Atualmente, um dos investimentos mais rentáveis do mercado financeiro são as criptomoedas. Apenas no ano de 2021, o Bitcoin, uma das moedas digitais mais populares, teve um rendimento de quase 120%. Com essa rentabilidade acima da média, ficou provado que é possívelganhar dinheiro com criptomoedas. Diante disso, muitas pessoas demonstraram interesse em saber como trabalhar com criptomoedas e começar a investir nesse ramo.
Antes de mais nada, você precisa entender bem o que são as criptomoedas. As criptomoedas são moedas digitaisque só existem no meio digital e se utilizam de um forte sistema de criptografia para assegurar as transações online, mesmo que não exista um sistema de controle e regulamentação por trás dessas movimentações.
A partir desse conhecimento, se você ficou interessado em moedas digitais, aproveite este artigo. Nele, vamos mostrar maneiras de trabalhar com criptomoedas e se destacar no mercado brasileiro, que cresce cerca de 417% por ano.
Como trabalhar com criptomoedas?
Assim como em todas as profissões, você precisa investir em estudos e qualificação. Por isso, o primeiro passo para atuar com criptomoedas é reforçar os estudos em tecnologia, principalmente em blockchain.
Apesar da procura crescente do mercado de trabalho por profissionais que tenham conhecimentos sobre o mundo cripto e blockchain para atuar como consultor ou desenvolvedor de blockchain, as faculdades ainda não englobam esses assuntos nos seus cursos.
Portanto, para se especializar na área, você precisa recorrer a cursos independentes. Na maioria das vezes eles são oferecidos por pessoas que já trabalham com criptomoedas e têm vasta experiência sobre o tema.
O que saber para começar a trabalhar com criptomoedas?
Por ser um produto relativamente novo, é comum que existam muitas dúvidas em relação às criptomoedas. Abaixo, listamos os tópicos que despertam as maiores dúvidas entre as pessoas que estão começando a estudar sobre o assunto:
Principais criptomoedas
Em primeiro lugar, o que já era esperado, está o Bitcoin. Lançada em 2008 por Satoshi Nakamoto em meio a uma crise financeira mundial, hoje analistas estimam que mais de 100 milhões de pessoas em todo mundo possuem ao menos um satoshi (menor unidade de Bitcoin).
Em seguida, respectivamente, temos as outras moedas digitais que compõem a lista dos cinco ouros digitais, ou seja, as criptomoedas com a maior capitalização de mercado: Ethereum, Tether, USD Coin, BNB.
Mineração
Uma forma de conseguir moedas digitais sem precisar comprá-las é através do processo de mineração, que consiste na produção de criptomoedas. Basicamente, você cede o seu poder computacional e o seu conhecimento em blockchain e softwares em troca de frações de criptomoedas.
Para que isso seja uma atividade rentável, você deve considerar que é preciso investir em equipamentos de qualidade, capazes de resolver milhares de equações em questão de poucos segundos.
Trade
A prática de trade com criptomoedas é uma das técnicas mais comuns para ganhar dinheiro com criptomoedas. Nela, o investidor aproveita as oscilações de preços para comprar e vender as suas criptomoedas.
Entretanto, para que essa estratégia seja bem sucedida, é preciso ficar sempre atento e acompanhar o mercado financeiro. Por conta da volatilidade do mercado, essa pode ser uma estratégia arriscada para iniciantes ou pessoas com pouco conhecimento sobre o universo financeiro.
Arbitragem
Por ser uma estratégia de Day Trade, a arbitragem de criptomoedas segue a mesma lógica de aproveitar a janela de preços que acontece quando diversas corretoras estão negociando o mesmo ativo com valores diferentes. Assim, o trader experiente aproveita essa oportunidade para lucrar com essa diferença de preços.
Riscos
Ao mesmo tempo que as criptomoedas possuem uma rentabilidade muito alta, elas são voláteis na mesma proporção. Ou seja, pode ser que compre uma cripto supervalorizada e no mesmo mês ela perca em torno de 90% do seu valor.
É necessário acompanhar o mercado financeiro para trabalhar com criptomoedas e evitar grandes riscos.
É um mercado arriscado que exige do investidor atenção e dedicação para estudar o mundo das criptomoedas e não cometer o erro de entrar em projetos baseados apenas na rentabilidade passada daquela moeda.
Quem pode trabalhar com criptomoedas?
Você pode achar que não é possível, mas qualquer pessoa pode trabalhar com criptomoedas. Por exemplo, se você trabalha como freelancer ou possui um pequeno comércio, você pode buscar uma plataforma de pagamento em criptomoedas e optar por receber o seu pagamento através de moedas digitais.
Para além dessa forma de receber em cripto, existem algumas profissões procuradas no mercado e lidam diretamente com as moedas digitais. São elas:
Analista DevOps: responsável pela implementação e gestão da Blockchain nas empresas;
Consultor de Blockchain:ajuda as empresas a melhorarem os seus processos tecnológicos com objetivo de otimizar cada um deles;
Cientista de dados: responsável pelo armazenamento dos dados no Blockchain, pela validação dos blocos e pela criptografia;
Desenvolvedor Blockchain:pessoa que constrói em um blockchain;
Auditor e perito: responsável pela contabilidade em Blockchain, é o auditor quem verifica se não existe desvio de verba ou outras irregularidades financeiras.
Salário de quem trabalha com criptomoedas
A seguir, listamos o salário médio de alguns profissionais que trabalham com criptomoedas, segundo o Vagas.com.
Profissão
Salário
Analista DevOps
R$15.000,00
Consultor de Blockchain
R$15.000,00
Cientista de dados
R$7.500,00
Desenvolvedor Blockchain
R$10.000,00
Auditor e perito
Entre R$ 3.454,71 e R$ 10.093,42
Valores obtidos a partir dos dados fornecidos em junho de 2022 pelo Vagas.com
Oportunidade é crescente no mercado
Diante do crescimento e dos lucros proporcionados pelas criptomoedas, a procura por investimentos em cripto é crescente. Como consequência dessa procura por parte dos investidores, as empresas buscam cada vez mais profissionais qualificados em Blockchain para atender às suas demandas.
Por isso, se você pensa em começar uma carreira, aposte nas que envolvem criptomoedas e Blockchains. Afinal, essas são algumas das profissões do futuro com grandes chances de crescimento.
Como aprender a trabalhar e investir em criptomoedas?
O caminho para você deseja começar a investir em criptomoedas é estudar, sempre e de forma constante. Antes de tudo, comece a estudar sobre investimentos, procure ter conhecimento suficiente para fazer boas escolhas e tentar diminuir as chances de prejuízos durante a sua empreitada.
Em seguida, crie uma conta na corretora da sua escolha, busque se ambientar com o Home Broker da sua investidora, acompanhe as movimentações do mercado e quando se sentir pronto, comece a investir e operar com criptomoedas. A prática e a experiência vão trazer conhecimentos valiosos para você.
Entretanto, se você deseja trabalhar com criptomoedas, além do conhecimento nesse universo, é interessante que você também invista em um curso superior na área de TI.
Vale a pena trabalhar e investir?
Com certeza! Se você é uma pessoa que gosta de tecnologia e finanças, as criptomoedas são uma forma de unir os dois mundos e ainda garantir uma fonte de renda.
Entretanto, apesar do cenário positivo para quem trabalha com criptomoedas, você precisa considerar a oscilação que acontece no mercado e analisar se você está realmente disposto a correr riscos na sua profissão.
Você sabe a importância de ter uma formação superior para atuar na área de tecnologia? Tanto quanto as demais áreas, tal como saúde e educação, ter uma preparação de qualidade para trabalhar com tecnologia é um diferencial na área. Sobretudo se esse período de aprendizado acontecer nas melhores faculdades de tecnologia do Brasil ou do mundo.
Pelo fato do mercado ter muitas possibilidades para profissionais sem ensino superior, se você tiver uma graduação você consegue se destacar, conquistar melhores cargos e remunerações. Cursos como Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciência da Computação, Engenharia da Computação e Sistemas de Informação são uns dos mais populares.
Se você deseja trabalhar com análise de dados, desenvolvimento web ou com qualquer outra função relacionada à tecnologia, neste artigo preparamos um guia com tudo que você precisa saber na hora que decidir começar a sua graduação. Desde as melhores faculdades de tecnologia no Brasil e no mundo até as áreas de atuação e remuneração dos profissionais de tecnologia.
Melhores faculdades de Tecnologia
Escolher em qual instituição estudar não é uma tarefa fácil, ainda mais com um leque imenso de possibilidades. É preciso pesquisar bem a reputação da faculdade, observar a nota do local em avaliações como a do Ministério da Educação (MEC) e também buscar comentários e opiniões de quem já faz o curso que você deseja.
Melhores faculdades de Tecnologia do Brasil
Confira abaixo as melhores faculdades de tecnologia do Brasil a partir do Ranking Universitário da Folha de São Paulo, uma das mais conhecidas e respeitadas avaliações das universidades em funcionamento no país.
Para essa avaliação, a Folha considera dados nacionais e internacionais, e os resultados de pesquisas de opinião.
Melhores faculdades em São Paulo
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp): instituição com nota 5 na avaliação do MEC, os cursos de Ciência da Computação, Engenharia de Computação, Matemática Aplicada e Computacional, Sistemas de Informação e Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas dão a Unicampo 1º lugar no ranking das melhores faculdades de tecnologia do Brasil;
Universidade de São Paulo (USP): os cursos de Computação e Tecnologia da USP ocupam o 6º lugar entre os melhores cursos do Brasil na área. Na universidade são ofertados os cursos de Ciências da Computação, Engenharia de Computação, Matemática Aplicada e Computação Científica, e Sistemas de Informação;
Universidade Federal de São Carlos (Ufscar): com nota conceito 5 no MEC, a Ufscar ocupa o 8º lugar no ranking de melhor faculdade de tecnologia do Brasil. Aos interessados, a Ufscar possui os cursos de Ciência da Computação, Engenharia de Computação e Sistemas de Informação.
Além das universidades públicas que lideram o topo do ranking, as universidades particulares Mackenzie e Centro Universitário da Fundação Educacional Inaciana Pe Sabóia de Medeiros (FEI) aparecem bem posicionadas no ranking. Respectivamente elas ocupam o 21º e o 23º lugar.
Melhores faculdades de Tecnologia em Minas Gerais
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG): a segunda melhor faculdade de tecnologia do Brasil oferta os cursos de Ciência da Computação, Engenharia de Sistemas, Matemática Computacional e Sistemas de Informação;
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas): uma das universidades particulares mais bem ranqueadas, a PUC Minas ocupa o 12º lugar com uma das maiores gamas de cursos entre as universidades melhores colocadas. São ofertados os cursos de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciência da Computação, Data Science (Ciências de Dados), Engenharia de Computação, Engenharia de Software e Sistemas de Informação.
Além dos cursos presenciais, a PUC Minas também oferta no formado de Ensino à Distância os seguintes cursos: Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Banco de Dados, Gestão Tecnologia da Informação, Redes de Computadores, Sistemas de Informação e Sistemas para Internet;
Universidade Federal de Uberlândia (UFU): os cursos de Ciência da Computação, Engenharia de Computação, Engenharia Eletrônica e de Telecomunicações, Gestão da Informação e Sistemas de Informação da UFU garantem a ela, o 19º lugar no ranking das melhores instituições de ensino em tecnologia do Brasil.
Melhores faculdades no Rio de Janeiro
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ): em 4º lugar, a UFRJ oferta aos interessados os cursos de Ciência da Computação e Engenharia de Computação e Informação;
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio): a 7ª melhor faculdade em tecnologia do Brasil possui os cursos de Ciência da Computação, Engenharia da Computação e Sistemas de Informação;
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ): na 30ª posição do ranking, a UERJ oferece apenas dois cursos na área de tecnologia. São eles: Ciência da Computação e Engenharia da Computação.
Realizado pela QS Quacquarelli Symonds, uma empresa líder mundial em análises e serviços para o setor de ensino superior, o QS World University Rankings traz o ranking das melhores universidades do mundo e é uma das fontes mais confiáveis e respeitadas no mercado mundial quando o assunto é ensino superior.
Segundo o QS World University Rankings, no topo das melhores faculdades de tecnologia do mundo está a norte-americana Massachusetts Institute of Technology (MIT). Em seguida, estão na ponta do ranking as universidades inglesas, University of Cambridge e University of Oxford.
No MIT, a universidade nº 1 do mundo, são ofertados diversos cursos interdisciplinares na área de tecnologia. São eles: Ciência da Computação e Biologia Molecular, Ciência da Computação, Economia e Ciência de Dados, Computação e Cognição, Engenharia Elétrica com Ciência da Computação, e Matemática com Ciência da Computação.
Melhores faculdades de Tecnologia EaD
De acordo com a avaliação do MEC, as melhores faculdades de TI EaD são ofertadas por institutos federais ou por faculdades privadas.
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC) com o curso de Tecnologia da Informação;
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais (IF Sudeste MG) também com o curso de Tecnologia da Informação;
SENAI SP com o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
Vale a pena fazer faculdade de TI EaD?
Se você realmente deseja ingressar na área, a Educação à Distância pode ser uma ótima solução. Pela flexibilidade e praticidade que as aulas online proporcionam, é muito mais fácil conseguir conciliar os estudos com as outras atividades da sua rotina.
Desde que a instituição seja de confiança e o curso tenha qualidade, a faculdade de TI EaD é um investimento tão bom quanto os cursos presenciais!
Além disso, as aulas EaD são uma forma de treinar a disciplina e a capacidade de trabalho online fundamentais para quem trabalha na área de tecnologia, visto que muitas oportunidades são para trabalhos remotos.
Bootcamps de Tecnologia da Informação
Cada vez mais popular no universo da programação, os bootcamps são treinamentos intensivos pensando para quem deseja aprender ou treinar os seus conhecimentos sobre as linguagens de programação.
Por isso, para participar de um bootcamp você não precisa ter um nível avançado de conhecimento. Muitas vezes as pessoas participam sem conhecimento prévio justamente para ter um primeiro contato com a carreira e o universo de desenvolvimento web e entender se aquilo é o que ela quer para si enquanto profissão.
Normalmente os bootcamps são cursos que aliam teoria e prática, e são realizados entre 9 e 24 semanas. Ao final do período de estudos, você tem uma nova formação profissional, experiência na área e, muitas vezes, com oportunidades de emprego já garantidas.
Eles são ideais para quem tem pressa, mas não tem tanta disciplina para estudar sozinho ou tem dificuldades de aprender através de métodos tradicionais. Afinal, nos bootcamps você aprende tudo na prática.
Vantagens dos bootcamps de TI
Formação mais curta do que uma faculdade;
Modelo de ensino similar a rotina de trabalho;
Networking.
Desvantagens dos bootcamps de TI
Formação vertical em apenas uma área;
Insegurança;
Ritmo de aprendizado acelerado.
Mercado de trabalho da Tecnologia da Informação
Pelo déficit de profissionais de tecnologia, esse é um dos mercados mais superaquecidos em todo mundo, especialmente no Brasil. Abaixo, algumas informações úteis sobre carreira e remuneração para você que deseja ingressar na área de tecnologia.
Principais áreas de atuação
Aplicações e integração de sistemas: trabalham com o desenvolvimento, instalação, integração e acompanhamento do sistema;
Big data: atua na área de inteligência compartilhando, recolhendo e analisando dados para desenvolvimento de soluções e novas estratégias;
Desenvolvimento de software: trabalham com linguagens de programação front-end e back-end e com a parte de desenvolvimento de ferramentas e softwares;
Infraestrutura/Cloud/Help Desk/Redes: lida diretamente com a parte de cibersegurança e proteção de dados, evitando vazamento ou ataques hackers;
Liderança executiva para área de TI: tem o papel de líder, lida diretamente com a equipe, repassando demandas, acompanhando processos e incentivando o time;
Segurança/Governança: trabalham com a parte de infraestrutura da empresa, desde o armazenamento em serviços de cloud computing (computação em nuvem) ao atendimento de suporte às pessoas de outras equipes.
Média salarial de um profissional TI
As remunerações variam conforme o seu nível de experiência (júnior, pleno ou sênior) e a função. Assim, os salários iniciais são a partir de R$4.500 e um profissional sênior pode chegar a receber até R$47.800.
Empregabilidade
A cada ano que passa a demanda por profissionais de TI é maior. São inúmeras empresas, de médio e grande porte, além das startups em busca de profissionais de tecnologia para atender as novas demandas do mundo moderno.
Além das oportunidades nacionais, profissionais de TI, especialmente os que já possuem experiência, também encontram muitas chances no exterior.
Então, se você deseja entrar nesse mercado ou migrar de carreira para a área de tecnologia, este é o momento ideal!
A tecnologia tem conquistado cada vez mais espaço ao redor de todo o mundo. Hoje, é impossível imaginar uma vida sem invenções como a internet, o computador, o smartphone e seus inúmeros aplicativos. E para conectar e adaptar tudo isso às necessidades humanas, existe uma carreira dedicada: a análise e desenvolvimento de sistemas.
Se você tem interesse pelo mercado de tecnologia e está em busca de uma formação na área, essa pode ser uma boa opção. Aqui neste artigo falamos tudo sobre ela, desde grade curricular e escopo de trabalho, até remuneração.
Análise e desenvolvimento de sistemas: que profissão é essa?
Assim como o nome já indica, analisar e desenvolver sistemas são os pilares dessa profissão. Mas o que eles significam na prática?
Imagine que você tem uma pequena marca de roupas e que nela precise administrar pontos como caixa e estoque. Para isso, usa um caderno para anotar as vendas e todos os dias, após o fechamento, verifica as peças no estoque para saber o que ainda tem disponível.
Agora imagine que uma influenciadora famosa foi até a loja e a divulgou em suas redes sociais. Em pouco tempo, o movimento triplicou e as dificuldades começaram a surgir.
O papel do profissional formado em análise e desenvolvimento de sistemas é justamente evitar que esses problemas aconteçam. Para isso, ele analisa as necessidades do negócio e desenvolve sistemas que são capazes de atendê-las.
No exemplo da loja, a solução seria a criação de um software de gestão. Nele, funcionalidades como controle de estoque, geração de relatórios, etiquetas com código de barras e emissão de cupom fiscal.
Como é a formação de um analista de sistemas?
A formação em análise e desenvolvimento de sistemas é de nível tecnológico, isto é, tem duração entre 2 e 3 anos. Dentro deste tempo, o aluno aprende a lidar com situações do dia a dia e atuar diretamente sobre as necessidades dos clientes.
Quem gosta ou tem familiaridade com a área de exatas talvez se apaixone pela grade curricular. Embora ela varie conforme a instituição de ensino, algumas disciplinas são comuns, como algoritmos e lógicas de programação.
Atualmente é comum encontrar opções de formação à distância, presencial e semipresencial. Isso dá flexibilidade para o futuro profissional, além de aumentar o número de capacitações.
Por fim, a graduação dispensa trabalho de conclusão de curso, mas inclui a execução de projetos ao longo dos períodos. Assim, o aluno já vivencia situações do dia a dia em sala e aprende a lidar com elas.
O que faz um analista e desenvolvedor de sistemas?
O foco de um analista de sistemas é pensar em soluções para o mercado. Isso inclui a criação de softwares, aplicações e sistemas que atendam às necessidades descritas.
O escopo de trabalho é grande. Ao longo do projeto, esse profissional poderá fazer análise das necessidades, bem como a projeção e implementação das soluções pensadas. Veja abaixo algumas das atividades mais comuns desempenhadas nessa profissão.
Desenvolvimento de softwares
Normalmente, quem busca pela formação em análise e desenvolvimento de sistemas quer facilitar a vida dos clientes. É por isso que a área de desenvolvimento de softwares é a mais popular dessa profissão.
Quem segue por ela está disposto a ouvir as dores e necessidades das empresas. A partir das informações levantadas, pensar em soluções sistêmicas que ajudem a eliminá-las ou minimizá-las. Tudo isso é feito a partir de análises, projeções, testes e mensurações.
Um mercado, por exemplo, pode controlar seu estoque a partir de um software específico para o varejo. Já uma empresa de marketing pode ter um sistema para captação e fidelização de potenciais clientes.
Administração de banco de dados
As informações armazenadas em um banco de dados são um dos elementos mais importantes de uma empresa. Por isso, mantê-los eficientes e seguros é um dever e uma necessidade.
Atualmente, o profissional que segue nessa área é conhecido como DBA, ou administrador de banco de dados. Sua função é criar, instalar e monitorar as estruturas de banco de dados de uma companhia além de, eventualmente, analisá-lo e repará-lo.
Administração de redes
Com a tecnologia definindo cada vez mais o sistema de trabalho de empresas e seus colaboradores, ter uma rede compatível com as necessidades do negócio é fundamental. Para isso, o administrador tem a missão de gerenciar as redes de computadores locais das companhias.
Em seu escopo, ele deve configurar, monitorar e otimizar essas redes. Além disso, ele também deve realizar a manutenção de aparelhos e configurações de arquivos a fim de garantir o pleno funcionamento dos sistemas. Isso sem falar na responsabilidade em garantir a segurança das informações transmitidas e armazenadas.
Mais recentemente, com o avanço do sistema de trabalho home-office, as redes remotas também ganharam espaço no escopo dos profissionais. O objetivo é garantir o acesso e integração entre a empresa e seus colaboradores através da rede.
Suporte
Falar em tecnologia é, muitas vezes, falar também de vulnerabilidade. Afinal, até mesmo os melhores sistemas podem apresentar erros, falhas ou instabilidades. Quando isso acontece, é fundamental contar com um time de suporte, pronto para avaliar as ocorrências e corrigi-las.
O papel do suporte é justamente amparar empresas e seus colaboradores nas mais variadas situações. Quando eles são acionados, devem avaliar a infraestrutura, entender a causa do problema e fazer as devidas configurações e manutenções para reestabelecimento dos sistemas.
Existe mercado de trabalho para a área de análise e desenvolvimento de sistemas?
As empresas têm absorvido cada vez mais a tecnologia para o desenvolvimento de suas soluções e em suas atividades diárias. Hoje, é quase impossível imaginar um negócio offline, que dispense o uso de internet ou de sistemas de informatização. Apenas esses fatores já são suficientes para indicar que essa profissão é promissora.
Outro dado que ajuda a sustentar essa perspectiva é da Brasscom. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, até 2024 a procura por profissionais na área de TI no Brasil será de 420 mil pessoas. Ainda segundo a própria instituição, atualmente apenas 46 mil profissionais são capacitados na área todos os anos.
Diante da pouca oferta de profissionais qualificados e, em contrapartida, de uma grande demanda advinda das empresas, ainda há muitas oportunidades no mercado de trabalho para os futuros profissionais.
Qual é a média de remuneração?
De acordo com o Guia Salarial 2022, elaborado pela empresa global de consultoria de recursos humanos Robert Half, um analista de sistemas júnior pode ganhar entre R$ 5.100 e R$ 8.100.
Já os profissionais no nível pleno podem receber entre R$ 6.900 e R$ 11.550. Por fim, ainda segundo o Guia, os analistas de nível sênior podem ganhar entre R$ 10 mil e R$ 16.750.
Vale a pena ser um analista e desenvolvedor de sistemas?
Não existe uma resposta certa para essa pergunta. Olhando para as oportunidades do mercado, é evidente que a formação em análise e desenvolvimento de sistemas pode ser uma boa opção para quem quer ingressar no mercado de tecnologia. Entretanto, existem outros questionamentos, estes individuais, que também devem ser feitos.
Um deles é entender o nível de interesse ou de familiaridade pela área. Não basta mirar nos dados do mercado ou nas oportunidades de ganho e se esquecer de que essa se trata de uma profissão. Nela, será preciso dedicação diária. Por isso, antes é fundamental entender qual é a capacidade de entrega do futuro profissional.
Mas se você ficou empolgado com o conteúdo e acha que essa é a profissão ideal para você, o próximo passo é procurar por uma instituição que possa capacitá-lo.
Existem centenas de opções no mercado, a dica é procurar pela que oferece uma boa grade curricular e que tem boas indicações de outros profissionais de sua confiança.
Estude Análise e Desenvolvimento de Sistemas com a Faculdade XP
Na Faculdade XP você tem a oportunidade de se tornar um analista de sistemas com investimento zero. Ao longo do curso — que é totalmente online — você aprende tudo o que precisa para ingressar no mercado. Entre os conteúdos, implementação de bancos de dados e lógica de programação.
Antes mesmo de chegar ao fim da graduação, você adquire certificados intermediários para fortalecer seu conhecimento. Isso sem falar que 25% do curso é aplicado em ambientes reais, que podem ser na própria XP ou em instituições parceiras.
Para saber mais sobre o curso e o formato da XP, é só clicar aqui.
Entender a psicologia das cores é essencial para alcançar o que queremos mostrar pelas roupas, ambientes e paleta de cores dos negócios. Também é importante para você perceber como as marcas usam do benefício para gerar desejo e mais vendas.
Cada cor ou paleta de cores indica uma personalidade da marca. Quando combinadas, as cores podem impactar determinado público, crescer uma audiência e gerar mais conexão.
Essa é uma estratégia muito utilizada por especialistas no mercado de Marketing Digital, pois, as cores estão ligadas às questões emocionais, sociais e conotações culturais.
Aliás, você concorda que a primeira impressão é a que fica? Os consumidores olham por apenas alguns segundos e isso pode impactar sim. Eles colocam a aparência visual e a cor acima de outros aspectos ao realizarem compras.
Você sabia disso? Determinada cor quando utilizada aumenta o reconhecimento da marca e tem relação com a confiança do cliente.
Neste conteúdo você irá entender mais sobre a psicologia das cores, significados e aplicações nas mais diversas áreas. Boa leitura!
O que é Psicologia das Cores?
A psicologia das cores trata-se do estudo que mostra como nosso cérebro identifica informações visuais e transforma as coresem sensações ou emoções, já que cada cor pode nos afetar de maneiras diferentes, causando sensações, pensamentos e até atitudes.
As cores quentes (vermelho, amarelo e laranja) são dinâmicas e estimulantes. Já as cores frias (azul, roxo e verde) são suaves, estáticas e calmantes. Há ainda as cores neutras que são: branco, preto, marrom e cinza.
Contudo, há uma pequena separação. Isso porque o preto e o branco são cores neutras absolutas, elas não são consideradas cores cientificamente. Sendo o preto a soma de todas as cores e o branco, a ausência total de cor.
História da Psicologia das Cores
Qual a origem e quem inventou a psicologia das cores? Acredita-se que a invenção dos primeiros pigmentos foi feita há 40.000 anos por pessoas que usavam da combinação de minerais, carvão queimado e gordura animal.
Mas como era isso? Antigamente, era feita a trituração de pedras até virarem pó e posteriormente misturado com óleo ou água resultando em uma tinta. Logo, as cores vinham da natureza.
Após a evolução da humanidade, o estudo das cores foi iniciado no século IV a.C. por Aristóteles sobre as cores primárias.
Posteriormente, entre os séculos XVII e XVIII, Isaac Newton criou a teoria para as cores. O cientista observou que um feixe de luz branca, ao atravessar um prisma, originava outras cores. A partir daí, a ciência e o estudo das cores iniciaram a ter destaque.
Já no século XIX, o poeta Johan Wolfgang von Goethe confrontou as ideias de Newton sobre luz e cor no âmbito da física.
Goethe publicou o livro “Teoria das Cores” defendendo que as sensações que as cores estimulavam nas pessoas surgem na nossa mente sendo lapidadas pela nossa percepção, ou seja, pela visão e como nosso cérebro as processam.
No século XX temos uma das contribuições mais importantes na área com o trabalho desenvolvido pela socióloga alemã Eva Heller. A estudiosa analisou as cores em sua profundidade com relação aos sentimentos e as percepções. O levantamento, à época, foi feito com 2.000 entrevistados.
O que são as cores primárias, secundárias e terciárias
As cores primárias são as cores puras que não surgem de outras, sendo o vermelho, azul e amarelo.
Cores Secundárias são compostas pela junção de duas cores primárias, a exemplo da cor verde ou laranja.
Já as cores terciárias são a mistura de uma cor primária com uma secundária, como o vermelho-arroxeado.
(Fonte: Page1)
Qual o significado de cada cor na Psicologia das Cores?
Azul
A cor azul significa produtividade, fidelidade, confiança e harmonia. Por ser uma cor fria traz sensações de calma, ordem, produtividade e segurança. Nos espaços traz a ilusão de ambiente amplo. Geralmente, é usado para negócios e empresas bancárias.
Verde
A cor verde é associada a vários elementos: esperança, liberdade, saúde, vitalidade e relaxamento. Também ao ser usada tem significado relacionado à riqueza e ao dinheiro. É uma cor fria. Traz sensações de harmonia, vitalidade, contato com a natureza, frescor e relaxamento.
Amarelo
A cor amarelo quando utilizada significa jovialidade, otimismo, inspiração. Por ser quente, traz a sensação de alegria, diversão e felicidade por ser uma cor energizante. Quem a usa quer indicar inspiração e criatividade.
Laranja
A cor laranja transmite entusiasmo, originalidade, otimismo e liberdade. Por ser uma cor quente remete à criatividade e traz relação com marcas e produtos amigáveis.
Roxo
O roxo (ou cor púrpura) significa vaidade, nobreza, elegância e luxo. Ainda traz aspectos relacionadas à cor: misticismo, fantasia e sexualidade. Tem como simbologia o feminismo e bandeiras LGBTQ. Por ser uma cor fria transmite calma, melancolia e mistério.
Preto
O preto (cor fria) também remete aos mesmos aspectos de mistério e nobreza. Mas pode significar também quando usado parar querer mostrar superioridade, poder, formalidade e protesto. Transmite estilo e força.
Vermelho
Vermelho remete ao dual: amor e ódio. Atiça sensações do tipo: entusiasmo, paixão, poder, agressividade, atenção e motivação. É considerada uma cor quente que traz urgência, ou seja, pode causar ações e decisões impulsivas.
Rosa
A cor rosa é a junção entre o quente (vermelho) e o frio (branco) e remete à aspectos de feminilidade, calma, relacionamento, afeto e outros. Traz sensações como amabilidade, delicadeza, gentileza, sensibilidade e juventude.
Cinza
O cinza traz o significado de algo ser neutro, mas, em simultâneo, elegante e sofisticado. Contudo, traz a ausência de emoção. Não provocando estímulos. Há associação das diversas tonalidades da cor com solidão, isolamento e depressão.
Marrom
A cor marrom lembra aspectos de terra com associação à natureza. É usado para dar referência a produtos naturais, vida saudável e produtos alimentícios. Remete à segurança e conforto.
Branco
O branco é uma cor fria e significa minimalismo. Remete às questões de simplicidade, clareza, pureza, inocência, paz, status, leveza, higiene e fé. Geralmente, é mais usado como fundo para dar destaque para outras cores. Ao contrário da cor preta, traz aspecto de luz ou vazio.
Qual o papel das cores? Entenda
Nas emoções
É muito comum usarmos as cores como sinônimos de algum fato ou sentimento que queremos passar. Tenho certeza de que você já falou ou escutou alguma das expressões abaixo:
Aquela situação deixou o jogador roxo de raiva;
No momento de contar a notícia, o menino ficou pálido como branco de papel;
Ela deu um sorriso frouxo e meio amarelo;
Após a queda, Marina ficou vermelha de vergonha na frente das pessoas.
No design
A cor tem um papel fundamental na hora da criação de design de produtos ou da personalidade (identidade visual) de uma marca, isso porque eles irão ajudar a reforçar o entendimento da sua atenção e os estímulos que você deseja despertar nos clientes. Cada detalhe importa e as cores quando bem pensadas podem influenciar no consumo do produto.
Assim, em quaisquer decisões sobre o uso da cor no produto deveriam realmente ser antecipadas por uma análise de mercado e das tendências do consumidor.
Consequentemente, algumas despesas inúteis poderão ser evitadas com base em dados concretos, sendo assim podendo atender a uma demanda exigida dentro de uma realidade de espaço-tempo comprovada.
No marketing
A psicologia das cores é “a análise de como uma cor é percebida pelo ser humano’. Por isso, saber usá-la para despertar as emoções no público-alvo é fundamental.
No marketing a escolha das cores deve estar presente em anúncios, embalagens, fotos publicitárias ou estandes. Tudo para captar de imediato a sua atenção. Afinal, a atenção é a moeda do século. E claro, cada cor irá te remeter a um sentimento podendo gerar uma reação positiva ou negativa.
Também a escolha de determinada cor em uma peça publicitária pode variar dependendo da faixa etária do público consumidor e da categoria social do produto/serviço ofertado.
Ademais, saiba que as cores de fundo ajudam a lidar com a emoção da apresentação; já as cores de primeiro plano (textos, tabelas e gráficos) afetam a compreensão e retenção de ideias.
Olha só essas curiosidades abaixo sobre o efeito da psicologia das cores:
Anúncios em cores são vistos 42% mais frequentemente que os mesmos anúncios em branco e preto;
Cores podem melhorar em 40% a leitura, entre 55% e 68% o aprendizado e em 73% a compreensão.
Nos negócios em geral
No Canadá, de acordo com estudos da especialista Satyendra Singh, da Universidade de Winnipeg, a cor é uma “fonte de informação muito influente” quando as pessoas estão tomando uma decisão de compra.
Ainda conforme o levantamento, os clientes realizam um julgamento inicial sobre algo depois de apenas 90 segundos de interação com o produto, sendo em torno de 62% a 90% do julgamento com base na cor.
Se você quer dar um tom e marcar sua identidade diante da concorrência, saiba como escolher as cores ideais para logo e paleta de cores. Elas têm forte impacto na decisão de compra de um cliente.
Conheça as sensações emitidas pelas cores e quais marcam são referência.
Marcas que usam preto transmitem elegância, poder e sofisticação. Exemplos: Nike, XP e Pandora;
Empresas que apostam no branco querem dar a sensação de amplitude, puro e nobreza. Exemplos: Adidas, SONY e Converse;
Já a cor rosa é usada por companhias que buscam atingir um público feminino, romântico e delicado (na maioria dos casos). Exemplos: Victoria’s Secret, Cosmopolitan e Barbie;
Companhias que utilizam de tons vermelhos querem trazer o senso de urgência e energia. Exemplos: Coca-Cola, Toyota, Canon, CNN e Red Bull;
Agora, marcas que usam a cor azul geralmente visam demostrar confiança. Exemplos: HP, Dell, Samsung, Ford, Unilever, Twitter e Facebook;
Negócios que têm o verde como cor objetiva mostrar dinamismo, energia e algo bonificador. Exemplos: Spotify, Starbucks e WhatsApp;
Amarelo significa alegria e criatividade. Exemplos: MC Donald’s, National Geographic e Ferrari.
Companhias que apostam no laranja visam impactar com diversão, juventude e alegria. Exemplos: FOX, Nick, Gol e Fanta;
Já o roxo demonstra crescimento e imaginação. Exemplos: Yahoo! e Vivo.
Há também a cor cinza que denota modernidade e sabedoria. Exemplos: Apple, Nestlé e Mercedez-Benz.
Dicas para não errar na aplicação da Psicologia das Cores no seu negócio
A personalidade de uma marca com a representação das cores pode ser poderosa se bem acertada. A identidade e o estilo da paleta de cores devem ser coesos. A cor é apenas um pedaço de sua marca, mas, precisa complementar valores, voz, tom e personalidade do seu negócio. Logo, é fundamental entender sobre a psicologia das cores.
Saiba dicas para não errar:
Escolha a paleta que melhor comunica o estilo da sua empresa;
Decida quais emoções você deseja transmitir;
Não copie estratégias de outras marcas;
Seja autêntico;
Conheça seu nicho.
Dica de leitura: leia o livro A Psicologia das Cores
Se você quer aprofundar no assunto, indicamos a leitura do livro “A psicologia das cores: como as cores afetam a emoção e razão” da autora Eva Heller. O material com 392 páginas traz um denso estudo realizado por anos sobre a descrição de 13 cores. Ainda revela dados interessados sobre os 2.000 entrevistados (entre homens e mulheres) de 14 aos 97 anos na Alemanha.
Os resultados da pesquisa demonstraram que as relações das cores com os sentimentos não dão “match” por acaso.
Livro “A Psicologia das cores” de Eva Heller.
Agora que você aprendeu mais sobre psicologia das cores, o que é, o significado das cores e o impacto no design, marketing e negócios ficará mais fácil de entender como aplicá-las da forma correta na sua vida pessoal e profissional.
Ah, quero te fazer um convite especial se você pretende obter destaque na carreira!
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O armazenamento e análise de dados passou por muitas inovações nos últimos anos, atendendo a uma demanda por formatos mais flexíveis e versáteis, sem a necessidade de começar do zero cada vez que as informações registradas mudam suas características.
Nesse contexto, a Tecnologia da Informação pode contar amplamente com os bancos de dados NoSQL, também chamados de não-relacionais, que admitem o uso de informações em diferentes formatos, assegurando uma análise personalizada, com foco em grande escala e alto desempenho.
Toda empresa tecnológica coleta e armazena dados e, os bancos de dados não relacionais têm ganhado muito destaque, principalmente quando se trata de Big Data.
Além disso, se você busca se aprofundar em conceitos como BI, Engenharia de Dados, Data Science, saber sobre os bancos de dados NoSQL é uma necessidade.
Continue a leitura e entenda melhor o que é NoSQL, para que serve e por que é importante dominar o assunto!
O que são bancos de dados NoSQL?
Os bancos de dados NoSQL são aqueles preparados para processar um volume enorme de dados não-estruturados, em alta velocidade e com mudanças constantes. São conhecidos pela rápida implementação, permitindo registro e análise de novas informações em um ritmo surpreendente.
De modo geral, o grande diferencial do NoSQL está na flexibilização das restrições ao formato e na consistência dos dados registrados no database, permitindo usar a mesma lógica de armazenamento, consolidação e análise sem a necessidade de alterar seus parâmetros.
O banco de dados NoSQL se trata de uma abordagem para gerenciamento de databases que pode acomodar uma ampla variedade de modelos de informações/dados, incluindo formatos de chave-valor, documento, coluna e gráfico.
O que é NoSQL?
O termo NoSQL surgiu em 1998, nomeando um banco de dados não relacional de código aberto. O seu autor, Carlo Strozzi, o criou para ser completamente distinto do modelo relacional, por isso, inicialmente, ele tinha esse significado.
Com a internet se popularizando, os dados que foram surgindo passaram a ser mais difíceis de serem tratados e a sua manutenção foi começando a encarecer. Em 2006 o Google publicou o artigo “BigTable: A Distributed Storage System for Structured Data” em que trazia novamente o conceito NoSQL.
Alguns anos depois, ele passou a ser utilizado como forma de descrever todos os bancos de dados não relacionais. Hoje, a sigla significa “Not Only SQL”, uma vez que o SQL acaba sendo utilizado em alguns casos específicos.
O termo foi escolhido dessa maneira apenas para diferenciá-lo dos bancos de dados que já são conhecidos como relacionais como o MySQL, o PostgreSQL, etc.
Como funcionam os bancos de dados NoSQL?
Esse tipo de banco de dados funciona de maneira muito diferente dos bancos relacionais. Ele não conta com esquema de tabelas, mas sim com estruturas de pares-chave ou valores simples — como nos JSON.
Eles usam uma variedade de modelos de dados para acessar e gerenciar dados, por isso são usados em aplicativos que exigem grandes volumes de dados, latência e flexibilidade.
De maneira prática, o conceito de Big Data, com análise de uma grande quantidade de informações, com características mutáveis e em altíssima velocidade é totalmente baseado na tecnologia NoSQL.
Enquanto a linguagem SQL se mantém útil e relevante, ela é focada em um esquema estático, com escalabilidade vertical. Isso significa que eles atendem um modelo de análise de baixa profundidade, velocidade moderada e características consolidadas.
Por outro lado, os bancos de dados NoSQL funcionam com alto volume, maior velocidade e características mais dinâmicas. Ele não compreende apenas um modelo de dados, mas serve como uma categoria-mãe para abordagens flexíveis que atuam como alternativas de alto desempenho.
Esses parâmetros atendem a necessidade da gestão de dados em contar com uma alternativa aos bancos de dados relacionais (SQL).
Principais características dos bancos de dados NoSQL
Definindo o que é NoSQL e o formato de funcionamento dessa classe de linguagem, vamos aprofundar nosso conhecimento sobre as principais características dos bancos de dados não-relacionais, sendo elas:
Flexibilidade
Os esquemas de registro de informações e sua posterior consulta é extremamente flexível, rápida e iterativa nos bancos de dados NoSQL. Isso acontece porque eles admitem dados semiestruturados e não-estruturados, garantindo maior amplitude aos modelos classificados como NoSQL.
Escalabilidade
Bancos de dados NoSQL são projetados para escalabilidade horizontal, armazenamento em nuvem e clusters de hardware que permitem um alto volume de gerenciamento sem a necessidade de utilização de servidores extremamente robustos e com custo elevado de manutenção.
Alta performance
As configurações de modelo de dados e formato de acesso permitem uma performance otimizada, analisando maior quantidade de informações consolidadas com maior eficácia e agilidade, principalmente quando comparado a formatos como o SQL.
Totalmente funcional
Cada modelo de dados encaixado nas categorias principais dos bancos de dados NoSQL possuem APIs próprias para interação com as informações registradas, garantindo uma atuação totalmente funcional para a gestão do database.
Para que servem bancos de dados NoSQL?
Na prática, podemos entender que o banco de dados NoSQL serve para fornecer desempenho otimizado, flexibilidade elevada e escalabilidade horizontal, atendendo necessidades de gestão de dados em situações onde o SQL não é aplicável para o registro e consulta das informações.
Diferença entre NoSQL e SQL
Basicamente, os bancos de dados SQL são de uso geral, enquanto os bancos de dados NoSQL são projetados para usos específicos. Eles também contam com diferenças nos seguintes aspectos:
Modelos de dados – um NoSQL permite a criação de um aplicativo sem necessidade de um esquema. Porém, é comum a duplicidade de informações dependendo da estrutura do desenvolvimento ou da velocidade de atualização de dados;
Estrutura de dados – os bancos de dados NoSQL são feitos para manipular dados não estruturados como os posts de redes sociais, vídeos, e-mails e textos. Considerando que eles são a maioria dos dados que existem hoje, o NoSQL passa a se tornar cada vez mais popular;
Dimensionamento – o NoSQL é um banco de dados muito mais barato de dimensionar, graças a possibilidade de aumentar a capacidade dimensionando servidores de commodities baratos;
Modelo de desenvolvimento – enquanto os SQL são geralmente de código fechado e é preciso pagar taxas de licenciamento para usar os seus softwares, os bancos de dados NoSQL utilizam de código aberto.
Quais as quatro categorias principais dos bancos de dados NoSQL?
Existem quatro tipos de sistemas de bancos de dados NoSQL e cada um deles usa um modelo de dados diferentes, o que resulta em diferenças marcantes entre eles.
1. Documentos
Neste tipo, os dados são “documentos”. Ele é altamente flexível e não precisa de colunas pré-montadas. Geralmente, é indicado para tratar dados não estruturados, pois uma única coleção pode contar com grupos de dados (documentos) de formatos diferentes.
A grande vantagem é permitir a consulta por meio de qualquer um dos diferentes atributos dos documentos registrados.
2. Colunar
O modelo colunar, o banco de dados faz armazenamento em linhas particulares de tabela. É o oposto dos bancos relacionais, que armazenam os conjuntos de dados em uma só linha. Contam com um armazenamento bastante eficiente e permitem consultas com base em colunas específicas.
3. Chave-valor
Os bancos chave-valor são aqueles formados por conjuntos de chaves acompanhados de valores como tabelas hash. Esse formato é altamente disponível e muito eficiente para armazenamento de Big Data. De modo geral, a melhor opção é contar com uma chave previamente conhecida e valores desconhecidos.
4. Grafos
Esse modelo armazena os dados no formato de arcos conectados por arestas. Também é possível definir como um conjunto de linhas conectadas por vértices. Ele é excelente para pesquisas complexas, uma vez que a latência e a performance promete ser menor que no modelo chave-valor.
Vantagens e desvantagens do NoSQL
Os bancos de dados NoSQL são indicados para sistemas que precisam de mais desempenho e armazenamento, além disso, oferecem alguns benefícios. Porém, como tudo, ele também tem as suas desvantagens. Abaixo você confere quais são.
Vantagens do NoSQL
Flexibilidade: eles podem armazenar e combinar quaisquer tipos de dados, sejam estruturados ou não-estruturados, ao contrário dos bancos de dados relacionais, que só armazenam de maneira estruturada;
Escalabilidade: a maioria é construído para escalar horizontalmente e podem ser dimensionados para acomodar qualquer tipo de crescimento de dados, mantendo o baixo custo;
Disponibilidade: costumam contar com arquiteturas de software eficientes de replicação de dados. Se um ou mais servidores caem, outro está apto para continuar o trabalho;
Alto desempenho: são construídos para terem ótimo desempenho, medido pela taxa de transferência e latência;
Open source: por serem de código aberto, eles não exigem taxas de licenciamento e podem ser implantados de forma econômica.
Desvantagens do NoSQL
Backup: alguns bancos de dados NoSQL oferecem backup, mas eles ainda não estão desenvolvidos o suficiente para oferecer uma solução adequada;
Falta de padronização: por não ser padronizado, as regras, funções, linguagens de programação, o design e consulta dos bancos de dados NoSQL variam muito.
Consistência: a escalabilidade e o desempenho são prioridades, mas a consistência dos dados não. É possível duplicar linhas, por exemplo, o que não ocorre com os bancos de dados relacionais.
5 exemplos de bancos de dados NoSQL
Existem vários tipos de bancos de dados NoSQL, com tecnologias diferentes. Abaixo separamos alguns dos melhores disponíveis no mercado. Confira!
Amazon DynamoDB
Esse é um produto AWS (Amazon Web Services) e é totalmente cloud computing. Confiável e escalável: a latência e consistência ficam abaixo de 10 milissegundos. Além disso, ele conta com recursos de segurança muito interessantes baseados em cache de memória, restauração de dados e backup.
Cassandra
Desenvolvido pelo Facebook (atual Meta), o Cassandra hoje é mantido pela Apache Foundation. Ele é muito conhecido por trabalhar com Big Data, já que é otimizado para clusters e os seus mecanismos são distribuídos. Ele também conta com orientação por coluna, o que torna a latência bem menor em algumas pesquisas.
Redis
Com dados armazenados na forma de chave-valor em sua memória, esse banco é flexível e rápido. Ele também tem uma latência baixa e é fácil de usar.
MongoDB
O MongoDB é um dos bancos de dados NoSQL mais conhecidos. Ele utiliza documentos muito similares ao formato JSON para armazenar os dados, é open source e ainda conta com features como replicação, indexação e balanceamento de carga.
HBase
Também open source, esse banco faz parte do Projeto Apache, sendo bem popular. Ele foi formatado a partir do BigTable do Google, e é escrito em Java. Com isso, ele tem uma integração facilitada com o MapReduce.
Quem trabalha com bancos de dados NoSQL?
Diversos profissionais da área de TI podem ter contato com os bancos de dados NoSQL, mas dentro da área de Data Science, os Engenheiros de Dados, Cientistas de Dados e os Analistas de Dados são os profissionais que costumam lidar diretamente com esse tipo de ferramenta no dia a dia profissional.
A aplicação do Big Data e outras tecnologias relacionadas ao armazenamento e análise de dados estão em alta no momento. Somada a essa tendência, temos a flexibilidade e as infinitas aplicações dos bancos de dados NoSQL.
Dessa forma, profissionais especializados nesse tipo de linguagem e capazes de desenvolver modelos de database a partir dela estão cada vez mais valorizados no mercado, já que muitas empresas precisam desse tipo de serviço.
Você pode aprender mais sobre essas tecnologias e investir no seu futuro profissional com o Bootcamp para Analista de Banco de Dados da Faculdade XP. Esse conteúdo é ideal para quem deseja ser um expert em bancos de dados e todos recursos importantes desse ramo.
As aulas interativas foram idealizadas para oferecer domínio sobre os conceitos básicos e mostrar como sua aplicação é feita, contribuindo para quem quer ir além na sua carreira.
No decorrer no tempo o profissional de processos passou por transformações, tendo algumas nomenclaturas na descrição da atribuição, como, por exemplo, Analista de Qualidade e Analista de Processos e Analista de Negócios.
Mesmo sendo conhecido por tantas nomenclaturas, você sabe exatamente o que faz um Analista de Processos de Negócios e quais seus desafios?
Uma das necessidades mais emergentes nas empresas é a inovação. O desafio de fazer mais com menos está levando empresas a repensar seus processos, seja de suas atividades fim como de suas atividades meio.
Repensar processos nunca foi tão comentado e hoje poucos profissionais conhecem sobre o assunto de forma estruturada, com base sólida de conhecimento e estudos aprofundados sobre o assunto.
A inovação nos processos busca não somente criar algo novo. Busca também melhorar o que já é feito, trabalhando a sinergia, uso ou reuso dos recursos disponíveis da melhor maneira possível, eliminando os desperdícios.
Basicamente, essa é a importância do Analista de Processos de Negócios para as empresas. Mas como essa área se transformou ao longo dos anos? Quais os desafios? Continue a leitura e confira!
Analista de Processos de Negócios: o que faz?
O Analista de Processos é o responsável pelo levantamento das informações e necessidades de melhorias dos processos de negócio, formulando o encadeamento de sua execução. Ele provê suporte ao desenho de processos em iniciativas de transformação tendo como principais atribuições:
Diagnóstico de melhorias: em colaboração com líderes e gerentes, o especialista em análise de processos de negócios deve identificar problemas e propor soluções para otimizar o fluxo de trabalho. Além disso, precisa definir o melhor desenho futuro para o processo, adequando às necessidades do negócio, avaliando prioridades e os impactos das alterações;
Desenvolvimento de processos: este profissional deve definir a modelagem de processos e prover o alinhamento de sua arquitetura e outros ativos organizacionais;
Análise: é preciso avaliar o desempenho dos processos, seus impactos e mensurar os impactos decorrentes da necessidade de exclusão, alteração ou inclusão de processos na arquitetura.
O Analista de Processos de TI faz a ponte entre a área de negócios e a tecnologia da informação traduzindo requisitos do negócio para a linguagem de tecnologia.
O conhecimento aprofundado em gerenciamento de projetos faz-se necessário, pois cada iniciativa de processos se transforma em um projeto em potencial.
Como o Analista de Processos se transformou ao longo do tempo?
No decorrer do tempo, o profissional de processos passou por transformações tendo algumas nomenclaturas na descrição da atribuição, dentre elas: Analista de Qualidade, Analista de Processos, Analista de Negócios, etc.
A evolução do papel do profissional de processos passa também pelas ondas de gerenciamento de processos. Confira a seguir.
Primeira onda
Processos implícitos nas práticas de trabalho e não automatizados. Após a Segunda Guerra Mundial surge o gerenciamento da qualidade.
Processos reescritos manualmente e automatizados em sistemas. Adição dos ERPs com regras rígidas e pouco flexíveis a mudanças. Foco na reengenharia de processos.
Terceira onda
Processos desacoplados dos ERPs e foco em resultados, agilidade e adaptabilidade. Monitoramento, melhoria contínua e otimização ponta a ponta dos processos de negócio.
Quarta onda
Transformação do negócio a partir da inovação gerencial.
A evolução do perfil do Analista de Processos
O perfil do Analista de Processos engloba a definição de métodos e processos e o uso de diferentes ferramentas e técnicas, sendo a sua evolução descrita como:
Analista de Processos com foco em qualidade (TQM): utilização de auditorias e elaboração de procedimentos, fluxos de trabalho, indicadores de desempenho operacional, normatização (Procedimento Operacional Padrão – POP);
Analista de Processos com foco do cliente: utilização de metodologias e ferramentas como BPM, BPI, BPMN, BPMS, enfoque na análise, melhoria e gestão de processos interfuncionais para entregar valor;
Analista de Processos com foco em design da experiência do negócio: utilização de técnicas como experiência do usuário, gamificação, jornada do cliente integrada aos processos automatizados, Design Thinking.
Quais são os desafios na gestão de processos?
No geral, as empresas têm muitas dificuldades quanto à gestão de seus processos, não apenas na área de TI, mas em todos os departamentos. Afinal, além de seus processos individuais, qualquer área de uma organização tem relação com outros setores.
Baseado na Teoria Geral de Sistemas, do biólogo austríaco Ludwig von Bertalanffy, entende-se que o sistema é um conjunto de partes interagentes e interdependentes que, conjuntamente, formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam determinada função.
As organizações são consideradas sistemas complexos, sendo compostas de várias partes integrantes (áreas/setores), que não podem viver de forma independente.
Isto faz com que a relação entre os diversos departamentos se tornem bem complexos:
processos internos não são documentados, sendo difíceis de serem reproduzidos, ensinados ou averiguados;
muito conhecimento na cabeça de profissionais específicos, gerando dependência dos mesmos;
diferentes áreas e departamentos vivem em conflito, estresse é a palavra que define o relacionamento entre elas;
a mesma atividade pode ser feita de várias formas, prazos e com custos diferentes, dependendo de quem a executa, ou seja, não há uma padronização.
Neste contexto, é possível ver várias consequências diretas destes problemas:
pessoas não podem tirar férias, pois tudo depende delas;
erros fazem parte da rotina, pois não há processo a ser seguido;
profissionais novos tendem a ter uma curva de aprendizado longa e dolorosa;
profissionais mais antigos são valorizados pelo conhecimento, que quase nunca é repassado ou documentado.
Quais são os desafios do Analista de Processos de Negócios?
O especialista em análise de processos de negócios necessita ter um conhecimento holístico da administração da organização como um todo.
Para alcançar e passar por essas transições os profissionais de processos devem, cada vez mais, buscar qualificação diferenciada para atender ao que o mercado busca.
Assim como aprendemos que os processos não são estáticos, o profissional de processos também não o é, devendo buscar o seu aprimoramento a cada dia.
Qual o salário médio de um Analista de Processos de Negócios?
Exatamente pela importância que representa para as empresas, o salário do Analista de Processos de Negócio vem ganhando destaque para os profissionais. Segundo o Vagas, a média salarial é de R$ 4.375, podendo chegar a ganhar até R$ 6.902.
Como se destacar em um mercado de trabalho tão competitivo?
O mercado de trabalho na área de TI nunca esteve tão desafiador. Considerando este contexto, profissionais que detêm conhecimentos diferenciados podem sair na frente de seus concorrentes diretos.
Hoje, as vagas são preenchidas em processos longos, com profissionais polivalentes sendo escolhidos em detrimento de especialistas, que não conseguem analisar ou participar de várias etapas dos projetos.
Agregar valor, trazer novas visões e experiências são diferenciais que vão pesar na decisão dos gestores das diversas áreas das empresas e dos recrutadores.
Um dos pontos mais negligenciados pelas empresas é a Análise de Processos de Negócio, exercida pelo Analista de Processos de Negócio.
Como falado, o grande diferencial deste conhecimento é que ele pode ser aproveitado por vários perfis convencionais como:
Este último profissional agrega uma visão geral de Processos que pode ser usado por todos estes profissionais já conhecidos do mercado de trabalho.
Qual a importância do Analista de Processos de Negócios para a empresa?
No mundo moderno, várias iniciativas foram feitas para buscar a solução destes problemas e suas consequências.
Por exemplo, os processos relacionados às ISO (International Organization for Standardization, ou Organização Internacional para Padronização) ou mesmo aos CMM (Capability Maturity Model ou Modelo de Maturidade em Capacitação).
Estas iniciativas são interessantes, mas é necessário compreender que, primeiramente, é imprescindível entender o processo e desenhá-lo para, depois, defini-lo.
Todos os modelos de maturidade não dizem o que você precisa fazer. Eles consideram que você deve documentar seu processo para que você consiga reproduzi-lo de forma sistemática.
Assim como a Gestão de Projetos possui livros e certificações de boas práticas (PMBOK e PRINCE2), a Gestão de Processos também possui o seu livro de boas práticas, o BPM CBoK, distribuído pela ABPMP.
Da mesma forma, a ABPMP promove certificação com reconhecimento internacional, fazendo com que profissionais da área sejam reconhecidos em todo o mundo, comprovando o conhecimento, experiência e educação.
Essa certificação busca garantir a qualidade do certificado e é dividida em três tipos, sendo de uma sequência de processos que devem ser passados para chegar às certificações. Confira a seguir:
Modelo de competência BPM
Competências e habilidades
Conhecimentos e experiência
Certificações
Analista de processos
>
BPM CBOK
>
CBPA (Certified Business Process Associate)
Arquiteto de processos
>
Experiência em projetos BPM
>
CBPP (Certified Business Process Professional)
Arquiteto chefe de processos
>
Experiência de transformação com BPM
>
CBPL (Certified Business Process Leader)
E assim se tem o processo de treinamento e capacitação dos processos.
O profissional com conhecimento em BPM consegue mostrar diferenciais que outros profissionais focados apenas em análise de negócios ou requisitos não possui.
Tratando especialmente da área de TI, profissionais de requisitos ou negócios estão preocupados apenas em que o sistema que está sendo levantado vai “fazer”, não avaliando o contexto que o sistema está inserido.
Analistas de Sistemas, Gerentes de Projetos ou mesmo Testers (QA) que conseguem entender a gestão de processos de negócio ganham uma visão mais holística, desempenhando seus papéis de forma mais completa.
Qual o perfil do Analista de Processos de Negócios?
Para incorporar a Análise de Processos de Negócio em seu trabalho cotidiano, o profissional precisa desenvolver alguns conhecimentos e comportamentos importantes para que seu trabalho seja completo e agregue valor para a empresa.
Entre eles:
curiosidade: precisa estudar bem o processo que está levantando;
resiliência: é importante para garantir que não irá desistir ao enfrentar os primeiros problemas;
visão holística: entender que tudo se conecta. Ao avaliar um processo, não se limitar ao departamento ou mesmo às informações repassadas. É preciso ver de onde a informação vem, para onde vai, além do escopo estudado. Sempre usar a técnica dos “5 porquês“;
paciência: saber ouvir é essencial para levantar requisitos e processos. Muitas vezes são necessárias várias sessões para que o usuário repasse a informação. Lembre-se de que muitas pessoas não gostam de mudanças e têm problemas para se adaptar a eles;
otimismo: quando se levanta processos, ou mesmo requisitos, as pessoas podem ver o profissional como um psicólogo, “despejando” nele todas as suas frustrações, problemas e “soluções que ninguém nunca ouviu”. O Analista de Processos de Negócio não pode ser conivente aos problemas, deve ter uma postura mais otimista e buscar demonstrar às pessoas que as mudanças trarão bons resultados;
organizado: organização é tudo. Anote tudo, lugar, dia, horário, as pessoas, desenhe os processos em um papel se for necessário. Não confie em sua memória. Valide tudo o que você fez.
Quais as atividades de um profissional de Análise de Processos de Negócios?
Dentro deste contexto complexo e com muitos desafios, o especialista em Análise de Processo de Negócio podem se destacar pois:
entende que os processos devem existir e devem ser documentados;
possui uma visão sobre o todo;
consegue ver as diversas relações entre as entradas e saídas de um processo;
tem conhecimento de técnicas e ferramentas que facilitam a gestão dos processos;
consegue navegar pelas diversas áreas das empresas, integrando as mesmas em prol de um objetivo em comum;
avalia as diversas possibilidades por entender que uma atividade pode ser feita de várias formas diferentes, com resultados diversos;
identifica os processos atuais (AS IS) e consegue propor melhorias (TO BE);
simula e analisa as opções para propor o melhor investimento quanto às mudanças necessárias;
gera valor aos projetos, pois consegue simular situações e trazer os resultados buscando o melhor engajamento dos recursos, pessoas e insumos usados nos processos da empresa. Fazendo, assim, com que o retorno sobre o investimento seja maximizado.
E os outros perfis?
Como mencionado, o Analista de Processo de Negócios pode ser um profissional de outra área. Pode ser um Analista de Negócios ou requisitos que deseja se destacar no mercado, ampliando seus conhecimentos.
Da mesma maneira, existe o mercado próprio para profissionais especialistas em Processos, certificados em BPM.
Gerentes de departamento podem se especializar para garantir que sua área, dentro da empresa, esteja otimizada, usando ferramentas e técnicas de modelagem, garantindo o retorno para a empresa.
A grande vantagem da Análise de Processos é que ela pode ser feita por qualquer profissional, de qualquer área.
Mesmo que ele não se especialize, o conhecimento adquirido no curso agrega valor ao profissional pois ele vai conseguir expandir seus conhecimentos em uma área que é essencial para a organização de qualquer empresa: Processos.
Como se tornar um especialista em Análise de Processos de Negócio? Concluindo
Melhorias de processos são essenciais. Todas as empresas precisam trabalhar o conceito de melhoria contínua. Afinal, as mudanças não serão feitas de forma automática.
Elas precisam ser estudadas, planejadas, simuladas, analisadas e implementadas, com foco e qualidade.
Mudanças estruturais em processos complexos, sem a devida análise, feitas de forma repentina, podem gerar problemas graves nas organizações.
O profissional que estiver preparado para encarar esta nova realidade e propor mudanças sérias, baseadas em conhecimento, técnicas e ferramentas, com certeza será diferenciado e poderá buscar melhorias em sua carreira, gerando valor a empresa e a seu trabalho.
Hoje, é possível entender que o Analista de Processos de Negócios é uma parte fundamental para acompanhar a evolução do mercado.
Mas como se tornar especialista nessa área? Alguns destes cursos podem interessar:
Análise de Processos de Negócio: potencialize os resultados do seu negócio e dê um boost na sua carreira conhecendo todo o ciclo de vida da Gestão de Processos de Negócios (BPM). Saiba organizar e gerenciar processos utilizando a notação BPMN e otimize sua produção;
Gestor(a) de Processos de Negócios: domine as competências para ser um Gestor de Processos de Negócios (BPM), desenvolvendo habilidades voltadas para a melhoria dos processos. Conheça as metodologias ágeis que levaram empresas para o topo, conduzindo projetos que aliam estratégias de organização e de gestão da informação.
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O desdobramento de ações, também conhecido pelo jargão em inglês split, é uma medida tomada pelas empresas que fazem parte da bolsa de valores quando uma ação é repartida em partes menores.
Ou seja, nesse processo, a organização aumenta a quantidade de ações em circulação, sem aumentar o seu capital social.
Então, pode ser que um dia você abra o seu home broker e perceba uma quantidade diferente de ações no seu portfólio. Não precisa se desesperar e ligar correndo para a corretora.
Isso pode ocorrer por conta do split de ações. Essa é uma prática comum a grandes marcas, como Méliuz, Magazine Luiza, Ambev, Iguatemi e Assaí. Mas, ainda assim, ficam algumas dúvidas, certo?
Afinal, se os valores do capital social não mudam, então qual é o objetivo deste tipo de operação? Quais os impactos dessa divisão para a companhia? E, mais do que isso, o que muda para os investidores?
Neste conteúdo, falaremos mais sobre o que é split de ações, como funciona o desdobramento e as vantagens e desvantagens dessa prática. Boa leitura!
O que é desdobramento de ações?
Para entender sobre o que é split de ações, podemos pensar nisso como uma estratégia que as empresas utilizam com o objetivo de favorecer o investimento e a negociação dos papéis.
Isso significa que, a partir do momento que o número de ações aumenta, o seu valor cai proporcionalmente.
Exatamente por esse motivo, o desdobramento de ações não gera nenhuma desvalorização para o acionista, uma vez que o valor total do investimento permanece o mesmo.
Ou seja, apesar do preço de cada ação ter caído, a quantidade aumenta proporcionalmente.
Quem toma essa decisão é o Conselho de Administração de cada uma das organizações. Aqui, você pode ver exemplos sobre como funciona o desdobramento de ações de algumas grandes empresas:
Neste último exemplo, do Magazine Luiza, o varejista afirma que o principal objetivo deste split é ter um melhor patamar para a cotação e, assim, torná-las mais acessíveis.
Sérgio Quintella, diretor da Valore Investimentos Personalizados, comentou sobre o tema com o Infomoney. Segundo ele, “com o desdobramento, as ações geralmente ficam mais acessíveis para o pequeno investidor e podem passar a ser mais negociadas na Bolsa“.
Deu para compreender um pouco mais sobre o que é desdobramento de ações, certo? Mas, então, como funciona essa ideia na prática?
Como funciona o desdobramento de ações?
Entender como funciona o desdobramento de ações não é tão complexo. Nos casos das empresas que vimos acima, há a indicação de como será feito o split: 1 para 6, 1 para 5, 1 para 4. O que isso significa?
Vamos explicar essa questão com um exemplo dado pelo Infomoney sobre o desdobramento da Ambev, numa proporção 1:5 (1 para 5). Uma vez que o split foi aprovado pela comissão, o papel preferencial que antes valia quase R$ 250, passou a custar pouco menos de R$ 50.
Então, antes, para ter um lote de 100 ações, o investidor precisava dispor de quase R$ 25 mil. Depois do desdobramento, o valor do lote passou para aproximadamente R$ 5 mil.
Isso significa que mais investidores, principalmente os pequenos, conseguem comprar mais papéis da empresa, já que os preços diminuíram. Para a organização, isso pode aumentar o volume diário de negociações.
Para o acionista que já tinha comprado antes do desdobramento, o valor total continua o mesmo. A diferença, portanto, é que ele possui um maior número de ações, que, juntas, correspondem ao mesmo montante investido.
Então, por mais que o número de ações de um investidor tenha aumentado, a correspondência proporcional continua sendo a mesma. Ou seja, se você possuía 0,01% de ações antes do desdobramento, continua tendo essa mesma porcentagem após o split.
Por que as empresas fazem split de ações? Vantagens e desvantagens
Ao falar sobre como funciona o desdobramento de ações, deu para entender um pouco sobre o motivo que leva as empresas a fazerem isso, certo? Mas, agora, vamos especificar cada ponto e avaliar algumas desvantagens.
Acessibilidade
A principal razão para que o conselho de uma companhia opte pelo desdobramento é a questão da acessibilidade.
Normalmente, o split de ações é uma estratégia muito usada quando o preço unitário das ações está elevado. Assim, o valor por ação diminui, o que permite o acesso de investidores minoritários.
Afinal, como está no exemplo acima, uma ação de R$ 250 reais pode ser inacessível para alguns, principalmente para se comprar em grandes quantidades.
Contudo, uma vez que o preço diminui com o desdobramento, é possível adquirir uma parte do lote (com ações fracionadas) ou até mesmo um lote inteiro (que é composto por cem ações).
Disponibilidade
Se uma empresa faz o desdobramento, então terá mais ações disponíveis. Para as organizações, esse é um dos principais benefícios da estratégia. Isso porque, assim, terá o aumento da liquidez dos seus ativos.
Afinal, por estar mais acessível, dá mais oportunidade para pequenos investidores comprarem e, assim, as ações passam a ser mais negociadas.
Porém, aqui podemos observar uma primeira desvantagem para as companhias, pois esse movimento do aumento da liquidez do ativo pode acabar sendo prejudicial.
Por terem mais negociações sendo feitas, a volatilidade também pode aumentar. Isso normalmente ocorre quando o split de ações acaba atraindo investidores “indesejados”, que tenham o perfil mais especulador.
Então, com uma volatilidade mais alta, temos maiores oscilações do valor no mercado. Ou seja, pode ocorrer tanto uma valorização quanto uma desvalorização nos preços dos ativos de forma muito rápida.
E, no fim, isso pode fazer com que alguns investidores deixem de comprar os papéis da empresa.
Interesse
Outra vantagem do split de ações é fazer com que mais acionistas tenham interesse na empresa, mesmo que não se tenha criado valor. Afinal, por se tornarem mais acessíveis e terem maiores quantidades disponíveis, novos investidores podem se interessar em comprar ações.
Até mesmo porque quando o conselho de uma grande companhia opta pelo desdobramento de ações, normalmente nota-se um grande fluxo de notícias sobre o assunto, como nos exemplos do Infomoney. Isso pode gerar ainda mais interesse pelos investidores.
Por outro lado, como mais uma desvantagem, é necessário considerar que as operações de desdobramento possuem um custo para as empresas. Isso se dá por diferentes razões:
tempo dos executivos da comissão para tomar essa decisão;
comunicados ao mercado;
aviso aos acionistas;
custos administrativos e operacionais.
Ou seja, ao falar sobre as desvantagens do split de ações, você pode perceber que os impactos são prioritariamente nas organizações e não para os investidores.
Vale a pena optar por ações desdobradas?
Falando sobre o que é split de ações e como funciona, pode ficar a dúvida se vale a pena investir em empresas que utilizam dessa estratégia. Apesar das questões serem válidas, o que pôde ser observado aqui é que o valor de mercado da companhia fica inalterado após o desdobramento.
Então, no fim, isso não deve ser um fator decisório para que você invista ou não em uma companhia.
O importante é estudar a organização por meio de análises, tanto técnicas quanto fundamentalistas, assim como observar os principais indicadores (macro)econômicos para avaliar o mercado.
Neste sentido, temos vários conteúdos e cursos que podem interessar:
Apesar de ser um conceito básico dentro do mercado financeiro, muitos ainda têm dúvidas sobre o que é taxa spread. Isso se deve ao fato de que o termo pode ser aplicado e compreendido em diferentes áreas.
Afinal, não são apenas os investidores que são afetados pela taxa spread, mas também quem utiliza determinados serviços de um banco. Por conta disso, entender esse conceito é fundamental para quem deseja saber como isso pode influenciar suas negociações e economias.
A expressão “spread bancário”, inclusive, é muito utilizada pelos noticiários e especialistas para explicar questões como taxa de juros no Brasil e sobre o desenvolvimento da economia.
Pensando em todos estes pontos, preparamos um conteúdo explicando mais sobre o que é taxa spread, os diferentes tipos e como isso impacta nos investimentos. Boa leitura!
O que é taxa spread?
Podemos definir a taxa spread como a diferença entre o preço de compra e de venda de um produto, bens ou investimentos.
Imagine a seguinte situação: para que um pequeno empresário do varejo tenha lucro, ele precisa vender as suas mercadorias com um preço superior ao que ele pagou, certo? Mas, além disso, também deve considerar outras variáveis que envolvem a manutenção do trabalho, como despesas fixas e variáveis.
Exatamente por isso, definimos que a taxa spread é a diferença do valor bruto de compra e do preço de venda de alguma transação financeira.
Por conta disso, esse é um conceito tão importante no mercado financeiro. Os bancos, por exemplo, dependem do spread da taxa de juros para ganhar lucro em cima dos empréstimos que fazem.
A partir dessa ideia, é possível entender melhor como funciona o spread. Agora, veremos os principais tipos.
Quais os tipos de spread?
Spread bancário
O spread bancário pode ser definido como a lógica utilizada para que os bancos tenham lucro em cima das operações realizadas.
Ou seja, usando aquela primeira definição sobre o que é a taxa spread, o spread bancário é a diferença entre a taxa de empréstimo e a taxa de captação.
Sendo assim, é a diferença entre o que o banco paga a um investidor para obter os recursos e o que ele cobra para emprestar esses mesmos recursos.
Então, na prática, funciona da seguinte maneira: imagine que você investiu na poupança com taxa de 3% de juros ao ano. O seu dinheiro que está investido é utilizado pelo banco para emprestar a outras pessoas que solicitem.
Entretanto, a taxa de juros desse empréstimo pode ser de 23%, por exemplo. Ou seja, é um percentual muito mais alto.
E essa é a principal maneira dos bancos terem lucro. Afinal, neste exemplo dado acima, o banco teria lucrado 20% (23% – 3%) em uma operação simples.
Spread cambial
Já neste caso, o spread da taxa de câmbio é a diferença entre o preço que a instituição (ou casa de câmbio) pagou pela compra da moeda e o valor que irá receber no momento da venda.
Simplificando, é a diferença entre o câmbio comercial oficial e o valor que é passado da moeda para venda. Por exemplo, uma instituição financeira pode comprar um dólar por R$ 4,50. Contudo, a venda dele será de R$ 4,70.
Nesse caso, o spread cambial seria de R$ 0,20, ou seja, quanto a casa de câmbio consegue lucrar entre a compra e venda do artigo.
Por fim, o spread financeiro é a diferença entre o preço de compra e o de venda de determinado ativo. Normalmente, é muito utilizado nas operações especulativas ou em investimentos da bolsa.
Entretanto, apesar do que alguns podem imaginar, este tipo de spread não se limita às ações na bolsa de valores, mas também pode ser encontrado na renda fixa. Falaremos mais disso a seguir.
Como ocorre a taxa spread nos investimentos?
Na bolsa de valores
Para entender como funciona o spread na bolsa de valores, é necessário conhecer dois conceitos: bid(oferta do comprador) e ask (valor pedido pelo vendedor). Então, o spread refere-se à diferença entre a melhor oferta de compra e o menor valor aceito para a venda.
Por exemplo, se o preço de venda mais baixo para uma ação de uma empresa listada na bolsa for R$ 10 e o preço de oferta mais alto for R$ 9 o spread será de R$ 1.
Se quiser conhecer os principais conceitos que você precisa saber para começar a investir na bolsa de valores, temos um e-book completo, servindo como um guia para consultar sempre que quiser realizar seus investimentos com propriedade. Baixe gratuitamente!
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Já na renda fixa, a taxa spread costuma ser utilizada na diferença de rentabilidade entre dois títulos dessa classe e com o mesmo vencimento.
Imagine essas duas situações:
uma debênture com um vencimento de 10 anos, com o pagamento em IPCA (inflação oficial do Brasil) + 5% ao ano;
um título do Tesouro IPCA com vencimento de 10 anos, com pagamento do IPCA + 3% ao ano.
Nesse caso, pode-se dizer que o spread é de 2%. Ou seja, a debênture tem um spread de rentabilidade de 2% em relação ao título público.
No day trade
Deu para entender que, na verdade, saber o que é taxa spread é um conceito ainda mais importante para os day traders, certo?
Como eles são os profissionais que negociam ativos no mesmo dia, as pequenas oscilações de preço na compra e venda podem render bons ganhos. Isso porque, normalmente, fazem um alto volume de negociações.
Então, os spreads baixos, que possuem pouca diferença na compra e venda de uma ação, podem não chamar atenção dos investidores da bolsa que visam o longo prazo. Contudo, para os day traders, essa é uma oportunidade para ter bons lucros.
Qual a importância de entender esse conceito para os investidores?
O fundamental em relação ao spread é entender que, apesar de ser um conceito ainda mais relevante para os especuladores (day traders), todo investidor deve conhecer a influência dessa taxa para suas operações.
Afinal, nos títulos de renda fixa, o spread ajuda a avaliar a rentabilidade e a comparar alternativas. Por outro lado, na bolsa, identifica questões relacionadas à volatilidade e à liquidez dos ativos.
E para além disso, quando falamos sobre o spread de crédito bancário, essa taxa auxilia a entender quais opções oferecem a melhor rentabilidade para o investidor (como o exemplo da poupança que foi dado logo no começo).
No fim, conhecer os principais indicadores e conceitos presentes no mercado financeiro é o ideal para qualquer investidor que deseja ter sucesso em suas operações. Pensando nisso, indicamos o curso Cenários e Investimentos: macroeconomia para Investidores.
Nele, você verá:
Como a economia impacta os seus investimentos?
Quais são as regras econômicas brasileiras e como foram estipuladas?
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O Day Trade é uma das várias maneiras para se operar na Bolsa de Valores do Brasil (B3). Muito procurada por quem deseja resultados em curtíssimo prazo, a estratégia agrega lucratividade mas também riscos.
Para investir neste modelo, é preciso escolher uma corretora confiável. Entre as mais conhecidas está a Clear.
Mas, será que operar Day Trade na Clear vale a pena? É o que você vai descobrir ao longo deste conteúdo!
Continue por aqui para entender se a Clear é a melhor opção para os seus objetivos.
Boa leitura!
O que é Day Trade?
Day trade pode ser entendido basicamente como um módulo de operar na bolsa de valores. Uma estratégia com altos riscos mas, se bem utilizada, com alto potencial de lucro.
Por esse motivo, o Day trade é recomendado para o perfil de investidor mais arrojado ou para quem faz dos investimentos sua profissão, o que é o caso dos traders. Mas, o que diferencia o Day trade das outras maneiras de se operar na bolsa?
Nessa estratégia toda a negociação de um ativo acontece no mesmo dia. Ou seja, a compra e venda é feita no intervalo de abertura e fechamento do pregão.
É preciso acompanhar e analisar muito bem o mercado para entender o melhor momento de comprar e também de vender uma ação. É importante deixar claro também que nem sempre o “momento certo” de vender uma ação será quando ela estiver mais valorizada.
Como assim?
Isso dependerá da maneira como irá operar. Existem duas:
operar como comprado: espera retorno com a valorização do preço dos ativos.
operar como vendido: lucra-se com a queda do preço das ações.
Para descobrir qual maneira é mais interessante para os seus objetivos, é importante entender como se formam os preços dos ativos, além de como interpretá-los. Pensando nisso, a Faculdade XP School, braço educacional da XP Inc., preparou um guia completo sobre o assunto.
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O que é a Clear?
A Clear é uma corretora que se define como a que “tem espírito de trader”. Fundada em 2012, apenas dois anos depois já era considerada uma das melhores corretoras do mercado, passando a fazer parte do grupo XP Inc.
Com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Miami e Londres, a corretora se tornou especialista no trabalho com traders. Sendo uma das principais para quem deseja seguir a profissão.
Mas, a gente sabe que esses motivos podem não ser suficientes para decidir se o Day Trade na Clear vale a pena. Por isso, continue a leitura para tomar uma decisão mais acertada.
Day Trade na Clear vale a pena? Principais vantagens
Entendendo o que é Day Trade e um pouco sobre a história da corretora Clear, a pergunta que fica é: será que operar Day Trade na Clear vale a pena?
Entre as vantagens de realizar o Day Trade na Clear, podemos citar cinco principais. São elas:
corretagem e custódia zeradas;
alavancagem;
controle de resultados;
boletas completas e intuitivas;
menos burocracia na liberação dos limites operacionais.
Confira os detalhes de cada uma delas a seguir.
1. Corretagem e custódia zeradas
A primeira vantagem de operar como Day Trade na Clear é que ela não cobra taxa de corretagem. Essa cobrança incide sobre cada operação realizada na bolsa de valores.
E, pensando que no Day Trade é realizado a compra e venda de ativos diariamente, imagine o quanto seria pago mensalmente só de corretagem?
Ter corretagem zerada é um grande alívio no bolso do empreendedor arrojado e trader que operam no módulo Day trade. E a Clear foi a primeira a oferecer o benefício.
Além da corretagem, a corretora não cobra a taxa de custódia. Ela é uma cobrança feita para que a instituição financeira mantenha os investimentos nela.
>>> Quer saber mais sobre quais as taxas sobre os investimentos? Confira o vídeo abaixo. Aperte o play!
5 Taxas que podem ACABAR com seus rendimentos
2. Alavancagem
A alavancagem é um método onde se investe com um valor além do que você tenha para aplicar em alguma ação. Como Day Trade é uma operação de curtíssimo prazo, a alavancagem é muito utilizada para obter mais lucro em pouco tempo.
Com a Clear, o trader poderá operar com até 50 vezes mais o valor que possui. Isso significa dizer que, caso tenha 50 reais para aplicar em ações de um dia, esse valor pode ser alavancado para até 2.500 reais.
Mas, mesmo que seja um benefício, é preciso atenção ao operar alavancado. Afinal, quanto maior a quantia investida, maior será o risco. Então estude muito o mercado e a volatilidade dos ativos para não sair perdendo.
3. Controle de resultados
Outro benefício de realizar Day Trade com a Clear é que a plataforma é totalmente otimizada para facilitar a visualização e controle das suas operações. Com o controle de resultados, você não precisará ficar realizando contas a todo momento para decidir sobre a melhor hora de comprar ou vender suas ações.
O próprio sistema da Clear realiza esses cálculos e mostra a todo momento sua posição e também o quanto de lucro ou prejuízo está tendo.
4. Boletas completas e intuitivas
Uma boleta é o local onde colocará as informações sobre o ativo que deseja comprar ou vender. Nesse caso, quanto mais intuitiva e completa for, melhor será. O motivo é que terá mais controle sobre seus investimentos e o quanto está aplicado.
A boleta da Clear oferece essa vantagem. Veja na imagem abaixo as informações que ela apresenta.
5. Menos burocracia na liberação dos limites operacionais
A última das cinco vantagens de operar Day Trade na Clear é que com ela os processos são desburocratizados para otimizar o seu dia de investimentos. Um exemplo é a visualização do limite operacional.
O limite operacional indica o quanto você pode aplicar para que os riscos sejam minimizados. Esse valor é gerado com base nas suas movimentações financeiras em investimentos. Ou seja, ele modifica diariamente.
Com a Clear, esse valor pode ser visualizado diretamente na plataforma de negociação.
Day Trade na Clear vale a pena? Saiba mais
Agora que já sabe se o Day Trade na Clear vale a pena, o que acha de começar essa trajetória seguindo boas práticas? A Faculdade XP School também pode te ajudar nisso!
Com o E-book “Guia de boas práticas para Day Trade” você entenderá como aplicar no módulo, reconhecendo as vantagens mas também os riscos. Aplicando assim de maneira consciente e responsável.
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Em uma era marcada pela transformação digital, os dados têm ocupado cada vez mais um lugar de protagonismo. Hoje, é praticamente impossível falar em sociedade e não pensar nos avanços da tecnologia. E para cada uma das invenções que conhecemos, há um banco de dados agrupando as informações.
Quem quer se aprofundar no mercado de TI, seja por afinidade ou carreira, precisa saber que os dados são fundamentais. Aqui nesse artigo falamos mais sobre esse conceito e principais tipos, além do futuro do profissional de banco de dados.
Banco de dados: entenda seu conceito
Imagine que você está fazendo uma lista de convidados para sua festa de aniversário. Para enviar os convites, abre uma planilha no Excel e nela inclui dados como nome, telefone e endereço dos convidados.
O conceito de banco de dados é semelhante ao desse tipo de arquivo. Ou seja, trata-se de uma coleção de dados que são armazenados em um sistema de computador.
A diferença, no entanto, é que no universo de tecnologia da informação, esses dados não ficam em planilhas do Excel, mas sim em robustos sistemas. Além disso, eles são tratados por profissionais especializados e reúnem um volume muito maior de informações em maior nível de segurança também.
É importante lembrar que os dados estão sempre relacionados a algo ou a alguém. Em um comércio, por exemplo, podem reunir informações sobre clientes e suas compras. Em uma empresa, detalhes sobre fornecedores ou clientes.
Dados VS Informação
Os conceitos de dados e informação são distintos. Entretanto, eles se relacionam e dependem um do outro para existir. Vamos explicar melhor o que isso significa.
Um e-commerce quer investir em anúncios pagos, mas não sabe ao certo qual segmentação de público deve fazer. Para isso, extrai do sistema o sexo, idade, região e ticket médio de compra de seus clientes. Até então, esses são apenas dados, informações cruas.
Para fazer um anúncio certeiro, o time de marketing cruza esses dados. A partir disso, obtém insights como a região que mais consome seus produtos e o sexo predominante dos clientes. Assim, é possível direcionar a campanha para um perfil semelhante e aumentar as chances de sucesso. Isso é a informação.
Em resumo, os dados são informações brutas, ainda não processadas e sem sentido que são armazenadas pelos sistemas. Já as informações são os dados analisados e trabalhados, que podem ser compreendidos por pessoas e negócios.
E, na prática, o que é banco de dados?
Na prática, tudo que funcione como registro de dados pode ser entendido como um banco de dados. A função é registrar e armazenar uma infinidade de informações brutas com segurança e organização. Os dados registrados podem ser consultados sempre que houver a necessidade de entender um comportamento, um padrão ou até mesmo uma tendência.
Considerando que grande parte das empresas estão vinculadas a um sistema de tecnologia atualmente, é possível dizer o banco de dados é a fonte primária das informações.
Se antes os registros de clientes ficava em pastas e arquivos, hoje todos são armazenados eletronicamente sistemas. Essa é a magia do banco de dados.
Principais tipos de banco de dados
Diante da importância e consequente adesão ao sistema de banco de dados pelas companhias, diferentes tipos passaram a existir. Eles estão divididos em duas categorias: bancos de dados relacionados e bancos de dados não-relacionais.
Banco de dados relacionais: a facilidade e flexibilidade de acesso às informações armazenadas é o que torna esse banco comum no mercado. Ele está presente em sistemas como CRM e ERP e seu armazenamento é feito em formato tubular. Isso significa que os dados são organizados em uma espécie de conjunto de tabelas (ou banco de dados SQL). Nelas, os dados ficam em colunas e as descrições ficam em linhas.
Banco de dados não-relacionais: quando os dados não podem ser inseridos no formato tubular, eles são organizados em chaves e atribuídos ao banco de dados não-relacional. Isso inclui imagens, gráficos e vídeos, ou seja, conteúdos mais complexos. Nesse sistema, os dados são gerenciados com maior performance, uma vez que não há a necessidade de agrupamento dos dados antes do uso.
Agora que você já conhece as duas categorias de banco de dados, veja alguns dos tipos mais comuns.
Banco de dados orientado a objetos
Nele, as informações são organizadas em blocos com identificadores. Os objetos funcionam como uma espécie de rótulo, que se relacionam com a informação desejada.
Considerando que o banco armazene informações sobre alunos de uma escola, por exemplo, o identificador será “alunos”. Neste caso, um atributo definido como “numero_matrícula” será vinculado a esse identificador para que as informações sejam armazenadas e vinculadas ao objeto.
Data warehouses
O data warehouses atua como um repositório central de dados armazenados. Ele integra informações de diferentes fontes, viabilizando consultas e análises rápidas e contribuindo com a tomada de decisões.
Esse sistema costuma ser usado para análises e produção de relatórios.
Bancos de dados distribuídos
Assim como o nome sugere, os dados estão armazenados em diferentes computadores, que podem ou não estar na mesma rede. Essa característica torna o banco mais resistente a ataques ou perdas irreversíveis, já que as informações estão distribuídas.
Banco de dados OLTP
Empresas que lidam com informações transacionais, como pagamentos e pedidos, costumam usar esse banco de dados. Nele, é feito o registro e processamento dessas operações, que devem resultar em uma de duas variáveis: sucesso ou falha.
Quais os desafios e as vantagens de um banco de dados?
Com os bancos de dados definindo cada vez mais os passos das empresas, exige-se cada vez mais deles também. Entre os principais desafios associados está a segurança das informações: ataques de hackers são cada vez mais comuns. Diante disso, os profissionais devem pensar constantemente em soluções que mantenham os dados coletados seguros.
Outro desafio está relacionado ao aumento no volume de dados armazenados, decorrente do comportamento cada vez mais digital de empresas e pessoas. Assim, absorver esses aumentos e quebrar os limites de escalabilidade se torna necessário.
Embora existam esses desafios, as vantagens dos bancos de dados ainda sobrepõem as preocupações. Entre as principais delas, a agilidade e organização na apresentação dos dados.
Como dissemos, o volume de informações coletadas tem sido cada vez maior. Em um banco de dados, as empresas podem localizá-las com facilidade e rapidez. Isso sem falar na possibilidade de compilar ou recuperar dados de grandes períodos de tempos – comportamentos praticamente impossíveis em outras circunstâncias.
Como criar um banco de dados?
Considerando que um banco de dados pode ser todo e qualquer sistema que armazene e consolide informações, a criação de um não é necessariamente uma tarefa difícil. Para casos simples, por exemplo, uma tabela em Excel pode ser a solução.
Entretanto, falando em bancos de dados mais robustos, é preciso contar com o apoio de um profissional especializado. Neste caso, uma pessoa desenvolvedora de software. Esse profissional tem domínios de SQL, uma linguagem de programação fundamental na comunicação desse sistema.
Para criar um banco de dados, o primeiro passo é entender as necessidades do cliente. O projeto deve ser pautado em cima disso para que seja relevante e armazene as informações corretas. Após entender isso, é preciso definir como ele será operado e, claro, fazê-lo funcionar a partir dos comandos de códigos.
Qual a importância de um banco de dados?
Em um passado não tão distante, empresas armazenavam dados de maneira offline. Uma contabilidade, por exemplo, guardava as informações sobre seus clientes em pastas e arquivos. Na hora de eventos como a declaração de Imposto de Renda, eles precisavam revisitar toda a papelada.
Hoje, as contabilidades armazenam os dados em sistemas online. Assim, fica mais fácil localizar o conteúdo necessário além, é claro, de mantê-los mais seguros.
Em maior ou menor nível ou em maior ou menor complexidade, hoje os bancos de dados estão presentes em praticamente todos os contextos. Além das facilidades como as descritas no exemplo acima, é impossível falar em crescimento de uma empresa sem que haja dados pautando as estratégias.
Qual o futuro para um profissional de banco de dados?
Quem usa banco de dados está na frente na corrida para oferecer produtos e serviços relevantes para o mercado. Consequentemente, também está na frente em termos de escalabilidade e chances de lucrar com isso.
Considerando que esse é um dos “comodities” mais desejados da nova era, a busca por profissionais capazes de manipular esses sistemas também se intensifica. Afinal, de nada adianta coletar uma infinidade de informações se elas não forem armazenadas de maneira correta e segura.
E tem mais: só esses profissionais são capazes de desvendar os dados coletados e transformá-los em informações relevantes.
De acordo com um índice apresentado pela empresa Gemalto em 2018, 65% das empresas entrevistadas não eram capazes de analisar todos os dados coletados. 89% delas ainda reconheciam a vantagem competitiva que teriam se o fizessem. Diante disso, é certo que o futuro de um profissional de banco de dados é promissor.
Se você está em busca de uma graduação na área de tecnologia e tem familiaridade ou interesse pelo universo de dados, considerar cursos nessa área pode ser uma boa opção.
Além de se tratar de um mercado aquecido e com boas projeções para o futuro, os salários também são relevantes. Segundo o Guia Salarial da Robert Half, um cientista de dados, por exemplo, pode ganhar entre R$ 13.100 e R$ 21.950.
Na Faculdade XP, você tem a chance de aprender a dominar a linguagem SQL e ferramentas e modelagens em um curso totalmente gratuito de banco de dados. Quer saber mais sobre essa graduação? Clique aqui e acesse a página oficial.
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