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Como fazer planilha de controle financeiro? Passo a passo

Como fazer planilha de controle financeiro

Como você faz para controlar os seus gastos durante o mês? Anota no celular, coloca os recibos na porta da geladeira ou, quem sabe, anota tudo na ponta do lápis? Não importa o jeito: todo mundo deseja que sobre um dinheiro extra para o outro mês. Por isso, vamos ensinar como fazer planilha de controle financeiro.

Infelizmente, o brasileiro não é especialista em controlar os seus gastos. Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) mostrou que, em 2020, 48% dos brasileiros não controlavam o próprio orçamento. Mas dá tempo de mudar essa realidade!

Para aprender o passo a passo de como fazer planilha de controle financeiro, continue com a gente. Afinal de contas, esse é um dos métodos mais eficazes na hora de organizar as suas despesas e colocá-las em contraponto aos seus gastos. 

Se você deseja aprender a como fazer planilha no Excel de controle financeiro, este texto é para você. Neste artigo, vamos abordar pontos como:

  • o que é controle financeiro;
  • qual a diferença entre controle financeiro e planejamento financeiro;
  • como fazer uma planilha de controle financeiro;

Vamos nessa? Começar o ano tendo controle das suas despesas pode ser o melhor indicativo de sorte e prosperidade para os próximos 365 dias! 

O que é controle financeiro?

Você se considera uma pessoa controlada? Geralmente, dizemos que temos essa qualidade quando não agimos por impulso. Quando estamos falando sobre o nosso dinheiro, entretanto, essa definição fica um pouco diferente. 

Ter um controle financeiro é estar ciente de todos os pormenores de sua vida que envolvem dinheiro. Ou seja, é saber quais são os seus gastos e colocá-los em contraste com as suas receitas. 

Por isso, na hora de aprender a como fazer planilha de controle financeiro, precisamos deixar um espaço para todas as despesas do nosso dia a dia. Isso, é claro, envolve desde as maiores, como o aluguel de uma casa, até as menores, como um pão na padaria. 

Além disso, precisamos de um lugar especial para colocar as nossas bonificações! Aqui, estamos falando sobre salário, renda extra, mensalidade de aluguel, auxílio de parentes, entre outros. Toda vez que entrar um dinheiro a mais na sua conta, ele precisa constar na sua planilha. 

Qual a importância de se ter um controle financeiro?

Agora que você já sabe o que é controle financeiro, precisamos falar sobre a sua importância. Afinal, você não vai colocar uma coisa em prática sem saber quais serão os benefícios que ela trará para a sua vida. 

O controle financeiro permite que você deixe de ter uma relação tóxica com o seu dinheiro. É muito comum que nós desenvolvamos uma relação de dependência com o nosso capital. É dessa situação que surge a expressão “viver para trabalhar”. 

Quando temos o controle de nossos gastos, a nossa vida financeira fica mais fluida. Com esse cuidado diário, você:

  • sabe no que seu salário está sendo gasto;
  • consegue mensurar quais contas podem ser diminuídas;
  • estabelece uma reserva de emergência que cubra suas necessidades;
  • cria metas para o futuro com maior precisão;
  • encontra métodos para quitar dívidas.

Controle financeiro ou planejamento financeiro?

Você, provavelmente, já usou essas duas expressões como sinônimos, mas não são! Para se ter um planejamento financeiro, você precisa, primeiro, ter um controle financeiro. 

Por exemplo: você deseja guardar dinheiro para fazer uma viagem no final do ano. Portanto, esta é a sua meta, que faz parte do seu planejamento financeiro. Mas, para alcançá-la, é necessário que as suas contas mensais permitam que você poupe uma certa quantia do seu capital: esse é o papel do controle financeiro. 

Por isso, esses dois conceitos, embora não sejam sinônimos, são co-dependentes e indispensáveis para o seu sucesso financeiro. 

<<< Quer conhecer um pouco mais sobre este assunto? Leia estes artigos:

Importância do controle financeiro: o que é e como adotar esse hábito sem complicação?

O que é controle financeiro? Seja um investidor de sucesso! >>>

Como fazer planilha de controle financeiro?

Mas, agora, vamos colocar a mão na massa. A seguir, você vai saber o que levar em consideração na hora de aprender a como fazer planilha no excel de controle financeiro. Vamos nessa? 

Receita

A primeira parte da sua planilha de controle financeiro deve ser contendo a sua receita. Ou seja, tudo o que você ganhou de dinheiro neste mês deve ser catalogado. Nesta categoria, estão: o seu salário, lucros de investimentos, horas extras, receita com imóvel, entre outros. 

Vale lembrar que cada ganho deve ser separado em uma cédula. Assim, fica mais fácil visualizar as receitas fixas (que chegam todos os meses) das esporádicas. 

Despesas fixas

Em seguida, anote todas as suas despesas fixas. Aqui, você irá anotar seus gastos em habitação, transporte, saúde, educação, entre outros, que não variam de acordo com o mês em questão. 

O seguro do carro, por exemplo, é uma despesa fixa, já que não altera o seu valor a não ser que você mude de plano. O aluguel da sua casa é outro custo fixo. 

Despesas variáveis

Ao contrário da categoria anterior, esses gastos podem mudar em relação ao mês. Aqui, estão as contas de luz, por exemplo, que variam conforme o seu gasto de energia de determinado período. 

Essas são algumas despesas variáveis que chegam todos os meses: luz, telefone, gás, transporte, supermercado, padaria e medicamentos. 

Despesas extras

Nesta categoria, entram aquelas despesas essenciais, mas que você não precisa pagar todos os meses. Por exemplo, uma manutenção no seu carro ou uma consulta ao dentista. 

Por isso, é importante que a gente separe uma parte da planilha para esses gastos, já que eles podem impactar, e muito, na renda no final do mês. 

Despesas adicionais

Aqui, encontra-se as despesas que não são necessárias, mas foram feitas durante o mês. Sabe aquela reunião com os amigos no bar ou o cinema com a pessoa amada? Essas são despesas adicionais. 

Investimentos

Nós, da Faculdade XP, sabemos que investimentos não são gastos. Entretanto, não podemos dizer que você pode contar com esse dinheiro para outras despesas do seu dia a dia. Por isso, precisamos subtrair as suas aplicações em investimentos da sua renda mensal. 

Aqui, estamos falando de qualquer aplicação: desde títulos públicos, como o Tesouro Direto, até investimentos em ações e ETFs. 

Para aprender a aplicar o seu dinheiro de maneira correta e respeitando o seu perfil de investidor, conheça os nossos cursos. São diversas aulas para os mais variados níveis de experiência e temáticas.

O controle está em suas mãos

Agora, você está preparado para colocar em prática o seu domínio sobre os seus gastos. Com essas dicas, você já sabe como fazer planilha no Excel de controle financeiro e como compreender a sua despesa mensal.

Por isso, coloque a mão na massa e tome as rédeas da sua situação financeira!

Sites para acompanhar ações: confira os melhores do mercado!

Caso esteja entrando no mundo dos investimentos, saiba que encontrar um bom site para acompanhar ações é um começo para entender em qual delas investir. Afinal, eles aliam informações sobre o mercado econômico, aprendizado acerca de investimentos e números das cotações na bolsa de valores.

Ou seja, são bastante úteis, não é verdade? Para te ajudar em relação a isso, separamos os cinco melhores sites para acompanhar ações, são eles:

  • Yahoo! Finanças;
  • Status Invest;
  • Fundamentus;
  • Investing.

Ficou interessado? Continue a leitura para entender como eles podem te ajudar na análise dos seus investimentos.

O que são ações?

As ações são um tipo de investimento de renda variável onde, ao comprá-la, o investidor se torna “dono” de uma pequena parte de uma empresa. No Brasil elas são negociadas dentro do ambiente da Bolsa de Valores do Brasil (B3).

Para se tornar um investidor de ações na bolsa de valores é preciso entender, primeiramente, o seu perfil de investidor. Assim, terá uma ideia maior sobre os riscos que está disposto a correr comparado ao quanto pretende lucrar. 

O motivo é que, por ser um investimento de renda variável, as ações não possuem um percentual certo de retorno por valor aplicado. Esse lucro é impactado por motivos macro e microeconômicos. 

Portanto, é preciso estudar, ter atenção aos cenários que envolvem a empresa da qual deseja se tornar  “sócio” e escolher o melhor site para acompanhar ações. 

Quer compreender como os diferentes cenários afetam seus investimentos? A Faculdade XP School, braço educacional da XP Inc., pode te ajudar! 

Clique no banner abaixo e saiba como.

4 sites para acompanhar ações

Por ser variável, é muito importante que o investidor acompanhe a cotação das suas ações. Para isso é preciso conhecer sites, aplicativos e fontes de informação confiáveis para elaborar a melhor estratégia e não ficar no prejuízo. 

Como mostramos no início deste conteúdo, existem cinco principais sites para acompanhar ações negociadas na B3. Confira a seguir os detalhes de cada um deles e escolha o que melhor encaixar nos seus objetivos.

1. Yahoo! Finanças

No site do Yahoo! Finanças é possível acompanhar a movimentação do mercado de ações em tempo real. Além de diversas informações sobre investimentos e análises com especialistas.

Por ser um ambiente mais jornalístico, neste site você não encontrará cursos ou especializações como aqui na Faculdade XP. No entanto, com ele você ficará bem informado e terá um embasamento sobre as questões que podem afetar seus ativos na bolsa.

2. Status Invest

O segundo site para acompanhar ações da nossa lista é o Status Invest. Ele é um dos principais sites para quem deseja visualizar o andamento de ações e de outros ativos dentro da B3. 

Com o Status Invest é possível acompanhar as ações em tempo real e fazer comparações para embasar suas análises. O motivo é que ele carrega um histórico que fica disponibilizado para quem quiser visualizar. 

3. Fundamentus

O Fundamentus é o melhor site desta lista para quem já sabe em qual ação investir, ou já investe. O motivo é que ele funciona como um sistema que oferece uma análise completa do andamento das ações de cada empresa.

Para conferir essas informações é preciso saber o código da ação na B3 e o nome da empresa. Feito isso, ele apresentará todos os dados importantes para que entenda se vale a pena ou não, para o seu objetivo, investir nessa ação.

4. Investing

O último site para acompanhar ações da nossa lista é o Investing. Nele, é possível acompanhar a movimentação das ações negociadas tanto na bolsa brasileira quanto em outras bolsas de valores pelo mundo. 

Assim como o Yahoo! Finanças, o Investing também adere ao conteúdo mais jornalístico com informações sobre o mercado financeiro e econômico brasileiro e mundial. Além disso, ele também fornece informações acerca da cotação das criptomoedas, caso se interesse, esse site é uma boa opção!

Como investir em ações na Bolsa de Valores do Brasil?

Até aqui você já entendeu o que são ações e quais os principais sites para se aprender, se informar e acompanhar a movimentação delas. Mas, para além disso, quais são os primeiros passos para investir de maneira consciente na bolsa de valores?

Separamos três:

  • saiba seu perfil de investidor;
  • escolha uma boa corretora de investimentos;
  • monte sua carteira de investimentos.

Confira abaixo os detalhes de cada um deles.

Saiba seu perfil de investidor

O primeiro, como já comentamos anteriormente, é muito importante para que não se arrependa ou arrisque mais do que queira. Entender qual é o seu perfil de investidor deve ser o princípio básico para começar a investir em renda variável.

O motivo é que, caso tenha um perfil mais conservador, aplicar em ações não será a melhor opção para você. 

>>> Entenda mais sobre o perfil de investidor: como se analisa e tipos.

Escolha uma boa corretora de investimentos

Já sabe o seu perfil? Chegou a hora de criar conta em uma corretora de investimentos! Escolha uma com base em alguns pontos principais:

  • autorização de funcionamento;
  • serviços oferecidos; e
  • usabilidade da plataforma.

A partir disso verifique a que mais se encaixa nos seus objetivos e comece a investir.

Monte sua carteira de investimentos

Ao chegar no último passo você já precisa estar estudando e avaliando os ativos e ações que mais se encaixam nos seus objetivos. A partir disso, monte sua carteira de investimentos. 

Uma boa dica para protegê-la, é diversificar entre ativos de renda variável e fixa tendo como base o tripé dos investimentos. Entenda mais sobre ele no vídeo abaixo. Aperte o play!

Tenha um guia para chamar de seu!

Agora que já entendeu o que é e qual o melhor site para acompanhar ações, com base nos seus objetivos, o que acha de ter o conhecimento sobre a bolsa de valores sempre à mão? 

A Faculdade XP School também pode te ajudar nisso! Com o Guia da Bolsa para Investidores, sempre que a dúvida surgir você terá um companheiro ao seu lado.

Ele é totalmente gratuito e conta com informações de qualidade sobre conceitos e práticas para investir sem medo na bolsa de valores. Tá esperando o que? Clica no banner aqui embaixo e tenha agora mesmo seu guia para investir com propriedade!

Imagem da campanha de um livro digital gratuito com o tema "Guia da bolsa para Investidores" da Faculdade XP School.

Como investir no Tesouro Selic? Passo a passo completo!

Como investir no Tesouro Selic? Há um passo a passo?

Essas são perguntas muito comuns entre pessoas que estão insatisfeitas com o rendimento da poupança e que procuram outras opções igualmente seguras para aplicar seu dinheiro e proteger seu patrimônio da inflação.

Uma boa opção para elas são os diferentes títulos da dívida pública que o Tesouro Nacional emite com a intenção de arrecadar fundos para a União.

Essa modalidade de investimento vem se popularizando ano após ano. Segundo dados oficiais do Tesouro, entre julho de 2020 e julho de 2021, o número de investidores ativos no Tesouro Direto aumentou 53,58%, totalizando quase 12 milhões de pessoas.

E o título preferido dos investidores é o Tesouro Selic, afirma a mesma fonte. Ele corresponde a quase metade das operações e atrai muitas pessoas devido ao baixo risco e à alta liquidez.

Elaboramos aqui um passo a passo de como investir no Tesouro Selic e fazer seu dinheiro render mais e com segurança:

  1. Abra sua conta em uma corretora de valores;
  2. Finalize seu cadastro na plataforma do Tesouro Direto;
  3. Transfira o dinheiro da sua conta corrente para a corretora;
  4. Acesse o app da corretora e selecione o Tesouro Selic;
  5. Defina quantas cotas você quer comprar;
  6. Faça o agendamento de aportes regulares.

Quer saber mais? Leia até o final!

O que é o Tesouro Selic?

Descobrir como aplicar na Selic é mais fácil do que você imagina. Mas antes de mostrarmos os passos de como fazer para investir no Tesouro Selic, é importante explicarmos o que é esse título.

O Tesouro Selic é um dos títulos emitidos pelo Tesouro Nacional. Sua rentabilidade é do tipo pós-fixada, sendo indexada à taxa básica de juros da nossa economia – a Selic.

Essa taxa é definida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central. Os rendimentos das aplicações neste título são pagos de acordo com a variação da Selic no período que o dinheiro ficou aplicado. 

Outra característica do Tesouro Selic é que ele tem liquidez diária. Isso significa que você pode fazer o resgate dos aportes no mesmo dia sem perder a rentabilidade.

O risco desse título é muito baixo, sendo ideal para investidores conservadores e que querem montar uma reserva de emergência.

< Leia também />

Passo a passo: como investir no Tesouro Selic

Afinal, como fazer para investir no Tesouro Selic? Confira agora as etapas fundamentais e descomplicadas desse processo. 

Passo 1 – Abra sua conta em uma corretora de valores

Iniciando nosso passo a passo de como investir no Tesouro Selic, a primeira coisa que você precisa fazer é abrir sua conta em uma corretora de valores, como a XP Investimentos, a Clear ou a Rico.

Durante o seu cadastro, você vai informar à corretora que tem intenção em aplicar no Tesouro Direto.

Fazer o cadastro é mais fácil do que você imagina, veja o exemplo da XP investimentos:

Passo 2 – Finalize seu cadastro na plataforma do Tesouro Direto

Depois de abrir sua conta na corretora escolhida, você precisa finalizar o seu cadastro na plataforma do Tesouro Direto.

Você receberá um e-mail solicitando que você troque sua senha provisória que te dá acesso à área restrita da plataforma.

Passo 3 – Transfira o dinheiro da sua conta corrente para a corretora

Após concluir seu cadastro, o terceiro passo de como fazer para investir no Tesouro Selic consiste em transferir a quantia que você pretende aplicar da sua conta corrente para a conta da corretora.

A transferência deve ser feita via TED entre contas de mesma titularidade.

Passo 4 – Acesse o app da corretora e selecione o Tesouro Selic

No aplicativo da sua corretora, vai ter uma seção dedicada aos investimentos de renda fixa. Vá na opção de Tesouro Direto e selecione o Tesouro Selic.

Passo 5 – Defina quantas cotas você quer comprar

Uma das vantagens de aplicar no Tesouro Direto é que você não precisa comprar uma cota inteira. É possível adquirir frações desse título e fazer aportes menores.

Defina quantas cotas você está disposto a comprar e finalize a ordem de investimento. Leva um tempinho para que a ordem seja executada.

Passo 6 – Faça o agendamento de aportes regulares

Por fim, encerrando nosso passo a passo de como investir no Tesouro Selic, você pode agendar compras regulares desse título.

Essa é uma forma de você evitar repetir esse processo todas as vezes que for investir.

Basta selecionar a opção de repetir a compra do Tesouro Selic mensalmente para automatizar esse processo.

Viu como aplicar na Selic não é nada complicado?

Siga esse passo a passo de como investir no Tesouro Selic e proteja o seu patrimônio.

E se você quer saber com investir em outros títulos do governo e descobrir qual é o mais indicado para você, assista a este vídeo:

O Tesouro Selic é uma das mais seguras aplicações em renda fixa, muito indicada para quem tem um perfil conservador de investimentos. Existem diversos outros tipos de títulos de renda fixa que você pode se interessar por investir. 

Para saber tudo sobre isso, recomendamos que você faça o curso Renda Fixa – ganhos com baixo risco. Nele você vai aprender, entre outros temas:

  • Marcação a mercado;
  • Como montar uma carteira de investimentos de renda fixa;
  • Como escolher os melhores títulos;
  • Como investir em títulos públicos.

Imagem da campanha de um curso online sobre "Renda Fixa: Ganhos com Baixo Risco" da Faculdade XP School.

O que são operações de Open Market? Descubra se é hora de investir neste mercado!

Sabia que as operações de Open Market podem ajudar a controlar a inflação do País? É isso mesmo! O mercado aberto, ambiente utilizado pelo Banco Central para negociar títulos públicos com instituições bancárias, é um poderoso aliado para a política monetária nacional. 

No artigo de hoje, falamos mais sobre cada uma das operações de Open Market realizadas nos níveis primário e secundário e seus impactos para a economia do país. 

Boa leitura! 

Um passo atrás: o que é Open Market?

Antes de falarmos especificamente sobre as operações de Open Market, que tal um pouco de contexto? Open Market é o nome dado ao espaço no qual o Bacen (Banco Central), nossa autoridade monetária, negocia títulos públicos com seus dealers. Neste contexto, os dealers são representados por instituições financeiras.

>>> Saiba mais sobre o que é Open Market e suas funções!  

O que são operações de open market? 

As operações de Open Market são as transações realizadas entre os atores do espaço de negociação (Banco Central e instituições financeiras). Estas operações são utilizadas como estratégias do Estado para expandir ou contrair a quantidade de moeda de um país — uma espécie de controle de liquidez (a capacidade de qualquer ativo de se converter em dinheiro).

Uma operação de Open Market acontece, por exemplo, quando o Banco Central compra ou vende títulos de dívida pública para os bancos. De forma resumida, ao comprar títulos públicos, o Banco Central injeta dinheiro na nossa economia. 

Da mesma forma ocorre o caminho oposto: ao emitir e vender títulos públicos aos bancos, há uma redução da reserva monetária e consequente queda na oferta de moeda em circulação. 

Se a dinâmica das operações do mercado aberto ainda não ficou clara, não se preocupe! Falaremos com mais detalhes sobre ela em seguida. 

Qual a importância do Open Market para o mercado financeiro e de capitais do Brasil?

Podemos dizer que o Open Market é um poderoso aliado da política monetária do país. Para você ter uma ideia de sua relevância, aqui vão algumas das possibilidades atingidas com as operações do mercado aberto: 

  • Controle da taxa de juros de curto prazo;
  • Geração de liquidez para títulos públicos; 
  • Gestão  da circulação de moeda na economia; 
  • Negociação de títulos de dívida pública.

Entende como o Open Market é um instrumento estratégico para a gestão econômica do país? Na prática, as operações de mercado aberto realizadas pelo Bacen podem influenciar, por exemplo, no controle da inflação.

Entenda algumas operações de Open Market na prática 

Para te ajudar a entender, na prática, como funcionam as operações de Open Market, preparamos um esquema pautado em situações já vivenciadas em nossa economia. Veja como o Bacen operaria em cada uma delas. 

Estratégia do Bacen para enxugar a liquidez

Para reduzir o poder de compra atrelado à moeda, e consequentemente, enxugar a liquidez de mercado do país, o Banco Central vende títulos públicos às instituições financeiras. Isso faz com que a quantidade de moeda circulante no mercado diminua. 

Na prática, caso a economia de um país esteja crescendo a passos largos, pode ser necessário adotar esta estratégia como parte de uma política contracionista. Dessa forma, o governo desestimula o consumo da população por meio da redução de dinheiro em circulação.

Estratégia do Bacen para aumentar a liquidez

Por outro lado, se o Bacen tiver a intenção de aumentar a liquidez, ele deve comprar títulos dos bancos. Dessa forma, injeta dinheiro no mercado.  

Se o país está em crise, por exemplo, seus governantes costumam aplicar este recurso como parte de uma política expansionista para introduzir mais dinheiro na economia e, assim, impulsionar o crescimento econômico.

Tipos de operações de mercado aberto

Existem dois cenários nos quais são realizadas operações do mercado aberto. Eles nos ajudam a entender a dinâmica das negociações e os atores envolvidos em cada uma delas. Veja quais são estes cenários a seguir. 

Nível primário 

No primeiro nível de Open Market (ou nível primário), as transações acontecem exclusivamente entre o Banco Central e seus dealers. Nenhuma das operações de Open Market a nível primário é acessível para o público em geral.

Nesse cenário, cabe aos dealers a responsabilidade de levar os títulos públicos do nível primário para o nível secundário. 

Nível secundário 

Já no segundo nível do Open Market, os dealers realizam as operações com outros participantes, incluindo os investidores em geral.  

Um exemplo de operação de Open Market a nível secundário é o Tesouro Direto, no qual você, na qualidade de investidor, adquire títulos de instituições financeiras e contribui para o financiamento do país. 

Mais sobre investimentos de renda fixa e operações de Open Market

Os títulos negociados nas operações de Open Market chegam ao investidor como opções de renda fixa, ideais para quem tem perfis conservadores ou moderados e buscam alternativas para fugir da poupança, criar uma reserva de emergência ou mesmo fazer um investimento de longo prazo. 

Se este assunto te interessa, temos um convite irrecusável: aprenda mais sobre investimentos em renda fixa com o nosso time de experts! 

O curso Renda Fixa: ganhos com baixo risco, tem 2 horas de duração e um intenso cronograma de aprendizado. 

Aprenda sobre: Sistema Financeiro Nacional, 10 produtos de renda fixa disponíveis no mercado (incluindo o Tesouro Direto, sobre o qual falamos neste artigo). E mais: tenha dicas exclusivas para montar uma carteira diversificada e compatível com suas necessidades e expectativas. Inscreva-se agora mesmo!

*Créditos da imagem de capa: Austin Distel em Unsplash

O que é previdência privada e como começar a investir? [GUIA]

Você já parou para pensar na sua aposentadoria? Independentemente da sua idade, é fundamental considerar um plano de ação voltado para sua tranquilidade financeira no futuro. Um dos caminhos para fazer isso é compreender o que é previdência privada

É provável que você já tenha ouvido falar em Previdência Social, Reforma da Previdência e Previdência Privada, e por mais que pareça distante pensar na sua aposentadoria, o planejamento para esse período da sua vida é essencial. Afinal, você quer que ele seja realmente um momento de descanso e tranquilidade, não é?

O que é previdência privada?

A Previdência Privada, ou previdência complementar, é um tipo de investimento que tem como objetivo acumular e rentabilizar capital ao longo de anos de aportes financeiros, para que, dentro do período estipulado, esse montante complemente o valor recebido pela Previdência Social. 

Em outras palavras, a Previdência Privada funciona como uma renda extra para quem deseja maior tranquilidade financeira na aposentadoria. 

O valor investido pode ser resgatado integral ou parcialmente ao final do período de aporte financeiro. 

Caso seja necessário, também é possível resgatar o valor da previdência antes do vencimento. Entretanto, é comum que haja um período de carência a ser respeitado. Para confirmar sobre essas datas, observe as informações no ato da contratação do plano.

A Previdência Privada é um tipo de investimento a longo prazo. Existem diferentes formas de realizar aportes financeiros nesse modelo de aplicação. 

Por exemplo, é possível contratar um plano de previdência que permita que você realize aplicações mensais ou esporádicas. Isso quer dizer que você pode aplicar um valor todos os meses, e juntar essa quantia ao que já foi acumulado, ou pode investir um valor único para rendimento ao longo dos anos. 

Considere que você realizou a venda de um imóvel ou recebeu uma herança. É possível usar esse montante para aplicar na previdência.  

Em corretoras que oferecem Previdência Privada é feita a gestão da carteira de fundos de previdência que garantem a rentabilidade desejada durante o período de acumulação do patrimônio.

Diferenças entre Previdência Privada e Previdência Social

Antes de nos aprofundarmos sobre quais são os tipos de Previdência Privada e como escolher a opção mais alinhada a sua necessidade, é interessante tirarmos algumas dúvidas sobre a diferença entre Previdência Privada e Previdência Social.

A Previdência Social é um seguro social obrigatório para profissionais que trabalham no regime CLT, e garante apoio e assistência do governo em diferentes situações em que o trabalhador fique impedido de trabalhar – como assistência doença, maternidade, prisão, aposentadoria por invalidez e mais -, e em casos de aposentadoria –  seja por tempo de contribuição ou idade. 

Já a Previdência Privada é um investimento opcional que não está ligado ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e, por isso, pode funcionar como uma previdência complementar. 

Isso quer dizer que você pode receber a aposentadoria pelo INSS e também a aposentadoria privada, garantindo mais tranquilidade para essa fase da sua vida.

Nos últimos anos, com a aprovação da Reforma da Previdência em 2019, a preocupação sobre a qualidade da aposentadoria no Brasil se tornou um assunto ainda mais em voga.

Só no primeiro semestre de 2021, a captação da previdência privada aumentou 42% em comparação ao mesmo período de 2020, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi)

Contudo , algumas pessoas ainda se mostram resistentes à Previdência Privada por causa das taxas cobradas pelos bancos. Essa questão, entretanto, vem sendo superada com corretoras como a XP Investimentos, que oferece planos com 0% de taxa de custódia e 0% de taxa de carregamento.

Como funciona a Previdência Privada?

Compreendido o que é Previdência Privada, seguimos para a compreensão de como ela funciona. 

Ao contratar um plano de previdência privada, você passa a ter acesso a fundos de previdência, que funcionam de maneira similar aos fundos de investimento tradicionais. Porém,   o seu objetivo é contribuir para o acúmulo e rendimento do capital investido, que será usado para a aposentadoria do investidor.

O valor que será recebido no futuro varia de acordo com a soma que foi aplicada ao longo dos anos de acúmulo de capital e do tipo de fundo escolhido.

Ao iniciar um plano de Previdência Privada é  possível aplicar um valor todo mês (como uma mensalidade), ou esporadicamente. Além disso, o resgate do capital poderá ser realizado de forma integral, uma única vez, ou em resgates programados, que podem ser mensais, como acontece o recebimento do valor da aposentadoria pela Previdência Social.

Na Previdência Privada, o investidor pode definir:

  • o valor que irá aplicar, 
  • a periodicidade da aplicação,
  • quando irá resgatar o capital.

Também é possível desistir do pagamento a qualquer momento e recuperar o dinheiro que já foi aplicado, contanto que seja respeitado o período de carência.

O valor da mensalidade que você paga na contratação de um plano de previdência é investido em fundos de previdência que irão acumular o capital para que possa ser resgatado futuramente.

Entretanto, quais são esses fundos? Como escolher em qual investir? 

Pode ficar tranquilo que ao contratar um plano de previdência é o gestor da sua carteira que irá escolher esses ativos. 

Como veremos abaixo, alguns planos de previdência cobram taxas que variam de acordo com a dificuldade de gestão do fundo, que pode ser maior ou menor de acordo com os desejos do investidor e também do tipo de plano escolhido. 

Se o plano se compromete a entregar uma rentabilidade mais alta aos seus clientes, os gestores terão que realizar uma gestão mais complexa dos fundos, por exemplo, com movimentos de compra e venda de ativos que renderão mais ganhos ao investidor. 

Isso impacta as taxas cobradas pelas corretoras, mas sobre isso continuaremos ao longo dos próximos tópicos. 

Como escolher o seu plano de Previdência Privada ideal?

Depois dessa imersão no conceito em torno do que é previdência privada, vamos para a parte prática: como escolher o seu plano. 

Para isso você vai precisar entender alguns conceitos que apresentaremos a seguir, entre eles: 

  1. quais são os planos de previdência, 
  2. tipos de previdência, 
  3. modalidades de fundo de pensão,
  4. composição da carteira, 
  5. taxas envolvidas.

Continue lendo e você vai perceber que é mais fácil do que imagina.

Planos da previdência

Dentro do que é Previdência Privada, existem duas opções de planos de previdência:

  • planos abertos, 
  • planos fechados. 

Nos planos abertos, qualquer pessoa que tenha interesse em iniciar uma Previdência Privada pode participar. Eles são vendidos por bancos, corretoras, como a XP Investimentos, e instituições financeiras de modo geral. Eles seguem as regras da Susep (Superintendência de Seguros Privados), órgão do Ministério da Economia.

Já os planos fechados, ou fundos de pensão, são criados por empresas ou outros tipos de instituições (por exemplo, a Ordem dos Advogados do Brasil – OAB) e usados para beneficiar os funcionários e associados. Nesses casos, apenas esses dois grupos podem participar do plano de previdência oferecido. Daí vem o nome: plano de previdência fechado. 

Caso a empresa ou instituição para qual você trabalhe não ofereça esse benefício, a melhor opção é o plano de previdência aberto.

Tipos de Previdência Privada

Planos abertos são divididos em dois tipos de Previdência Privada disponíveis: 

  • PGBL,
  • VGBL.

O PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) é indicado para quem faz a declaração do Imposto de Renda completa e são contribuintes do INSS. Por que? 

A resposta é simples: ao contratar esse tipo de previdência é possível reduzir em até 12% o valor da renda bruta tributável compensável do ano, melhorando o valor da restituição do imposto. 

Por outro lado, o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) é indicado para quem não declara o Imposto de Renda ou para quem faz a declaração simplificada. Nesse tipo de previdência privada, o cálculo do IR é feito somente sobre os rendimentos acumulados no período.

Para escolher o tipo de previdência privada ideal, observe qual é o modelo da sua declaração de IR e selecione de acordo com as dicas acima, lembrando que essas opções são voltadas apenas para planos abertos de previdência, em casos de planos fechados, confira o tópico a seguir.

Modalidades de Fundos de Pensão

As modalidades de fundo de pensão são tipos exclusivos de previdência privada fechada e se resumem em três:

  • Benefício Definido (BD): nessa modalidade, o valor a ser resgatado pelo investidor é estabelecido e calculado na adesão do plano. Por isso, o valor das contribuições periódicas pode variar;
  • Contribuição Definida (CD): as contribuições não variam ao longo do tempo, mas não há uma certeza quanto ao valor do benefício, que só é definido quando começa a ser pago ao investidor, de acordo com o montante acumulado;
  • Contribuição Variável (CV): funcionam a partir de características do BD e do CD, a partir do oferecimento de uma renda vitalícia (BD) por meio de contas individuais (CD).

Mais uma vez, vale reforçar que você só deve se preocupar com essas modalidades se a opção de plano de previdência fechado estiver disponível a você, a partir da empresa em que você trabalha ou a qual é associado. 

Composição da carteira

Ao depositar sua contribuição mensal da Previdência Privada, o dinheiro investido será aplicado para que possa ter maior rentabilidade, ser atualizado em relação à inflação e alcançar os objetivos do investidor. 

Assim como em outros tipos de investimento, é possível – e indicado – a criação de uma carteira de fundos de previdência com um conjunto de ativos variados que vão ditar a rentabilidade e controlar a segurança das aplicações.

A composição de cada carteira será definida pelo perfil do investidor e seus objetivos. Por exemplo, se o investidor é arrojado e deseja maior rentabilidade para ter acesso a um montante maior ao se aposentar, a carteira poderá incluir investimentos em ações. 

Já investidores conservadores que preferem segurança à rentabilidades mais altas podem ter uma carteira majoritariamente composta por títulos de renda fixa. Lembrando que uma boa carteira é diversificada.

A Associação Brasileira de Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) listou quatro categorias de fundos de previdência (e mais de 20 tipos).

Na lista de categorias dos fundos de previdência estão:

  1. Renda fixa, 
  2. Balanceados,
  3. Multimercado, 
  4. Ações. 

Fundos de Renda Fixa

Fundos de previdência de renda fixa buscam retorno a partir de aplicações em ativos de renda fixa como:

  • Tesouro Direto (títulos públicos),
  • debêntures, 
  • CDBs, 
  • LCI,
  • LCA,
  • papéis emitidos no exterior, e mais.

A renda fixa oferece como principal benefício a segurança das aplicações. O risco é baixo, entretanto a rentabilidade também não é tão alta como a conquistada em outras opções.

Ao montar uma carteira de investimentos de renda fixa também é possível incluir alguns ativos de renda variável como ações. Criando assim uma carteira diversificada.

Para esse tipo de solução, buscar por uma corretora que oferece Previdência Privada é uma solução que deve ser considerada. 

Fundos Balanceados

Na categoria de fundos balanceados uma carteira de investimento oferece diversos tipos de ativos, de diferentes origens (renda fixa, ações e mais). 

Entretanto, até 30% da carteira pode ser direcionada à renda variável

Vale lembrar que quanto maior o percentual em renda variável maior o risco, mas maior o potencial de rentabilidade futura. 

Multimercados

Assim como os fundos balanceados, eles também aplicam o capital investido em diversos tipos de ativos, entretanto, existem dois tipos:

  • fundos previdenciais multimercados: podem atrelar os ativos e derivativos a juros, índices de preços e moedas estrangeiras, mas não podem realizar investimentos em ações,
  • multimercados livres: podem investir em diferentes tipos de ativos, incluindo ações.

Fundos de Ações

Fundos de ações são fundos que investem majoritariamente em ações, mas também podem incluir outros tipos de ativos. 

Para ser considerado um fungo da ação, é necessário que mais do que 67% da carteira seja preenchida por ações e outras opções de renda variável.

Taxas

Ao escolher o plano de previdência privada outro aspecto que deve ser analisado são as taxas que serão pagas à instituição que irá controlar e gerir o capital aplicado. Entre as taxas mais comuns estão: 

  • taxa de administração ou custódia: para a gestão do fundo de investimento (geralmente, quanto mais complexo o fundo, maior a taxa). Atenção, porque fundo de renda fixa não devem ter taxas acima de 1%, mas é comum encontrar bancos que cobram de 3% a 4%,
  • taxa de carregamento de entrada e saída, cobrada a cada aplicação ou retirada, 
  • taxa de performance, relacionada ao retorno do fundo de previdência. 

Fique atento porque existem corretoras, como a XP, em que os clientes têm uma taxa de custódia e de carregamento de 0%, ou seja, você não paga nada por esses serviços. Ampliando a rentabilidade do negócio. 

Tributação na Previdência Privada

A tributação nos investimentos de Previdência Privada é uma realidade, bem como em outras aplicações como Tesouro Direto e mesmo o CDB, sobre os quais incide o IR.

As alíquotas são divididas em dois tipos de regimes tributários que precisam ser escolhidos pelo investidor: 

  • Regime regressivo: o IR varia de 35% a 10%, diminuindo ao longo do tempo de aplicação. É ideal para quem deseja realizar um investimento a longo prazo e tem como objetivo retirar o valor integral no vencimento, 
  • Regime progressivo: a retenção pode chegar a 27,5%, sendo indicado para quem preferir receber o montante acumulado em parcelas, como uma espécie de salário ou deseja fazer um investimento com um vencimento mais próximo, ou seja, um tempo de aplicação menor. 

Nos fundos de previdência privada abertos o IR é calculado sobre valores diferentes: 

  • VGBL (declaração de IR simplificada): a taxa é calculada sobre a rentabilidade do plano, 
  • PGBL (declaração de inteiro teor): calculada sobre o valor total. 

Aprenda e planeje-se para começar uma previdência privada

Pensar no futuro é indispensável se você não quer passar a sua vida toda trabalhando ou precisar reduzir drasticamente seu padrão de vida depois de aposentado. 

A previdência privada é uma das formas eficientes de conquistar a tal independência financeira que irá te levar à aposentadoria de qualidade. 

Diante do que apresentamos até aqui, você pode estar em dúvida de como colocar tudo em prática, afinal, escolher o melhor caminho significa ampliar seus ganhos e aproveitar melhor o capital aplicado na Previdência Privada. 

Pensar no futuro é essencial para quem deseja ter tranquilidade e conquistar a tão sonhada independência financeira. Para isso, entretanto, é fundamental a educação financeira. 

Se você está começando a pesquisar sobre possibilidades para ter uma vida financeiramente mais equilibrada indicamos o curso Combo de Cursos de Educação Financeira” da Faculdade XP School. 

Imagem da campanha de um curso online "Aprenda Tudo sobre Educação Financeira" da Faculdade XP School.

Além de aprender o significado de diferentes conceitos financeiros e entender como eles impactam no seu dia a dia, você também terá acesso a informações sobre como planejar e agir no longo prazo para construir uma independência financeira de verdade. Inscreva-se.

Como investir em fundos de ações? Passo a passo para operar

Entender como investir em fundos de ações pode conectar você, um investidor de perfil arrojado, a opções de portfólios diversificados e compostos por ativos de grandes empresas de diversos segmentos do mercado. 

Mas, afinal, o que é preciso levar em conta antes de escolher um fundo de ações? Nós listamos todos os pontos e te ajudamos a organizar um checklist para encontrar carteiras compatíveis com suas necessidades e expectativas. 

Aproveite!

O que são fundos de ações? 

Antes de falarmos especificamente sobre como investir em fundos de ações, que tal um pouco de contexto? 

Fundos de ações são carteiras de ativos de renda variável. Seu funcionamento é semelhante ao dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII), sobre os quais já falamos em alguns de nossos artigos. 

A estrutura dos fundos de ações, assim como nos FII, é semelhante à de um condomínio. Isso significa que todos os custos e ganhos são repartidos igualmente entre os condôminos (cotistas do fundo). 

Como funcionam os fundos de ações? 

Para se tornar cotista de um fundo de ações, você deve fazer um aporte equivalente à aquisição de ações do fundo. Seu rendimento é equivalente ao desempenho dos ativos que integram o seu portfólio.

A gestão dos ativos da carteira é feita por um gestor e uma equipe, que acompanham diariamente o desempenho das empresas componentes do fundo. 

Quais as vantagens de investir em fundos de ações?

Agora você já sabe, em essência, como investir em fundos de ações. Chegou a hora de listar algumas das vantagens deste modelo de investimento, bem como pontos de atenção que devem ser levados em conta antes da escolha. 

Vantagens 

  • Retorno geralmente mais elevado em comparação a investimentos de renda fixa;
  • facilidade de compra e venda dos ativos;
  • é um formato de investimento pautado na diversificação de carteiras
  • no caso de fundos que pagam dividendos, o investimento se torna uma boa opção de renda passiva. 

Pontos de atenção

  • Os ativos dos fundos de ações são bastante voláteis, o que torna o investimento indicado para investidores de perfil arrojado, com boa tolerância para oscilações e eventuais perdas; 
  • baixa liquidez; 
  • sem garantia de retorno. 

Como investir em fundos de ações? 

Aqui vão algumas de nossas dicas sobre como investir em fundos de ações, o que considerar e como escolher os melhores portfólios de acordo com o seu perfil de investidor. 

Características dos fundos de ações 

Antes de investir em fundos de ações, considere as principais características do produto. Como pontuamos anteriormente, a volatilidade atrelada aos fundos faz com que ele seja recomendado, sobretudo, a investidores com perfil de alta tolerância a riscos, perdas e oscilações. 

Rentabilidade

Embora tenha alta volatilidade, os fundos de ações tendem a ter bons rendimentos. 

Isso porque estes rendimentos estão atrelados ao desempenho das ações na B3, a Bolsa de Valores brasileira

É comum, inclusive, que as ações do fundo sigam algum índice de referência do mercado acionário. Por isso, para saber se ele está indo bem ou mal, é importante comparar a sua rentabilidade com a do índice

Tributação

Também é importante conhecer os tributos incidentes sobre as aplicações em fundos de ações. Neste caso, são dois: 

>>> Saiba mais: veja em detalhes como funciona a tributação nos fundos de ações 

Custos

Antes de investir em fundos de ações, é importante considerar seus custos atrelados. Nestes casos, há uma taxa de administração, incidentes sobre o patrimônio do investidor. A cobrança da taxa é realizada diariamente, de maneira proporcional ao valor da carteira. 

Além da taxa de administração, uma outra cobrança incide sobre os fundos de gestão ativa: a chamada taxa de performance. Ela representa uma espécie de “bônus” cobrado pelo administrador pelas entregas — quando são superiores à do referencial previamente acordado entre as partes. Em geral, fundos de ações consideram o Ibovespa como referencial. 

Como escolher fundos de ações? Elementos-chave a considerar

E aí? Entendeu como investir em fundos de ações e como ponderar sobre as características do produto antes de adquirir sua cota? Para te ajudar a ter ainda mais segurança na escolha, aqui vão algumas informações-bônus. 

Rating e avaliações

Antes de escolher um fundo de ações, é importante buscar avaliações externas e ratings (classificações) feitos por agências especializadas. Em geral, as classificações levam em conta fatores objetivos sobre os portfólios, tais como nível de risco x rentabilidade, e indicam quais as melhores opções disponíveis. 

Risco

Como pontuamos anteriormente, os fundos de ações são investimentos considerados de alto risco, afinal, são focados em renda variável e sujeitos à alta volatilidade. Na prática, isso quer dizer que o valor da cota pode variar de maneira brusca e rápida — tanto em um cenário de ganho, quanto de perda. 

Retorno

Em compensação, investimentos de alto risco tendem a ter um bom potencial de retorno. Investidores com perfil arrojado devem considerar esta balança na hora de escolher seus fundos de ações. 

Liquidez

Como dissemos anteriormente, os fundos de ações são um investimento com baixa liquidez. Isso significa que, ao vender suas cotas, o investidor dificilmente terá seu dinheiro em mãos no mesmo dia. 

Em geral, os fundos de investimento trabalham com taxas de conversão iguais a D+1 (ou seja, a data do pedido de resgate + 1 dia), D+3 ou até maiores, como D+10 e até D+30. 

Para evitar surpresas desagradáveis, avalie o prazo de resgate das cotas no momento da escolha do fundo de ações, consultando o regulamento do fundo. 

Investimento mínimo

O valor do investimento mínimo em fundos de ações varia de acordo com a composição do portfólio e as características das empresas componentes. 

Para você ter uma ideia, fundos de ações do setor de varejo costumam ter aportes iniciais a partir de R$500,00. Em contrapartida, carteiras sofisticadas e compostas por grandes empresas podem chegar a aportes mínimos de R$50 mil. 

Aprenda a investir na bolsa de valores! 

Saber como investir em fundos de ações pode ser um passo importante em sua trajetória de realização de sonhos. Mas há muito mais para quem conhece todas as possibilidades na bolsa de valores! 

Pensando em abrir mentes e aproximar investidores da realização de seus maiores objetivos, criamos o curso Introdução ao Universo de Trading. Aprendendo os principais conceitos do mercado de ações, você poderá alavancar os resultados dos investimentos.

Comece agora mesmo! As matrículas estão abertas!

*Créditos da imagem de capa: foto criada por drobotdean – br.freepik.com

C++: saiba tudo sobre essa linguagem de programação

Quando falamos de tecnologia da informação, existem diversas linguagens de programação para uso e desenvolvimento de programas e outros trabalhos relacionados a softwares e internet. Uma das mais populares nessa temática é a C + + linguagem de programação.

Sua característica marcante é por ela pertencer ao grupo de linguagens que possuem uma vida útil maior, ter grandes performances e recursos eficientes. Assim, você pode atuar com servidores tanto front-end quanto back end.

Por isso, é comumente encontrada no desenvolvimento de sistemas de alta performance como jogos, interfaces gráficas e no ensino de orientação à objetos.

Neste artigo você vai entender mais detalhes sobre o que é ela, qual sua importância, seus benefícios e onde utilizá-la. Confira!

O que é linguagem C + + e para que ela serve?

Desenvolvida por Bjarne Stroustrup, em 1983, na empresa Nokia Bell Labs, a C++ é considerada uma extensão da linguagem C por utilizar comandos e estruturas dessa linguagem, mas com upgrades. Isso porque ela proporciona maior desempenho, possui um aprendizado mais fácil, é open source (um software de código aberto) e está em constante evolução para adquirir melhorias em suas novas versões.

Quase todas as estruturas que existem no C existem no C + +, e muitos códigos escritos em C conseguem rodar sem problemas no C + +. Porém o inverso não é possível, o C + + não roda no C.

Ela é uma linguagem de programação que seu processo de aprendizagem é mais simples do que a média, o que a torna muito atrativa no mercado. Seu conceito tem como base a estruturação e a inserção de diferentes tipos de dados, além de suas relações. Além disso, torna-se uma boa escolha para sistemas de robótica, aeronáutica e mercado financeiro.

Assim, possui outras vantagens, como:

  • Processamento mais rápido e eficiente que as demais;
  • Disponibilidade de muitas bibliotecas;
  • Comumente utilizada para sistemas de alto desempenho.

Mesmo depois de 40 anos da sua criação, a linguagem é aplicada em diferentes softwares da atualidade, com diversos materiais de estudo disponíveis para aprendizado das pessoas interessadas.

Por isso, é muito usada para comunicação em máquinas, softwares acadêmicos e corporativos, além de jogos e edições em geral, como fotos, vídeos e imagens.

Onde utilizar o C + +?

Por suas características de alto desempenho e performance, acaba por ser muito encontrada em desenvolvimento de sistemas embarcados, bibliotecas gráficas e outros sistemas operacionais.

Também é a ideal para quem pretende iniciar na área da Programação. Nesse sentido, tem grande aceitação no ensino acadêmico por sua abrangência em linguagens de alto e baixo nível open source.

Como já foi citado, C++ é uma linguagem incrivelmente versátil, mas ela se destaca como líder nos seguintes cenários:

  • Jogos;
  • Mercado financeiro;
  • Grandes aplicações
  • Navegadores;
  • Softwares multimídia;
  • Pacotes Office;
  • Sistemas operacionais;
  • Microcontroladores;
  • Etc.

Muitas empresas famosas fazem um grande investimento nessa linguagem, como:

  • Facebook;
  • Adobe;
  • Google;
  • Microsoft (Pacote Office – Word, Excel, Access, Powerpoint e Outlook.);
  • EA;
  • Mozilla;
  • Nullsoft;
  • Nasa.

Exemplos de aplicação C plus plus

Para programar em C plus plus você só precisa de duas coisas: um lugar para escrever um texto, e isso engloba qualquer coisa até um bloco de notas, e depois usar um compilador para converter o seu código C + + em código binário.

C + + é, por projeto, adequado a funcionar em conjunto com outras partes de um mesmo projeto de programação.

Um exemplo, mostrado pelo site Allura, você pode fazer uma simples página da web que recebe dados na URL e os exibe. Para isso, teremos um código complexo para uma tarefa tão corriqueira, conforme abaixo:

#include <iostream>

#include <vector>  

#include <string>  

#include <stdio.h>  

#include <stdlib.h> 

#include <cgicc/CgiDefs.h> 

#include <cgicc/Cgicc.h> 

#include <cgicc/HTTPHTMLHeader.h> 

#include <cgicc/HTMLClasses.h>  

using namespace std;

using namespace cgicc;

int main () {

   Cgicc formData;

   cout << “Content-type:text/html\r\n\r\n”;

   cout << “<html>\n”;

   cout << “<head>\n”;

   cout << “<title>Using GET and POST Methods</title>\n”;

   cout << “</head>\n”;

   cout << “<body>\n”;

   form_iterator fi = formData.getElement(“first_name”);  

   if( !fi->isEmpty() && fi != (*formData).end()) {  

      cout << “First name: ” << **fi << endl;  

   } else {

      cout << “No text entered for first name” << endl;  

   }

   cout << “<br/>\n”;

   fi = formData.getElement(“last_name”);  

   if( !fi->isEmpty() &&fi != (*formData).end()) {  

      cout << “Last name: ” << **fi << endl;  

   } else {

      cout << “No text entered for last name” << endl;  

   }

   cout << “<br/>\n”;

   cout << “</body>\n”;

   cout << “</html>\n”;

   return 0;

Qual a diferença entre C, C# e C + +?

A grafia é bem semelhante, podem se complementar, mas ambas possuem funções diferentes.

Enquanto a linguagem C é a mais antiga e serve de base para outras linguagens de programação, ela é compilada, estrutural, de nível médio, alto desempenho e curva de aprendizado muito alta. Por isso é utilizada em aplicações e dispositivos que possuem pouca capacidade de memória e processamento.

Já a C++, como visto anteriormente, é uma evolução do C, com uma programação orientada a objetos, facilitando a vida dos desenvolvedores e arquitetos de soluções, por não usar o garbage collector para gerenciar memória e ter uma curva baixa de aprendizado.

A linguagem C# possui muitas similaridades com o Javascript, sendo a mais diferenciada se comparada às anteriores. É uma tecnologia da Microsoft, sendo também uma linguagem orientada a objetos, de alto desempenho, com diferentes bibliotecas, desenvolvida também a partir da linguagem C e sua curva de aprendizado é baixa. É o concorrente direto do C + +.

Aprenda mais sobre linguagem C++ e outros conceitos de tecnologia da informação

Portanto, notamos que a linguagem de programação C + + é ideal para realizar tarefas que demandam performance e possuem alta complexidade. Sistemas mais simples e corriqueiros não são o foco, logo, vão demandar mais trabalho do que linguagens mais adequadas a esses cenários.

Gostou do conteúdo? Você pode acompanhar outros sobre linguagem de programação ou tecnologia em nosso blog.

ETFs de Fundos Imobiliários: conheça o XFIX11 e suas características

Os fundos imobiliários são modelos de investimentos cuja função é alocar recursos em ativos ou em títulos do ramo imobiliário. Nesse contexto, existem os ETFs de Fundos Imobiliários negociados na bolsa de valores, como o XFIX11, que visam aumentar os rendimentos.

Em suma, o XFIX11 é o primeiro ETF que replica um índice de fundos imobiliários. Desse modo, adquirir cotas desse fundo pode ser uma boa alternativa para quem deseja alocar capital nesse ramo de mercado. 

Quer ficar por dentro do assunto? Neste artigo vamos explicar o que são ETFs de fundos imobiliários, como funciona o XFIX11, suas características e como investir neste fundo.

O que são ETFs de Fundos Imobiliários?

ETFs (Exchange Traded Funds) são fundos negociados na bolsa de valores que têm como referência um determinado índice do mercado. Isso quer dizer que essa composição é feita com o objetivo de atingir rendimentos iguais ou superiores ao do indicador utilizado.

Por exemplo, o BOVA11, provavelmente o mais famoso deles, tem como referência o índice Bovespa (IBOV)

Aliás, é sempre bom lembrar que a gestão deste investimento é feita por um especialista, profissional que acompanha o mercado para realizar as transações necessárias, mirando nos melhores resultados.

Além disso, vale ressaltar que o patrimônio do ETF é dividido igualmente em cotas negociadas na bolsa de valores. Assim, o preço delas varia conforme os preços das ações que o compõem.

>>> Aprenda também: Como funcionam os FIIs? Qual o passo para investir?

ETF Imobiliário e suas características 

Antes de investir em um ETF, você precisa conhecer suas características. Isso porque você pode verificar se eles estão alinhados com os seus objetivos de investidor.  

Verifique as principais delas abaixo:

  • Gestão passiva: a rentabilidade está atrelada a um índice de referência da renda variável como, SMLL, IBOV e IDIV;
  • Diversificação: esta é uma das características mais interessantes deste investimento e deveria ser de qualquer ativo. Neste caso, com apenas uma cota, você tem acesso a diversas ações;
  • Liquidez: os ETFs são negociados diariamente na bolsa de valores. Então, é fácil adquirir ou vender as suas cotas a qualquer momento;
  • Acessibilidade: as negociações são realizadas diretamente no home broker. Desse modo, você pode fazer as suas operações sem sair de casa, o que fica ainda mais importante em tempos de pandemia;
  • Transparência: todas as documentações são disponibilizadas ao investidor. Portanto, você consegue saber tudo o que acontece no seu fundo de índice;
  • Reinvestimento: os proventos recebidos pelas ações que compõem o ETF são reinvestidos para o aumento e valorização do seu patrimônio.

Diante dessas características, a segurança é uma das grandes vantagens do ETF. Até porque, nesse tipo de investimento você fica exposto apenas a um risco sistêmico, e não a crises específicas.

Outro ponto importante é que a compra desse ativo é uma estratégia de longo prazo e que, como em qualquer investimento, ganha mais quem se posiciona primeiro.

Acompanhe este vídeo e saiba como começar a investir em fundos imobiliários:

Principais riscos dos ETFs de Fundos Imobiliários 

Ao optar por ETFs, assim como por qualquer outro tipo de investimento, você precisa tomar alguns cuidados para evitar resultados diferentes das suas expectativas.

Abaixo, listamos alguns exemplos, como:

Administradora

Ao escolher o seu fundo de índice, verifique quem é a administradora. No site da BM&FBovespa, por exemplo, você confere os ETFs listados, logo você consegue facilmente fugir de possíveis ciladas.

Índice

Antes de realizar qualquer investimento, você deve analisar o objetivo. Com ETFs não é diferente, pois você precisa observar o intuito da rentabilidade do ETF.

Então, conheça o índice de referência e compare as composições das carteiras de investimentos, já que os resultados tendem a ser semelhantes.

Aliás, confirme ainda se esse é o seu interesse de investimento, porque, além da rentabilidade, há outros critérios a serem considerados, principalmente quando se trata de renda variável.

Custos

Para definir o valor a ser aplicado no ETF, você deve fazer o cálculo dos custos envolvidos.

De forma geral, quanto menor as despesas, mais dinheiro no seu bolso.

Analise-os contra o investimento em ações, carteira recomendadas e fundos de ações, porque servem como bons comparativos. Assim, você evita surpresas na hora de negociar.

Vale a pena investir em ETF? Assista ao vídeo e saiba o que fazer:

Existe ETF de Fundo Imobiliário?

A resposta é sim. O XFIX11 é o primeiro ETF brasileiro. Ele foi criado pela XP investimentos em 2020, com gestão da XP Asset e administração e custódia da BNP Paribas.

Este ETF é negociado igualmente aos demais do mercado, como BOVA11 e IBB11. Por ser um fundo de índice, não cobra taxa de performance, no entanto, consta uma taxa de administração inferior aos demais fundos com gestão ativa.

Para entender melhor, elencamos alguns aspectos deste ETF:

  • o preço inicial da cota é de R$10, com lote mínimo de uma unidade;
  • a diversificação dentro do índice traz segurança para o investidor;
  • o pagamento de dividendos será automaticamente reinvestido no ETF;
  • não há o benefício de isenção tributária para todos

Aliás, tratando-se da não isenção tributária, é preciso que:

  • as cotas sejam negociadas em bolsa ou em mercado de balcão organizado;
  • o fundo tenha, no mínimo, 50 cotistas;
  • nenhum cotista detenha 10% ou mais do total de cotas e nem receba rendimento superior a 10% do total de rendimentos do FII.

XFIX11 paga dividendos?

O XFIX11 conta com 81 ativos em sua composição, com isso, os dividendos pagos pelos FIIs serão reinvestidos no ETF. Isso significa que, embora os demais Fundos Imobiliários paguem dividendos, este não pagará diretamente para os seus cotistas.

Lembrando que o reinvestimento dos dividendos no fundo é positivo para o crescimento do patrimônio dos investidores e que, a longo prazo, por exemplo, compensa a falta do benefício tributário sobre os dividendos.

>>> Leia também: Saiba onde são depositados os dividendos dos acionistas

Como investir em fundos imobiliários?

Ao entender o que são ETFs de Fundos Imobiliários, você pode perceber a importância desse tipo de investimento.

Mas você tem o direito de se aprofundar neste tema. Afinal,  esse tipo de investimento pode trazer boa rentabilidade quando se trata de uma carteira de fundo diversificada.

Para fortalecer seu conhecimento sobre o assunto, recomendamos o curso Viva de Renda com Fundos Imobiliários.

Com esse material, você entenderá, desde o princípio, sobre a história dos Fundos Imobiliários, suas condições de mercado e como montar uma carteira segura e eficiente.

Este é ou não um bom caminho para o sucesso?

Gostou da ideia? Clique no banner e acesse o curso agora mesmo.

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Pontuação bolsa de valores: entenda os pontos do Ibovespa

Para entender a pontuação da bolsa de valores, precisamos compreender algumas definições, como por exemplo o que é o Ibovespa. O Ibovespa, ou IBOV, outro termo que o nomeia, é o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo, a bolsa do Brasil, a B3. 

A primeira coisa que você precisa saber sobre o Ibovespa, e sua pontuação, é que este é um indicador de importância crucial no mercado financeiro, pois é responsável por medir o desempenho médio das ações negociadas diariamente na bolsa. 

O IBOV é calculado com base nos ativos que compõem sua carteira teórica de ações, composta pelas empresas que mais movimentam as negociações no mercado no dia a dia. 

Há uma reavaliação das companhias que fazem parte da composição dessa carteira a cada quatro meses, permitindo sua diversificação.

Hoje, o índice é composto por cerca de 70 empresas de setores variados como varejo, commodities, fabricantes de bens de consumo e a participação máxima é de 20% por companhia. 

Os critérios utilizados para escolher as empresas que compõem essa carteira são:

  • liquidez;
  • volume de negociação
  • e participação do ativo nos pregões dos últimos 12 meses.

Para você ter ideia da importância do Ibovespa, a pontuação da bolsa de valores, saiba que ele é considerado o benchmark da renda variável. 

Portanto, entendê-lo e acompanhá-lo é de fundamental importância para quem lida com esse tipo de investimento. Então vamos conhecer melhor esse índice?  

O que são os pontos do Ibovespa? Como funcionam?

Simplificando, podemos definir os pontos do Ibovespa como um indicador do ânimo do mercado. 

Ou seja, a pontuação da bolsa de valores revela como anda a dinâmica do mercado de ações, dependendo de diversos fatores, como por exemplo a expectativa dos investidores e os cenários político e econômico, nacional e internacional.

De maneira simples, podemos dizer que essa dinâmica se dá da seguinte maneira: 

  • quando os pontos do Ibovespa sobem, isso quer dizer que a maioria das ações estão valorizadas, o que é um bom sinal para os investidores;
  • quando caem, é sinal de desvalorização, o que pode acender um alerta vermelho para os investidores.

Como funciona a pontuação da bolsa de valores?

A pontuação da bolsa de valores é calculada considerando o valor de negociação das ações que compõem a carteira teórica do IBOV. 

Funciona da seguinte maneira: 

  • cada ponto equivale a 1 real. Em outras palavras, se o índice estivesse em 100 mil pontos, isso representaria um portfólio de 100 mil reais de ações negociadas.

Hoje, você pode consultar o Índice Bovespa em tempo real fazendo uma busca rápida no Google. Veja:

Também pode procurar o histórico da pontuação na própria B3, basta inserir o ano e o semestre nos campos exigidos:

Breve histórico da pontuação da bolsa de valores

Como explicamos anteriormente, a pontuação da bolsa de valores tende a variar de acordo com as dinâmicas do mercado. 

Se no país e no mundo o cenário é de estabilidade política e econômica, então é provável que essa pontuação cresça, ou pelo menos se mantenha estável. Se não, isso pode levar à sua queda. 

O histórico de pontos do Ibovespa se manteve estável e até com momentos de crescimento, desde quando iniciou em 1968, com 100 pontos base. 

De acordo com o site Valor Econômico, em dezembro de 2019 teve um de seus melhores desempenhos nos últimos 10 anos, chegando a quase 120 mil pontos.

Porém, no ano seguinte, por conta da pandemia de Covid-19, que desencadeou um clima de instabilidade no cenário mundial, teve seu pior desempenho, caindo para 70 mil pontos.  

Quer entender ainda melhor o que são pontos da bolsa de valores e sobre renda variável?

Como você pôde perceber, entender e acompanhar a pontuação da bolsa de valores é ponto estratégico para quem deseja investir em ações e outros tipos de investimentos em renda variável.

Então, que tal começar investindo em conhecimento sobre o assunto? Começamos indicando o nosso e-book gratuito Guia da Bolsa para Investidores

Neste material, separamos os conceitos essenciais que você precisa saber para investir na bolsa de valores.

E O MELHOR: com este e-book, você terá um guia ideal para consultar sempre que quiser realizar seus investimentos com propriedade.

Nossa outra sugestão, para você se aprofundar e tomar decisões ainda mais acertadas em seus investimentos é o curso Aprenda a investir na bolsa de valores.

Com ele você tem acesso a conteúdo facilitado por Leandro Rassier, educador financeiro na XP há mais de 20 anos.

Além disso, o curso oferece método estruturado e pragmático e aprendizado prático com diferentes recursos de engajamento. E, o melhor, com modelo flexível para se adaptar a sua rotina.

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Imagem da campanha de um curso online sobre "Começar a Investir na Bolsa de Valores" da Faculdade XP School.

Fique de olho também nos conteúdos do blog Faculdade XP, com publicações diárias para facilitar sua vida de investidor!

AWS Lambda: entenda sobre esse conceito de computação

A cada dia que passa a tecnologia se torna mais essencial em nossa rotina. São tantas possibilidades que ela traz que fica difícil definir quais são os melhores softwares ou sistemas de computação para utilizar no seu trabalho, como é o caso AWS Lambda.

Ele é um desses serviços que vem sendo buscado por empresas de tecnologia pelas funcionalidades que ele traz a um processo de ativação de aplicativos. Você já o conhece? Sabe como esse serviço funciona? E suas vantagens?

Continue o artigo e conheça detalhes sobre esse conceito da ciência da computação, qual sua relação com o Serverless e as principais características para aplicá-lo no seu cotidiano profissional.

Serverless computing: o que é?

Antes de entender o conceito desse serviço de computação, é importante esclarecer o modelo de Serverless. Ele nada mais é que um serviço de nuvem online que você não precisa de uma infraestrutura para sua aplicação.

Como assim? Qualquer ação que você movimente na rede, não é necessário um local para hospedar esse servidor, ele ainda pode existir, mas passa a ser gerenciado por um provedor em nuvem, ou seja, um provedor online que pode ser acessado de qualquer lugar e ainda permite que você foque apenas na lógica que você chegar com o trabalho ou processo.

Isso significa que os desenvolvedores não precisam se preocupar com gerenciamento, provisionamento e manutenção de servidores ao implantar o código.

Portanto, ele pode ser identificado como uma evolução da nuvem, como uma espécie de arquitetura em que sua execução de códigos se diferencia do método tradicional de desenvolvimento de aplicativos e a instalação direta em servidores.

O interessante é que ele pode ser utilizado como um complemento ao cloud computing. Por exemplo, se você precisa extrair mais do cloud computing, mas sem se preocupar com a implementação de um servidor, adequação e até mesmo ajustes, o serverless computing se torna seu aliado nisso.

Sua função principal é conseguir tirar dos desenvolvedores o trabalho de ter que lidar com questões operacionais secundárias ao negócio, bem como otimização, maior desempenho e produtividade como um todo.

Além disso, podemos dizer que um dos seus grandes diferenciais é a possibilidade de você pagar somente o que sua aplicação utilizar, ao contrário de outros modelos tradicionais que você pode ser cobrado pelo tempo ocioso e sem atividade alguma.

Mas e qual sua relação com o AWS Lambda?

O que é AWS Lambda?

É um serviço de computação que realiza suas aplicações de códigos em um modelo serverless, ou seja, sem a necessidade de se preocupar com infraestrutura de servidores.

Ele tem sido um dos recursos mais importantes do momento, porque representa o futuro da tecnologia e da ciência da computação, fazendo uma interação diferenciada dos modelos tradicionais entre desenvolvedor e infraestrutura, já que os desenvolvedores passam a gerenciar todo o trabalho sem se preocupar em focar em mais nada.

Com o Lambda você consegue além do gerenciamento:

  • monitorar a integridade do servidor;
  • registrar a execução de um código;
  • responder uma requisição HTTP;
  • redimensionar uma imagem salva no S3;
  • fornecer as estatísticas detalhadas de cada ação.

Um diferencial é que com ele você consegue utilizar as principais linguagens de programação do mercado, como Javascription, Python, Node.JS.NET Core, C++ e Go, além de ter a possibilidade de expandir essa lista para outras linguagens utilizando um custom Lambda Runtime.

Como funciona a função do AWS Lambda?

Conforme a definição do conceito no item anterior, como ele executa as ações sem servidor, isso torna o trabalho mais prático e focado para os desenvolvedores. Assim, o AWS Lambda executa seu código apenas quando necessário e os escala automaticamente, sendo possível diversas requisições por dia a centenas por segundo.

O código executado no AWS Lambda é chamado de função lambda e pode ser considerado como se fosse uma fórmula em uma planilha do Excel, ou seja, na medida que você faz as fórmulas consegue calcular automaticamente quaisquer dados inseridos.

As funções Lambdas também são chamadas de funções anônimas, as quais o usuário não precisa definir, isto é, não vai precisar escrever a função e depois utilizá-la dentro do código, pois tudo é feito automaticamente e de forma natural pela inteligência do software.

Ressaltando que a função lambda pode ter nenhum ou vários comandos:

  • se a mesma tiver apenas um comando as chaves, não são obrigatórias e a função retorna o valor calculado na expressão;
  • se a função tiver vários comandos, é necessário colocar as chaves e também o comando return – se nada for retornado, a função tem um retorno void.

Quais os benefícios do AWS Lambda para o seu trabalho?

Utilizar AWS Lambda traz outros benefícios, além dos já mencionados, em relação ao cotidiano dos desenvolvedores e a otimização do tempo.

Outras 5 vantagens são:

1. Permite a extensão e outros serviços AWS

Você consegue adicionar uma lógica personalizada a outros produtos na Amazon, por exemplo. Após criar uma função basta indicar quais são esses recursos escolhidos.

2. Possibilita escalabilidade instantânea

Para os casos onde nossa função recebe um pico de acessos, é possível escalar automaticamente sua função para atender um número maior de clientes.

3. Automatiza a administração

Você não precisa se preocupar com a gestão de servidores e com o processamento, da mesma forma que não vai ter mais problemas de compatibilidade, segurança ou atualizações.

4. Tolera falhas

Conta com tolerância a falhas integradas, ou seja, todo o ambiente do AWS fornece uma infraestrutura previsível e confiável.

5. Preservar tudo com segurança

As suas funções poderão acessar com segurança outros serviços do AWS, por meio do AWS SDK, e com controle de acessos configurados. Além disso, permite listas de controle de acesso personalizado para que se tenha acesso apenas aos autorizados.

Vá além do AWS Lambda e aprenda mais sobre outros conceitos e funções de TI

Portanto, o AWS Lambda é um serviço de computação que as empresas e profissionais cada vez investem mais, pelas possibilidades e otimizações que ele oferece.

Agora que você já sabe sobre ele, pode implementar na sua rotina.

E acompanhe nosso blog para conferir outros conceitos e funções importantes na ciência da computação e que são complementos do AWS Lambda, como cloud computing.