparar para mergulhar de cabeça no mundo da gestão de projetos com uma excelente base teórica? 

Nossa sugestão é o bootcamp online Gerente de Projetos. É a sua chance de aprender, de forma intensiva, todas as estratégias para atuar no mercado como Gerente de Projetos e ser a grande mente por trás de projetos de desenvolvimento de software, desenvolvimento de produtos de tecnologia, engenharia e muito mais nas maiores empresas do Brasil ou no exterior.
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Inovação nas empresas: como e por que usá-la para transformar processos?

A inovação nas empresas pode ser o caminho para a sustentabilidade dos processos e para a criação de times engajados e comprometidos. 

Se você está em busca de mais conhecimento sobre inovação nas empresas, saiba que tem um universo de possibilidades à sua frente. As informações fornecidas por cursos e formações na área vão desde a definição até a execução de uma estratégia de inovação.

Aliás, um dos objetivos do estudo da inovação nas organizações é justamente trazer mais consistência ao assunto, fugindo do campo das opiniões e avançando para o campo dos métodos e das aplicações. 

Dessa forma, a importância estratégica do tema em organizações de diferentes portes e segmentos é colocada em foco. 

Se a gestão da inovação nas organizações ainda é uma novidade para você, começar por este post pode ser uma boa ideia. Ao longo da leitura você entende, de maneira geral, o que é inovação nas empresas e como começar a implementá-la na rotina corporativa. 

Aproveite!

O que é inovação nas empresas? 

Inovação nas empresas é o conjunto de práticas e ideias novas exploradas e aplicadas com sucesso. O conceito tem como premissa que a implementação das iniciativas impacte, positivamente, os processos, gerando o aumento do faturamento, o crescimento das margens de lucro e o alcance de novos mercados, por exemplo. 

É importante diferenciar os termos inovação nas empresas e processos de melhoria contínua. Isso porque, enquanto o primeiro pressupõe uma transformação na forma como o negócio se posiciona no mercado, o segundo objetiva otimizar tarefas, sem, necessariamente, ocasionar em vantagens competitivas. 

Um pouco de contexto: a evolução da abordagem da inovação nas organizações

O auge da conversa sobre inovação ocorreu há 10 anos, quando vivíamos um cenário econômico completamente distinto do atual. Nele, figuravam investimentos nunca antes vistos na história deste país em expansão de capacidade e tecnologia. 

Naquela época, a impressão era de que havia uma grande demanda represada, finalmente posta em pauta em razão da grande disponibilidade de recursos. 

Nesse sentido, tão grandes quanto os investimentos eram as expectativas quanto aos resultados – muitas vezes com uma percepção equivocada do horizonte de maturação (afinal, a inovação tecnológica está mais para uma corrida de fundo do que para uma corrida de velocidade).

Os anos que se seguiram trouxeram alguns bons resultados, uma boa dose de realidade, algumas decepções, mas muito aprendizado. 

A inovação nas empresas hoje

Depois de um tempo buscando entender o movimento do mercado, muitas organizações – sejam elas de micro ou de grande porte, em segmentos de mercado mais tradicionais ou mais dinâmicos – conseguiram trazer o tema para dentro de sua cultura organizacional e de sua estratégia corporativa. 

Para essas organizações, parece não haver distinção entre atividades de (gestão de) inovação e as atividades do dia a dia, tamanha a integração de conceitos, ferramentas, times e investimentos. 

De acordo com uma sondagem realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada no portal Exame, 65% das empresas realizaram alguma atividade/investimento em inovação em 2020. 

Os dados também apontam que 73% das empresas entrevistadas inovaram em 2020. Em relação a 2019, o número significa alta de cinco pontos percentuais, quando 68% dessas empresas informaram ter desenvolvido algum produto ou processo novo.

Qual a importância da inovação em uma organização?

Diante de um cenário de crescimento do investimento em inovação por parte das empresas, você pode se perguntar: mas afinal, por que é importante dedicar esforços e orçamento para a inovação na organização? 

Em suma, podemos dizer que uma empresa que inova se mantém competitiva em um mercado em constante transformação. 

Se partimos do pressuposto de que a pergunta-chave da inovação deve ser “qual seria uma forma completamente nova de realizar este processo”?, entendemos que empresas inovadoras tendem a incorporar com mais naturalidade as mudanças no comportamento do consumidor e encontrar caminhos para se diferenciar em meio a um segmento altamente concorrido. 

Quais são os modos de inovação nas organizações?

A Deloitte, por meio de seu subproduto Doblin, elaborou um framework que organiza a inovação em 10 categorias organizadas em 3 grandes grupos. A ideia é que a empresa avalie cada um destes aspectos, encontrando formas de combiná-los para abrir novas possibilidades de inovação no negócio.

A seguir, apresentamos as 10 categorias de inovação do framework: 

1- Grupo Configuração (foco nos processos internos)

  • Modelo de lucro: como sua empresa gera lucro;
  • Network: como sua empresa se conecta com stakeholders para gerar valor;
  • Estrutura: a forma como a empresa organiza e alinha seus talentos e recursos.

2- Grupo Oferta (foco no produto/mercado)

  • Performance do Produto: como sua empresa desenvolve ferramentas e funcionalidades diferenciadas;
  • Sistema de apoio: a forma como a empresa cria produtos e serviços complementares.

3- Grupo Experiência (foco no cliente)

  • Serviço: como a empresa apoia e amplifica o valor daquilo que é oferecido;
  • Canal: maneiras como você entrega suas ofertas a consumidores e usuários;
  • Marca: como a empresa apresenta seus produtos e serviços 
  • Engajamento do consumidor: caminhos pelos quais a empresa promove interações e estimula o engajamento com o comprador. 

Exemplos de inovação nas empresas: inspire-se com casos reais 

Não é difícil identificar alguns bons exemplos de inovação nas empresas. Podemos pontuar, por exemplo, organizações maduras cuja própria identidade é inovadora, como a ThoughtWorks, até gigantes da tecnologia, sejam elas startups ou negócios tradicionais, como a Apple, ou jovens brilhantes, como o Google.

Em cada uma dessas organizações (e existem várias outras além do segmento de tecnologia da informação em que essa lógica também se aplica), a inovação é tratada de maneira transparente. 

Isso acontece desde a estratégia até a execução, desde o desenvolvimento de novos produtos e serviços até a melhoria de processos internos. 

Mas, afinal, o que todas elas têm em comum? Em uma empresa inovadora, todas as pessoas são envolvidas, com maior ou menor intensidade, na sustentação de uma cultura de abertura, colaboração e criatividade.

Como começar a fazer gestão da inovação nas organizações? 

Há alguns anos termos como “gestão da inovação” soariam estranhos para muitos empreendedores e gestores. É possível até que alguns deles o associassem a uma tentativa de burocratizar um processo altamente dependente de criatividade. 

A verdade é que falar em gestão da inovação é como falar em “gestão da estratégia”. A ideia deve levar em conta todo o esforço de transformação necessário para incorporar métodos, ferramentas e cultura em uma organização tradicional. 

Nesse sentido, o primeiro passo para começar a fazer gestão da inovação é justamente entender o conceito

Empresas que investem esforços na compreensão do termo como algo amplo e estratégico conseguem elevar a importância do tema, promovendo uma mudança profunda em seus processos, sua cultura e suas pessoas. 

O segundo passo para tornar a inovação intrínseca à rotina corporativa é preparar as lideranças

O papel dos gestores é fundamental, sejam eles líderes hierárquicos ou técnicos, formais ou por influência, de qualquer nível ou setor. 

É preciso comprar a ideia, alinhar expectativas, romper barreiras e manter os pés no chão. 

Esse é o caminho para criar um ambiente favorável para que o intelecto viaje em possibilidades de criar novo valor. 

Passo zero para entender a inovação nas empresas: estude! 

Iniciar uma jornada de inovação nas empresas pode ser desafiador. Mas, com o apoio do conhecimento, fica mais fácil traçar planos de ação adequados à realidade do negócio. 

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O que é Balanced Scorecard? TUDO sobre a metodologia de gestão

O Balanced Scorecard tem, como premissa, o balanceamento de uma série de pontos de vista, planos, padrões, posicionamentos e perspectivas. 

Balanced Scorecard, ou, em português, Indicadores de Desempenho Balanceados, é uma metodologia de gestão desenvolvida com o objetivo de definir melhor as estratégias e torná-las mais abrangentes. 

Embora não exista uma definição única e universalmente aceita para o termo estratégia, sabemos que, em seu início, a expressão ganhou espaço no ambiente militar. 

Porém, o conceito se expandiu para o meio organizacional, tornando-se referência para a estruturação de planos de ação, políticas e metas de trabalho orientadas por um propósito maior. 

Dessa forma, dizemos que uma estratégia bem formulada ajuda a ordenar e alocar os recursos de uma organização para uma postura exemplar. 

Ela toma, como base, suas competências e deficiências internas relativas, mudanças antecipadas no ambiente e providências contingentes realizadas por oponentes inteligentes. 

Mas, afinal, qual a relação entre o Balanced Scorecard e uma estratégia aperfeiçoada? Você descobre ao longo da leitura.

O que é Balanced Scorecard?

Balanced Scorecard, ou BSC, é uma ferramenta de planejamento estratégico que tem, como objetivo, medir o desempenho empresarial por meio de indicadores quantificáveis e verificáveis, que devem ser avaliados de maneira balanceada — como o próprio nome diz. 

Criada em 1992 por Robert S. Kaplan (professor de contabilidade na Harvard Business School) e David P. Norton (presidente da Renaissance Solutions Inc.), a metodologia usa suas funções para traduzir a visão e estabelecer como alcançar as metas. 

Além disso, podemos dizer que o BSC está voltado para o futuro, pois visa ao melhoramento interno, ao investimento nos funcionários de todos os níveis e ao desempenho em longo prazo. 

Como funciona o Balanced Scorecard? 

A estruturação de um Balanced Scorecard tem, como base, analisar  problemas ou desafios sob quatro perspectivas:

  1. Financeira: representa o ponto de vista dos gerentes e diretores sobre os acionistas;
  2. Cliente: ponto de vista de fonte externa de receitas, identificando os segmentos de mercado visados e as medidas do êxito da empresa;
  3. Processos internos: ponto de vista das pessoas que executam o trabalho;
  4. Aprendizado e crescimento: pessoas, sistemas e procedimentos organizacionais. É a base para a obtenção dos objetivos das outras perspectivas.

Além das 4 perspectivas de análise, a aplicação do BSC deve seguir uma metodologia que engloba alguns processos, a saber: 

  • Definição da arquitetura dos indicadores;
  • Consenso em função dos objetivos estratégicos;
  • Escolha e elaboração dos indicadores;
  • Elaboração do plano de implementação.

Como usar o BSC na prática? 

Considerando as 4 perspectivas de análise pontuadas acima, a empresa deve formular o chamado Mapa Estratégico do BSC

Este mapa é a representação gráfica das variáveis de análise, e auxilia na visualização dos objetivos, indicadores, metas e ações de cada perspectiva, levando em conta diferentes pontos de vista. 

Esta visualização pode acontecer por meio de planilhas ou mesmo de softwares disponíveis no mercado. 

Independentemente da plataforma escolhida, o acompanhamento de estratégias com a ajuda do BSC tem se mostrado bastante útil. 

Alguns softwares de gestão corporativa baseados no conceito do BSC tornam o processo mais acessível e mais rápido para os gestores.

Isso porque, utilizando interfaces gráficas que muitas vezes simulam um painel de instrumentos, esses sistemas proporcionam informações em tempo real sobre o andamento de cada uma das ações propostas para o atingimento dos objetivos definidos no plano estratégico.

Antes de seguir para o próximo tópico, entenda mais sobre o BSC dando play no vídeo abaixo: 

Vantagens na adoção do Balanced Scorecard na estratégia organizacional

A estratégia empresarial é um processo da organização inseparável da sua estrutura, comportamento e cultura. Com a adoção da estratégia BSC, temos algumas vantagens:

1- Fixa a direção, mas não encobre perigos

O principal papel da estratégia é mapear o curso de uma organização para que haja uma navegação coesa através de seu ambiente. Porém, a direção estratégica, em alguns casos, pode fornecer uma visão engessada, que encobre perigos em potencial. 

Trabalhar o BSC em conjunto com a estratégia auxilia na antecipação de eventuais obstáculos e na possibilidade de trabalhá-los antes que se tornem um entrave para o cumprimento de metas e objetivos.

2- Focaliza o esforço

A inclusão do Balanced Scorecard na gestão estratégica também promove a coordenação de atividades. Sem a estratégia, empresas podem enfrentar situações de caos, comuns quando as pessoas espalham-se em diversas direções. 

Com um bom Balanced Scorecard, o time avalia e reconsidera seus objetivos de maneira frequente, assegurando o alinhamento e o trabalho colaborativo para o esforço comum.

3- Define a organização

Com a estratégia, as pessoas têm uma forma coerente de entender sua organização e distingui-la das outras. Com o auxílio de ferramentas de gestão, como o BSC, a empresa reduz o risco de que esta definição da organização ocorra com excesso de simplicidade.

4- Fornece consistência

A estratégia é necessária para reduzir a ambiguidade e prover ordem. Porém, é preciso compreender que toda estratégia, como toda teoria, é uma simplificação que distorce a realidade. 

Para evitar que as distorções sejam responsáveis pela criação de uma orientação distante daquela que, de fato, deve impulsionar o negócio, é importante se valer de ferramentas de análise de cenários, como o BSC. 

Como elaborar uma estratégia BSC?

Uma estratégia define o posicionamento de uma organização em um momento futuro. Entretanto, seu planejamento não é uma tarefa trivial. 

A estruturação do plano estratégico, sugerida de várias formas por autores e consultores, é segmentada em duas partes: aquela que é atemporal – a missão e a visão da empresa – e outra que é ajustada conforme o cenário e o posicionamento dinâmico adotados – metas e ações, incluindo fatores e indicadores de desempenho para acompanhamento.

É importante compreender o que é BSC no Planejamento Estratégico de um negócio. Afinal, a partir deste entendimento, será mais fácil sistematizar as informações e observá-las segundo a perspectiva de balanceamento proposta pela metodologia. 

Otimizando a estratégia: metodologias para potencializar os resultados

Foram desenvolvidas e difundidas algumas importantes metodologias ágeis e ferramentas, com o objetivo de ajudar a colocar em prática a estratégia das empresas, assim como fortalecer suas vantagens competitivas. 

Estas ferramentas estabelecem alternativas para guiar o curso da ação do planejamento estratégico. Nesse sentido, é vital pontuar que uma mesma organização pode (e deve) adotar várias estratégias simultaneamente, tais como:

Implementação das metodologias

Vencida a etapa de formulação das estratégias, é necessário iniciar a implementação de cada metodologia. É importante ter em mente que, além da implementação, é necessário um monitoramento adequado

Quando consideramos o planejamento estratégico, devemos ter em mente que um de seus principais atributos é alinhar conceitos, diretrizes e objetivos organizacionais na implementação do roadmap, o plano de ação.

Também é importante que cada componente da empresa possa compartilhar e entender igualmente esses quesitos.Afinal, é por meio desse entendimento que os esforços se alinham.

Os pontos em comum sobre implementação da estratégia, são:

  • Verificar o senso de urgência;
  • Formar um time coeso;
  • Comunicar a visão compartilhada;
  • Liderar;
  • Ter a quem delegar;
  • Obter vitórias no prazo estabelecido;
  • Consolidar as vitórias.

Torne-se um especialista em Gestão Ágil de Projetos

A leitura deste artigo te mostrou uma eficiente metodologia de gestão de projetos. Mas você sabe bem que o mercado está repleto de soluções que, quando combinadas, desbloqueiam um universo de possibilidades e caminhos para solucionar desafios e encontrar resultados de maneira efetiva. 

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O que é prototipagem: tipos e dicas para montar

Sabe quando você ou a sua equipe têm uma grande ideia, mas não sabem se ela vai funcionar muito bem na prática? O que você pode fazer é utilizar a prototipagem para descobrir se a sua ideia pode dar certo e também para identificar os pontos de melhorias no seu projeto.

Por exemplo, imagine que você trabalha como desenvolvedor(a) em um banco e eles querem implementar uma nova função para guardar dinheiro por categorias no app do banco. Como testar essa nova função e fazer com que ela chegue para o público funcionando corretamente? Criando um protótipo! 

Se você não sabe criar um protótipo, este artigo vai te ajudar a estar pronto para criar o seu primeiro protótipo. Nele, vamos falar sobre o que é prototipagem, os tipos de protótipos, a importância de um protótipo e qual é o mais indicado para cada projeto. 

O que é prototipagem?

De forma resumida, a prototipagem é um termo que se refere ao ato de criar um protótipo. O chamado protótipo consiste em uma primeira versão de um produto ou serviço que será colocada à disposição dos usuários, mas que ainda não pode ser comercializada.

Geralmente, o protótipo é apenas uma idealização de como a equipe gostaria de ver tal produto no resultado final, mas que não representa totalmente o produto. Isso porque o protótipo passa por diversas modificações a partir dos testes e dos feedbacks de usuários durante o processo de validação da ideia.

Essa validação é importante para que erros sejam corrigidos antes que a versão final seja produzida, ou entregue para o usuário, em grande escala. 

Para fazer esses testes, os protótipos podem ser físicos ou digitais. Por exemplo, se você deseja testar um modelo de celular com design inovador, é necessário criar um protótipo físico; já se você deseja testar uma nova funcionalidade para o sistema do celular, é preciso um protótipo digital.    

Atualmente, a prototipagem se tornou muito comum entre profissionais da área de tecnologia que trabalham com desenvolvimento web ou com desenvolvimento para aplicativos. Porém, a prototipagem é uma técnica utilizada há anos por profissionais de diversas áreas, como a engenharia e a indústria. 

Diferença entre prototipagem e MVP 

É muito comum as pessoas confundirem um protótipo com um Mínimo Produto Viável (MVP). Isso porque o MVP também se refere a uma versão mais simples e possível de um algo que será utilizado para testar a viabilidade do negócio. 

Porém, a diferença principal é que o protótipo tem foco no produto ou serviço, enquanto o MVP tem foco no modelo de negócio

Abaixo, trouxemos uma imagem que traduz o exemplo apresentado: 

Ilustração da diferença entre prototipagem, MVP e produto.
Diferença ilustrada entre protótipo e MVP | Fonte: Flowlab

 Outras diferenças entre protótipo e MVP são as seguintes:

ProtótipoMVP
Produto ou serviço comercializado pelo modelo de negócioModelo de negócio
Testa a viabilidade do produto ou serviçoTesta a viabilidade do negócio
Versão simplificada do produto final Versão reduzida do produto final
Orienta a melhoria do produto ou serviçoOrienta o desenvolvimento e a melhoria do modelo de negócio
Produto com o mínimo de características, que muitas vezes não possibilita o usoProduto com o mínimo de características, mas que ainda é possível utilizá-lo
Diferenças entre Prototipagem e MVP

Por que é importante fazer uma prototipagem?

A prototipagem é importante no desenvolvimento de um projeto porque é ela quem ajuda a validar uma ideia, diminuir as incertezas e as chances daquela solução dar errado quando for apresentada ao mercado.  

Por exemplo, imagine você investir tempo e dinheiro no lançamento de um smartwatch que não passou por nenhum teste antes? Provavelmente, as chances dele apresentar problemas de conectividade e execução no momento que o usuário for usar o relógio são bem grandes.

Por essas razões que a prototipagem é tão importante em qualquer negócio.  

Tipos de prototipagem

Existem diversas formas de fazer uma prototipação. Desde um simples protótipo em uma folha de papel a um protótipo super elaborado em softwares modernos. 

Normalmente, na área de TI, o protótipo é desenvolvido em softwares especializados e orientado por um arquiteto de software, que é o profissional responsável pela solução de problemas relacionados ao produto ou serviço. 

Abaixo, conheça os principais tipos de protótipos: 

Papel

Em primeiro lugar o clássico papel e caneta. Geralmente, os protótipos de papel são utilizados em reuniões de brainstorming para criar o primeiro rascunho da ideia. 

Além disso, são também muito utilizados para representar interfaces, criar fluxos de informações e construir esquemas estruturais de um aplicativo, por exemplo.

Volume 

Os protótipos de modelo de volume são os que mais se aproximam do produto final em questões visuais. Normalmente, eles são apresentados em uma versão 3D e são ricos em detalhes, como texturas e botões.   

Porém, apesar dessa parte mais visual do protótipo, eles não são funcionais. Ou seja, são realmente criados para apenas ilustrar a ideia da versão final do produto. 

Encenação

Esse é o tipo de protótipo que simula as possíveis ações dele com o produto ou serviço final. Para essa simulação, geralmente são utilizados protótipos de papel ou de modelos de volume para que o usuário possa encenar o seu uso. 

Protótipo de serviço

O protótipo de serviço é baseado na simulação de materiais ou relações interpessoais e seu objetivo é simular a funcionalidade do produto ou serviço.   

Storyboard

O storyboard cria uma representação visual que busca contar a história do que está sendo desenvolvido por meio de post-its, colagens, entre outros recursos visuais. Dessa forma é mais fácil de entender o que está acontecendo e visualizar os acontecimentos por ordem cronológica.  

Variação de fidelidade

O nível de fidelidade de um protótipo depende do que você deseja alcançar com aquela versão teste do produto e da semelhança entre o protótipo e a versão final do produto.

Abaixo, falamos de cada nível de fidelidade de um protótipo: 

Baixa

É uma representação bem simples do protótipo, apenas um rascunho da ideia com definições básicas, como características e formato do produto. Por exemplo, um protótipo de papel é considerado de baixa fidelidade.  

Média

É uma representação intermediária do produto ou serviço final. Nem tão simples quanto o protótipo de baixa fidelidade, nem tão elaborado quanto o protótipo de alta fidelidade. Nesse caso aspectos técnicos e visuais já são melhor representados, dando uma ideia real de como o produto deve ficar.   

Alta

Por fim, os protótipos de alta fidelidade que são os objetos que mais se aproximam do produto final, com elementos de design e funcionalidades já implementadas. Por exemplo, um mockup de um app geralmente é um protótipo de alta fidelidade, pois ele já passou por alguns processos de programação e está praticamente finalizado.    

Variação de contextualidade

Além do tipo de protótipo e da sua finalidade, um outro fator que influencia na prototipação é a contextualidade. Basicamente, a contextualidade se refere ao modo como os testes da prototipagem vão ser feitos e ao cenário utilizado para a execução dos testes.

Os níveis de contextos são os seguintes:

  • Geral: todas as pessoas, sejam elas público-alvo ou não, podem testar a solução em qualquer ambiente;
  • Total: a empresa que está desenvolvendo a solução convida usuários que são público-alvo do negócio para testá-lo no ambiente final da solução; 
  • Parcial: os testes de prototipagem são feitos com o usuário final ou no ambiente final da solução; 
  • Restrita: a testagem restrita de um protótipo é feita em um ambiente totalmente controlado e conta com a participação apenas de pessoas envolvidas no projeto.  

Qual escolher o melhor protótipo para o projeto?

Existem diversas questões que influenciam na escolha do melhor protótipo para o seu projeto.

Em primeiro lugar, você precisa levar em consideração quais são os padrões de projeto do seu negócio. Isso porque a técnica de padrão de projetos vem sendo aplicada há anos entre desenvolvedores e os ajuda a encontrar as melhores soluções para um produto, serviço ou projeto. 

Logo depois, você precisa levar em consideração outros aspectos, como o nível de fidelidade e a contextualidade do projeto que está sendo desenvolvido. 

Diante disso é possível escolher de forma mais assertiva o protótipo que melhor contempla o seu projeto.    

Dicas para criar a sua prototipagem

Agora que você já sabe o que é um protótipo e entende a importância dele, que tal algumas dicas que te ajudarão a criar o seu próprio protótipo?

Vamos às dicas:

  1. Crie o rascunho do seu protótipo;
  2. Defina o tipo e o nível de fidelidade da sua solução;
  3. Escolha a ferramenta mais adequada para a criação do seu protótipo;
  4. Teste o seu protótipo antes de começar a programar os códigos;
  5. Programe e execute a sua solução.

Colocando essas dicas em prática, você tem grandes chances de criar um protótipo bem sucedido e desenvolver uma solução que será mais assertiva para o seu público. 

Prototipagem no desenvolvimento ágil de software

O desenvolvimento ágil de software é uma metodologia de trabalho que surgiu a partir da criação do Manifesto Ágil em 2001.  

De forma resumida, o desenvolvimento ágil de software preza pela produtividade e por uma equipe multidisciplinar capaz de entregar soluções que gerem valor e atendam as expectativas dos usuários.

Por isso, o protótipo é um elemento tão importante para a área. É através deles que a equipe de desenvolvedores consegue testar e aperfeiçoar as suas ideias antes de executá-las. 

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Saiba o que é JavaScript forEach e como usar da melhor forma

Precisa entender melhor sobre o método forEach em JavaScript? Saiba aqui o que é e como funciona. 

O procedimento na área de Desenvolvimento tem a intenção de ser uma alternativa, ou substituir o convencional loop for por um código, a qual é mais fácil de fazer manutenção, e visualmente limpo.

Os desenvolvedores de JavaScript usam bastante a estrutura de repetição exatamente por ser mais prática para o dia a dia profissional. Isso porque ela reduz drasticamente a necessidade de escrever várias linhas de código, deixando tudo mais organizada.

Aprenda sobre o que é o método forEach em JavaScript, sintaxe, as aplicabilidades e os navegadores compatíveis com essa leitura. Aproveite!

O que é método forEach?

O método forEach é uma ação de iteração que executa uma função para cada elemento, seja de arrays simples ou arrays de objetos. Ele também pode ser usado em Mapas e Conjuntos na matriz de dados.

<Entenda: o que é Array em JavaScript, como criar e aplicar />

Como funciona o método forEach JavaScript?

Por ser um tipo de estrutura de repetição, o JavaScript forEach é muito utilizado para a manipulação de arrays. Ela é uma função nativa da API do JS.

Em síntese, é uma ferramenta indicada para quando é preciso executar uma determinada função em todos os seus elementos.

O método permite percorrer todos os elementos de um array e executar uma ação para cada um deles. Tal aplicação é feita com a inserção de uma função como um parâmetro. Uma observação é que ele não executa uma função para um array sem nenhum elemento.

Um aviso importante sobre o assunto é que toda vez que inserimos uma função como parâmetro em JavaScript, entramos em território de retorno de chamada, o famoso callback.

Desvendendado o callback

O callback é uma função que acontece após outra função ter sido executada. Ela é útil quando precisamos garantir que uma determinada ação seja executada logo após outra.

Quer um exemplo? Se você precisa carregar um arquivo antes de executar uma determinada função, pode usar uma função callback para garantir que o arquivo seja carregado antes da execução.

O recurso é invocado com três argumentos. Conheça-os:

  • Valor do elemento: value (obrigatório);
  • Índice do elemento: index (opcional);
  • Objeto Array sendo percorrido: arr (opcional).

Há ainda um segundo argumento, sendo o thisArg que permite que o contexto this seja modificado, mas é pouco utilizado.

Vamos recordar sobre JavaScript

JavaScript é uma linguagem de programação, desenvolvida em 1995 por Brendan Eich, a pedido da empresa Netscape. Antes de ser conhecida como JS, teve o nome de LiveScript.

Trata-se de uma linguagem multi-paradigma, ou seja, que suporta vários paradigmas de programação, e, alguns dos principais paradigmas suportados são: programação orientada a objetos, programação funcional e programação imperativa.

Atualmente, o JavaScript é uma das linguagens mais fáceis de aprender, considerada uma das mais populares do mundo, usada principalmente para desenvolvimento web, mas que também pode ser aplicada na criação de aplicações mobile e de desktop.

Se você já tem alguma experiência com outras linguagens de programação, vai se adaptar rapidamente ao JavaScript. Se você nunca programou antes, também não terá muita dificuldade em aprender a linguagem.

<Aprenda: como usar o JavaScript (passo a passo) />

Qual a sua sintaxe?

Na prática, você pode usar como referência para a execução do loop a seguinte sintaxe abaixo:

array.forEach(funcao_callback(elemento [, indice [, array]])[, thisArgumento])

ou ainda,

array.forEach((value, index, arr) => {...}, thisArg);

Glossário do programador

  • Array corresponde ao array de elementos;
  • Elemento é que pertence ao array e referenciado para função call-back;
  • Índice é o valor correspondente ao índice do elemento atual;
  • thisArgumento ou thisArg corresponde ao valor “this”.

Quando usar esse recurso do JavaScript?

Como dissemos antes, você pode usá-lo para iterar uma matriz e aplicar uma função de retorno de chamada a cada elemento dessa matriz. 

Há muitas maneiras de usar o método forEach ( ). Veja abaixo.

Confira exemplos dessa utilização

Primeiro exemplo #1

Criação de um array com os números de 1 a 6 e visualização no console do navegador apenas os números pares.

var arrayNumeros = [1,2,3,4,5,6];
function verificaPares(elemento){
    if (elemento % 2 == 0) 
    console.log(elemento);
}
arrayNumeros.forEach(verificaPares);
/*saída:
2
4
6
*/

Segundo exemplo #2

Outro modo é declarar a função em simultâneo, em que usa o comando. Veja abaixo:

var arrayNumeros = [1,2,3,4,5,6];

arrayNumeros.forEach(function(elemento){

    if (elemento % 2 == 0)

    console.log(elemento);

});

/* saída:

2

4

6

*/

Terceiro exemplo #3

Outra forma é usar o JavaScript forEach object, ou seja, usar o método forEach() com um array de objetos. Entenda abaixo uma variável com objetos que listam a marca e modelo de cada veículo.

var marcas = [{marca: 'Ford', modelo: 'Focus'},
              {marca: 'BMW', modelo: 'BMW Z4'},
              {marca: 'Fiat', modelo: 'Palio'},
              {marca: 'Audi', modelo: 'A3'}];
marcas.forEach((elemento) => {
      console.log("Marca: " + elemento.marca + " - modelo: " + elemento.modelo);
})
/* saída:
Marca: Ford - modelo: Focus
Marca: BMW - modelo: BMW Z4
Marca: Fiat - modelo: Palio
Marca: Audi - modelo: A3
*/

O JavaScript forEach é compatível com todos os navegadores?

Não. O recurso não é aceito em todos os navegadores, isso porque alguns não estão padronizados ou possuem versões antigas.

As versões dos navegadores compatíveis são:

  • Edge 12;
  • Firefox 21;
  • Internet Explorer 10;
  • Opera 15;
  • Safari 6;
  • iOS Safari 6;
  • Android Browser 81;
  • Opera Mobile 46;
  • Chrome 23;
  • Chrome for Android 81;
  • Firefox for Android 68;
  • Samsung Internet 4.
JavaScript forEach em navegadores compatíveis. (Fonte: conceitosdomundo.pt)

Qual a diferença entre forEach e map em JavaScript?

Não confunda os termos e aplicações. Veja abaixo as distinções entre ambas.

O método do map() recebe uma função como parâmetro. Essa função é invocada para cada elemento do Array, e ao final, o método retorna um array totalmente novo preenchido com os resultados da chamada da função fornecida.

Já o método forEach() recebe uma função como argumento e a executa uma vez para cada elemento do Array. Contudo, ao invés de retornar um novo array como o método map(), ele retorna undefined.

O que mais considerar ao usar JavaScript forEach?

Entenda três pontos de atenção ao desenvolver seu código:

  1. O forEach não manipula o Array original;
  2. O escopo da variável difere no forEach;
  3. Dá para sair do loop for mais cedo com break.

Mercado de trabalho para desenvolvedores

O mercado de trabalho para desenvolvedores no Brasil está em constante crescimento, com novas oportunidades surgindo a cada dia. Com a popularidade crescente da tecnologia, mais empresas estão buscando profissionais qualificados para atender às suas necessidades.

Desenvolvedores de software são altamente procurados, como a demanda por novas aplicações e sites aumenta. Aqueles que estão familiarizados com as ferramentas e linguagens de programação mais populares tendem a ter mais oportunidades de emprego tanto no Brasil quanto no exterior.

Os salários dos programadores variam conforme a região do país, mas, em geral, são competitivos. Em suma, os profissionais mais experientes e bem qualificados podem esperar ganhar mais.

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Saiba o que é GMV e como calculá-lo

Quem trabalha com comércio eletrônico sabe que cada detalhe pode fazer a diferença na hora de garantir uma conversão. Por isso, é essencial ficar de olho nas principais métricas que são geradas com o fluxo de clientes. E uma das mais importantes é o GMV. Entender e traduzir o resultado dessa informação é fundamental. Mas você sabe o que é GMV?

Para ajudar você a ficar por dentro desse tema, separamos neste artigo as principais informações a respeito. Aqui você vai saber o conceito básico dessa métrica, os motivos que fazem ela ser uma das mais importantes, como calculá-la, quais são as suas limitações, além de indicadores complementares. 

O que é GMV?

GMV é uma sigla em inglês para Gross Merchandise Volume. Traduzindo para o português, ela significa Volume Bruto de Mercadoria. Usada exclusivamente para o varejo online, este dado serve para mensurar a receita gerada dentro de um período específico. Mais do que isso, o GMV consegue identificar a quantidade de produtos que foram vendidos. 

Se você trabalha com e-commerce, saiba que essa métrica é capaz de indicar a saúde financeira do negócio. Embora ela não possa ser usada isoladamente para isso, é um importante indicativo. Ou seja, com ela você pode cruzar o planejamento de vendas com o que de fato foi realizado, além de ter uma ideia do volume de mercadorias vendido.

Qual a importância do GMV para as empresas?

Entender como funcionam os detalhes de um e-commerce é essencial para o sucesso dentro do negócio, seja você um empreendedor digital ou um colaborador de um grande site. E olhar para o GMV com atenção sempre é importante, já que ele pode mostrar o desempenho e a performance das vendas.

Essa análise pode ser realizada tanto em reais como em dólares, comparando-a entre o mês anterior ou algum período específico. 

Vale ressaltar, como já dissemos, que o GMV não pode ser utilizado de forma isolada. Mais pra frente abordaremos outros indicadores que podem ser usados em conjunto. Com eles você poderá fazer uma análise mais assertiva sobre o desempenho e, eventualmente, traçar mudanças de rota em sua estratégia. 

Qual a fórmula para calcular o GMV?

Para calcular o GMV, existe uma forma muito simples. Vamos à ela:

GMV = Preço de Venda x Número de Produtos

Na prática, imagine o seguinte cenário: você possui um e-commerce de roupas e que, em um único mês, tenha vendido 30 peças por R$ 20. Logo: 

GMV = 20 x 30

GMC = 600

Portanto, no cenário que demos como exemplo, dentro do período de um único mês, o GMV do seu e-commerce foi de R$ 600. Viu como é simples?

Existem limitações para o GMV?

Um dos pontos fracos do GMV é que essa métrica não oferece um cenário completo da performance do e-commerce, pois mostra somente o valor bruto da venda. Para quem faz a gestão de riscos financeiros do negócio é necessário olhar para os números de forma muito mais ampla. 

O GMV não mostra, por exemplo, o custo envolvido em toda operação, como logística, margens de mercadorias, entre outros. Variáveis como essas são extremamente importantes para a lucratividade da empresa.

Que outros indicadores podem ser usados com o GMV?

Para que complementar a análise do GMV você pode usar outros indicadores em conjunto. A seguir listamos quais são eles e o que representa cada um: 

CAC

O Custo de Aquisição de Cliente serve para medir o gasto que a empresa tem para atrair clientes compradores, ou seja, aqueles que entram no site e convertem. Ao alinhar esse dado com o GMV a empresa pode descobrir o esforço financeiro para vender um item.

NPS

O NPS é a sigla para Net Promoter Score e serve para medir a qualidade do serviço prestado aos clientes. Esse dado é levantado, geralmente, por meio de pesquisas de satisfação realizadas após uma compra.

LTV

Sigla utilizada para designar o Life Time Value dos consumidores. Ela é essencial para entender a jornada do cliente. Essa informação mensura o ciclo de vida do consumidor, ou seja, serve para identificar o tempo que eles gastam no relacionamento com a empresa. Além, claro, do quanto foi gasto no período.

Churn

Essa métrica funciona para medir a rotatividade dos consumidores. Ela mostra, por exemplo, o tempo que um mesmo cliente ficou sem comprar no seu site. Para calcular, você precisa pegar o número total de clientes cancelados e dividir pelo número de clientes ativos.

Ticket médio

Essa talvez seja uma das mais importantes. A métrica consegue descobrir o quanto cada cliente gasta, em média, ao fazer uma compra no site. Para calcular, basta dividir o total de vendas pelo número de produtos vendidos ou pelo número de pedidos.

Taxa de conversão

A taxa de conversão é outra métrica das mais importantes. Ela consegue entregar uma visão de performance muito assertiva. Ela calcula o percentual de visitantes que entraram no seu site e se tornaram efetivamente uma venda. O cálculo é feito da seguinte maneira: número de transações dividido pelo número de visitas.

Tempo gasto no site

Quem busca posicionamento orgânico nos sites de busca precisa ficar de olho nessa métrica. Quanto mais tempo os clientes ficam no site, mais autoridade se constrói. O resultado disso é um menor investimento em mídia para atrair clientes, pois o e-commerce estará gerando tráfego sem gastar nada. Esse dado pode ser encontrado em plataformas de monitoramento como o Google Analytics. 

Como você pode ter visto, o GMV é muito importante para quem trabalha ou possui um site de compras. Entender como esse dado afeta as vendas é essencial no dia a dia para um profissional desse segmento. 

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Entenda como funciona um Squad em um Scrum ágil

Ter equipes cada vez mais engajadas e eficientes é o objetivo da maioria das empresas. Quando seus colaboradores estão trabalhando com o melhor desempenho e juntos, os resultados são mais fáceis de serem alcançados. Por isso, o Squad Scrum tem sido uma metodologia ágil buscada pelas organizações. 

Mas o que é uma metodologia ágil? Nada mais é do que uma forma de conduzir projetos com maior rapidez aos processos e conclusão de tarefas, além de ter mais flexibilidade, organização e interatividade.

O Squad Scrum é um método dentro dessa estratégia que pode trazer benefícios aos profissionais. 

Para saber mais, continue a leitura e descubra os principais pontos sobre esse processo e como trabalhar com ele na sua rotina. Confira!

O que é Squad?

Com a tradução do inglês para “pelotão” ou “esquadrão”. O termo Squad significa um time multidisciplinar que tem o objetivo de resolver problemas específicos em um projeto

Ou seja, são diversos profissionais, de áreas diferentes, que juntos desenvolvem ações para chegar a um resultado final satisfatório. Tudo em busca do sucesso da empresa. 

Normalmente, ele é composto por 6 a 12 profissionais, e com grande autonomia para tomadas de decisões. 

Por exemplo, uma empresa precisa criar um produto para vender. Então, reúne profissionais de marketing, tecnologia, user experience e gestão para atuarem juntos e formularem a ideia. 

Mesmo com essa autonomia de comunicação e desenvolvimento, é importante ter um líder para que conduza as prioridades e todo o andamento.

O que é Scrum?

O Scrum é uma metodologia ágil a fim de estruturar equipes a trabalharem juntas, como um time de rugby. A ideia é estimular essas pessoas a aprenderem juntas com as experiências, se organizarem e resolverem um problema após reflexão de hipóteses.

Ele é realizado a partir de pequenos ciclos de atividades, sendo que essas divisões são os chamados Sprints, onde cada um se reúne para definir as etapas do projeto e o tempo destinado a cada tarefa. 

Gráfico de Squad Scrum.

Qual a definição de um Squad Scrum?

Ao juntar os dois conceitos, surge o Squad Scrum, unindo o melhor da metodologia ágil a um processo de colaboração de uma equipe. Percebe-se que ambos coincidem bastante, já que proporcionam mais eficácia, produtividade e colaboração no dia a dia.

Então, a ideia do Squad Scrum é utilizar uma equipe menor, entre 6 a 10 pessoas em cada time, para criar a solução planejada. 

Com a metodologia ágil você mantém o cliente próximo desde o início e o faz participar do projeto durante as entregas iniciais até o resultado final.

Uma informação relevante é que nele não existe uma divisão tradicional relacionada aos cargos ou papéis, como gestor, programador, redator, etc. Todos são encarregados de tarefas, mesmo que cada um de acordo com sua habilidade, mas sem denominação exata. 

Como o Squad Scrum é construído?

Dentro do processo de Squad Scrum existem três papéis fundamentais para funcionar. São eles:

Product Owner

É o responsável por definir a direção do projeto a partir dos objetivos que foram criados. 

Este profissional tem clareza sobre o negócio, as equipes e o que está sendo desenvolvido. Assim, ele comunica todas as necessidades para a equipe e garante que o produto ofereça o máximo de valor para a empresa e usuários.

Scrum Master

O Scrum Master é o líder, aquele que vigia e garante que a equipe está seguindo tudo que foi recomendado pela metodologia ágil.

Além disso, ele também pode remover qualquer impedimento de produtividade, sendo um aliado do Product Owner no planejamento do trabalho.

Se o processo está ocorrendo bem é devido ao trabalho do Scrum Master.

Desenvolvedores

Aqui estão as pessoas com as habilidades necessárias para construir o produto conforme previsto pelo Product Owner. Logo, eles determinam como será realizado o trabalho e os executa, com características de organização e multidisciplinaridade.

Vantagens de se trabalhar com Squad e Scrum

Com tantas funcionalidades, fica fácil identificar as vantagens do Squad Scrum. Confira as 6 principais:

Autonomia

Como são diversas pessoas trabalhando para um objetivo e resultado comum, é necessário grande autonomia de trabalho. 

O Squad tem autonomia suficiente para decidir o caminho a percorrer para que se consiga desenvolver o projeto em questão, desde que siga o que foi planejado no processo. Mas a forma que será feito cada um sabe de si.

Essa autonomia permite tomada de decisões mais rápidas e maior capacidade de criação e inovação.

Agilidade

Com essas divisões do Squad Scrum, há maior organização e agilidade nos processos. Ainda mais porque não precisa ficar passando cada ideia para um coordenador ou gestor, todos em conjunto já sabem o que fazer e realizam as tarefas. 

Produtividade

Uma vez que o trabalho se torna mais ágil, também há maior produtividade. Como todo o planejamento é realizado em conjunto, há uma economia de tempo para fazer outras reuniões ou brainstormings, já que todos ficam na mesma página com suas determinadas funções. 

Engajamento

Com autonomia e planejamento vem o engajamento. Essa confiança em dar liberdade aos colaboradores ao fazer o trabalho transmite essa sensação de pertencimento e, consequentemente, interação e satisfação.

Colaboração

Por mais que se preze a autonomia, é necessário colaboração constante. Lembre-se que “duas cabeças pensam melhor do que uma” e um depende do outro para trabalhar.

Mais capacitação do time

Permitir a autonomia também possibilita que os colaboradores se desenvolvam mais de maneira profissional e pessoal. 

Afinal, como trabalhar com metodologias ágeis?

Logo, o Squad Scrum é uma metodologia de projetos muito eficiente para as empresas, principalmente para profissionais ligados à tecnologia da informação. 

Sua construção é realizada de forma que agilize o processo, ganhe mais produtividade e resultado no final. 

Agora que você entendeu o conceito, que tal saber como trabalhar com essa metodologia no seu cotidiano profissional? Conheça nosso bootcamp de Product Management e veja como alinhar o Squad Scrum a sua realidade.