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Como usar Visual Studio Code e por que aprender essa ferramenta?

Lançado em 2015 pela Microsoft, o VS Code é um dos principais editores de código-fonte da atualidade. Muitos programadores aprendem como usar Visual Studio Code desde o começo dos estudos devido à importância do programa na rotina do profissional de programação. 

O Visual Studio Code é um editor de texto conhecido por ser um editor de código aberto muito intuitivo. Além disso, ele também é muito popular por ser multiplataforma e estar disponível para os principais sistemas operacionais, que são Linux, Mac e Windows.

Para entender melhor como usar e para que serve o Visual Studio Code, continue a leitura deste artigo e tire todas as suas dúvidas! 

Para que serve o Visual Studio Code?

O Visual Studio Code é um editor de código-fonte criado pela Microsoft com o objetivo de auxiliar programadores na criação de códigos de softwares. Logo, ele é muito utilizado pelos desenvolvedores para escrever, editar e gerenciar os códigos que estão desenvolvendo, especialmente nas fases de codificação e de testes. 

Como usar Visual Studio Code?

Para conseguir usar o Visual Studio Code os computadores precisam atender a alguns requisitos, tais como:

  • Processador de pelo menos 1.6GHz e pelo menos 1GB de RAM; 
  • No Windows: ter Microsoft .NET Framework 4.5.2 instalado;
  • No Linux: ter instalado a partir das versões 3.4.21 da GLIBCXX e a versão 2.15 da GLIBC.

Cumprindo os requisitos, é possível instalar o VS Code e utilizá-lo sem grandes problemas. Abaixo, preparamos um tutorial de como usar o Visual Studio Code: 

Instalação do Visual Studio Code

Primeiramente, acesse o site oficial do Visual Studio Code e escolha a build de acordo com o seu sistema operacional. 

Fazer o download é primeiro passo para aprender como usar Visual Studio Code
Tela de download do VS Code

Logo em seguida, o download será feito automaticamente. Ao final do download, algumas janelas aparecerão, como por exemplo a janela para escolher o idioma, para alterar o local de instalação ou a de boas-vindas. 

Tela de instalação do VS Code
Uma das janelas com as preferências para execução do programa  

Depois de selecionar todas as opções, a instalação será concluída e o VS Code estará pronto para uso. 

Primeiro contato com o VS Code

Ao abrir o VS Code, a primeira tela que você vai ver é a página inicial: 

Página inicial do VS Code
Página inicial do VS Code

Ao observar a página inicial dá para perceber que o Visual Studio Code tem uma interface simples e intuitiva. Nela, é possível encontrar facilmente ações importantes para o uso do programa, como paleta de comandos (F1 ou no menu Exibir), personalização do tema de cores (menu Personalizar) e ferramentas e extensões que funcionam no VS Code.    

Criando projetos e arquivos

Com o VS Code é possível criar e gerenciar arquivos de diversas maneiras, além de também ser possível criar um único arquivo ou uma pasta completa com diversos arquivos.  

Abaixo, ensinaremos como criar e editar um arquivo:

  • Crie uma pasta chamada intro-to-vscode e trabalhe nessa pasta;
  • Abra o VS Code, selecione a opção “Abrir pasta” e selecione a pasta criada anteriormente, conforme a imagem abaixo:
Aprendendo como usar o Visual Studio Code
Configuração de pastas e arquivos no Visual Studio Code
  • Nomeie o arquivo como index.html e pressione Enter;
  • Agora, você tem um arquivo vazio, esperando apenas que você digite algum comando HTML válido para utilizá-lo;
  • Digite ! (ponto de exclamação) e selecione a tecla Tab. Dessa forma, o programa preencherá automaticamente o HTML mínimo necessário para criar uma página Web padrão, conforme a imagem abaixo:
Primeiros comandos em HTML no VS Code
Primeiros comandos em HTML ao aprender como usar o Visual Studio Code
  • Feito isso, é só seguir criando o seu código como você já faz em outros editores de textos;
  • Por fim, salve o arquivo no menu Arquivo, use o comando Ctrl + S ou ative o salvamento automático. Para isso, clique em F1, digite “salvamento automático” e selecione Arquivo: Ativar/Desativar Salvamento Automático.

Principais comandos do Visual Studio Code

Para facilitar a vida do usuário, o VS Code conta com uma série de comandos que podem ser executados rapidamente. Abaixo, listamos os principais comandos e quais as suas funcionalidades:

  • Ctrl + Shift + P: acessar toda a paleta de comandos;
  • Ctrl + Tab ou Alt + Setas laterais: navegar entre arquivos;
  • Ctrl + Shift + F: realizar pesquisas rápidas;
  • Ctrl + P: digitar o termo que deseja e navegar pelo arquivo do projeto;
  • Ctrl + Shift + O: navegar até um símbolo específico;
  • Ctrl + G: navegar entre linhas específicas do arquivo;
  • F1: apresentar os comandos do editor. 

Linguagens de programação suportadas no Visual Studio Code

O Visual Studio Code permite a criação de códigos em diversas linguagens de programação. Entre as linguagens aceitas pelo programa estão:

O que pode ser desenvolvido no Visual Studio Code?

Por se tratar de um editor de texto, no Visual Studio Code pode ser desenvolvido toda a parte de código de um programa. Graças a grande coleção de extensões disponíveis no VS Code, o programa possui uma série de funcionalidades que facilitam o trabalho dos desenvolvedores.   

Por que usar o Visual Studio Code?

O VS Code é um programa muito recomendado para quem deseja trabalhar com dois sistemas operacionais em simultâneo. Por exemplo, Windows e Mac. Isso porque ele é capaz de manter o código compatível com os sistemas, ao mesmo tempo em que explora as principais funcionalidades da plataforma. 

Além disso, existe a facilidade no uso do VS Code, já que ele é um programa simples e intuitivo, juntamente com a grande variedade de funcionalidades e extensões disponíveis no programa.  

Qual a diferença entre Visual Studio Code e Visual Studio?

É muito comum as pessoas confundirem o VS Code com o Visual Studio. Mas, apesar dos nomes parecidos, Visual Studio Code e Visual Studio são dois programas com objetivos diferentes

A principal diferença entre eles é que o VS Code é apenas um editor de texto avançado, assim como o Brackets ou o Sublime Text. Enquanto o Visual Studio é uma IDE (Ambiente de Desenvolvimento Integrado) desenvolvida pela Microsoft onde é possível criar projetos e debugar linhas de código em linguagens como C e C#. 

Ou seja, o Visual Studio é um programa mais completo e com mais recursos disponíveis que o Visual Studio Code. 

Além disso, uma outra diferença importante entre os dois programas é que o Visual Studio Code é gratuito, já o Visual Studio é uma ferramenta gratuita apenas para pessoas físicas, para empresas a plataforma cobra valores a partir de 45 dólares.

Vantagens de usar Visual Studio Code

Para que você consiga avaliar se o Visual Studio Code é ou não um bom programa para você e os seus objetivos, listamos abaixo as suas principais vantagens:

  • Código aberto: o VS Code é uma plataforma open source. Ou seja, ele está sendo constantemente aprimorado por uma comunidade ativa que busca melhorar o desempenho da plataforma; 
  • Gratuito: ao contrário de outros editores de textos, o VS Code é uma ferramenta gratuita e bem completa, graças a suas extensões; 
  • Personalizável: você pode customizar o VS Code conforme a sua necessidade, com base nas extensões e ferramentas que você mais usa no dia a dia. 

Conclusão

Como vimos, o Visual Studio Code é um editor de código-fonte muito popular entre os desenvolvedores. Atualmente, ele é o  mais utilizado pelos profissionais da área, já que é um programa completo, multiplataforma e 100% gratuito.     

Se você quer aprofundar o seu conhecimento em Visual Studio Code e outros editores de código-fonte, inscreva-se no processo seletivo dos cursos de graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas ou Sistemas de Informação da Faculdade XP. Ao final do curso você terá conhecimento suficiente para utilizar qualquer editor de código e se destacar no mercado de trabalho!  

Aprenda o que é CI/CD e diferença com DevOps

CI CD difere de DevOps? Muito comum no dia a dia de profissionais de tecnologia da informação, o CI/CD é um conjunto de práticas de integração e entrega contínua para que as equipes de desenvolvimento de aplicativos entreguem alterações de código com mais frequência e confiabilidade.

Ela é uma ação recomendada para equipes de desenvolvedores e operações, sendo também indicada para uso na metodologia ágil. Ao automatizar a integração e a entrega, os integrantes dos grupos de desenvolvimento de software irão conseguir se concentrar em atender aos requisitos de negócios, garantindo a qualidade do código e a segurança do software.

A maioria dos aplicativos modernos exige o desenvolvimento de código usando uma variedade de plataformas e ferramentas, portanto, os times precisam de um mecanismo consistente para integrar e validar as alterações.

Já DevOps une práticas e funcionalidades construídas para encurtar o ciclo de vida de desenvolvimento de sistemas, e aumentar a capacidade de determinado negócio de fornecer aplicativos e serviços em um tempo menor.

Entenda mais sobre o que é CI/CD, para que serve, diferença entre um e outro, relação com DevOps, benefícios e mais. Boa leitura!

O que é CI/CD?

O CI/CD é um método para entregar softwares com frequência aos clientes, introduzindo a automação nos estágios de desenvolvimento de aplicativos. Os principais conceitos atribuídos são integração contínua, entrega contínua e implantação contínua.

Integração contínua (CI)

A integração contínua (CI) é uma prática onde os desenvolvedores realizam pequenas alterações e verificações em um código. Devido à escala de requisitos e ao quantitativo de fases envolvidas, esse fluxo é automatizado para garantir que os times possam desenvolver, testar e finalizar os aplicativos de maneira confiável.

Em síntese, a CI ajuda principalmente a simplificar as alterações de código, aumentando assim o tempo para que os desenvolvedores façam alterações e contribuam para melhorar o software.

Entrega contínua (CD)

A entrega contínua (CD) é a entrega automatizada de um código completo para ambientes como teste e desenvolvimento. Tecnicamente, ele fornece uma maneira automatizada e funciona para que o código seja entregue a esses ambientes.

Você sabia que a implantação contínua é a próxima etapa da entrega contínua? Isso mesmo! Cada alteração que passa nos testes automatizados é automaticamente colocada em produção, resultando em muitas implantações de produção.

A implantação contínua deve ser o objetivo da maioria das empresas que não são limitadas por requisitos regulamentares ou outros.

Para que serve o CI/CD?

Entenda que o CI/CD é uma solução para os problemas que a integração de um novo código pode causar para equipes de desenvolvimento e operações — também conhecido como “integration hell”, em português “inferno de integração”.

Ele especificamente apresenta automação contínua e monitoramento contínuo em todo o ciclo de vida dos aplicativos, desde as fases de integração e teste até a entrega e implantação.

Em conjunto, essas práticas conectadas são frequentemente chamadas de “pipeline CI/CD” e apoiadas por equipes de desenvolvimento e operações que trabalham juntas, de maneira ágil, com uma abordagem DevOps ou engenharia de confiabilidade do site (SRE, em inglês para Site Reliability Engineering).

Qual a diferença entre CI e CD?

Os termos CI e CD tem aplicabilidades distintas, mas que se completam.🧐

O “CI” sempre vai se referir à integração contínua que é um processo de automação para desenvolvedores. A CI bem-sucedida significa que novas alterações de código em um aplicativo são criadas, testadas e mescladas regularmente em um repositório compartilhado.

É uma solução para o problema de ter muitas ramificações de um aplicativo em desenvolvimento enquanto elas podem entrar em conflito entre si.

Já o “CD” tem como referência à entrega contínua e/ou implantação contínua, conceitos relacionados, podendo, às vezes, ser usados ​​de forma intercambiável. Ambos tratam da automatização de outros estágios do pipeline, mas por vezes são usados ​​separadamente para ilustrar o quanto de automação está acontecendo.

Resumindo, CI é um conjunto de práticas executadas enquanto os desenvolvedores escrevem código e CD é um conjunto de práticas executadas após a conclusão do código.

Funcionamento do CI/CD em DevOps, na prática. (Fonte: Weaveworks)

Como diferenciar CI/CD do DevOps, em geral?

Você precisa entender que o pipeline integra a estrutura DevOps/DevSecOps mais ampla, enquanto DevOps trata-se de um conjunto de práticas e funcionalidades desenvolvidas para aumentar a capacidade de um negócio de fornecer softwares e serviços de forma mais rápida do que processos tradicionais de desenvolvimento.

Em um espaço DevOps, as empresas bem-sucedidas “colocam segurança” em todas as etapas e fluxos do ciclo de vida do desenvolvimento, uma prática chamada DevSecOps.

Veja as diferenças entre CI/CD e DevOps:

CI/CDDEVOPS
Foco no ciclo de vidaFoco na cultura
Reunião de alterações para testesProdução ágil e eficiente
Práticas de desenvolvimento até implantação finalPráticas ideais para o desenvolvimento, apenas

Principais ferramentas para CI/CD

O Gitlab é uma aplicação muito atrativa composta de ferramentas e recursos diversos para ajudar os desenvolvedores em seu processo de DevOps.

Você pode ter sua própria instância local (on-premises) ou na nuvem pública, ou até mesmo usar a oferta SaaS hospedada pelo GitLab! Há gratuidade nos dois casos.

Outra coisa é que muitas equipes usam sinalizadores de recursos, um mecanismo de configuração para ativar ou desativar recursos e códigos em tempo de execução.

Os recursos ainda em desenvolvimento são agrupados com sinalizadores de recurso no código, implantados com a ramificação principal para produção e desativados até que estejam prontos para serem usados.

Em pesquisas recentes, as equipes DevOps que usam sinalizadores de recursos tiveram um aumento de nove vezes na frequência de desenvolvimento. Ferramentas de sinalização de recursos como CloudBees, Optimizely Rollouts e LaunchDarkly integram-se com ferramentas de CI/CD para oferecer suporte a configurações de nível de recurso.

Uma vez que a equipe de desenvolvimento tenha selecionado uma ferramenta de CI/CD, ela deve garantir que todas as variáveis ​​de ambiente sejam configuradas fora do aplicativo. 

As ferramentas de CI/CD permitem que as equipes de desenvolvimento definam essas variáveis, mascarem variáveis ​​como senhas e chaves de conta e as configurem no momento da implantação para o ambiente de destino.

Exemplos de utilização de CI/CD

Imagine um ambiente de trabalho em que vários desenvolvedores trabalhem simultaneamente fazendo a integração de códigos na ramificação principal de um repositório comum.

Em vez de criar recursos isoladamente e enviar cada um deles no final do ciclo, um profissional se esforça para contribuir com produtos de trabalho de software para o repositório várias vezes em um determinado dia. Muito mais fácil, né?

A grande ideia aqui é reduzir os custos de integração, fazendo com que os desenvolvedores programem mais cedo e com mais frequência. 

Exemplo de CI/CD em DevOps (Fonte: Oursky Team)

Mais um exemplo

Em um processo de construção automatizado, todo o software, banco de dados e outros componentes são empacotados juntos.

Por exemplo, se você estiver desenvolvendo um aplicativo Java, a integração contínua empacotaria todos os arquivos estáticos do servidor da Web, como HTML, CSS e JavaScript, com o aplicativo Java e quaisquer scripts de banco de dados.

A integração contínua não apenas empacota todos os componentes de software e banco de dados, mas a automação também executará testes de unidade e outros tipos de testes. O teste dá feedback vital aos desenvolvedores de que suas alterações de código não quebraram nada.

<Leia também: saiba o que é e o que faz um desenvolvedor Back-End />

Quais são os benefícios da CI/CD?

Ele permite que as organizações enviem um software de forma rápida e eficiente. 

Além disso, CI/CD facilita um processo eficazmente, para colocar produtos no mercado mais rápido do que nunca, entregando código continuamente para a produção e garantindo um fluxo contínuo de novos recursos e correções de bugs por meio do método de entrega mais eficiente. 

Conheça mais vantagens da prática:

  • Diminuição da tensão durante o desenvolvimento;
  • Mais qualidade e segurança na aplicação;
  • Afasta-se dos métodos tradicionais em cascata;
  • Evita sobrecarregamento de engenheiros e desenvolvedores;
  • Usuários mais satisfeitos;
  • Organização com fator competitivo.

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Metodologia INVEST: aprenda a criar histórias de usuários

Ao criar um produto ou projeto do zero é importante se atentar a alguns pontos para que os usuários consigam utilizar o software da melhor maneira e sem erros. Dentro desse desenvolvimento, um aspecto importante é investir no user story. No entanto, somente através dele não é possível criar uma boa estrutura que atenda as necessidades dos usuários, também é preciso investir na metodologia INVEST

Ela é uma técnica complementar ao user story, que quando bem administrada potencializa os efeitos de um desenvolvimento de software que utiliza das metodologias Agile. 📈

Não se esqueça que hoje surgem cada vez mais ideias, conceitos e práticas capazes de implantar processos mais ágeis. Portanto, para que isto seja eficaz, será abordada uma das principais características, o Invest, que possibilita administrar resultados de valor agregado. ⭐

Confira neste artigo os principais detalhes sobre a metodologia Invest e por que você deve aplicá-la no seu dia a dia. Continue a leitura e descubra! 👇

O que é User Story (História de Usuário)?

Chamada de história do usuário, é uma técnica a fim de descrever em uma linguagem simples, curta e direta as necessidades de um usuário para o desenvolvimento de um software para produto

Ela funciona como uma espécie de documento que retrata as principais informações dos usuários interessados para que se atendam todas as expectativas na entrega do produto. 

Por exemplo: se você compra um celular e ele vem faltando um botão de fazer chamada, foi um erro dos desenvolvedores que não lembraram da necessidade do usuário em fazer a ligação. 

Investir no user story ajuda a prevenir esses casos, além de contribuir para uma melhor experiência do cliente. 😉

Mas o que é e onde entra a técnica INVEST na história de usuário? Leia a seguir. 👇

O que é a metodologia INVEST?

É uma técnica que acompanha o user story. Ela se trata de uma lista de qualificações para padronizar a quebra de histórias do usuário, alimentando a cadeia de valor do squad no Scrum. Ou seja, auxilia na criação das histórias de usuário, a partir de critérios de aceitação para suas criações agregarem valor ao projeto.

Dessa forma, ela é divida em suas siglas, significando:

Independent (independente)

Significa que as histórias de usuário podem ser desenvolvidas de maneira independente uma da outra. Assim, em uma arquitetura de microservices há uma separação de domínios e responsabilidades. 

Esses cortes são validados em etapas e evitam fraudes, e funcionam sem depender de um responsável.

Um exemplo é a situação em que no processo de Onboarding, há uma peça de API que expõe o endpoint para um aplicativo mobile funcionar.

Negotiable (negociável)

Aqui a ideia é ser negociável para permitir a evolução do detalhamento do escopo durante toda a cadeia de valor. Ou seja, você usa uma história de forma flexível para que ela possa ser alterada durante todo o ciclo de vida dela.

Funciona como uma espécie de aprendizado contínuo que é preciso adaptar para criar a melhor solução para os problemas que necessitam de resolução.

Valuable (valor)

Nesse requisito a história deve gerar algum tipo de valor para o cliente final. Por isso, é preciso ter clareza sobre qual é este valor agregado à solução.

Por exemplo, em um cenário onde estamos criando uma solução de onboarding em um aplicativo deverão ser criadas diversas etapas de validação.

Estimable (estimável)

Neste é analisado o escopo proposto até se conseguir estimar o tempo necessário para finalizar o desenvolvimento.

Por isso, é necessário tempo para conseguir implementar as soluções. Você pode se perguntar:

  • A especificação do que precisa fazer está clara?
  • Todos os impedimentos para iniciar o desenvolvimento da história foram resolvidos?
  • A história está small (pequena)? É possível quebrá-la mais um pouco em mais histórias?

Small (pequena) 

Não crie histórias que levem mais que uma sprint de 10 dias para serem desenvolvidas. 

Caso ocorra, o ideal é quebrar a história seguindo a técnica INVEST para ser desenvolvido em três dias, mas se não for possível quebrar neste nível não ultrapasse 10 dias. 

Vale ressaltar que user stories mal definidos e grandes podem se estender por meses.

Testable (testável)

Depois de tudo pronto é preciso sempre testar. Faça testes automatizados e/ou manuais que validem que os critérios de aceite foram implementados com sucesso.

Qual a função da metodologia INVEST nas user stories do Scrum?

Investir na metodologia INVEST com o user story vai te ajudar a ter histórias padronizadas e com mais qualidade. Além disso, existem outras vantagens, como: 

  • O escopo e os requisitos de cada uma das peças ficam mais detalhados;
  • A equipe terá mais flexibilidade para negociar o escopo e ter novos aprendizados durante toda a cadeia de valor; 
  • A partir das entregas de parte do escopo vão gerando novas capacidades e a solução terá cada vez mais valor;
  • As histórias de usuários serão desenvolvidas mais rápido e num espaço de tempo menor;
  • Proporciona mais previsibilidade no trabalho, uma vez que estima-se o tempo de entrega das demandas; 
  • Mais facilmente testada manualmente ou automatizada.

Portanto, utilizar o INVEST faz com que seja conferido se suas qualidades foram cumpridas, além de proporcionar mais assertividade ao seu user story com as necessidades dos usuários.

Como aplicar a metodologia INVEST?

Sabendo mais da parte conceitual, vem a prática. Você deve estar se perguntando como aplicar a metodologia INVEST, principalmente junto com o user story no seu desenvolvimento Agile. 🤔

👉 Existem duas etapas:

Product Backlog

Realizada através de técnicas como entrevistas, ela mapeia o Product Backlog de acordo com suas epics ou user story, como a imagem a seguir.

Product backlog de metodologia INVEST
Exemplo de product backlog na metodologia Invest.

Diagrama de arquitetura

Ao mesmo tempo deste mapeamento ocorre fazer uma proposta inicial do diagrama de arquitetura mapeando todos os microsserviços que pretendemos criar, banco de dados, filas, integrações com outros domínios, etc. 

Exemplos de arquitetura
Exemplo de diagrama de arquitetura na metodologia Invest.

Afinal, como aprender sobre metodologia ágil?

Buscando trazer o mundo da agilidade para dentro da corporação, a metodologia INVEST veio para revolucionar o mercado de desenvolvimento Agile aprimorando o conceito e a execução de user story. 🤩

Ela funciona como uma espécie de diretriz para seguirmos e termos uma padronização na quebra de User Stories. No entanto, na prática do dia a dia são enfrentadas situações onde não será possível atender todos os requisitos. 

Logo, adotá-la vai ajudar sua cadeia de valor a ter uma fluidez maior e consequentemente um lead time cada vez menor. 😉

Gostou da ideia e quer se aprofundar mais sobre essa e outras metodologias ágeis para colocar em prática no seu trabalho como desenvolvedor? Confira um evento sobre Product Future e aprenda sobre gestão ágil e soluções voltadas para produtos. 🎯

O que é Jitter, como solucionar e principais causas

A velocidade e o bom funcionamento da rede de internet é essencial para o dia a dia de milhares de pessoas ao redor do mundo. Afinal, a web permeia a vida social e a profissional de muitos, e é o meio mais utilizado para a comunicação nos dias de hoje.

Quem nunca se frustrou com a internet lenta, uma videoconferência importante travando ou um e-mail que não sai da caixa de entrada? 😵‍💫 Problemas técnicos, como o Jitter, podem explicar esses incômodos.

Confira a seguir mais detalhes sobre esse empecilho, seu impacto no dia a dia, suas causas e o mais importante: como evitá-lo.

O que significa Jitter? 🧐

Jitter é um indicador utilizado para medir a velocidade da entrega de dados. Quando a velocidade na entrega nos dados está baixa, pode ocorrer problemas em videoconferências, por exemplo.

Portanto, é importante ter em mente que o seu computador, ou qualquer outro dispositivo que acessa a internet, é basicamente um receptor e entregador de dados.

Dessa forma, os e-mails que saem da sua caixa, as chamadas de vídeo que você faz e recebe, ou os sites que você clica: tudo isso funciona devido a um fluxo constante de informações.

O tempo que um pacote de dados leva para ir e voltar até o dispositivo em que você está conectado é chamado de latência. Esse período, que é medido em milissegundos, pode variar conforme a distância física entre você e o destinatário.

Por fim, o Jitter é nada mais do que o atraso nesse processo de envio de dados entre dispositivos e servidores. Esse atraso é capaz de causar diversas instabilidades.

Jitter alto: quais os impactos?

O Jitter alto pode causar instabilidade em algumas atividades importantes. 😥 Dessa forma, ele é notado em algumas situações muito frequentes para pessoas que utilizam o computador todos os dias. Confira abaixo quais são elas:

Atrasos em chamadas ou transmissões

No caso das chamadas ou transmissões, o Jitter alto é muito evidente. Os atrasos nas entregas de pacotes de dados resultam em falhas ou cortes na fala e na imagem. Também é possível que cause um som reverberado.

Distorção de vídeo e/ou áudio

Outro ponto notável é que a imagem do vídeo e o áudio passam a ficar distorcidos. Dessa forma, eles perdem a qualidade original.

Entretanto, é mais comum reparar essas alterações em vídeos. Os programas que oferecem videochamadas tendem a priorizar a qualidade do áudio.

Principais causas do Jitter

O Jitter ocorre devido a uma inconsistência no tempo de latência dos pacotes de informações. Dessa forma, os fatores mais prováveis são:

Rede sem fio

O motivo mais provável é que o problema esteja relacionado à rede sem fio. Na prática, isso significa alguma disfunção na recepção do próprio roteador ou modem utilizado na sua casa/escritório. Por isso, é bom investir em aparelhos de qualidade.

Congestionamento de rede

Uma rede sobrecarregada também pode ser motivo para Jitter alto. Algumas redes não suportam muitos dispositivos conectados simultaneamente e, por isso, acabam causando lentidão.

Um alto tráfego de usuários em uma mesma página da web também pode causar o Jitter. Caso o servidor de um site não esteja preparado para receber muitos acessos, é possível que haja falhas no carregamento da página ou até mesmo uma queda. Portanto, quando isso ocorre, o problema não se encontra na internet e, sim, no servidor.

Tipos de Jitter

👉 Existem três cenários diferentes de Jitter e cada um deles causa um efeito que pode ser notado em alguma das atividades de vídeo e áudio. Confira abaixo quais são eles:

Jitter Constante

Conforme indica a própria nomenclatura, o Jitter constante possui, literalmente, uma variação constante de atraso nos pacotes de dados. Isso significa que é possível perceber um padrão na distorção tanto do vídeo, quanto do áudio.

Jitter Transiente

Nesse caso, somente um pacote de dados sofre atraso por um período mais longo. O Jitter Transiente pode ser notado quando ocorrem distorções mais randômicas e agudas.

Jitter Parcial

Já o Jitter Parcial é causado por um atraso mais longo e que afeta vários pacotes. Esse tipo de Jitter está normalmente relacionado a congestionamentos e alterações de rotas dos dados.

Como evitar esse problema?

Portanto, a maneira mais eficaz de evitar o Jitter é ter um provedor de serviço de acesso a internet que ofereça uma conexão de alta qualidade, adequada para videoconferências e streamings. Isso significa contratar uma internet de alta velocidade e investir em bons roteadores e modens. 👍

Dessa forma, instalar um buffer de Jitter também pode atenuar os efeitos deste atraso. Em linhas gerais, ele assegura que o dispositivo receptor possa armazenar um determinado número de pacotes e os reorganiza na ordem correta, de modo a minimizar distorções sonoras.

Outra solução que pode parecer um pouco antiquada é usar um cabo de internet. Ele evita esse tipo de problema e oferece uma conexão mais potente. As ligações sem fio são práticas e revolucionárias. Porém, estão mais propensas a problemas como o Jitter.

Por fim, ainda existem outras coisas que podem te ajudar a melhorar a velocidade da sua internet, como instalar um bom antivírus. Além disso, também é importante se certificar de que o roteador está bem posicionado na sua casa ou escritório. 🙂

Qual o Jitter ideal?

O Jitter é medido em milissegundos (ms). Portanto, o ideal é que essa taxa permaneça abaixo dos 30 ms. Dessa maneira, se o número ficar superior a isso, pode começar a ter problemas na qualidade de áudio ou vídeo.

Em termos técnicos, isso também significa que a perda de pacotes deve permanecer abaixo de 1%, e a Latência da rede não deve exceder os 150 ms.

Conclusão

Não há dúvidas de que o Jitter pode atrapalhar, e muito, a sua vida. Esse problema é um empecilho e cria obstáculos na comunicação clara e pode afetar o dia a dia no trabalho, por exemplo.

Você com certeza já foi impactado pelo Jitter durante alguma videoconferência. Entretanto, a boa notícia é que agora já sabe como identificar esse problema e como lidar com a situação! 🤩

Se você se interessou pelo tema, é curioso pelo universo dos softwares e busca uma especialização em Tecnologia, a Faculdade XP pode te ajudar. Adquira competências técnicas demandadas pelo mercado e se torne um especialista através dos nossos cursos de curta duração com modelo de ensino não linear!

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O que significa internet banking e para que serve? Confira!

Foi-se o tempo em que era necessário ir ao banco ou passar horas no telefone para entender o status da sua conta bancária. Fazer movimentações como transferências e depósitos no caixa automático é coisa do passado.

Hoje em dia, está tudo em nossas mãos, literalmente. Isso porque praticamente qualquer transação financeira rotineira pode ser feita online através de um aplicativo no seu smartphone.

Conheça mais a fundo essa ferramenta chamada internet banking, que revolucionou e trouxe mais praticidade ao nosso dia a dia. 👍

O que é internet banking?

Como vimos acima, chamamos de internet banking o surgimento de aplicativos que viabilizaram transações financeiras, por meio dos nossos dispositivos móveis e computadores.

Através deles é possível acessar a própria conta bancária de forma segura e rápida, em poucos passos. Dessa forma, deixou de ser necessário encontrar algum horário do dia para se deslocar até uma agência e encarar filas no caixa físico ou automático. 😅

Para que serve?

As suas utilidades são inúmeras. Cada banco disponibiliza o seu próprio aplicativo, que possibilita atividades como:

  • Transferências via Pix, Doc e TED
  • Pagamento de boletos
  • Pagamento de cartão de crédito
  • Consulta do saldo
  • Consulta do saldo da poupança
  • Consulta ou movimentação de aplicações e investimentos
  • Pagamento de multas

👉 Essas são algumas tarefas que precisamos encarar com uma frequência no mínimo mensal. Por isso, é possível afirmar que o serviço de banco online veio para facilitar a vida de pessoas e empresas, conforme veremos em detalhes mais adiante.

Como acessar internet banking?

Ainda não sabe como acessar o internet banking? É muito simples! Primeiramente, é necessário criar um login e senha na plataforma oferecida pelo seu próprio banco.

Normalmente, as instruções para o primeiro acesso são enviadas pela instituição assim que o usuário abrir uma conta.

Caso você já tenha uma conta bancária em alguma instituição física, consulte o site ou contacte o seu gerente. Em algumas hipóteses, pode ser necessário ir até uma agência.

Já no caso dos bancos digitais, ou fintechs, todo o processo da abertura de conta é realizado online. Basta escolher uma instituição, acessar o seu site e realizar o passo a passo.

Após o seu primeiro login e senha, basta navegar! Vale dizer que, para o uso no computador é possível acessar tudo pelo navegador da web de sua escolha. Porém, algumas instituições financeiras solicitam o download de programas que garantam a segurança do usuário.

Quais as vantagens? 🤩

Já mencionamos que um dos grandes benefícios do Internet Banking é a praticidade de poder realizar transações de onde estiver. Conheça algumas outras vantagens dessa prática:

Mais organização financeira

Ter a possibilidade de consultar e acessar a sua conta sem burocracia e em tempo real pode ser um divisor de águas para a saúde da sua vida financeira. Tanto para manter os gastos atuais em dia, quanto para consultar despesas passadas.

Sem contar que a maioria dos aplicativos mantém os históricos de extrato e comprovantes acessíveis de forma organizada.

Isso significa que não há mais a necessidade de manter arquivos físicos em alguma gaveta da sua casa, ou até mesmo arquivos digitais no seu computador. 🙂

Economia de tempo

Antes do internet banking qualquer ação necessária, seja consultar o extrato ou realizar um pagamento, nos obrigava a ir até o banco. Mas, hoje, tudo está na palma das nossas mãos!

Fazer uma transferência Pix via aplicativo não leva nem 5 minutos ⏰. Além disso, o dinheiro já cai instantaneamente na conta de quem você está enviando.

Segurança e confiança

Hoje, ainda vemos uma resistência em relação ao uso de aplicativos, pois muitos se preocupam com a falta de segurança.

Porém, as instituições estão cada dia mais preparadas para lidar com questões relacionadas a roubos e golpes. As tecnologias avançam de forma a garantir um ambiente protegido e os riscos são cada vez menores.

Disponibilidade

Além de todas essas vantagens, você ainda pode acessar os serviços do internet banking durante 24h, todos os dias da semana e ao longo do ano inteiro. 😃

Alguns serviços, como transferências TED ou DOC, tem horário limite durante o dia. Porém o pix pode ser realizado a qualquer hora.

Se você é jovem e está prestes a abrir a sua primeira conta digital, é importante entender as inúmeras possibilidades que esse universo online possibilita. Foto: Getty Images

Diferença entre internet banking e open banking

Você já ouviu falar de open banking? Ele pode ser considerado o próximo passo revolucionário para os usuários e uma evolução do internet banking.

Em suma, a ideia é promover um sistema financeiro aberto capaz de proporcionar o compartilhamento de informações entre diferentes instituições. Tudo isso através do Banco Central.

Dessa forma, com uma troca de dados bancários dos clientes mais ágil, veremos uma melhorar a integração e performance entre diferentes bancos. Isso significa, por exemplo, liberdade para o consumidor acessar o crédito do banco que oferecer as melhores taxas sem burocracias. 🚀

Como utilizar o internet banking no dia a dia?

Pagamentos

Em linhas gerais, é possível realizar qualquer tipo de pagamento via internet banking. Seja através de cartão de crédito, pix, código de barras ou débito automático de contas de água e luz. O serviço oferece a possibilidade de quitar débitos de forma prática e rápida!

Além disso, também é possível realizar pagamento de impostos, financiamentos e contribuições previdenciárias. E, por fim, os comprovantes de pagamento ficam armazenados e podem ser compartilhados em poucos passos.

Transferências

As transferências também podem ser feitas rapidamente para contas de todos os bancos, inclusive internacionais.

Outra praticidade é que, uma vez que você realiza uma transferência a alguém, pode registrá-lo como favorecido. Ou seja, nas próximas vezes que quiser transferir, os dados do contato já estarão salvos.

Vale lembrar que é possível realizar essas transações de qualquer dispositivo através do app. Isso quer dizer que, em caso de emergências, basta lembrar do seu login e senha. 😉

Aplicação em investimentos

Essa ferramenta também possibilita que você faça aplicações em diferentes tipos de investimentos. Além de escolher onde investir e de fato aplicar o seu dinheiro, também é possível acompanhar as movimentações e resgatar valores a qualquer momento.

Consulta de saldo e extrato

Por fim, o internet banking possibilita que você consulte saldo e extrato a qualquer momento! Dessa forma, é possível conferir o dinheiro que entra e sai, e até mesmo lançamentos futuros, como salário. 💰

Normalmente, a informação de saldo pode ser encontrada logo na página inicial do seu app. Essa costuma ser uma das primeiras informações exibidas, já que é também uma das mais procuradas pelos usuários.

Já o extrato, costuma ficar em outra página. É possível navegar e filtrar por diferentes períodos, e normalmente a visualização é feita de acordo com a data dos lançamentos.

Conclusão

Sem dúvidas, o internet banking veio para facilitar a nossa rotina e simplificar processos que antes eram considerados demorados. Essa ferramenta, desenvolvida a partir de tecnologias de ponta, é certamente uma excelente aliada para a sua vida financeira.

Se você é jovem e está prestes a abrir a sua primeira conta digital, é importante entender as inúmeras possibilidades que esse universo online possibilita. Não apenas em termos práticos, mas também na forma como você controla e planeja os seus gastos.

A Faculdade XP também pode te ajudar a entender como se organizar com os primeiros salários e usar o seu dinheiro de forma inteligente. Conheça o curso de Educação Financeira para Jovens e se prepare para alguns dos mais importantes desafios da vida adulta. Clique e confira!

O que é User Story? Aprenda como escrever

Quando criamos ou desenvolvemos um software é necessário que ele esteja o mais explicado possível na linguagem do usuário para que possa ser utilizado da melhor maneira. Nesse sentido, usar o conceito de user story se torna essencial. Você já o conhecia?

Da tradução do inglês, história de usuários, ele faz parte de uma etapa de uma estrutura mais ágil de desenvolvimento e implementação de um produto em diversos setores, como na tecnologia da informação. 💻

Ele é um complemento do framework Scrum e deve ser sempre priorizado nas equipes que trabalham buscando entender quais problemas usuários estão enfrentando em um software e como encontrar o jeito mais simples de resolvê-los. 

Continue a leitura para entender mais detalhes sobre ele, bem como sua importância e como usá-lo no seu dia a dia. Vamos lá? 👇

O que é User Story?

Nada mais é do que uma ferramenta para definir e organizar os requisitos de um sistema e torná-lo mais legível para os usuários, sendo muito utilizada na metodologia ágil e no TI.

Mas como funciona? Quando se cria um produto ou projeto, é preciso que ele esteja o mais simples possível que um leigo possa entender, se não qual o sentido de tentar oferecê-lo aos seus clientes e usuários, certo? O user story que faz essa adaptação, sendo uma característica essencial do desenvolvimento Agile. 🤩

Podemos dizer que ele é uma espécie de promessa de conversa com o usuário, onde são colocadas especificações escritas utilizando linguagem de negócio, exemplificando, de forma simples, como uma pessoa usaria determinada funcionalidade de um produto. 😉

Assim, seu formato mais utilizado é esse:

👉 Como um <papel>, eu quero <desejo> de modo que <benefício>

Sendo:

  • Papel: é a persona, para quem você está criando esse requisito;
  • Desejo: intenção da persona, não os recursos que ela usa;
  • Benefício: o que ele vai ganhar com isso? O que ele pretende alcançar?
exemplo de user story
Exemplo de user story

Um exemplo seria:

Como um < Turista >, eu quero < Encontrar hotéis com vagas para entrada imediata em SP > de forma que < Não haja preocupação em reservar vagas em hotéis em caso de viagens de emergência>.

O trabalho do software é conseguir responder esses requisitos ao usuário, sem que ele tenha dificuldades. No entanto, somente com essa descrição, os desenvolvedores podem não conseguir transformar o objetivo da história em código e em testes de maneira otimizada. Por isso é utilizado o método de 3C’s, que será explicado mais adiante.

Por que é importante?

Para explicar isso imagine uma situação: você tem uma loja de carros e está vendendo 3 deles para pessoas diferentes. Só que na entrega um veio sem ar condicionado, outro sem sensor de ré e o outro veio completo, mas deu algum defeito no motor em menos de 5 km. 

Essas falhas podem ser resultados do não mapeamento das necessidades dos usuários e verificações de que o user story estaria mostrando caso tivesse sido bem feito.

Logo, funciona apenas como um tipo de lembrete de quais detalhes são necessários em um projeto, sendo que somente com ele não é possível desenvolver a história dos usuários, precisa de documentos e mais detalhes para isso.

No entanto, sua função é manter as necessidades dos usuários escritas de forma simples e ajudar a nortear a conversa entre as pessoas que construirão a funcionalidade que elas descrevem.

Assim, serve para priorizar os clientes e estimar o esforço necessário para realizar os objetivos propostos em um produto ou projeto.

Uma vez que o user story está documentado, o time de desenvolvimento sabe o porquê precisa desenvolver, afinal é uma maneira de gerar valor na sua execução. Portanto, ele é importante porque ajuda a definir o desejo do usuário final e aumenta a assertividade do trabalho de toda equipe. 🎯

Como escrever as histórias de usuários?

Primeiramente, o ponto mais relevante é entender que as histórias de usuários precisam ser simples e objetivas, para ser de fácil entendimento pelos desenvolvedores. 

Caso elas fiquem longas de modo que não encaixam em um quadro, é preciso refiná-las.

As user stories são descrições sobre a funcionalidade do seu produto e, por essa razão, é importante que elas representem verdadeiramente o ponto de vista do usuário. Assim, é necessário documentá-las em três blocos:

1. Entrega de valor

Aqui você deve pensar em como relacionar as user stories com uma entrega de valor. Como? Entender as razões pelas quais as histórias são importantes, o que usuários querem, entre outros. 

Respondida essa pergunta, você deve colocar na descrição dessa documentação o objetivo da funcionalidade principal em “Valor de Mercado”, “Redução de Risco” ou “Aumentar a Capacidade” e qual é o detalhe.

2. Narrativa do usuário

A segunda etapa é preciso criar a narrativa dessas necessidades do usuário. Daí você pode usar o template já citado, como:

  • Como … [target da funcionalidade]
  • Eu quero … [item desejado – título]
  • Para que eu possa … [entrega de valor – job to be done daquilo]

3. Requisitos técnicos

No terceiro bloco você vai descrever os requisitos técnicos. Ou seja, vai colocar o que é preciso fazer para atender as necessidades e os objetivos propostos. 

Para isso, é possível utilizar a técnica de 7 dimensões do produto, que são:

  1. Atores
  2. Interfaces
  3. Ação (história do usuário)
  4. Dados
  5. Regras de negócios
  6. Ambiente
  7. Qualidade (critérios de aceite)

Template de User Story 3C’s

Conforme brevemente mencionado em outro tópico, existe um conceito chamado de 3 C’s, que indica como construir a sua história de usuário.  

Vamos dizer que você é um Product Owner e, junto com o seu time Scrum, iniciam o seu Product Backlog e vão criar uma user story para cada item. Você deve usar:

Cartão

Aqui a ideia é a descrição da história de forma curta simples, tendo que caber tudo em um pequeno tamanho de cartão.

Assim, você deve definir: quem é o ator principal, a persona, qual o principal objetivo e o justificativa para ele.

Conversas

São como reuniões, em que todos do time debatem os planos para fazer acontecer o objetivo.

Nesse momento, é esperado que as pessoas, juntas, leiam a User Story e clarifiquem o máximo possível o entendimento do que é esperado, trazendo para discussão quais os possíveis problemas e soluções.

Confirmação

Sempre use critérios para identificar se a história está realmente concluída. Aqui são criados cenários que quando executados, mostram se obtiverem os resultados descritos e se está tudo certo, caso contrário será devolvido para o time de desenvolvimento corrigir os bugs.

INVEST

Além dos 3Cs, outro método importante é o INVEST, que vai ajudar a avaliar a qualidade da sua user story, que tem como objetivo usar cada sigla para ver se sua história tá indicando todos esses fatores: independente, negociável, valor, estimável, pequeno e testável.

Granularidade dos User Stories

Entendendo toda a parte conceitual, é o momento de saber sobre a estrutura. Existem alguns tipos de granularidade necessários para que os itens do backlog estejam refinados e elegíveis. São eles: 👇

A tríade Épico, Feature e User Story são os artefatos mais utilizados para estruturação de backlog de produto (product backlog) e para uso em backlog de sprints (sprint backlog), sendo:

User Story

A representação clara e informal que expressa a necessidade e/ou requisito de um potencial usuário. É  parte de um objetivo final. 

Funcionalidade

É quem agrupa um conjunto de histórias do usuário, com a função do Produto, da qual contém diversos requisitos funcionais com suas regras e exceções.

Épico

É uma grande parte do trabalho a ser realizado no Produto, onde se expressa de forma macro a necessidade global.

Afinal, como aprender a aplicar o User Story no dia a dia?

Portanto, quando olhamos como os produtos digitais impactam positivamente nosso cotidiano, percebemos que, muitas vezes, eles resolvem problemas de uma maneira bastante simples e de forma personalizada. E isso é graças ao uso do user story. 🖤

Assim, o Product Owner e seu time precisam entender quais as reais necessidades dos usuários na hora de criar um software, para que seja feito da melhor forma e com mais usabilidade para a UX do usuário. 📈

Neste artigo falamos um pouco sobre user story e a importância de uma boa granularidade, só que o assunto não se esgota aqui. 

👉 Se você quer aprender a colocar em prática em sua rotina em um setor de desenvolvimento e usar as melhores recomendações de uma metodologia ágil, confira este evento que preparamos sobre Product Future.

Letras Hipotecárias: o que são e como funcionam?

As letras hipotecárias são uma das alternativas para indivíduos que desejam investir em papéis que são, por sua vez, vinculados a imóveis.

Elas foram criadas em 1986 e são emitidas por Instituições financeiras que têm direito a realizar concessão de créditos imobiliários. 

Com o tempo, as letras hipotecárias foram perdendo o lugar após a criação das LCIs, ou seja, Letras de Crédito Imobiliário. Somado a isso, e a baixa da TR (Taxa Referencial), as negociações do ativo diminuíram, mas isso não quer dizer que pouco dinheiro é investido. 

Segundo dados do Banco Central do Brasil, em 2017, totalizaram mais de R$ 1 bilhão de reais de créditos existentes em letras hipotecárias. 

Isso acontece porque, as letras hipotecárias são um investimento de renda fixa, ou seja, é um investimento considerado seguro e rentável. 

R$ 1 bilhão parece muito, não é? Mas quando comparados com o estoque de outros títulos imobiliários, como as LCIs, que têm um estoque de mais de R$ 160 bilhões, é possível compreender a baixa nos investimentos nas letras hipotecárias. 

Um fato importante a ser ressaltado é que hoje, no Brasil, encontramos poucas Instituições Financeiras que emitem as letras hipotecárias: atualmente, a maior emissora para esse tipo de investimento é a Caixa Econômica Federal.

Se interessou por esse overview e quer entender mais sobre o tema? Continue a leitura e vamos aprender juntos!

O que são letras hipotecárias?

Em suma, as letras hipotecárias são um tipo de investimento de renda fixa que concede créditos imobiliários emitidos por meio de instituições financeiras.

Provavelmente você já ouviu falar em pessoas que hipotecam suas próprias casas, ou seja, oferecem a casa como garantia de pagamento de uma dívida. É a partir dessa ação que os títulos de letras hipotecárias são garantidos via créditos imobiliários de hipoteca.

Um dos maiores atrativos que rondam esse tipo de título é que é garantida a isenção de imposto de renda sobre os investimentos, indo na contramão da maioria dos outros tipos de aplicação.

Outro grande atrativo é o fato de que esse tipo de investimento é considerado de baixo risco, já que conta com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) como responsável por dar aportes financeiros. 

Qual a diferença de LCI e LH?

Apesar de atuarem em aplicações no setor imobiliário, as LCIs e LHs têm as suas diferenças.

As LCIs, ou Letras de Crédito Imobiliário são, como supracitado, financiam diversos tipos de projetos no setor imobiliário. Já as LHs, ou letras hipotecárias, destinam suas operações exclusivamente às hipotecas. 

O que as aproxima é o fato de ambas possuírem isenção do imposto de renda sobre rendimentos e são de baixo risco, já que têm a garantia do FGC.

Como funcionam as letras hipotecárias?

Elas servem para financiar o setor de hipotecas e não funcionam de maneira muito diferente dos outros títulos de renda fixa

Quando uma pessoa usa um bem imobiliário como garantia de pagamento de uma dívida, ou seja, faz a hipoteca da casa, apartamento ou semelhante, ela busca, com essa ação, conseguir crédito com taxas reduzidas.

E é nesse exato ponto que as letras hipotecárias surgem: elas captam recursos para esse tipo de empréstimo!

Rendimento das letras hipotecárias
Quem investe em letras hipotecárias não precisa declarar o Imposto de Renda.

Por que investir em letras hipotecárias?

Seguem 4 motivos para investir em letras hipotecárias: 

  • É um título de baixo risco;
  • Tem rentabilidade superior à maioria dos outros investimentos em renda fixa;
  • Conta com a cobertura do FGC que garante os créditos;
  • O imposto de renda é isento.

Tipos de letras hipotecárias

Quando o assunto é a remuneração das letras hipotecárias, elas podem ser pré-fixada ou pós-fixada, que é atrelada a algum índice, como CDI, TR (Taxa Referencial) ou Taxa de Juros a Longo Prazo (TJLP).

Vamos conhecer as definições de cada uma delas. 

Pré-fixada

Neste modelo, o investidor sabe qual a taxa de juros que ele terá desde o início da aplicação, até o vencimento. 

Assim, independente das oscilações do mercado financeiro, a rentabilidade no final do período de investimento será aquela definida na realização do investimento.

Pós-fixada

Já na pós-fixada, o rendimento é equivalente ao indexador. Os indexadores podem ser o CDI, IGP-M ou até mesmo o IPCA. 

Vantagens e desvantagens das letras hipotecárias

Tudo que tem o seu lado bom, tem o seu lado ruim e é importante conhecer bem os dois antes de realizar qualquer tipo de investimento, pesando ambos e compreendendo se a aplicação é mais vantajosa ou não para sua realidade. 

Com as letras hipotecárias não seria diferente e nós mostraremos as três vantagens e desvantagens do investimento. 

Vamos lá? 

Vantagens

  1. Isenção do Imposto de Renda: o que possibilita uma maior rentabilidade líquida para a aplicação;
  2. Segurança: por ter garantia real, ou seja, do imóvel que foi hipotecado, e ser garantida pelo FGC, é considerada um investimento seguro;
  3. Contrato de SWAP: ao realizar um contrato atrelado de SWAP, o investidor pode trocar a forma de rentabilidade do título durante a aplicação, o que pode ser capaz de maximizar e garantir o retorno da aplicação.

Desvantagens

  1. Investimento alto: o mínimo para iniciar investimentos em LHs são R$ 20 mil;
  2. Liquidez baixa: é um título de pouca negociação e o resgate antecipado só é permitido após seis meses da emissão;
  3. Investimento de longo prazo: no Brasil, a maior parte das LHs chegam a três décadas.

Principais riscos de investir letras hipotecárias

Assim como falamos de vantagens e desvantagens, precisamos falar de algo que envolve todos os tipos de investimento: os riscos. 

Apesar das letras hipotecárias serem consideradas títulos de baixo risco, ainda existem riscos as rodeando. São eles: 

  1. Risco de crédito: no caso, é o risco da instituição financeira quebrar e não pagar os rendimentos, o que é algo muito raro de se acontecer, principalmente quando falamos da Caixa Econômica Federal;
  2. Risco de mercado: ou seja, mudanças em preços e parâmetros de mercado que podem influenciar a rentabilidade do investimento diretamente;
  3. Risco de liquidez: você não pode resgatar o dinheiro quando precisar; com as LHs, você só pode tê-lo após seis meses da emissão.

Como investir em letras hipotecárias?

Seguindo os passos a seguir: 

  1. Abrir conta em uma Instituição Financeira: pode ser um banco ou financeira, no Brasil, a mais popular para LHs é a Caixa Econômica Federal;
  2. Tenha um objetivo: assim você vai conseguir encontrar uma LH que seja útil para que seu objetivo seja alcançado;
  3. Escolha uma das letras hipotecárias: e fim! Sim, é simples mesmo!

Conclusão

Agora, é hora de avaliar se o investimento em letras hipotecárias é para você! 

Observe bem o seu perfil de investidor, quanto tem para investir e se tem alguma chance de você precisar do dinheiro antes dos seis meses obrigatórios de retenção. Essas são as primeiras ações a serem consideradas. 

Além disso, investir em educação financeira e aprender mais sobre investimentos é uma aplicação que você fará na sua vida pessoal e que certamente trará resultados inimagináveis. 

Assim, a Faculdade XP te indica o MBA em Assessoria de Investimentos como uma oportunidade de mudar a sua vida: são mais de 400 horas de aulas online que te permitirão estar pronto para obter o certificado da ANCORD e performar bem na sua categoria.

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Saiba tudo sobre o sistema operacional Windows

Escrever, fazer cálculos e navegar na internet. São milhões de usuários que usam o sistema operacional Windows em todo o mundo para fazer tais atividades. Criada no século passado pelos visionários Bill Gates e Paul Allen, o software da Microsoft trouxe mudanças no cotidiano e na forma de trabalho.

Para ter uma noção da grandiosidade, o Windows 10 é um dos mais utilizados, presente em mais de 66% dos computadores. Já o Windows 7 está ativo em mais de 17% dos dispositivos.

Segundo o ranking Best Global Brands (2022), Microsoft é a segunda empresa mais valiosa do mundo e a maior produtora de softwares por faturamento do planeta.

Confira tudo sobre o Windows, história, versões e diferenças com outros sistemas operacionais. Boa leitura!

Sistema operacional Windows: o que é?

O Microsoft Windows (também conhecido como Windows ou Win) é um sistema operacional gráfico desenvolvido e publicado pela Microsoft.

Ele contempla uma forma de armazenamento de arquivos, execução de software, possibilidade de jogar, assistir a vídeos e se conectar à Internet. Tenho certeza que algum momento da sua vida, você já utilizou!

O Microsoft Windows foi lançado pela primeira vez com a versão 1.0 em 10 de novembro de 1983. Mais de dez de versões foram divulgadas depois disso com melhorias diversas, incluindo a versão atual, Windows 10.

Curiosidade: o Windows completou 37 anos em novembro de 2022. 🎂

Onde e quando surgiu esse sistema?

Ele surgiu há mais de três décadas com o intuito de facilitar a utilização do computador com uma interface gráfica e o mouse. Era simples, bastava apontar para opções presentes na tela segurando o cursor e iniciar o uso.

Foi muito diferente do que existia na época. Já pensou você ter que memorizar e digitar comandos de programação até hoje?

<Leia também: conheça a profissão de análise e desenvolvimento de sistemas />

Linha do tempo do sistema operacional Windows

Veja abaixo o histórico das versões, acertos e erros em cada uma delas.

Windows 1.0

O início de tudo. O Windows 1.0 teve o lançamento em novembro de 1985 com uma interface gráfica de 16 bits. Na época, o desenvolvimento foi elaborado por Bill Gates e executado em cima do MS-DOS.

Já na divulgação percebia a necessidade do uso de um mouse para navegação, como dispositivo de entrada, e não os teclados. Ele já contava com um editor de texto, jogo Reversi, agenda, calculadora e o Paint para utilização.

Windows 2.0 e 2.1

Posteriormente, houve o lançamento do Windows 2 em dezembro de 1987. A principal diferença entre a versão anterior foi a possibilidade de sobreposição das janelas. Também foram inserido, os ícones e ações de minimização e maximização das janelas, além dos atalhos de teclado e o suporte a VGA.

Outro avanço foi o painel de controle, que reuniu todas as funcionalidades em somente um lugar. Válido pontuar que existe até os dias atuais. Outras ferramentas que surgiram nesta versão foram o Microsoft Word (editor de texto) e o Excel (editor de planilhas).

O Windows 2.1 foi divulgado em 1989 nas edições 286 e 386. Ele veio com algumas mudanças em relação ao gerenciamento de memória, suporte AppleTalk e impressão mais célere com drivers atualizados para as impressoras.

Windows 3.0 e Windows NT

No ano de 1990 aconteceu mais um lançamento, o Windows 3 que exigia um disco rígido. Naquele momento, o sistema operacional tinha uma interface visual mais colorida e moderna em relação aos anteriores. Para se ter uma ideia, a versão suportava 256 cores.

Os usuários também poderiam contar com o Solitaire, como se fosse uma ferramenta para treinar o uso do mouse.

No ano de 92, a versão 3.1 fez a inserção de fontes TrueType, tornando publicações viáveis pela primeira vez. Além disso, o Campo Minado já estava por lá.

O Windows NT foi lançado em julho de 1993, projetado para uso corporativo, servidores e workstations (estações de trabalho, em português).

Windows 95 e a Internet

O Windows 95 (original com o codinome Chicago), lançado em agosto daquele ano, veio com o botão e o menu Iniciar. Também foi criado o conceito de “plug and play”, onde fazia a conexão de algum periférico e o sistema operacional encontrava um driver apropriado para ele funcionar.

Nessa versão também tinha o ambiente de 31 bits, a barra de tarefas e outras funcionalidades. Aqui ele era multitarefa e mais estável.

Ademais, a internet foi um marco, isso porque o Internet Explorer estreou no Windows 95, mas não vinha no sistema operacional. Ele exigia o pacote Windows 95 Plus! Contudo, nas próximas versões, ele já vinha instalado para os usuários.

Sistema Operacional Windows 95 (Fonte: Pocket Lint)

Windows 98, Windows ME e Windows 2000

O Windows 98 trouxe o Internet Explorer 4, Outlook Express, Windows Adress Book, Microsoft Chat e o NetShow Player. Também os botões de navegação para trás e para frente e a barra de endereços e muito mais.

O Windows ME, o Windows Millennium Edition, foi o último a ter como base o MS-DOS. Ele tinha a junção de uso pessoal e profissional. Nele havia ferramentas de recuperação de sistema mais automatizadas, Windows Media Player 7, Windows Movie Maker e o preenchimento automático.

O Windows 2000 teve como base, o sistema Windows NT. Ele posteriormente foi o pilar para o desenvolvimento do Windows XP. Essa versão veio com a funcionalidade de hibernação.

Windows XP

Também chamado de Whistler, o Windows XP foi (segundo os especialistas) a melhor versão, apesar da aparência. As vendas aconteceram entre 2001 e 2007.

As variantes foram: Windows XP Home Edition e o Windows XP Professional. Nessa época houve a unificação dos produtos Windows comerciais e de consumo da Microsoft.

Windows Vista

Após a descontinuação do Windows XP, em janeiro de 2007 foi lançado o Windows Vista (codinome Longhorn). Ele veio com o Windows Media Player 11, Internet Explorer 7, Windows Defender, reconhecimento de fala, Windows DVD Maker e a Galeria de fotos.

Windows 7

O Windows 7, no ar em 2009, foi um sistema operacional mais fácil, prático e rápido para uso. Nessa versão havia a possibilidade de encaixar janelas no topo ou nas laterais da tela.

Windows 8

O Windows 8, lançado em outubro de 2012, abandonou o botão iniciar e o menu iniciar com uma tela inicial mais amigável. Ele era mais célere que as versões anteriores e tinha apoio para os novos e muito mais rápidos dispositivos USB 3.0. 

Windows 10

O Windows 10, de setembro de 2014, foi divulgado apenas como uma versão de teste. Ele é considerado uma “mudança repentina”, isso porque trouxe de volta o menu iniciar. O foco dele era a área de trabalho com um design total mais limpo e moderno.

Ele foi desenvolvido para juntar todas as plataformas Windows em vários dispositivos, incluindo Windows Phone e tablets, com aplicativos universais que podem ser baixados da Windows Store e executados em todos os dispositivos Windows.

Uma novidade desse software foi o assistente virtual Cortana.

Windows 11

O Windows 11, divulgado em outubro de 2021, traz algumas similaridades com o W10. Mas, presenteia com ajuste de janela mais aprimorado, agrupamento e outros.

Nos dias atuais: como o Windows se diferencia do Mac OS e do Linux?

A empresa Microsoft desenvolveu o Windows, enquanto o macOS pela Apple e o Linux por Linus Torvalds.

O Windows pode ser utilizado “sob licença” por qualquer fabricante em suas máquinas. O macOS serve somente para uso nos dispositivos da marca: MacBook, iMac e no Mac Mini.

Já o Linux tem o uso por qualquer pessoa, sem nenhum custo para uso, por se tratar de um SO com código aberto e livre. O que isso significa, afinal? Qualquer pessoa com domínio de programação pode adicionar elementos ou alterá-lo.

Em relação ao uso, o macOS funciona de forma estável com muitas janelas abertas em simultâneo, diferentemente do Windows. Para as duas marcas há suporte oficial, o que não acontece com o Linux. Para correção de problemas ou tirar dúvidas, você navegar por comunidades de usuários e fóruns sobre ele.

<Para entender: requisitos para investir na carreira de Business Intelligence />

Sede da Microsoft, em Redmond, no estado de Washington (Fonte: IstoÉ Dinheiro)

Inovações: o que o Windows planeja para os próximos anos?

Durante uma apresentação do Ignite 2022, evento realizado todo ano pela Microsoft, vazou uma imagem que indica a próxima versão do sistema operacional Windows. Internamente tem o nome de Next Valley e só deve estar disponível em 2024.

A versão aparenta ter uma interface mais moderna em comparação as anteriores. Além disso, pode ter uma barra de tarefas e caixa de pesquisa que flutuam. O protótipo de design pode ser a próxima aposta da empresa.

Já em relação às tecnologias existentes, a Microsoft acredita em um futuro com criptografia, utilização em massa de assistentes pessoais por fala, telemedicina e integração de serviços de saúde.


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Como a tecnologia pode te ajudar na gestão de suas finanças pessoais?

Como a tecnologia pode te ajudar na gestão de suas finanças pessoais? Essa é uma dúvida que muitos brasileiros ainda têm.

Ter finanças organizadas junto a um bom planejamento financeiro pode ser visto como um grande desafio para alguns. Na realidade, não são necessários conhecimentos profundos sobre o tema e sim cuidado e disciplina. 

E quem pode te ajudar com isso? Ela: a tecnologia.

Décadas atrás, imaginar o PIX, por exemplo, era impossível. Transferir dinheiro pelo celular e recebê-lo em segundos na sua conta bancária era inimaginável, e se alguém voltasse para o passado e contasse esse feito, muitos não acreditariam.

Felizmente, vivemos no mundo dos cliques e a tecnologia tem facilitado as nossas vidas cotidianamente.

No entanto, mesmo ela sendo tão presente no nosso dia a dia, muitos indivíduos não sabem aplicá-la na sua gestão financeira pessoal, ocasionando desorganização e falta de planejamento. 

Não fique mais usando folhas soltas para se organizar, seja prático e rápido, usando a tecnologia. 

Por isso, hoje vamos te ensinar como a tecnologia pode te ajudar na gestão de suas finanças pessoais e queremos ver a revolução acontecendo na sua vida! 

Vamos lá!

Como a tecnologia pode ajudar para a sua educação financeira?

Um dos maiores fatores que acarretam na desorganização financeira de muitos brasileiros é um problema coletivo: nós não somos ensinados, desde crianças, a lidar e controlar o dinheiro. 

Por isso, se na fase adulta o indivíduo não se dedicar para compreender como organizar a sua vida financeira, o resultado será um alto volume de dívidas, falta de planejamento e ausência de dinheiro para arcar, muitas vezes, com o básico.

Os adolescentes que têm adentrado nessa fase, têm tido mais vantagens: são vários apps, sites e programas financeiros prontos para serem usados de maneira fácil e rápida. 

Assim, graças à tecnologia, eles acabam tendo maior facilidade no controle do dinheiro.

Mas você, que é um adulto, não teve a vantagem de crescer com tecnologia ao seu redor. No entanto, o que importa é o agora. 

Essas ferramentas tecnológicas podem te fazer compreender os seus gastos, quitar dívidas com o auxílio de um bom planejamento financeiro, além de te ajudar a atingir metas e sonhos. Quem não quer trocar de carro ou, quem sabe, fazer uma viagem legal? 

Por que utilizar a tecnologia para fazer a sua gestão financeira?

Nós já citamos como a tecnologia pode te ajudar, no entanto, seguem alguns pontos quando o assunto é a importância do uso da mesma na gestão para evitar erros financeiros:

  • Melhor forma de lidar com orçamentos e economias;
  • Possibilidade de fazer previsões para futuros investimentos, uma casa, por exemplo;
  • Cálculos automáticos; 
  • Melhoria na administração de pagamentos de contas.

Vantagens de utilizar a tecnologia para a sua gestão financeira

Aprender a economizar mais e de forma vantajosa e inteligente, escolher bons investimentos e ter controle de orçamento: essas são algumas das diversas vantagens que a tecnologia traz para pessoas que a utilizam nas suas gestões financeiras. 

Mas não é só isso. Nós vamos te provar que não. Segue o fio com mais vantagens de uso da tecnologia! 

Controle de entradas e saídas do dinheiro

Nós sabemos: você não consegue lembrar de cabeça todos os seus gastos. E tá tudo bem! Isso é normal, mesmo para pessoas muito organizadas. 

Com a tecnologia, principalmente aplicada em aplicativos de celular, você consegue acompanhar cada gasto que faz ao vivo e receber relatórios acerca dos seus gastos durante certo período de tempo.

Como a tecnologia pode te ajudar na gestão de suas finanças pessoais
Ter um planejamento alinhado com a tecnologia pode ajudar com as finanças pessoais.

Definição de metas

Alguns aplicativos te ajudam a definir metas para as suas despesas e economias. Mas como? 

Simples: você insere as suas despesas estimadas no app, a sua renda e o nível de economia que deseja. Assim, o próprio aplicativo irá gerar um relatório para que você possa analisar e fazer um orçamento eficiente para o mês.

Visualização dos gastos

Se manter atento nas receitas e despesas de cada mês é essencial, no entanto, para aqueles que não usam tecnologia na área financeira, essa visualização não ocorre de maneira simples. 

Portanto, tenha o app do seu banco em mãos e, cotidianamente, olhe os seus extratos e transações, e observe se você tem gastado mais do que devia. 

Caso isso aconteça, tente diminuir os gastos imediatamente e busque cobrir a diferença no mês seguinte, ok?

Consumo mais consciente

Um consumo consciente vem do entendimento de que se você precisa economizar, você terá que ter algumas privações. Para isso:

  • Mova o seu dinheiro para uma conta de poupança separada e não mexa nela;
  • Evite pagar com cartões em qualquer lugar;
  • Torne o dinheiro uma prioridade;
  • Estabeleça metas financeiras;
  • Crie um orçamento e não deixe de cumpri-lo;
  • Se possível, automatize as suas economias.

Criação de lembretes

Se você mantém vários pagamentos em espera, use o seu celular como alarme: eles serão os lembretes das contas que estão chegando!

Dessa forma, você se organiza com antecedência e não perde o vencimento da conta, o que é realmente importante e traz paz de espírito. 

Ninguém merece pagar juros por ter esquecido de pagar um boleto, não é?

Investimentos

Diversos aplicativos ajudam a monitorar gastos, rastrear recibos e auxiliar no planejamento financeiro do futuro. 

Além desses apps, é possível encontrar alguns focados em investimentos, ou seja, aplicativos que te ajudam não só a entender mais sobre a temática, mas também a iniciar a sua jornada no mundo dos investimentos.

Aplicativos para fazer a sua gestão financeira

Primeiro, os que você deve ter sempre em mãos são os aplicativos de banco. 

Se você tem conta em bancos tradicionais como Banco do Brasil, Itaú e Caixa Econômica, não se preocupe: esses bancos também têm ótimos aplicativos! É só acessar a loja de apps do seu dispositivo e fazer o download dos mesmos. 

Além disso, se você deseja economizar de maneira organizada e até mesmo desafiadora, temos duas indicações: 

  • 52 semanas: o aplicativo se baseia em um desafio onde você guarda, ao longo do tempo, quantias pequenas de dinheiro que, juntas, se tornam um montante bem relevante ao fim do processo;
  • Controle de Contas: ótimo para aqueles que esquecem dos prazos das contas, ele auxilia no agendamento dessas datas e te ajuda a não atrasar pagamentos.

Conclusão

Assim como a tecnologia digital está se movendo a cada dia para fazer você comprar mais do que precisa, o mesmo pode permitir que você reflita sobre o que você está gastando. 

Como a tecnologia pode te ajudar na gestão de suas finanças pessoais? Bom, o nosso planejamento financeiro desordenado pode se tornar suave e livre de erros apenas ao nos tornarmos amigos da tecnologia.

Além disso, para transformar a sua vida financeira, você precisa exercer o seu autoconhecimento, analisando e refletindo tudo por trás das suas finanças.

Conheça o caminho para a prosperidade com o curso O Poder do Autoconhecimento Financeiro da Faculdade XP! 

Conheça Avalanche (AVAX): a criptomoeda tendência para 2023

Quem acompanha o mercado financeiro já percebeu que a Avalanche Avax, uma nova plataforma de Blockchain para contratos inteligentes, é uma tendência e vem despertando o interesse de grandes investidores. 

Ela é uma plataforma inovadora que busca, por meio do desenvolvimento de DApps (Aplicativos Descentralizados), resolver queixas frequentes do mercado de criptomoedas. Por exemplo, a escalabilidade e a velocidade com que as transações são processadas. 

Para conhecer mais sobre a Avalanche Avax e entender como ela funciona, continue a leitura deste artigo! 

O que é a Avalanche (AVAX)?

Avalanche (AVAX) é uma plataforma Blockchain voltada para a criação de contratos inteligentes e aplicações descentralizadas. Já a AVAX é o principal token da plataforma, utilizado como moeda para as subnets criadas na Avalache e também para pagamentos de taxas. 

A Avalanche vem se destacando como a principal concorrente da Ethereum (ETH), até então a Blockhain mais conhecida para contratos inteligentes. Isso porque ela oferece taxas menores e dá aos usuários, a chance de criar sub-redes que utilizam da mesma segurança da plataforma Avalanche. 

Como a Avalanche crypto surgiu?

Criada por Emin Gün Sirer (CEO), Kevin Sekniqi (COO) e Maofan “Ted” Yin (Chief Protocol Architect), figuras importantes da Ava Labs, a Avalanche surgiu em 2020 com o propósito de oferecer mais crescimento, sem comprometer a segurança da Blockchain.   

A princípio, a maior parte da tecnologia Avalanche estava sendo desenvolvida pelo cientista da computação turco, Emin Gün Sirer. Entretanto, logo depois a Avalanche se tornou um trabalho também Seknigi e Ted, profissionais renomados da área de Tecnologia da Informação (TI) e entusiastas das criptomoedas.  

Para que serve a Avalanche?

Com a plataforma Avalanche é possível fazer uma infinidade de serviços, tais como:

  • Blockchains capazes de interagir com outras dentro de um mesmo sistema e totalmente personalizadas de acordo com as necessidades do usuário; 
  • Criar contratos inteligentes que podem ser utilizados como DApps (aplicativos descentralizados) e são compatíveis com Ethereum;
  • Emitir ou lançar ativos, empréstimos e NFTs.

Já com a Avax, o token da Avalanche, é possível fazer staking (obter renda através dos ativos) dos tokens, fazer pagamentos das taxas de rede e fornecer uma unidade contábil criada na Avalanche.      

Qual o diferencial da Avalanche com relação a outras criptomoedas?

O grande diferencial da Avalanche é que ela é uma plataforma compatível com a Ethereum Virtual Machine (EVM), mas que não possui altas taxas de transação, como acontece com a sua concorrente direta a Ethereum.  

Como funciona a Avalanche?

Considerada uma Blockchain Proof of Stake (PoS), a Avalanche é composta por três Blockchains separadas, mas que se comunicam entre si e são validadas por uma rede primária. 

Segurança blockchain na Avalanche Avax
A Avalanche Avax apresenta três tipos de Blockchains em seu sistema.

Abaixo, falamos de três Blockchains que compõem a Avalanche e a função de cada uma: 

1. The Exchange Chain (X-Chain)

Focada na criação e negociação de ativos digitais, a X-Chain permite a emissão de outros tokens além da Avax. Entretanto, as taxas de criação e transação dos tokens precisam ser pagas em Avax. 

2. The Platform Chain (P-Chain)

A P-Chain serve para rastrear subnets já existentes, coordenar os validadores de rede e criar novas subnets, que podem ser validadas e utilizadas para concessão de Blockchains personalizadas. 

3. The Contract Chain (C-Chain)

Com a C-Chain é possível criar contratos inteligentes e DApps compatíveis com a EVM, o que acelera a velocidade com que os processos são executados pela Avalanche.  

Vantagens e desvantagens de investir na AVAX

Apesar de ser uma plataforma diferenciada, já que os usuários da Avalanche podem personalizar sua Blockchain da forma que acharem melhor, ela tem seus prós e contras. Confira na tabela abaixo alguns pontos positivos e negativos que devem ser levados em consideração na hora de investir na Avax:

VantagensDesvantagens
Escalabilidade e velocidade para DAppsTransações podem demorar mais que o normal se os validadores não concordarem com o status atual da sua conta
Alto volume de negociaçãoNão há garantia para transações conflitantes
É uma plataforma de baixo custoNão possui muitas opções de NTFs 
Quadro de vantagens e desvantagens da Avax

Projeções futuras da AVAX no mercado financeiro

De acordo com especialistas, a Avax é uma das criptomoedas mais promissoras do mercado. Apesar de algumas oscilações naturais, já que os investimentos são voláteis, quem investe na Avax tem grandes chances de sair no lucro nos próximos anos devido aos investimentos feitos pela Ava Labs na Avalanche.   

Vale a pena investir na Avalanche?

Devido às grandes altas que a Avalance Avax vem tendo nos últimos meses de 2022, ela tornou-se uma das melhores apostas do mercado de criptomoedas, assim como a moeda Bitcoin e a sua concorrente direta Ethereum.

Para exemplificar, em agosto a cripto Avax teve aumento de 16% em 24 horas, passando o valor de negociação de 31,26 dólares para 33 dólares, após o anúncio de que 180 milhões de dólares serão injetados no programa de incentivo chamado “Avalanche Rush”.   

Então, se você tem dúvidas se vale a pena investir na Avalanche, a resposta é: sim, vale a pena! Entretanto, é preciso se atentar a alguns pontos antes de fazer um investimento em algo tão volátil como as criptomoedas. 

Por exemplo, considere o seu perfil de investidor e o quanto você está disposto a correr o risco de perder dinheiro. Além disso, é importante ter sempre em mente que a Avalanche é uma plataforma recente, ainda em fase de expansão. Apesar do trabalho para atrair mais investidores e expandir o seu ecossistema, algumas dessas ações podem não ocorrer tão bem quanto o esperado.  

Como começar a investir na Avalanche (AVAX)?

Assim como as demais moedas digitais, para investir em criptomoedas Avalanche Avax o mais indicado é fazer a compra do ativo por meio de uma exchange. Ou seja, você precisa apenas ter conta em uma corretora e ter dinheiro disponível na conta para executar a ordem de compra do token. 

Conclusão 

A Avalanche Avax é uma das criptomoedas com mais chance de alta nos próximos anos. Logo, se você quer investir em um ativo com poucas chances de perder o seu dinheiro, a Avax pode ser a cripto certa para você! 

Mas, antes de começar a investir, recomendamos o Curso de Criptoinvestidor da Faculdade XP. Nele, você pode aprender sobre a Avalanche Avax e outras criptomoedas consideradas promissoras por especialistas do mercado financeiro. Aprenda com quem domina o mercado!